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4. Capítulo Dois


Fic: A Marca de Hermione


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Capítulo Dois

Maldição, ela o deixava excitado. Esse foi o primeiro pensamento que arrebentou na mente de Harry na manhã seguinte quando Hermione entrou no escritório de seu primo e o contemplou com suspeita imediata.
Ela estava vestida com uns jeans apertados e atraentes metidos em umas botas de cano médio. Uma camisa cáqui estava fechada só até a borda de seus peitos; um cinturão largo apertava sua cintura e sustentava a pistola tranqüilizante colocada ligeiramente atrás de seu quadril esquerdo.
Um fio fino de transpiração dedilhava sua sobrancelha enquanto seus olhos azuis sombrios brilhavam com diversão e uma faísca de ameaça. Ela não seria uma mulher fácil de controlar, mas ele já adivinhara.
E estava excitada. Foi seu segundo pensamento. Isto se abateu de repente sobre ele quando o aroma sutil e inequívoco do calor feminino alcançou seu sensível nariz. Endireitou-se no assento ante o cheiro, estreitando seus olhos para poder saboreá-lo a vontade completamente.
Não obstante quem a tinha excitado? A espetada em seu orgulho masculino de repente o fez olhá-la carrancudo. Ela levantou sua sobrancelha, sua expressão era de brincadeira.
Ele conteve uma risada, assim como conteve a necessidade de replicar seu desafio. Uma coisa era certa: não passaria muito antes que tirasse aquelas calças de seu traseiro e seu membro se assentasse comodamente naquele pequeno e quente sexo.
- Queria me ver? - perguntou Hermione a seu primo levantando uma sobrancelha zombeteira enquanto fechava a porta atrás dela.
Harry voltou seu olhar a Harry, arqueando a sobrancelha quando pegou a expressão menos que contente do outro homem. Rony não tinha se comovido com a ordem proveniente de seus superiores, nem a informação que Harry tinha dado no interrogatório do Coiote na noite anterior. Não é que conhecesse o resultado disto.
- Sente-se, Hermione. - suspirou Rony.
Sentado para trás em sua cadeira com os ombros cansados, com o tornozelo apoiado em seu joelho, Harry virou sua cabeça outra vez para olhar seus passos atravessando o escritório. Ela se movia como uma chuva da primavera, lisa e sedosa. E maldito cheiro que fazia sua boca aguar.
- Bem, aqui estou. - Ela parou em frente a mesa, observando a cadeira ao lado de Harry não sem uma pequena quantidade de suspeita e um brilho de humor quando controlou rapidamente um sorriso - Não quero me sentar a seu lado. Fera.
Ela cruzou os braços sobre os seios, seios pequenos agradáveis e compactos com a plenitude justa para tentá-lo. Seu fingido cenho franzido o informou que a pequena aventura de ontem realmente não a tinha zangado. Aquelas sobrancelhas negras baixaram sobre olhos azuis oceano que pareciam bastante profundos para afogar um homem e desafiá-lo ao mesmo tempo. Ele adorava um desafio.
- Ela dispara. - Ele manteve seu sorriso quando se virou para Rony e fez um gesto em sua direção - Precisarei de algum tipo de defesa.
Rony não estava se divertindo. Ele passou a mão pelo rosto e murmurou algo sobre "malditas mulheres obstinadas".
Harry estava completamente de acordo com ele.
- Por que ele está aqui? Não temos muitos problemas para tratar? - perguntou ela.
- Sente-se, Hermione. - resmungou Rony, obviamente não estava com humor para esta pequena reunião - Inclusive se isso significa mover a cadeira.
Ela o fez. Harry riu dela devagar, aterradoramente, enquanto olhava um rubor ligeiro colorir sua carne bronzeada. A informação que ele tinha de Hermione tinha sido tão clara, concisa e bem feita como Harry tinha chegado a esperar de Jonas.
Sua relação com seu primo tinha sido parte do relatório. Parecia que ela e Rony tinham estado separados um do outro durante meses devido à insistência dela em tomar as patrulhas do deserto em vez das designações seguras na cidade. Mas eles estavam mais perto que a maioria dos irmãos e irmãs, sem mencionar primos.
- Realmente hoje tenho trabalho para fazer. - indicou finalmente ela com um pouco de impaciência quando nenhum deles falou.
- Não, não tem. - Rony se inclinou então para frente, apoiando os braços em sua mesa enquanto escurecia seu cenho franzido - Está a ponto de conseguir exatamente o que esteve querendo durante os dois últimos anos. Felicidades. - Ele não estava contente, mas Harry já era consciente daquele fato. Rony estava mais furioso que o inferno, não só com Harry e o Escritório de Assuntos da Raça. Mas também com Hermione.
- Realmente? - Ela arrastou as palavras com diversão zombadora - Isto é interessante. Então, esta minha misteriosa missão inclui uma arma? - Claramente era uma discussão que não tinha conseguido ganhar contra seu primo. Ela odiava a questão do atordoante e esteve atormentando-o para requisitar uma arma mais poderosa para ela.
- Usa uma das suas. - disse grosseiramente Rony com sarcasmo - Têm muitas delas, e já que não está em trabalho oficial, não posso pará-la. Ou usa uma dele. Ontem pareceu tê-lo feito bem.
Hermione olhou Harry pelo canto do olho.
Harry lhe ofereceu um sorriso satisfeito consigo mesmo, enquanto seu olhar se fixava totalmente nela. Finalmente ela se virou para seu primo em vez de expressar a resposta zombadora que ele sentiu que estava na ponta de sua muito bonita língua.
- Vai dizer-me no que estou me metendo? Tenho muitas necessidades, sabe. Ou vai deixar o Sr. Potter falar por você?
Ardente. Isto é o que era ela. Ardente como o inferno. Ele adorou.
Ele levantou o pé de seu joelho e o pôs devagar no chão antes de endireitar-se em sua cadeira. Nunca afastou seus olhos dela, olhando-a fixa e atentamente, amando quando ela encontrava seu olhar e escondia o nervosismo que podia sentir crescer em seu interior.
Às vezes o DNA animal que possuía era condenadamente prático. As capacidades empáticas naturais facilmente recolhiam as emoções daqueles ao redor dele, filtravam-nas e cruzavam sem o impacto emocional em sua própria psique que experimentaria uma pessoa normal. Ele sabia o que ela sentia, mas ele mesmo não o sentia.
Ele grunhiu, uma vibração deliberada e áspera que retumbou perigosamente em seu peito quando ele baixou suas pálpebras e deixou que seu olhar a percorresse.
O calor avermelhava seu rosto, e o maldito cheiro suave, temperado e doce de seu sexo, não o tinha preparado para saltar sobre ela no mesmo momento. Perguntou-se se ela teria vislumbrado sua dura ereção. Era malditamente difícil não percebê-lo se seu olhar se deslizasse para baixo só mais uma polegada.
- Ameaça. - resmungou ela, claramente não intimidada enquanto se virava para Rony - Por que ele está aqui outra vez? Ainda não me explicou isso, Rony.
- Está fazendo de minha vida um inferno. - queixou-se Rony enquanto lhe lançava um olhar irritado.
Harry inclinou sua cabeça com um reconhecimento caçoador.
- Ok, ele pode fazer de sua vida um inferno e eu posso partir. - Hermione se moveu para levantar-se da cadeira.
- Sente-se, Mione. - Seu primo suspirou então - Isto a implica, também. Muito. Harry, como sabe, é uma Raça Felina. Um leão, para ser exato. Sua designação aqui é um pouco complicada.
- E como isso me implica?
Antes que Rony pudesse falar, Harry forçou a entrada.
- O fato é que as Raças que matou naquela ravina caçavam você. Porque eram Coiotes. Quer explicar? - Ele inclinou sua cabeça, olhando-a estreitamente, sentindo sua confusão.
- A mim? - Ela sacudiu a cabeça, olhando-o perplexa - Por que eles me caçariam?
- Eu esperava que pudesse responder.
- Rony, o que está acontecendo aqui? - perguntou ela. Um odor sutil quase de medo estendeu-se para ele, o fazendo querer defendê-la e protegê-la.
- Nosso interrogatório ao coiote que feriu ontem revelou que eles deviam matar ao Mark e Aimeé… e a você. Eles deviam assassiná-los em sua área, onde seria atraída para eles… - Sua escolha de palavras tinha que ser um engano - Uma vez ali, eles deviam matá-la, Hermione.
Ela lambeu os lábios nervosamente enquanto sacudia a cabeça em negação.
- Mas eu não os conhecia. Nunca estive em contato com raças ou com ninguém do Conselho. Por que me apontam? Por que me quereriam morta?
Hermione contemplou Harry com o peso do medo em seu peito. Ela não podia imaginar por que o Conselho a queria morta, ou por que duas raças estariam procurando-a. Ela não fez parte dos resgates das raças, nem das investigações que tinham derrubado vários Laboratórios. Ela tinha abandonado a Academia de polícia e tinha vindo diretamente para casa, para seu trabalho dentro do escritório de Rony.
- Eu esperava que pudesse me dizer isso. - Harry se recostou então em sua cadeira, olhando-a com olhos hipnotizantes e que pareciam ver muito e muito facilmente.
- Não sei. - Ela sacudiu a cabeça. Estava aturdida. Isto não podia ter nada a ver com suas capacidades empáticas. Tinha que ser alguma coisa mais.
- Então, devo averiguar aqui o por que. - Sua voz se endureceu, como o brilho âmbar de seus olhos - Fui colocado com o departamento do xerife para averiguar os motivos por que nossas raças morrem aqui e o que o Conselho quer de você. Para fazê-lo, tenho que tomar certas medidas.
Por que é que ela tinha a sensação de que aqui vinha o golpe? Ela podia ver em seus olhos, ouvir em sua voz. E se isso não era o bastante, seu estômago se revoltava, um sinal seguro de que não ia gostar do que estava para vir.
- Como?
- Um representante. - A satisfação encheu sua voz - Requer que eu viva e trabalhe com um representante do departamento de polícia local. Um consciente do que sou, mas que não dirá a mais ninguém. Já que é também parte da investigação, foi decidido pelo xerife e pelo Escritório de Assuntos de Raça que você será esse representante.
Ah, foi decidido? Como se ela não tivesse nenhuma opinião? Nenhuma voz de como tinha sido manipulada?
- OH, acredito que não. - Ela levantou da cadeira, rechaçando imediatamente aquela idéia. Não havia uma possibilidade no inferno. - Temos grandes motéis aqui. Inferno, Rony vive sozinho. Fique com ele.
Harry ficou em pé devagar, e ela não pôde evitar. Não pôde menos que comprovar essas poderosas e longas pernas, contidas no brim de algodão descolorido e escuras botas de couro arranhadas. Ela sacudiu seu olhar de volta à sua, seu rosto ardendo diante do conhecido sorriso satisfeito em seus lábios. Sem mencionar o vulto mais que impressionante entre suas coxas.
- Rony não é uma opção. – ele arrastou as palavras - Você é a razão pela qual eles estão aqui. Eles não pararão até que a matem, Hermione.
- Merda. - grunhiu ela - Se queriam me matar podiam tê-lo feito em qualquer momento. Seu Coiote mentiu, Harry. Pensou nisso?
- Pensei. - Ele assentiu devagar, com o condenado sorriso ainda no lugar - Prefiro me equivocar por excesso de precaução. Assim, companheira, quando vamos para casa?
Hermione virou-se devagar para Rony. Seu primo estivera olhando a discussão silenciosamente, sem opinar. O olhar em seu rosto não era consolador.
- Faça algo. - espetou ela.
- Eu fiz. - Ele suspirou, seu olhar decidido e determinado - Aprovei.
É um inferno.
- Então pode desaprová-lo. - Ela podia sentir-se sacudida, e sabia que estava fazendo uma confusão nesta reunião e não podia evitar - Não pode me fazer deixá-lo viver em minha casa, Rony.
Sua resposta a Harry Potter era muito forte, era muito profunda. Cada célula em seu corpo estava sintonizada com ele, e não gostava. Ela não o queria.
- Hermione, sente-se. - Rony suspirou cansadamente enquanto erguia os olhos para ela, seus olhos eram quase do mesmo azul que os seus e obscurecidos pela preocupação.
- Não quero me sentar. - explicou ela com paciência fingida - E definitivamente não quero o Neanderthal dentuço como companheiro de quarto.
Ela ignorou o pequeno grunhido, sutil de advertência, que veio de Harry. Como tratou de ignorar o fogo que o som pôs em seu corpo.
- Sua prima tem uma pequena língua aguda, Rony. - O estrondo da voz de Harry era mais profundo - Ela vai encontrar logo alguém capaz de desafiá-la.
- Já seria hora. - grunhiu Rony, parecendo menos contente com a advertência sutil.
- Rony. - Hermione se inclinou para frente, apoiando suas mãos em sua mesa enquanto encontrava seu olhar fixo - Não o conhecemos. Ele mesmo podia estar atrás de tudo isto. - É claro, ela sabia que não estava. Podia sentir - Como pode confiar nele o bastante para ordenar que eu o deixe permanecer em minha casa?
- Porque aqueles Coiotes querem matá-la, Hermione. - Rony se inclinou para frente, sua voz era gutural e cheia de cólera - Porque me amaldiçoarão antes que fique quieto e a veja caminhar a uma emboscada safada. Assim se acostume a isso. Pode cooperar nisto ou me porei em contato com a família e nos mudaremos todos contigo. Como lhe soa isso?
Ela se sacudiu surpreendida. Ficar em contato com a família? Seus olhos se arregalaram diante da ameaça, depois se estreitaram furiosamente. Isto não ajudava e ela podia dizer que Harry desfrutava de cada momento da confrontação.
- É um inferno. - Ela procurou manter sua voz razoável quando deu a Harry um olhar acusador. Definitivamente ia culpá-lo por isso.
Ela não tinha vivido com ninguém desde que tinha abandonado a Academia. Ela não podia administrar as emoções que vibravam entre as paredes de outros, a ressonância de pesadelos, sonhos, esperanças e medos. E Deus sabia que Harry deveria ter muitos pesadelos. E havia o fato de que ele a deixava nervosa. Bem, talvez nervosa fosse a palavra incorreta. Nervosa, insegura, desconfortável em sua própria pele. Pensar nele era o bastante para excitá-la, e a lembrança daquela pequena mordida em sua orelha era bastante para provocar labaredas de sensação correndo por seu sexo.
- Hermione, que demônios vai mal contigo? - Ela podia dizer que Rony estava tão aturdido por seus arroubos quanto ela estava - Sabe que não está segura.
Dirigiu-lhe um olhar severo. Ele sabia o que ia mal com ela.
- Não posso fazê-lo. - replicou ela, o lembrando dos problemas que tinha para viver com outros, lidando com seus medos e suas emoções - Você sabe que não posso.
Sua expressão se endureceu.
- Não tem escolha.
Ela se virou sobre seus calcanhares e caminhou com passo majestoso para a porta, resistindo argumentar o assunto, resistindo e ponto.
- Hermione, maldita seja, volta aqui. - A cólera de Rony pareceu como uma vara picando sua mente sensível. Ela sacudiu a cabeça enquanto agarrava o trinco, dando uma olhada para trás desdenhosamente aos dois homens.
- Acredito que não. - Ela sorriu com frieza - Encontre-lhe outra cama. Não tenho nenhuma livre. - informou-lhes com uma calma que não sentia antes de abrir a porta e fugir da sala.
Ela caminhou furiosa a curta distância até seu próprio escritório, determinada a reunir o que precisava antes de dirigir-se ao deserto. A patrulha era sobretudo aborrecida como o inferno, mas ao menos ali tinha possibilidade de acalmar sua mente, de pensar logicamente. E realmente tinha que pensar logicamente agora mesmo.
Quando entrou em seu escritório, sem aviso, foi empurrada contra a parede enquanto a porta se fechava de repente e um grunhido característico de advertência soava no peito contra o qual neste momento seu rosto estava pressionado.
Lutar não ajudou. Ela tratou de lhe dar um chute, de morder, de esbofetear, e foi bloqueada em cada movimento até que ficou imóvel, silenciosa, lutando para não fazer caso da ardente excitação instintiva que começava a flamejar nas profundidades famintas de seu sexo.
Filho de cadela. Queria-o. Ela levantou os olhos para ele ante a revelação, sentindo um rubor de prazer puro correndo sobre sua carne enquanto ele a sustentava. Havia sentido isto alguma vez? Alguma vez tinha conhecido tal intensidade de sensação por tão pouco?
- Já terminou? - A voz de Braden era tranqüila, enfurecedoramente divertida, mas reunida com uma fome escura.
Ela resistiu responder. Ele se moveu para trás o bastante para a fazer afastar os olhos. Hermione resistiu falar. Se o fizesse, faria algo estúpido. Algo irracional. Algo certo para colocá-la em confusão. E…
Ele tinha uma ereção.
Seus olhos se arregalaram pela surpresa quando sentiu o monte grosso de carne apertando contra a parte inferior de seu estômago, quente e dura e, se não estava enganada, mais impressionante que o vulto que tinha vislumbrado no dia anterior.
- Me solte. - Ela forçou a palavra em meio a seus dentes apertados enquanto seu clitóris gritava um protesto. Ela quis roçar-se contra ele, sentir seus mamilos roçar seu peito, o que só a pôs mais furiosa.
- Não vai ganhar. - Ele sustentou seus braços atrás de suas costas com sua mão grande, resistindo liberá-la quando ele a arqueou mais perto. A outra mão agarrou sua trança para segurar sua cabeça.
Seus olhos eram dourados escuros, fazendo-a afastar os olhos com uma sensualidade latente que fazia sua matriz contrair-se e seu sexo umedecer-se furiosamente.
Sim, ela o odiava. O fazia. Odiava-o tanto.
- Não aposte nisso. - Ela estreitou os olhos, levantando o olhar para ele irascível justo quando seu corpo gritava pelo prazer de estar tão perto dele - Não o quero ou preciso. E a próxima vez que me maltratar, vou dar-lhe um tiro.
Seus lábios se curvaram com diversão.
- Se você tentar me dar um tiro eu terei de mordê-la outra vez. - Seus olhos se arregalaram pela surpresa quando sua cabeça baixou, seus lábios se colocaram no maltratado lóbulo de sua orelha para fazê-lo entrar em sua boca e lambê-lo.
Ela sacudiu sua cabeça de um lado ao outro, tratando golpeá-lo com ela.
Movendo-se para trás, ele riu entre dentes, um som áspero e quente que a fez afastar os olhos outra vez.
- Guarde esses malditos dentes de vampiro para você. - espetou-lhe ela - E deixe-me ir ou vou fazer meu grito alcançar o céu. Isto se chama assedio, sabe. Assedio sexual.
- Hmm, isto não é assedio sexual, carinho. Quando decidir assediá-la sexualmente, confia em mim, saberá. - Embora a deixasse realmente ir. Devagar. Malditamente muito devagar - Agora sente-se e falaremos francamente sobre isto. - A advertência latente em seu tom fez com que se retesasse.
- Falar francamente. - Ela se preparou rigidamente, olhando-o fixamente com indignação enquanto o impulso de gritar se fazia quase esmagador. Ele tinha que ser o homem mais enfurecedor e obstinado com o qual nunca se encontrara em sua vida - Vou tomar o café da manhã. Um café da manhã tranqüilo e agradável. Sem você. Então continuarei a patrulha. Sem você. Não preciso da sua ajuda. Não a quero. Entendeu? - Maldição como infelizmente lento que era o homem, provavelmente nem sequer a tinha ouvido.
- Veremos se podemos reinicializar sua lista quando estivermos nela. No momento, todas as patrulhas se acabaram. Rony a renegociou por hoje, mas pensei que você gostaria de fazer alguma contribuição para o resto da semana.
A surpresa vibrou por ela. Ele a ignorava, mas ainda pior, ele reinicializava sua lista?
- Pode reinicializar o que infernos queira. - Ela grunhiu, sacudida, à beira de uma violência da qual nunca se imaginou capaz. Não podia acreditar que ele a subjugasse assim, ou que Rony o permitisse. Esta era sua vida, maldição. Ela tinha suficientes problemas tratando com a maldição contra a qual lutava diariamente. Não precisava disso - Terminei contigo e com meu primo Benedict Arnold. Vá dormir na sua cama, porque nenhuma das minhas está livre.
Antes que ele pudesse pará-la, ela abriu a porta e caminhou para pelo corredor abaixo. Reinicializar sua lista, é mesmo? Anular sua patrulha, é mesmo? Que se fôda. Havia sempre alguma coisa que fazer, até se isto significasse ir para casa. Maldito, se ia ficar ali em pé a render-se com sua atitude arbitrária. Sem importar o que seu corpo queria fazer.






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