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2. Prólogo


Fic: A Marca de Hermione


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Prólogo

Jonas Wyatt contemplou os arquivos diante dele, as informações das raças e seus companheiros; os homens e mulheres que tinham encontrado algo único. Um Acoplamento diferente de algo que a maioria das pessoas pudesse chegar a conhecer ou a entender. Uma que possivelmente agora bem podia voltar à opinião mundial contra eles.
Eles eram raças. Modificações genéticas que tinham encontrado de algum jeito a graça de Deus, ou qualquer das divindades existentes. Tinham sobrevivido, não só às modificações genéticas, mas também às crueldades que seus criadores tinham amontoado sobre eles durante décadas.
O Conselho de Genética.
Passou os dedos por seu cabelo curto de corte militar e suspirou asperamente enquanto a tatuagem em seu couro cabeludo zumbia baixo dos curtos filamentos de seu cabelo. F2-07. Sua designação de laboratório e nascimento, a classificação que o Conselho de Genética lhe tinha atribuído.
O Conselho de Genética tinha sido criado fazia quase um século, um grupo dos então maiores cientistas, biólogos, fisiologistas e geneticistas do mundo da época. Eles tinham financiado o primeiro Laboratório, começado com os primeiros experimentos. Monstros sem consciência, nenhum remorso e nenhuma compaixão.
Fez uma careta enquanto se levantava de sua cadeira e caminhava com passo majestoso à ampla janela do outro lado de seu escritório. Ali fixou a vista na grama perfeita e precisa do edifício federal no qual estava localizado o Gabinete de Governo das Raças.
Afundou suas mãos nos bolsos de suas calças, contemplando a imagem que projetava no vidro. Totalmente militar, seus ombros jogados para trás, as calças cinza de seda e a camisa de etiqueta branca assentavam comodamente em seu corpo amplo. Não parecia fora de lugar. E, durante um bom dia, não se sentia desconjuntado.
Hoje não era um bom dia.
Abaixo, o tráfico minguou ao longo da rua ao lado da grama perfeitamente recortada e perto da cerca de ferro lavrado. Árvores cuidadosamente podadas dedilhavam a grama, havia pequenos bancos de cimento brancos na sombra preguiçosa que estas davam. O verão florescia através da paisagem, originando ondas de calor que emanavam das calçadas e ruas mais à frente.
A capital era tão enérgica como sempre, a lama política que ele esteve cruzando com tanta eficácia nos meses passados não era mais grossa do que o que tinha sido. Mas poderia senti-la tirando dele agora de modo diferente de que o tinha feito antes, tirando-o de sua lealdade, lembrando-o de suas limitações. Não gostava que as lembrassem.
Ele mesmo era uma raça. Cento e quinze quilos, um metro e oitenta e dois, quinze centímetros e meio de músculo de raça de Leão sólido e instintos afiados. Tinha sido criado para matar, não para negociar. Mas tinha aprendido logo na vida a fina arte da política, da manobra e da mentira dentro da verdade. Tinha aprendido tão bem que tinha ocupado esta posição com uma facilidade quase digna de preocupação. Era ele o que tinha lutado para escapar? Um monstro que vivia como um homem?
Possivelmente.
As raças de Leão haviam sido as primeiras criadas. O esperma masculino e o óvulo feminino selecionados tinham vindo de linhas de sangue fortes e ferozes. Sobretudo de índios Apache ou Navajos americanos, ou irlandeses, escoceses e alemães. A lista às vezes parecia não acabar nunca. Uma vez escolhido, tinham sido trocados. Os geneticistas haviam pensado que tinham isolado finalmente o DNA que controlava certos aspectos de comportamento ou fraqueza. A fraqueza humana foi substituída por força e instintos animais.
Ouvido excepcional, sentido do olfato e consciência primordial. Força maior, resistência e perfeição muscular.
Eles tinham criado o que acreditaram que era o soldado perfeito. E logo começaram a treiná-los.
Desde o nascimento não tinham conhecido nenhum amor e nenhuma compaixão. Foram provados, experimentados e empurrados aos limites do espírito e depois mais à frente.
Passou as mãos pelo rosto, lembrando as crueldades, os horrores dos Laboratórios. Raças assassinadas pelas infrações mais leves, abusadas ao ponto que muitos morreram gritando de agonia e com seu sangue manchando os duros chãos de pedra dos Laboratórios. O que fizeram aos homens era bastante ruim. O que fizeram às mulheres…
Jonas sacudiu a cabeça, virou-se da janela e caminhou de volta a sua mesa onde caiu na cadeira.
Um século de inferno estava agora atrás das raças. E se ele não tivesse muito cuidado, seriam todos devolvidos a isso. As Raças Felinas, os Lobos e a pequena minoria de Coiotes que tinha conseguido reter o que a ciência humana tinha tentado tirar de sua genética.
As Raças de Leão eram os precursores. Seu Líder de clã, Callan Lyons, tinha aberto a porta à liberdade fazia mais de sete anos com seu acasalamento com Merinus Tyler, a filha de um jornalista influente e dono de um periódico. De todas as espécies, os Leões somavam o maior número, ainda que aqueles números fossem lamentáveis ao extremo. No total, de todas as espécies de raça, havia menos de mil.
A Natureza, entretanto, em sua determinação para que sobrevivessem tinha criado um problema que bem poderia fazer com que todos eles fossem exterminados.
O acasalamento.
Recolheu o arquivo enviado essa manhã do Santuário, os resultados das últimas provas sobre os casais acasalados. Havia menos de uma dúzia. E todos eles consistiam em Raça e Humano.
A procriação era complicada, implicando períodos de calor sexual e, para as fêmeas, uma debilitante necessidade. Os felinos concebiam facilmente, mas os resultados daquelas concepções seriam desconhecidos durante os anos vindouros. O que era conhecido era o resultado dos acasalamentos.
Nem Macho nem Fêmea, nem a Raça nem o humano tinham envelhecido nem um dia uma vez que os hormônios que os ligavam se equilibraram dentro de seus corpos.
Callan e Merinus haviam se acasalado sete anos antes, e fisicamente seus corpos ainda tinham que mostrar a tensão daqueles anos adicionais.
As raças estariam fodidas se o conhecimento disto escapasse ao grande público. Podia ouvir agora a Supremacia do Sangue gritando, exigindo seu encarceramento e sua separação do grande público.
E para acrescentar ao problema, tinham um desaparecimento no Santuário. Um casal de raças suspeito de haver se acasalado e uma fêmea na qual Jonas tinha estado muito interessado.
Enquanto contemplava o arquivo, uma batida leve à porta de carvalho que separava seu escritório de sua ajudante ecoou pela sala escura e adornada.
Levantou a cabeça enquanto a porta se abria e sua ajudante, Mia, entrava, fechando o painel atrás dela.
- O senador Cooley está aqui para vê-lo sobre o Registro Nacional da Raça, Sr. Wyatt. - Seus lábios se levantaram em um pequeno grunhido, um curto incisivo brilhou brevemente - Devo dizer que não está?
A opinião de Mia sobre o Registro Nacional era conhecida. As raças tinham lutado contra isso durante meses. O registro particular mantido dentro do escritório de Jonas era tudo o que era necessário no momento.
- Pode fazê-lo entrar. - Pôs o arquivo na mesa enquanto se inclinava para trás em sua cadeira - E Mia, preciso de toda a informação que você possa conseguir sobre o Mark e Aimeé. Compare-os com outras raças relativas a qualquer designação compartilhada ou contato de não raça assim como provas.
- Sim senhor. Farei isto agora. Também almoça à uma com o Senador Tyler e seu irmão, e tem um coquetel esta noite em Drey Hampton. Não pode cancelar nenhuma entrevista.
Jonas assentiu; Mia era tão competente em seu trabalho quanto ele era no seu.
- Faça entrar o Cooley e ligue para Harry Potter no minuto em que o senador Cooley sair. Tenho um trabalho para ele.
Ela assentiu energicamente antes de virar-se e andar elegantemente de volta a seu próprio escritório.
Jonas tirou o arquivo do projeto de lei para o Registro de Raça de outros de sua mesa e o abriu casualmente. Não tinha nenhuma intenção de concordar com qualquer parte disso, mas algumas vezes… algumas vezes era melhor jogar o jogo.
Levantou os olhos quando o Senador Cooley entrou na sala, de idade média, seus olhos naturalmente estreitos e nariz agudo lhe davam o aspecto de um rato. Um sorriso magro se esticava através do rosto do senador, pretendendo ser jovial e simpático.
Jonas conteve um suspiro cansado. Outro jogo. Outra mentira. E ele sabia sobreviver, as mentiras nunca pareciam acabar-se.





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