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38. Divina Música


Fic: Primavera em Flor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O almoço transcorreu em clima descontraído. Lockhart, para alegria dos outros professores, não apareceu para fazer a refeição. Segundo a professora Sinistra, ele mandara um recado informando de que ficaria em seus aposentos pois precisava terminar um trabalho muito importante. Por trabalho importante lia-se enviar retratos autografados para suas inúmeras fãs.

Enquanto Severus permanecia em total silêncio, Minerva e Maria conversaram animadamente durante todo o tempo. Quando o almoço acabou, Dumbledore chamou o Mestre de Poções e pediu para lhe falar a sós. Vendo-se privada da companhia de seu companheiro, Maria decidiu que o melhor seria recolher-se aos seus aposentos para descansar um pouco.

Foi com esse intuito em mente que subiu as escadas rumo à torre de Corvinal. Entrou no quarto, banhou-se e deitou-se. Entretanto, após vários minutos de infrutíferas tentativas para pegar no sono, resolveu escutar um pouco de música, coisa que sempre a relaxava. “- Ah, divina música !”, pensou.

Olhou para seu gramofone novo, que repousava sobre a estante próxima à porta, e deu-se conta de que pouco o havia usado desde que o ganhara de presente de Natal. O trabalho árduo de tradução aliado às aulas que precisava constantemente preparar não haviam lhe dado tempo algum para desfrutar de momentos de lazer. Era melhor aproveitar a folga que lhe fora dada pelo diretor para deleitar seus ouvidos com o melhor da música erudita.

Tinha pensado em passar a tarde toda na companhia de Severus e, para sua total frustração, se via novamente privada da presença dele. Sentia grande necessidade de ficar a sós com ele, mas isso parecia impossível já que eram sempre interrompidos quando estavam juntos. Sabia que era exatamente isso que a impedia de dormir. Certamente um pouco de música só lhe faria bem.”

Abriu o baú que ficava próximo à cama, olhando atentamente para todos os discos que lá estavam, cuidadosamente arrumados, a fim de que não sofressem qualquer dano. Passou os dedos sobre eles, separando-os uns dos outros, com o intuito de escolher os que melhor lhe apetecessem no momento.

Dentro do baú havia discos contendo títulos diversos, incluindo “As Quatro Estações” de Vivaldi, a “Tosca” de Puccini, “O Barbeiro de Sevilha” de Rossini, um disco inteiro de peças de Bach que listava, dentre muitas outras, a maravilhosa “Jesus Alegria dos Homens”, um outro que incluia “Für Elise”, além dos melhores trechos da “Nona Sinfonia” de Beethoven, outro ainda com o “Messias” de Handel, mais um que continha várias cancões do popular cancioneiro italiano, além de muitos outros. Entretanto, os dedos de Maria só se detiveram quando seus olhos se depararam com o disco que havia ganhado de seu irmão no Natal.

“- Sim.”, pensou, “- A cena do Commandatore de Don Giovanni.”.

Imediatamente retirou o disco do baú, colocando-o no gramofone. Deitou-se então na cama para poder apreciar confortavelmente toda a peça e esquecer-se do sentimento de frustração que a dominava.

Don Giovanni, ou Don Juan (em espanhol) é uma ópera em dois atos. A cena do Commandatore é a penúltima da história e seus acordes iniciais são dramáticos. Don Giovanni, um homem que vivera toda sua vida a seduzir donzelas indefesas é visitado por uma estátua animada pelo espírito do comendador que ele mesmo havia matado. O homem era pai de uma de suas vítimas e morreu tentando defender a virtude da filha. Ele vai até a casa de Don Giovanni e diz que o mesmo o convidou para cear, mas tudo é apenas um subterfúgio para entrar no local.

“Don Giovanni, a cenar teco. M’invitasti e son venuto !” (28), diz o comendador, com sua voz de baixo, extremamente profunda e compassada.

O devasso rufião diz não recordar-se de ter feito o convite, mas permite que o homem entre e pede a seu servo Leporello que prepare um ceia rapidamente para servir à visita.

Entretanto, Leporello logo percebe do que se trata e tentar avisar a seu patrão sobre o perigo que correm:

“Ah padron ! Siam tutti morti.” (29) O empregado é tomado pelo medo.

Don Giovanni insiste com Leporello para que vá preparar a ceia que lhe fora ordenada. Só então o comendador informa que não se alimenta de comida humana. Seu alimento agora é celeste, revelando claramente não ser mais um ser vivente. Nesse momento a música é solene e vai num crescendo, como que ondas agitando o enorme oceano em meio a uma grande tempestade.

Leporello está aterrorizado. A cena é grandiosa e assustadora.

“La terzana d’avere mi sembra e le membra fermar più non so.” (30), diz o empregado, amedrontado e com as pernas a bambearem.

É chegada a hora da morte para Don Giovanni. O comendador veio até ele para dar-lhe uma oportunidade de arrepender-se de seus inúmeros pecados. Leporello implora a seu patrão que se redima, mas esse se recusa firmemente, pois acha que se pedir perdão será tachado de covarde.

“A torto di viltate, tacciato mai sarò.”, (31) o rufião definitivamente não quer ser lembrado como medroso.

A estátua mais uma vez lhe pede que se resolva. “- Risolvi !” (32), intima o comendador. Essa é sua última chance.

“Dite di no, dite di no !” (33), implora Leporello, Mas o coração de Don Giovanni está decidido, ele não tem medo e se recusa a se arrepender mas decide seguir o comendador rumo à morte.

A estátua pede que Don Giovanni aperte sua mão, para selar o pacto em que concorda em acompanhá-lo. Ele o faz, mas percebe que a mão do comendadore está extremamente gelada. O espírito insiste mais uma vez, ainda segurando a mão do bon vivant:

“Pentiti, cambia vita, è l’ultimo momento !” (34), suplica. Don Giovanni precisa arrepender-se, esses são seus últimos momentos de vida. Não há mais escapatória.

O drama da cena é impressionante, o duelo de vozes é carregado de angústia e desespero, culminando com a decisão final de Don Giovanni. Ele não se arrepende, está irredutível e pede que o comendador dele se afaste.

Fogo subitamente surge em vários lugares. O comendador desaparece. As chamas invadem todo o cenário. Don Giovanni começa a sentir um terror insólito a tomar conta de seu corpo. As labaredas agora estão por todos os lados. Aparece nesse momento um coro de demônios, dizendo que qualquer punição será pouco para os pecados por ele cometidos.

“Tutto a tue colpe è poco ! Vieni, c’è um mal peggior !” (35)

A música acompanha o drama, retumbante, crescente, maravilhosa. As chamas aumentam e Don Giovanni é tragado pelos demônios para o abismo. Terá punição eterna para todos os seus pecados pois desperdiçou a última chance que tinha para redimir-se. O inferno o guardará para sempre. O castigo do pecador renitente será a danação eterna. A peça termina com todos os personagens da ópera reunidos. Todos aqueles que foram prejudicados por Don Giovanni agora estão juntos para finalizar a história.

“- Que coisa espetacular !”, pensou Maria, após o último acorde. “- Um homem tem que ter mesmo muito talentoso para criar algo assim, tão grandioso, tão emocionante e magnífico.” Estava estasiada diante de tamanha beleza. Ficou ainda por alguns minutos apreciando o silêncio que se seguiu à última nota musical. Levantou-se então da cama e resolveu que seria um excelente momento para escutar também o outro disco que havia ganho no Natal. Jean Pierre a tinha presenteado com um long play contendo o Réquiem em Ré Menor K.626 de Mozart.

Foi até o baú para pegá-lo e o colocou no gramofone para tocar, antes guardando cuidadosamente o disco que acabara de ouvir.

Todo Réquiem é uma representação musical da Missa para os Mortos. Diz-se que um homem desconhecido encomendou um Réquiem em Ré Menor a Mozart, pedindo-lhe que obrasse em absoluto sigilo. O compositor trabalhou neste peça até sua morte prematura aos 35 anos de idade, deixando-o inacabado. A obra então foi terminada por Franz Süssmayr, seu discípulo.

A peça começa suavemente com o Introitus (36). O tom de tristeza domina a música que vai pulsando gentilmente, como que representando um lamento.

Logo depois vem o “Kyrie, eleison. Christie, eleison” (37), que pede a Deus e a Cristo o perdão pelos pecados cometidos.

Sucede-se o “Dies Irae”, (38) cheio de emoção, angústia, agonia. A raiva é minuciosamente retratada pela melodia, como se os sentimentos fossem perfeitamente mimetizados através da notas musicais. As vozes acompanham as notas com perfeição.

“Dies irae, dies illa
Solvet saeclum in favilla,
teste David cum Sibylla.
Quantus tremor est futurus,
quando judex est venturus,
cuncta stricte discussurus !” (38)

A promessa do julgamento final é palpável. Grande tremor haverá quando o Juiz supremo descer dos céus para julgar a todos.

Ao “Dies irae” segue-se a “Tuba Mirum”, a trombeta do juízo final, trazendo todos diante do trono do julgamento. Quando o Juiz chegar, tudo o que estava escondido será revelado, nenhum pecado ficará sem a devida paga.

O “Rex Tremendae” (39) vem depois, carregado de emoção. Reconhecendo a grandeza e majestade de Deus, aquele que perdoa graciosamente os pecados dos homens sinceramente arrependidos. Pedindo pela salvação no dia do juízo final.

“Rex tremendae majestatis,
qui salvandos salvas gratis,
salve me, salva me, fons pietatis.” (39)

O perdão é esperado, mas o pecador deve primeiro estar contrito. Para isso deve lembrar-se do sofrimento de Jesus, que morreu pela salvação de todos. Este é o “Recordare” (40), implorando a Cristo que não o deixe se perder quando chegar o tempo do último julgamento.

“Recordare, Jesu pie,
quod sum causa tuae viae;
ne me perdas illa die.” (40)

O “Confutatis” (41) retumba em seguida, mostrando quando os acusados em juízo são condenados às chamas eternas. A melodia começa angustiosa, crescente, cheia do temor gerado pela ira divina:

“Confutatis maledictis,
flammis acribus addictis” (41)

Mas o penitente implora a Deus que o conte entre o número dos salvos. A música então se torna uma prece, uma oração: “Eu me ajoelho com coração submisso, minha contrição é como as cinzas, me ajude em meu destino final.”

“Voca me, voca me, voca me cum benedictus.” (42)

E aí, nesse momento inigualável, vem a estonteantemente bela “Lacrimosa” (43). Enchendo o ambiente de música divina, cheia de sentimento, de arrependimento verdadeiro, de emoção indizível e indescritível.

“Lacrimosa dies illa,
qua resurget ex favilla
judicandus homo reus.
Huic ergo parce, Deus,
pie Jesu Domine,
dona eis requiem. Amen.” (43)

Maria mal podia respirar, saboreando cada acorde daquela que era, em sua opinião, a mais linda de todas as partes do Réquiem. Quão inspirado deveria estar um homem para criar melodia tão sublime !

Foi então que uma idéia lhe passou pela cabeça, como se um raio houvesse atingido seu cérebro. “... Lacrimosa, lacrimosa ...” continuavam as vozes ...

Lembrou-se subitamente das palavras de Jean Pierre: “... refere-se a uma percepção íntima. Não me parece ser apenas relativo a uma coisa física.”

“... judicandus homo reus ...”, as notas se sucediam, o acompanhamento das vozes fazia um casamento perfeito entre letra e música.

“... pie Jesu Domine, dona eis requiem ...”

“- Sim ! Como não percebi antes ? Só pode ser isso !”, exclamou em voz alta. “- Não há como haver engano ! Aí está a chave !”

Levantou-se rapidamente da cama quando o “Amen” anunciava o acorde final. Foi até a estante pegando um livro de aspecto envelhecido e lombada escura que lá se encontrava. Abriu-o com sofreguidão e não descansou enquanto não achou a página que procurava, conferindo-a rapidamente. Fechou então o livro e apertou-o contra o corpo, como se fora precioso tesouro. Abriu a porta ansiosamente e desatou a correr pelos corredores, sentindo o coração a lhe bater nas têmporas, o sangue a lhe correr rapidamente nas veias. Não havia mais qualquer dúvida, achara finalmente a resposta !

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(28) “Don Giovanni, a cenar teco. M’invitasti e son venuto !” – em italiano – “Don Giovanni, me convidaste para cear e eu vim !”

(29) “Ah patron ! Siam tutti morti.” – em italiano – “Ah patrão ! Estamos todos mortos.”

(30) “La terzana d’avere mi sembra e le membra fermar più non so.” – em italiano – “Pareço ter febre e não consigo controlar meus membros.”

(31) “A torto di viltate, tacciato mai sarò.” – em italiano – “- De covardia jamais serei acusado.”

(32) “- Risolvi !” – em italiano – “- Resolve !” ou “- Decide !”

(33) “Dite di no, dite di no !” – em italiano – “Diga que não, diga que não !”

(34) “Pentiti, cambia vita. È l’ultimo momento !” – em italiano – “- Arrepende-te, muda de vida. Este é o último momento.”

(35) “Tutto a tue colpe è poco ! Vieni, c’è um mal peggior.” – em italiano – “- Tudo para tua culpa é pouco ! Venha, há um mal ainda pior !”

(36) “Introitus” – em latim – “Introdução”

(37) “Kyrie, eleison. Christie, eleison” – em grego – “Senhor tente piedade de nós, Cristo tende piedade de nós.”

(38) “Dies irae, dies illa
Solvet saeclum in favilla,
teste David cum Sibylla.
Quantus tremor est futurus,
quando judex est venturus,
cuncta stricte discussurus !” – em latim – tradução livre –
“Dias de ira, dias de raiva, transformarão o mundo em cinzas
Como previsto por Davi e Sibila.
Grande tremor haverá quando os juízes vierem dos céus
Para examinar todas as coisas amiúde.”

(39) “Rex tremendae majestatis,
qui salvandos salvas gratis,
salve me, salva me, fons pietatis.” – em latim – tradução livre –
“Rei de tremenda majestade,
Que livremente salvas aqueles que são merecedores,
Salva me, salva me, fonte de piedade.”

(40) “Recordare, Jesu pie,
quod sum causa tuae viae;
ne me perdas illa die.” – em latim – tradução livre –
“Lembra-te, gentil Jesus,
Minha salvação causou teu sofrimento;
Não te esqueças de mim no dia de ira.”

(41) “Confutatis maledictis,
Flammis acribus addictis” – em latim – tradução livre –
“Quando os acusados são julgados e condenados às chamas eternas.”

(42) “Voca me, voca me, voca me cum benedictus.” – em latim – tradução livre –
“Chama-me para ficar ao lado dos abençoados.”

(43) “Lacrimosa dies illa,
qua resurget ex favilla
judicandus homo reus.
Huic ergo parce, Deus,
pie Jesu Domine,
dona eis requiem. Amen.” – em latim – tradução livre –
“O dia de lágrimas e lamento,
Quando das cinzas surgirá
A humanidade para ser julgada.
Poupa-nos por sua misericódia, ó Senhor,
Gentil Senhor Jesus,
Dê a eles o descanso eterno. Amém.”

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Para ouvir a “Primavera”, uma das “Quatro Estações” de Vivaldi, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=iSw7CcAXPWk

Para ouvir a faixa “Recondita Armonia” da “Tosca” de Puccini, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=P8nPO9n5GAo

Para ouvir a “Ária de Fígaro” da ópera “Barbeiro de Sevilha” de Rossini, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=-j9C4C0Xawg&feature=related

Para ouvir “Jesus Alegria dos Homens” de Bach, use o link http://www.youtube.com/watch?v=cvJsZHNdIEg

Para ouvir “Für Elise”, de Beethoven, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=3o5baA0Z9g4

Para ouvir a “Ode à Alegria”, trecho da “Nona Sinfonia” de Beethoven, use o
Link http://www.youtube.com/watch?v=W2frMSv9vdQ

Para ouvir o “Messias” de Handel, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=JndEQBC6wXM&feature=related

Para ver uma interpretação da “Cena do Commandatore” de “Don Giovanni” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=jATcM8X29zc&feature=related

Para ouvir o “Introitus” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=mb3bwGb0glQ

Para ouvir o “Kyrie” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=IyAbtjSKhJc&feature=related

Para ouvir o “Dies Irae” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=M_YSEbAWA0Y

Para ouvir o “Tuba Mirum” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=a0lXAft065M

Para ouvir o “Rex Tremendae” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=miCbP8QncCc&feature=related

Para ouvir o “Recordare” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=mQBmgDLwQ50&feature=related

Para ouvir o “Confutatis” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=tXXHYX7zk1c

Para ouvir a “Lacrimosa” do “Réquiem” de Mozart, use o link
http://www.youtube.com/watch?v=gqPz5B-TA1w

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