Gislene,
Gabi,
Chriscia,
Mari,
Rosy,
Muito obrigada meninas! Vocês sabem como comentários são bons! ^^
Ah! Gabi e Rosy, obrigada pelos votos de feliz aniversário lindas!
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Cap. XII
Trocaram um beijo longo, profundo e apaixonado. As mãos dele detinham-se nas costas dela, enquanto as dela, afagavam-lhe os cabelos.
- Venha, quero fazer algo diferente, com você! – ele disse após romperem os lábios.
- Diferente como? – curiosidade e um pouco de incerteza em sua voz.
- Especial!
Ele voltou a beijá-la, virando-a e a deitando na cama, apenas para poder se levantar e ir em direção ao banheiro, onde tratou de encher a banheira com água bem morna. Vestiu seu roupão e saiu, indo a sala, na lareira, chamar um elfo. Sem entender o que ele estava fazendo, e querendo descobrir, Hermione levantou-se da cama e foi até o banheiro.
Snape voltou a entrar no quarto com uma pequena bandeja nas mãos, não vendo Hermione na cama, seguiu direto para o banheiro, que agora havia sofrido umas leves mudanças.
Magicamente, a claridade ali diminuíra, apesar das dúzias de velas espalhadas pelo chão, ao redor da banheira, pia, e algumas até mesmo flutuando próximo ao teto. Pequenas violetas, de diversas cores, estavam espalhadas pelo chão, desprendendo aquele perfume que Snape conhecia tão bem. A banheira já estava parcialmente cheia e algumas “coisinhas” brancas que ele não observou o suficientemente bem para identificar, boiando em sua superfície.
Enfim, depositando a pequena bandeja ao lado da banheira, virou-se indo até Hermione, que estava envolta a uma toalha felpuda negra, em frente ao espelho sobre a pia, prendendo os cabelos em um coque artesanal.
- Vejo que resolveu não me esperar, ‘senhorita’! – Snape disse bancando o sedutor, e aproveitando-se do fato dela estar com as mãos ocupadas para impedi-lo, retirou a toalha, fazendo-a ir ao chão.
- Mas ‘professor’, você não disse nada sobre eu ser ‘obrigada’ a esperar quieta lá naquela cama enorme! – sorriu, tentando fazer sua carinha mais inocente. – já pegou tudo que precisava?
- Não. Não tudo, falta só um detalhe! – virou-a para si. – Você e eu naquela banheira juntos! – disse beijando-a ardentemente, sendo correspondido de imediato.
Aos pés da banheira, Hermione desfez o nó do roupão dele, deixando a peça caída no chão aos pés dele. Entraram juntos na banheira, ele se apoiando na banheira e ela deitando-se entre as pernas dele, apoiando as costas em seu peito.
Snape identificou as tais “coisinhas” brancas como pequenas velas. Esticou o braço até alcançar a bandeja que havia pegado.
Hermione, que estava com os olhos fechados, apreciando a mistura da água morna envolvendo seu corpo junto com as suaves carícias que uma das mãos de Severo lhe aplicava pela lateral de seu corpo.
- Continue com os olhos fechados. – ele sussurrou ao ouvido dela.
Ela não pode conter uma doce risada. Logo sentiu algo, nem quente, nem frio, tocando-lhe os lábios. Provou com a ponta de sua língua, não identificou o sabor, mas o cheiro de morango, invadiu-lhe as narinas.
- Morda! – ele a incentivou, sussurrando diretamente em seu ouvido.
Assim, ela o fez. Morango coberto de chocolate; um leve gemido de aprovação deixou seus lábios. Após engolir, ela se virou, ficando deitada sobre o peito dele, um sorriso sereno estampando-lhe a face.
Ele ofereceu a ela a outra metade do morango, ao que ela aceitou de bom agrado. Guiou sua mão novamente até a bandeja, mas parou a meio caminho quando a sentiu se mover, sentando-se sobre suas pernas, fiando frente a ele. Encarou-a com um sorriso de canto e viu os olhos dela crescerem em direção onde depositara a bandeja.
Hermione se esticou, alcançando a bandeja; havia ali uma pequena variedade de frutas, algumas com uma cobertura de chocolate preto, outras, chocolate branco. Também dois pequenos potes, um com chocolate em calda e outro com o que pareceu ser creme de leite batido ou chantilly. Pegou uma amora, mergulhou-a no chocolate e em seguida creme branco e levou esganadamente a própria boca. Então, pegou uma cereja, mergulhou-a no chocolate e voltou-se para Snape que apenas a observava.
Ela tocou os lábios dele com a cereja, fazendo o contorno, sujando-o com o chocolate.
Snape fechou os olhos ao contato do chocolate em sua boca. Chocolates, cerejas e Hermione Granger realmente era uma combinação prazerosa.
Ele sentiu a fruta sendo friccionada sobre seus lábios enquanto suaves beijos eram depositados na linha de sua mandíbula. Sem conseguir conter suas mãos, levou ambas ao corpo delineado da mulher a sua frente. Suas mãos corriam sem atritos; levou uma de encontro aos seios dela, e ao seu toque, a pressão entre suas pernas aumentou e de certo que ela sentiu, então o olhou.
Castanhos encararam negros com cobiça, desejo, luxúria. Antes que Snape se desse conta, estava sendo guiado para dentro dela.
Hermione conduzia-o, receosa de inicio, cautelosa. Mas focava-se no prazer, no homem a sua frente, não na ardência, que mesmo na água, lhe tomava entre as pernas conforme ele a preenchia.
Ele, evitando qualquer movimento brusco, alcançou os mamilos dela com a boca, e a esse ato, sentiu-a relaxar mais sobre si. Grunhiu ao sentir-se completamente enterrado nela. Afastou-se, procurando estimulá-la em seu ponto mais sensível. Foi recompensado por suaves e leves movimentos.
Sentia o homem sob si preenchendo-a totalmente. As ondas que seus movimentos causavam, fazia a água acariciar seu corpo. A língua quente e úmida de Severo contrastava com a água e o calor de seu próprio corpo.
O prazer que já começava a sentir fazia-a querer ter outro daqueles orgasmos maravilhosos, os dedos de Severo trabalhavam hábeis em seus mamilos e em sua intimidade. Sua respiração era um sopro próximo ao ouvido dele, estava num ato que, embora mecânico, proporcionava-lhe um prazer sem igual.
Cada vez mais excitado, era como ele se sentia, tendo-a daquela maneira. Ofegante, corada, quente, suada, ousada, dentre outras coisas que ela se tornara naquele momento, além de sua mulher.
Mordeu-a de leve na clavícula quando ela aprofundou os movimentos; aquilo quase o fizera despejar-se. Levou ambas as mãos ao quadril dela, a forçando para baixo a cada movimento, aumentando assim o delicado contato.
Por breves segundos, imaginou vislumbrar um olhar de loucura vindo dela. E deu-se conta que tal olhar era o que dizia que já estavam próximos ao ápice.
As unhas dela arranhavam-lhe de leve, às vezes forte, as costas e o peito; os gemidos dela não se continham, a cada aperto que ele dava-lhe nos quadris, enraizando cada movimento, via-a arfar e morder os lábios, sôfrega de prazer.
Ela comandava, ele apenas a guiava. Sentia-se próxima a aquela onda gigante de prazer. Viu-se levando uma mão ao caminho entre suas pernas, tocando-se, explorando-se ao mesmo tempo em que o membro de seu homem e amante pulsava dentro de si.
- Oh meu Deus! – foi tudo que conseguiu dizer ao sentir o inicio de mais um dos maravilhosos orgasmos que Severo lhe proporcionava.
Snape viu-a segurar-se nas bordas da banheira e acelerar o sobe e desce sobre si. Ela mordia os lábios, sua cabeça pendia para trás e tudo que fazia era gemer enquanto, literalmente, o cavalgava.
Extasiado com a visão dos seios dela roçando-lhe suave a face, mesmo com os movimentos não tão suaves dela, foi o ponto final para acompanhá-la em uníssono num grito estrangulado com seus próprios gozos.
Sentiu-a mole em seus braços, e também quase desfalecido pela violência de seus orgasmos, abraçou-a, tentando controlar sua respiração. Passado alguns minutos, a ouviu rir suave e baixo em seus braços. Afastou-a, buscando uma resposta a sua pergunta, pergunta esta feita apenas por seu olhar.
- É só que eu nunca imaginei que a minha primeira vez seria tão.. UAU! – ela disse arregalando os olhos ao dizer “UAU”.
De alguma maneira, Snape se viu corando a resposta dela.
- Por quê? – as palavras saltaram de sua boca.
- Ah! Porque para as mulheres, a primeira vez nunca tem lá sua graça. Só falam em dor, em quanto o ‘cara’ não foi atencioso, de que fiaram insatisfeitas ou frustradas por não terem um orgasmo e coisas assim... mas eu não tenho nada de ruim a dizer sobre o que acabamos de fazer, ou seja, a minha, a nossa, primeira vez! – sorriu timidamente e os beijou nos lábios.
- O que eu faço com você agora, senhorita Granger? – soou divertido.
- Apenas continue a me amar, Severo. – disse beijando-o no pescoço. – Continue a me amar e a fazer amor comigo. – voltou a se mover sobre ele e começou a senti-lo crescer novamente, já dentro de si, visto que ele nunca a abandonou. – Porque voe faz isso maravilhosamente bem!
Um gemido rouco foi toda a resposta dele.
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Gente, tenho uma noticia para dar, não sei se triste ou não.. mas, devido a alguns imprevistos aqui nesse mundão real que vivemos, estou adiantando o final da fic. Sendo assim, esse é o penúltimo capitulo. O ultimo, já está em processo de criação.. e é isso aí!
Espero que tenham gostado!
Beijinhos.. e obrigada a todos que tem me acompanhado!
PS.: acaso encontrem falhas de "C".. perdão.. mas meu teclado não tem cooperado!rsrsrs
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