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4. Capitulo 4


Fic: Heart of Midnight - Concluida


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Capitulo 4

Gina se sentou tensamente no salão depois da comida, bebendo a sorvos o chá de uma delicada xícara, e escutando o tic-tac do relógio de pêndulo atrás dela. Harry inalava com um fôlego pesado de vez em quando, e se perguntou se ele procurava um modo de retratar-se de sua oferta. Talvez ele reunisse coragem, como fazia ela. Poderia ser pelo que ele a tinha evitado durante todo o dia, fazendo à governanta lhe dizer que estaria dirigindo seus negócios, quando ela não ouviu que ele partia ou voltava para casa?
Ela esclareceu sua garganta.
- Harry?
- Sim? - Ele pareceu sobressaltado.
Ela colocou a xícara à parte, medindo para assegurar-se de que estava segura na mesa ao lado antes de soltar a asa.
- Desejo falar contigo sobre ontem à noite.
- É obvio Gina. - Sua voz se fez mais profunda, e sua xícara fez clique quando a colocou em uma dura superfície - Minha oferta é genuína.
- Sei. - Ela agitou sua mão delicadamente - Aprecio sua bondade, mas não posso me casar com você.
- Gina...
- Por favor! - ela disse firmemente - Me deixe terminar. Não seria justo para você se casar comigo. Não posso ver, mas assumo pelo que me rodeia que é rico.
Harry respirou fundo.
- Se está preocupada com seu futuro, asseguro que não te faltaria nada.
Ofereceu um pequeno sorriso.
- Isto não me preocupa. Sei que necessitará um herdeiro para herdar sua posição. Embora sua primeira esposa não concebesse, isso não significa que seja incapaz de conseguir um herdeiro em outra mulher.
Ele suspirou com impaciência.
- Não me preocupam os herdeiros. Gostaria de ser feliz se me casar outra vez, portanto, não me casarei com ninguém se não puder respeitá-la e amá-la cada dia mais.
Ela tragou o nó de sua garganta, insegura se isso se devia a suas palavras ou ao seu próprio nervosismo.
- Esse é um sentimento admirável, Harry. Espero que possa encontrar a namorada que o satisfaça. Sei que não sou ela. - Tratou de ser suave, mas firme, quando pronunciou sua negativa outra vez - Entretanto, isto não significa que não queira te conhecer melhor.
Gina pôde ouvir a perplexidade de Harry antes que ele falasse.
- Temo que me perdi.
Ela juntou suas mãos e respirou fundo para reunir valentia.
- Gostaria de ser sua amante.
Ele se abafou, e passaram vários segundos antes que recuperasse o fôlego.
- Não pode querer dizer o que diz, Gina. É livre de ficar em Midnight Manor enquanto queira.
Gina fez uma careta.
- Não estava oferecendo meu corpo em troca de hospedagem e comida. - Havia lágrimas detrás de seus olhos, e sua voz surgiu áspera - Minha mãe freqüentemente me dizia que esperava que encontrasse o amor verdadeiro, unido com uma paixão igual. Tinha assumido que a encontraria no matrimônio, mas já não posso pensar em me unir a um homem nesse sagrado sacramento.
- Gina...
Ela ignorou sua interrupção.
- Sinto-me atraída por você, Harry. Penso que poderia experimentar a paixão perfeita contigo, e não vejo nenhuma razão para me negar. Não tenho nenhum projeto de casar-me, assim não tenho nenhuma necessidade de permanecer virgem. Não posso conceber, pelo qual não há nenhum medo de um filho natural. - Ela endireitou a saia do vestido emprestado por Frau Markham, advertindo que havia uma pequena vantagem em ser cega, não tinha que tentar afastar seu olhar fixo para esconder sua vergonha.
Uma exalação áspera quebrou a tranqüilidade.
- Isto é uma loucura. Não pode desprezar a noção de matrimônio. É uma moça. Com o tempo, pode mudar de opinião.
Gina sacudiu sua cabeça.
- O tempo não pode restaurar as coisas que me foram arrebatadas. Resisto a me ligar a um marido ao que não posso ver e lhe negar crianças. Acredito que poderíamos ter um acerto benéfico durante muito tempo, mas se não me quer, por favor somente diga. Não quero esbanjar seu tempo ou o meu. - Estava orgulhosa da nota quase arrogante de sua voz, e convencida de que ninguém exceto ela mesma poderia ter percebido o tremor de medo subjacente nela.
O tic-tac do relógio pareceu fazer-se mais forte em proporção aos segundos que transcorreram. O silêncio no quarto se fez opressivo, e ela se moveu com desconforto, perguntando-se se ele responderia. Procurava ele um modo discreto de rejeitar sua oferta? Espremeu suas mãos juntas com mais pressão, esperando que falasse.
- Não posso acreditar que esteja escutando isto. - disse Harry finalmente com voz suave - Gina, por favor, afasta esta tola idéia. Deixe-me te dar a proteção de meu nome antes de me deitar contigo.
Ela sacudiu sua cabeça mais energicamente.
- Não posso me casar contigo. Ofereço tudo o que sou capaz de dar.
Outra vez, seu silêncio se prolongou, até que ele o quebrou com um suspiro.
- Quando desejaria começar com este acerto?
Gina tentou estudar sua expressão e tratou de parecer séria.
- Não vejo nenhuma razão para esperar.
- Humm...
Ela se retesou quando ele ficou em pé e andou com passo majestoso através do salão. Gina inclinou sua cabeça quando ele se afastou dela. Perguntou-se se Harry tinha a intenção de partir sem dizer nada. Retorceu-se quando a porta fechou com um estalo suave, mas sua coluna ficou rígida quando a chave deu voltas na fechadura. Seu estômago se apertou.
- O que faz?
- Asseguro nossa intimidade. - Sua voz se fez mais clara quando voltou atrás para ela.
- Tem a intenção de começar agora? - Perguntou com um pequeno chiado.
Havia uma inflexão zombadora em sua voz quando Harry respondeu:
- Por que esperar?
Gina comprimiu seus lábios e cabeceou. Estava decidida a não mostrar seu medo ao desconhecido. Tinha o pressentimento que ele estava determinado a lhe ensinar uma lição, mas ela estava igualmente determinada a não vacilar em sua resolução. Agarrou-se aos braços da cadeira e cabeceou outra vez.
- Estou preparada.
A risada de Harry era baixa e sensual.
- Veremos. Pode desfazer de seu vestido, Gina, ou requer minha ajuda?
Ela inalou.
- Consegue me vestir, não é? - Ele não tinha porque saber que a governanta a tinha ajudado a alinhar os botões que subiam à frente do vestido. Tratou de ocultar o tremor de suas mãos quando se levantou e levou seus dedos aos botões. Estes se abriram com mais facilidade que tinha imaginado, e logo o vestido estava aberto, mostrando sua anágua. Frau Markham não tinha tido um espartilho de seu tamanho, assim que ela tinha renunciado a um.
- Tire isso
Gina obedeceu sua ordem com mãos ligeiramente menos estáveis, baixando o vestido e deixando-o cair a seus pés.
- Satisfeito, Harry?
Ele riu entre dentes.
- Não até que tenhamos terminado. Tire a anágua, calcinhas, e meias.
Seus olhos se alargaram.
- Quer que me dispa completamente?
- Sim.
Seu tom não tolerava nenhuma margem para a discussão.
Ela inclinou seu queixo.
- Fará você o mesmo?
A voz do Harry era um sussurro áspero.
- Eventualmente.
Ela fechou os olhos e reuniu a coragem para despojar-se da roupa interior. Quando expôs seus seios, ouviu que ele respirava com fôlego desigual, um segundo antes que sua mão afagasse sobre seu seio, e seu polegar acariciasse o mamilo. Gina se manteve quieta, reprimindo um gemido quando seus seios doeram, e seu corpo começou a estremecer. A umidade se concentrou em seu sexo. Ela deu um passo atrás e tirou as calcinhas, as deixando cair ao chão junto à anágua e ao vestido.
O fôlego de Harry assobiou entre seus dentes com um som sibilante quando ela esteve nua, de pé ante ele.
- É formosa, Gina.
Ela tratou de cruzar seus braços através de seu estômago, tentando esconder as cicatrizes ali. Um cirurgião a tinha aberto para parar a hemorragia interna, tirando sua matriz no processo. Quase tinha morrido na operação, mas esta tinha sido crucial. Por sorte, não tinha nenhuma lembrança da experiência estando inconsciente durante o procedimento.
Para sua surpresa, Harry separou seus braços, e liberou seu peito. Seus sapatos rangeram quando se ajoelhou. Sobressaltou-se quando a fria porcelana de sua máscara tocou sua pele, segundos antes que seus lábios remontassem a linha de cicatrizes que se estendiam através de seu estômago. Tratou de separar sua cabeça, mas ele não fez caso de seus esforços. Estremeceu quando sua língua lambeu um remendo de carne áspera.
- Não me atormente.
Sua língua se retirou, e ele se afastou.
- Não te atormento.
- Por que se concentra em minhas cicatrizes? Se for para me deixar saber que nunca poderia te deitar comigo, não seja cruel com isso. - Ela não podia conter as lágrimas, e uma conseguiu arrastar-se para baixo por sua bochecha.
- Não sou cruel. É formosa, Gina, cada polegada de você, marcada ou não. - Ele falou tão firmemente que não pôde duvidar de sua sinceridade.
Ela retrocedeu quando ele ficou em pé. Seguiu, abrigando-a em seu abraço. Ela levantou sua cabeça, encontrando sua boca quando esta desceu. Ela abriu seus lábios, recordando o prazer de ter sua língua em sua boca. Quando esta tocou a sua, não pôde reprimir um pequeno gemido. Sepultou suas mãos em seu cabelo, tratando de atrai-lo mais perto.
Harry resistiu, separando-se dela, fazendo-a soltar a presa de seu cabelo.
- Sente-se na cadeira, Gina.
Não sabia se ele ainda tentava dissuadi-la quando se sentou na beira da cadeira com sua ajuda. Houve uma nota fria em sua voz antes, mas agora parecia desigual, e sua respiração era mais rápida do que tinha sido. Sentiu que ele não estava completamente sob controle.
- Incline para trás e estende suas pernas.
Um rubor tingiu suas bochechas pela impropriedade da posição, mas se rendeu a sua orquestração enquanto suas mãos colocavam cada uma de suas pernas sobre os braços da cadeira. O ar acariciou seu sexo, e seu rubor se fez mais profundo.
- O que faz, Harry?
- Shhii... - Gina ouviu que ele se afastava, houve uma pausa, e logo retornou. Então foi consciente da mão por sua coxa quando ele se ajoelhou no tapete perto dela, a um toque de distância, mas sem aproximar-se mais.
- Que...
Ela começou a repetir sua pergunta, mas se calou quando algo suave e sedoso acariciou seu mamilo esquerdo. A mesma sensação emplumada foi através de seu outro peito, e ela apertou suas mãos nos braços da cadeira.
- Harry? - O aroma de rosas lhe chegou pelo ar.
- Só te concentre, Gina. - Enquanto ele falava, acelerou um golpe em seu peito esquerdo, fazendo mais lento o objeto que acariciava seu mamilo direito.
Ela arqueou suas costas ante a estranha sensação.
- O que é isso? - Conseguiu perguntar por entre seus dentes apertados quando um dos objetos se arrastou por debaixo de seu peito para flertar com seu estômago.
- Rosas. Por sorte, o jardineiro tirou os espinhos antes de colocá-las no vaso. - Uma das flores a acariciou através de sua bochecha, o aroma inundando seu nariz.
Inalou o pesado perfume, retorcendo-se contra a outra rosa, enquanto esta descia pelo estômago e era esfregada ligeiramente através de suas coxas. Ficou mais molhada à medida que as pétalas se arrastavam em cima de sua coxa, roçando o exterior de seu sexo.
Harry retirou a rosa de sua face e a devolveu ao seu peito, alternando a carícia entre seus mamilos.
Ela podia ouvir sua respiração pesada, e não duvidou que ele estivesse tão excitado como ela mesma estava. Gina arqueou seus quadris quando as pétalas acetinadas se deslizaram abaixo para sua fenda. Ele retirou a outra rosa, e ela alcançou sua mão, impaciente para que ele seguisse atormentando seus seios.
- Relaxe... - Harry evitou sua mão.
Seus olhos se alargaram quando seus dedos acariciaram seu sexo, perto de onde descansavam as pétalas.
- Harry!... - disse ela com um soluço alarmado, quando a parte inferior de seu corpo se contraiu. Lançando um grito quando sentiu um de seus dedos inundando-se dentro dela - O que me faz?
- Faço-te arder! - Respondeu com voz defumada pelo desejo. Ele retirou seu dedo e sustentou abertos seus lábios com uma mão. A rosa a atormentou através de seus clitóris um segundo mais tarde, e ela se retorceu contra o prazer que a martirizava. Era muito ligeiro, muito delicado, fazia que se inflamassem mais seus sentidos.
Gina se arqueou contra a rosa enquanto Harry aplicava mais pressão, enchendo seus lábios abertos com as pétalas. Uns quantos músculos retesaram sua abertura, e ela se apertou, por instinto, respondendo à idéia de ser preenchida. Quando ele fez girar a rosa, a umidade empapou mais seu sexo, enquanto as pétalas roçavam contra seus clitóris em um beijo suave sussurrante.
- Por favor!
Harry tirou a flor, e ela sacudiu sua cabeça. Não queria que ele parasse, só queria que seguisse adiante. Antes que ela pudesse explicar-se, os dedos de sua outra mão exploraram seu sexo estendido, e ela se moveu contra eles, ofegando enquanto era empurrado dentro de sua abertura, transportando uma sensação ardente. A dor se desvaneceu quando seu polegar rodeou seu clitóris, e ela se relaxou outra vez.
- Condenação.
- O que? O que está mau?
Ele pareceu quase zangado quando disse.
- Não ia fazer isto! Só desejava te fazer recuperar o bom julgamento.
Ela riu, estremecida pelo som da alegria sem inibição.
- O que mudou?
- Agora tudo o que quero é te fazer gozar! - grunhiu ele - Simplesmente, antes que sepulte meu membro dentro de você. - A voz do Harry tomou uma nota séria - Quero que esteja segura de que isto é o que quer, Gina, antes que sigamos.
Ela cabeceou com impaciência, perguntando-se se seus olhos cegos mostravam seu entusiasmo.
- Quero você, Harry! Não tenho medo. - Talvez só um pouco, pensou ela silenciosamente. Tinha medo que isto doesse, mas sabia que ele seria suave.
A resposta de Harry foi um beijo. Não em sua boca, mas entre suas coxas. Gina ficou rígida enquanto sua língua percorria seu sexo, formando redemoinhos ao redor de seu clitóris. Seu dedo dentro dela se moveu de acordo com sua língua, e ela balançou seus quadris, sentindo as ondas de desejo quando seus movimentos levaram seu dedo mais profundamente dentro dela. Suas mãos se moveram dos braços da cadeira a seu cabelo, ancorando sua boca contra ela.
Sua língua acariciou através de seu clitóris antes de ir mais abaixo para inundar-se dentro dela, junto com seu dedo. Gina se arqueou contra ele, lançando um grito mudo enquanto as convulsões aumentavam dentro dela. Nunca havia sentido nada como isto. Seus músculos estavam insuportavelmente tensos, e seu corpo tremia. Ela sentiu que estava à beira de algo, mas não sabia o que. Liberou seu cabelo e apertou suas mãos em punhos, lutando para encontrar um fragmento de controle.
A língua de Harry empurrou para trás em seu clitóris, e ele sorveu o broto em sua boca suavemente. Seu dedo se introduziu mais profundamente dentro dela, e todos seus músculos retesados se liberaram ao mesmo tempo. O regozijo a alagou, e gritou seu prazer. Gina era incapaz de impedir seus quadris arquear-se repetidamente enquanto os espasmos balançavam seu corpo. Um dilúvio de umidade saturou os lábios de seu sexo e a boca de Harry quando ela ficou rígida uma vez mais antes de derreter-se na cadeira.
Sua boca abandonou seu sexo, e ela sentiu sua máscara quando ele colocou sua bochecha contra seu estômago. Elevou-se para tocá-lo, e ele se separou longe. Ela franziu o cenho.
- Não tem que te esconder de mim, Harry.
Havia uma nota de frieza em sua voz.
- Não me escondo. Simplesmente prefiro manter a máscara.
Ele conseguiu ficar em pé e tirou sua roupa. Ela podia sentir virtualmente sua retirada emocional, e suspirou. Não desejava arruinar o momento pressionando-o sobre sua máscara.
- Se assim desejar.
Gina se estirou para frente, buscando-o. Sua mão roçou contra seu peito, e ela rodeou um mamilo endurecido entre um dedo e seu polegar. Um estremecimento correu por ele, e ela baixou suas pernas para sentar-se. Ofegou enquanto as mãos de Harry se apertavam ao redor de sua cintura, atirando-a para frente da cadeira, e sobre o tapete antes que se instalasse em cima dela.
Sua boca descansou na sua. Seus lábios eram firmes quando ele os moldou com os seus. Colocou seus braços ao redor de seus ombros quando ele se colocou entre suas coxas, e lhe devolveu seus beijos com igual ardor. Seu estômago tremeu enquanto sua boca se abrandava, e ele mordiscou seu lábio inferior, fazendo-o entrar em sua boca antes de liberá-lo.
Gina se moveu agitadamente sob seu corpo nu, congelando-se quando seu membro pressionou contra sua coxa. Ela tinha uma noção rudimentar do contato sexual, mas quanto a experimentá-lo diretamente... Bom, de repente era menos científico e muito mais temível do que tinha sido quando sua mãe descreveu o processo faz uns anos.
Harry quebrou o beijo.
- Não temos que seguir adiante se está assustada.
Seu sorriso foi um pouco instável.
- Não quero parar. - Ela arqueou seu pescoço enquanto ele afagava seu peito, baixando a cabeça para lamber seu mamilo. Ela estendeu mais suas pernas, dobrando os joelhos e colocando seus pés planos sobre o chão. Quando Harry lambeu um rastro de seu peito a seus ombros, os tremores de prazer acompanharam o movimento.
Ela gemeu quando ele chupou suavemente seu pescoço. Sua mão escorregou entre seus corpos e separou seus lábios. Tratou de ficar relaxada, mas se retesou quando sentiu seu membro empurrar contra seu sexo. Ela soluçou quando ele se moveu mais profundo, contribuindo um dardo de dor.
- Gina? - Sussurrou junto a seu ouvido.
Ela tomou seu tom de indagação como uma pergunta a seu arrojo e cabeceou, cravando suas unhas em suas costas.
- Me faça tua, Harry! - Ela mordia com força seu lábio inferior quando seu membro avançou em seu corpo. A dor era suficiente para fazê-la gritar, mas isto não durou muito tempo. Quando ele empurrou nela outra vez, ainda doía, mas não muito. Logo, acasalou seu ritmo, levantando seus quadris para ir ao encontro de seu membro e que a enchesse.
Seguia mordendo seu lábio, agora aceso, enquanto seu martelar se ia afrouxando nela. A dor era bastante para fazer que um chiado saísse de sua boca, mas não durou mais que um instante. Quando seguiu empurrando nela, ainda a machucou um pouco. Voltou a acasalar seu ritmo, elevando seu corpo para ir ao encontro do dele, enquanto que seu martelo a enchia.
Os músculos de Gina se apertaram ao redor de seu membro, e se umedeceu quando ele tocou seus clitóris embainhando-se dentro dela. Empurrou seus quadris para cima, tomando tudo dele, e lançou um grito quando ele se separou, antes de irromper em seu interior outra vez, enchendo-a até os limites. Seus sucos os empaparam a ambos quando ele se esfregou contra seu clitóris esporeando sua paixão.
- Arde para mim outra vez! - disse Harry contra seu pescoço, antes de beliscá-la. Ele sorveu a carne sensível em sua boca enquanto seus dedos e seu membro realizavam sua magia. O desejo a afligiu, e as convulsões aumentaram. Quando seus músculos apertaram e logo liberaram seu membro endurecido antes que ele a enchesse de sua semente. Seus orgasmos se mesclaram, até que ela não pôde contar quem palpitava mais.
Ele colocou seu corpo sobre ela com cuidado. Enquanto Gina lutava para recuperar seu fôlego, permitiu que a vibração de seu coração acelerado contra seu peito a acalmasse. Seu corpo inteiro doía com a seqüela da liberação, mas ela não quis separar-se dele ainda, inclusive se isto desse aos seus estirados músculos um descanso.
Harry apoiou suas mãos no tapete, levantando seu torso do dela. Seus lábios roçaram contra sua frente antes que levantasse a cabeça. Ele parecia rígido quando lhe perguntou:
- Lamenta sua decisão, Gina? O que tirei de você não pode ser substituído.
- Sei. - Ela limpou a nota rouca de sua garganta - Estou em paz com minha escolha.
- Não reconsiderará? - Ele parecia frustrado, e seus músculos se retesaram - Ainda te quero como minha esposa.
- Por quê? - Perguntou ela suavemente - Sequer me conhece.
Ele emitiu um som baixo em sua garganta que soou como um grunhido.
- Não sei. Estou tão atraído por você, que só quero que seja minha. Senti a união entre nós inclusive antes que te beijasse ontem à noite. Algo me impulsiona a tomar e não te deixar ir.
O coração de Gina vacilou ante sua declaração cortante. Ela estava muito tentada a ceder ante suas palavras apaixonadas. Tratou de separar-se longe dele, de colocar alguma distância entre eles.
- Não tenho intenção de partir durante um tempo, Harry. Não pode te contentar com isto?
- Tenho alguma outra opção? - Perguntou com evidente amargura.
Gina respirou fundo, endurecendo-se a si mesma.
- Não. Isto é tudo que sou, um compromisso cômodo. - Ele blasfemou sob seu fôlego enquanto ficava em pé. Ela se sentou no tapete, esperando que manifestasse outro argumento, dispondo-se a responder a isso. Não era justo que tivesse que lutar tanto contra ele como contra si mesma, pensou acidamente.
Harry suspirou.
- Sinto muito. Não pensava te pressionar. Respeitarei seus desejos e não te provocarei.
- Obrigado! - Ela fraquejou quando ele se afastou dela, mas se tencionou quando ele girou.
- Isto não significa que tenha desistido da idéia. Quero-a como algo mais que minha amante, Gina.
Ela sacudiu sua cabeça, ouvindo sua confusão. Ele parecia estar em conflito por este laço entre eles, tanto como ela estava. Perguntou-se se a solução não era que ela partisse. Seu coração se encolheu ante tal pensamento, e encontrou difícil respirar. Não podia pensar em separar-se dele depois do que tinham compartilhado, mas se não partia logo, poderia nunca ser capaz de fazê-lo.




Agradecimentos especiais:

Bianca: que bom que gostou dessa fic, foi muito legal mesmo o Harry salvando-a, mas os tios da ruiva são tremendamente maldosos pelo que fizeram com ela. Essa é uma fic curta, com apenas sete capítulos, espero que continue gostando. Beijos.

Thamis No mundo ........: obrigado pelo elogio, essa história é realmente legal e mesmo ela sendo um pouco curta é muito interessante. Beijos.


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