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4. Novos e antigos pontos de vist


Fic: Mudanças - Atualizada!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Snape deitou-se na cama que a ex-aluna providenciara para ele.
Não era confortável, mas ele não se importava.
“Seria pior se estivesse em Azkaban” pensou balançando a cabeça com um olhar incrivelmente triste, completamente diferente de seu costumeiro ar zombeteiro. “Por que teve que me pedir aquilo Alvo?”.
Snape pensou no antigo professor, amigo e confidente.
Sim, ele fora o único que o entendera, que dera a ele uma segunda chance. O único que acreditou quando ele contou a verdade.
O mestre de porções fechou os olhos relembrando o que o fizera arrepender-se de seguir lorde das trevas.


////////////////////////////////////////[FLASH BACK]/////////////////////////////////////////////////////

- Tem certeza do que esta dizendo Severo? – a voz sombria e maléfica de um vulto negro lhe perguntava.
- Sim meu mestre – Snape respondeu sem levar os olhos.
Usava uma capa preta que lhe cobria totalmente o corpo, e uma mascara sombria encoberta por um capuz que dava ao homem uma expressão ainda mais amedrontadora.
Snape falava com seu mestre sobre os acontecimentos de sua recente visita a Hogsmead. Estava em uma sala muito mal iluminada, não se atrevia a olhar seu mestre, mas via perfeitamente dois vultos as suas costas.
- Um bebe? – Voldemort caminhou em passos lentos pelo aposento pensando no que o servo acabara de lhe contar – vejamos com nossos espiões... Há algum bruxo que se enquadre nestes quesitos e que esteja à espera de um novo ser?
Snape levou os olhos discretamente para mais um dos ocupantes do aposento. Um homem baixo, gordo e com feições de rato por trás da mascara. Asqueroso na opinião de Snape. Não sabia realmente de quem se tratava, nunca vira aquele homem sem a mascara, mas pela respiração desregular e a voz que sempre falhava perto de qualquer um que empunhasse uma varinha, sabia que não era nada mais que um covarde.
- Sim meu mestre – Snape respondeu antes que o homem se manifestasse – Alice e Frank Longbottom esperam uma criança. E se meus cálculos estão certos, foram três os duelos que travaram-se contra eles.
Voldemort pareceu pensar.
- Também há os Potter meu senhor – Peter Pettigrew pareceu amedrontado ao falar diretamente com o homem.
Snape virou-se visivelmente surpreso.
- Os Potter? – Voldemort repetiu parecendo interessado.
- S... Sim meu mestre – Peter correu a frente do mestre e ajoelhou-se – a esposa de Tiago Potter esta grávida, dará a luz no final de julho.
Voldemort encarou o nada.
- Quem é a esposa de Tiago Potter? – perguntou com uma voz baixa, rouca e como sempre, sombria.
Voldemort parou um momento e avaliou bem as duas opções que tinha esperando pela resposta do servo.
Mas não foi Peter quem respondeu.
-L... Lílian Evans Potter...
Snape disse num sussurro quase inaudível. Sua voz tremera e sentiu seu próprio sangue congelar nas veias.
- Ela é uma nascida trouxa meu mestre – disse o ultimo ocupante do aposento – uma sangue ruim. Não acredito que alguém com um sangue tão contaminado possa ser páreo para o senhor.
- Interessante – foi à única coisa que Voldemort dissera antes de apontar sua varinha discretamente para Snape fazendo-o contorcer-se de dor – algum problema Severo? Não entendo sua reação...
O homem sentia todos os músculos contraírem violentamente. Contorcia-se enquanto apenas gemidos de dor saiam de seus lábios.
- Vigie os Potter meu caro Peter – Voldemort cessou seu ‘ataque’ ao servo – e me informe de tudo que puder descobrir. Quanto a você Severo, reflita sobre ‘traição’ e lembre-se que, se não estiver comigo, estará contra mim.
O homem fez sinal para que eles saíssem.
-Lucio – chamou antes que o loiro deixasse o aposento – chame Bellatrix aqui, preciso falar com ela.

////////////////////////////////////////////////[FIM DO FLASH BACK]/////////////////////////////////////////

Ao fim daquela conversa, Snape foi ver Dumblendore.
A primeira coisa que o professor lhe perguntara era o porquê dele estar fazendo aquilo. Snape lhe fora sincero “Durante todo o tempo em que Hogwarts foi minha casa, fui protegido de diversas brincadeiras infantis por Lílian Evans, embora nunca demonstrasse gratidão. E não sei se o senhor se lembra, mas em meu sexto ano, Potter...”. Snape sorriu lembrando-se do gesto paciente do homem dizendo que compreendera.
- Você faz falta meu bom amigo – disse para si mesmo num sussurro quase inaudível.
Snape fechou os olhos tentando mais uma vez em semanas que o sono dominasse seu corpo e o permitisse descansar, para sua surpresa no dia seguinte, ele finalmente conseguira.

///***///

Draco levantou-se cedo aquela manhã.
Aquela maldita casa era extremamente desconfortável, seus lençóis estavam úmidos, e acordara diversas vezes durante a noite com insetos nojentos caindo sobre ele, resumindo, não dormira bem.
- Quero meu café! – ordenou ao elfo que o encarava com uma expressão nada satisfeita.
- Sim senhor – disse Dobby tomando o caminho da cozinha e mostrando a língua no momento em que Draco lhe dera as costas.
O loiro andou ate a sala de estar da casa. Olhou em volta pensando que a mansão Black deveria estar muito diferente desde o tempo em que sua mãe havia morado ali.
“Certamente que esta” Pensou ao ver fotos do ‘trio maravilha’ espalhados acima da lareira.
A primeira ele pode reconhecer perfeitamente, era o primeiro ano. “O cicatriz, a sangue-ruin, e o Weasley pobretão”. Draco balançou a cabeça negativamente. Não era mais um sonserino, havia se redimido, teria de aprender a conviver com aquelas pessoas, querendo ou não.
“Quem é esta?” Pensou de repente ao pousar os olhos em uma porta retrato num ponto mais alto. Na foto uma ruiva em vestes a rigor, um belo vestido vermelho que lhe caia perfeitamente, acentuando levemente suas suaves curvas. “A Weasleyzinha” pensou observando o belo rosto da mulher, com duas pequenas mechas caídas de cada lado do rosto, o resto do cabelo, provavelmente preso em um coque, Draco não teve tempo de reparar.
- Algum problema Malfoy? – uma voz falou as suas costas.
- Não Potter – respondeu voltando-se para o moreno que o encarava inexpressivo.
- Vai para a audiência comigo – Harry deu as costas a ele tomando o caminho da cozinha – por favor não demore a se arrumar.
- Não se preocupe – foi tudo que Draco disse observando o moreno deixar o cômodo.
O loiro lançou um ultimo olhar ao retrato da ruiva. Não ouve testemunhas para o sorriso leve que se formou em seu rosto, e como nem mesmo o loiro percebera que sorrira, seria difícil saber que significado aquele gesto teria.

///***///

Gina levantou num salto naquela manhã. Estava louca para pegar seus horários e saber quando teria aula com o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas.
- Professor – disse sorrindo para si mesma – é o que vamos ver.
A ruiva acordou as colegas de quarto que gemeram de preguiça mas devido as insistências dela acabaram por levantar.
- Por que toda essa animação? – perguntaram.
- Porque teremos um legitimo maroto como professor – respondeu com um sorriso simples entrando no banheiro.
- *Maroto? – as meninas se entreolharam confusas.
Gina tomou banho e se arrumou o mais rápido que pode.
- Andem logo vocês são muito devagar – reclamou a ruiva acabando de prender os cabelos.
- Ai Gi, vai na frente que a gente te alcança – disse uma das meninas depois da milésima reclamação da ruiva.
Gina concordou com a cabeça e correu para tomar café.
Ao chegar ao salão principal, correu os olhos pela mesa dos professores, mas nem sinal de Sirius.
- Onde ele esta? – se perguntou sentando-se a mesa da Grifinoria e tomando o café calmamente.

///***///

Hermione abriu os olhos sem pressa. Não queria levantar ainda.
“A audiência Hermione” Disse uma voz na sua cabeça “Tenho que levar Snape para depor”.
Sem muita emoção, a mulher levantou-se e abriu as cortinas. Ia sair para o banheiro, mas lembrou do ocorrido da noite seguinte e teve o bom senso de por um roupão e pegar uma muda de roupas para se trocar no aposento.
- Espero que não demore muito Srta. Granger, já estamos atrasados – disse uma voz atrás de si fazendo-a sobressaltar-se.
Snape a encarava inexpressivo.
As roupas muito bem passadas e os cabelos levemente molhados indicavam que acabara de tomar banho.
- Não se preocupe Professor, não vou demorar – garantiu abrindo a porta do banheiro sem encarar o homem.
- Eu apreciaria se parasse de me chamar de professor – rosnou o homem observando-a entrar no banheiro – afinal, há muito deixei de ser seu professor.
- Sim, tem razão – ela concordou com um sorriso simples nos lábios – neste caso, sinto muito... Severo.
Hermione fechou a porta atrás de si, deixando o professor a observar a porta com uma expressão ainda inexpressiva.
A morena se desfez do roupão e da camisola, depositando suas roupas em cima da pia com cuidado para que não molhassem. Teria que tomar um banho rápido se quisesse comer alguma coisa, e ainda teria que fazer café para o professor, duvidava que este soubesse cozinhar. Sorriu levemente, talvez ter Snape por perto não fosse assim tão desagradável.
“Não sou mais aluna dele, ele não pode fazer o que bem entende” Pensou divertida “É meu protegido, hospede e ainda tem que se virar no meio de trouxas”.
Hermione riu com a situação. Era definitivamente irônico, seu odiado professor depender dela.
“O mundo da voltas” Pensou antes da água quente lhe cair sobre o corpo.

///***///

Eles andavam em passos calmos ate a fonte dos irmãos mágicos.
- Pensei que tivesse sido destruída – disse Harry lembrando-se de todos os fatos ocorridos no ministério no dia em que Sirius havia caído no departamento de mistérios.
- Foi reconstruída – Draco disse ao perceber para onde ele olhava – uma boa doação dos Parkinson para evitar problemas com um certo carregamento de tapetes mágicos.
Harry revirou os olhos em desaprovação.
- Harry meu bom rapaz – Cornélio Fudge, ex ministro da magia recebia-os com os braços abertos – estão bem na hora.
- Não me atrasaria para este audiência – disse com um sorriso um tanto triste nos lábios.
- Sim, claro – o homem pos a mão no ombro do rapaz e lhe sorriu – eles ficariam orgulhosos Harry, Sirius e Dumblendore.
- Obrigado senhor – Harry forçou um sorriso.
- E este é nossa testemunha chave não é? – perguntou referindo-se a Malfoy.
- Sim – Harry respondeu antes que Draco se manifestasse – o Ministro mandou que Hermione e eu ficássemos responsáveis por Malfoy e Snape.
- Compreendo – Fudge pareceu um tanto entristecido ao ouvir a palavra ‘ministro’ não ser referida a ele – bom acredito que seja melhor irmos, não demorarão muito a nos chamar.
- Também vai depor? – Draco perguntou encarando Fudge com certa arrogância.
- Não – Fudge respondeu sem olha-lo – estou aqui apenas como ‘platéia’.
- Sim, entendo – Draco sorriu desdenhosamente. Seu pai tanto bajulara aquele homem que agora não tinha mais poder algum.
- Hermione e Snape ainda não chegaram? – Harry perguntou olhando em volta.
- Acredito que não – respondeu Fudge parando em frente a uma porta gigantesca que Harry conhecera bem, aliais, por culpa do próprio Fudge – não vi o prof.Snape em parte alguma, muito menos a srta.Granger.
- Falavam de mim?
Harry se virou prontamente e sorriu ao finalmente ver um rosto amigo.
- Nos perguntávamos onde vocês estavam – respondeu Harry ao ver Snape bem atrás dela.
- Culpa minha, dormi demais – disse Hermione com um sorriso sem graça – a audiência já começou?
- Sim, mas foi há pouco tempo – respondeu Fudge – vocês ainda não estão atrasados. Levaram os prisioneiros para lá há pouco. Os aurores Tonks e Shacklebolt devem estar fazendo as acusações.
- Quando vão nos chamar? – Harry perguntou com impaciência.
- Logo Harry – respondeu Hermione pondo a mão no ombro do amigo – fique calmo ok?
Harry suspirou pesadamente ainda impaciente.

///***///

- Defesa contras as artes das trevas antes do almoço – alguém anunciou as costas de Gina – Corvinal e Grifinoria.
Gina sorriu alegremente ao ouvir aquilo.
Tomava seu café e ainda não olhara os horários.
- Poderia ser mais perfeito? – perguntou sorrindo para Luna.
- Não – a loira respondeu sentando-se ao lado dela – como será que ele vai ensinar? Vai ser tipo Lupin, Moody, Snape ou Umbridge?
Gina riu lembrando-se de todos os professores.
- Vai ser tipo... Sirius Black – respondeu sorrindo para a amiga.
Ela riram ao imaginar o maroto dando aula e trataram de se apressar a terminar o café.
- Certo, temos defesa contra as artes das trevas antes do almoço, mas qual é a primeira aula? – perguntou a procura de seus horários.
- Para você minha cara grifinoria, eu não sei, mas para os corvinos do sétimo ano é trato das criaturas mágicas – Luna sorriu para a amiga e levantou-se – por isso, ate mais. Tenho que ir ver se eles vão finalmente explicar o que são zozoboides, papai achou vários na África, mas não conseguiu trazer nenhum pra eu ver.
Gina riu e acenou para a loira que seguia para fora do salão principal.
Teria feitiços depois do café.
“Vai ser um ano bem estranho sem eles aqui” Pensou lembrando-se dos três inseparáveis amigos que a acompanharam desde o seu primeiro ano em Hogwarts.
Afastando os pensamentos deles da cabeça, Gina pegou suas coisas e se pos a caminhar solitária para a aula de feitiços.

///***///

Harry, Hermione, Snape e Draco eram agora os únicos que se encontravam fora da audiência. Aguardavam impacientemente serem chamados e essa espera estava fazendo-os ficar cada vez mais ansiosos.
- Não vão nos chamar?! – Draco perguntou levantando-se exaltado.
- Fique calmo Malfoy – disse Harry sem olha-lo – vão nos chamar quando precisarem de nós.
- Somos testemunhas principais, deveríamos estar lá para ver o que esta havendo – disse o loiro com desdém.
Harry suspirou impaciente.
A verdade era que estava tão ansioso quanto Draco. Queria saber o que estava havendo lá dentro. Se já haviam acusado, condenado, defendido, argumentado, apresentado as provas, qualquer coisa.
- Fique calmo Harry – Hermione pos as mãos nos ombros do amigo tentando acalma-lo.
Snape bufou irritado sem desviar seu olhar da porta.
Hermione lançou um olhar interrogativo ao ex professor e revirou os olhos ao ver a mesma expressão arrogante e desdenhosa que o homem usava nos tempos em que era sua aluna.
- Não vou tolerar esta situação – bufou Draco seguindo para a porta – quem eles acham que eu sou?!
- Não seja estúpido Draco – disse Snape olhando para o loiro com desprezo – a porta é fechada com magia, e mesmo que não fosse, quem seria você para entrar ai dentro? Nada alem do filho do homem que provavelmente será condenado a prisão perpetua em Azkaban, filho de um traidor, seu nome não tem mais importância alguma – alfinetou num tom entediado.
Draco mirou Snape com raiva, estava pronto para puxar a varinha e azarar ele por se atrever a falar com ele daquela maneira.
- Nem pense nisso Malfoy – Hermione não precisou olha-lo, bastou sentir o movimento sutil que ele fez pondo a mão no bolso – não se esqueça que esta sob custodia do Harry, qualquer coisa que faça que ele considere inapropriado é o suficiente para faze-lo ficar na mesma sela que o seu pai.
Harry sorriu vitorioso, enquanto Draco assumia uma tonalidade rubra de tanta raiva.
Hermione suspirou cansada, por mais que os pedissem para ter calma, ela mesma estava começando a ficar cansada de tanto esperar.
O que estava acontecendo naquela audiência? Quando iriam chamá-los? Ainda os chamariam?
- Granger! Potter! Malfoy! Snape!
Uma voz invisível chamou os quatro.
Harry levantou-se de um salto, bem como Snape, e Hermione. Eles caminharam temerosos para a porta que se abria vagarosamente.
- Vamos!
Harry respirou fundo e junto com os outros, adentrou ao salão tentando acostumar a visão à medida que adentravam e o ambiente se tornava mais escuro e sombrio.



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primeiramente deixe-me explicar os ** espalhados pela fic.
O primeiro foi no PETER, bom na traduçao colocaram pedro, mas eu nao concordo mtoo com essa traduçao q fizeram pq peter realmente nao tem traduçao certa pro portugues e tbmm pq eu curto o nome PETER entao vai continuar Peter.
O segundo foi nos marotos. Eu queria lembrar ate pq ja vi mtoo isso no FeB que os marotos eram um grupo meio que secreto, pelo menos na minha interpretaçao... basicamente so os marotos sabiam q eram os marotos. Tanto que so fomos descobrir quem eram os marotos quando o meu amado e adorado Six explicou junto com o meu outro amor Remus no prisioneiro. Entao nesta fic nao vai ser tdo mundo que vai saber quem sao os marotos tah? (y). Besteira, isso é detalhe, mas como eu recebo varias sugestoes dos meus poucos amigos q curtem HP, resouvi aderir a essa sugestao, ate pq teve gente q leu antes de eu publicar e veio me perguntar essas coisas, entao ai esta a explicaçao...

Bom, muito obrigado pelos comentariosss, eu fico feliz feitoo criança no natal quando vcs comentam...
Lety Snape: O modo simples que eu descrevo eh justamente para dar mais misterio... deixa so chegar no cap 6 vc vaii ver como eu sou detalhista *hehehehe*
Gislene B.Pizzol: tah aee atualizaçaoo espero que goste
Vivika: \o/ ahh eu aderii ao tituloo, a equipe akii nao curtiu muitoo qriaa por um treco q nao gosteii, mas como a ideia da fic eh originalmente minha, e meu voto vale por 3 oaskaopksaposk... to brincando tdoo mundo adorouu, vai ficar esse mesmo
Dark Mell Lestrange: ahh vlww pelos comentarios, se vc achou o snape tava secando a mione, esperaa pelos proximos caps

bom gente tah aee a atualizaçaoo, leiam e comentemm pra eu ficar hiper feliz e escrever melhor...

e como boa autora q sou, eu nunca gosto do q escrevoo, nao to dizendo isso pra vcs me elogiarem, eh pq eu realmente sempre acho q tah ruim... mas fazer que neh?

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