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19. O Enigma Persiste


Fic: Primavera em Flor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Assim que chegaram ao salão principal, viram que Ângelo e Marco vinham das masmorras para juntar-se a eles. Os dois tinham o semblante carregado. Marco fez questão de sentar-se à mesa ao lado de Severus, pois parecia que precisava lhe falar.

“- Professor Snape,” ele estava visivelmente desapontado, “infelizmente não encontramos nenhuma pista para solucionar o enigma que temos em mãos. Eu e meu pai chegamos a pesquisar nos outros volumes ainda não traduzidos, mas não há neles qualquer dica sobre o ingrediente que nos falta traduzir.”

“- Mas tenho certeza de que ainda conseguiremos finalizar a tradução desta fórmula.”, disse Ângelo.

“- Padrino, se me permite, gostaria de falar sobre as impressões que tive a respeito deste assunto.”, falou Jean Pierre, dirigindo-se ao pai de Maria.

“- Si, si, pode falar Gianino. Você sempre ajuda com as suas opiniões.”

“- Se me permitem interromper”, falou Snape, “do que se tratam essas impressões ?”

“- Jean Pierre consegue sentir as energias que provém dos seres e objetos. É um dom que ele tem.”, respondeu Maria.

“- Não consigo entender. Como assim, sentir ?”, Severus estava muito curioso.

“- Eu também não consigo entender, professor Snape. Eu apenas sinto, não há como explicar.”

“- De qualquer maneira, você está sempre certo no que fala. Portanto, sua opinião é muito bem vinda Gianino. Vamos, nos diga o que você está pensando.”

“- Bom padrino, acredito que o ingrediente que falta refere-se a uma percepção íntima. Não me parece ser apenas relativo a uma coisa física. Não sei se isso ajuda em alguma coisa.”

“- Não nesse momento”, disse Marco, “mas tenho certeza de que será fundamental depois. Suas dicas são sempre preciosas, Jean Pierre.”

“- Pode ser,”, Snape falava novamente, “mas não consigo ver a relação existente entre uma percepção íntima e a Prímula vulgaris vulgaris. Não faz muito sentido para mim.”

“- As impressões de Jean Pierre nunca fazem muito sentido a princípio, mas depois revelam-se de grande importância.”, disse Maria. Ela olhava para o haitiano de uma maneira muito carinhosa. Snape ficava profundamente incomodado com tamanha intimidade entre os dois.

Lockhart, que até o momento mantinha-se estranhamente calado, resolver dar o ar de sua purpúrea graça. Sim, os trajes que vestia eram de cor púrpura, adornados com figuras de peixinhos delicadamente bordados em fio de prata.

“- Eu também sou um grande sensitivo, Jean Pierre. Minha habilidade de clarividência esta amplamente divulgada em minha obra literária. Fico muito satisfeito em ter, na mesma mesa, um colega com as mesmas habilidades.”

“- Ah sim,” respondeu Jean Pierre. “sua obra literária ... deixe-me ver se entendi bem ... a obra literária que o senhor mesmo escreveu sobre si próprio ?”, o tom era de mofa.

“- Sim, a obra que eu mesmo escrevi. Quem haveria mais gabaritado para fazê-lo do que eu mesmo ? Afinal, não é à toa de recebi a medalha da Ordem de Merlin, Terceira Classe.”

“- Querido Gilderoy”, agora era Dumbledore quem falava. “sua fama é reconhecida mundialmente. Mas acho que nossos convidados devem estar muito cansados e precisam recolher-se aos seus aposentos. Quem sabe amanhã teremos uma melhor oportunidade do nos deleitar com suas histórias.” Virando-se para o Dr. Gentili, ele continuou: “Meu caro, não posso permitir que vocês deixem o castelo em uma noite tão fria. A nevasca está muito forte agora e as redes de pó de flu estão congestionadas por causa da proximidade do Natal. Você há de convir que a viagem de vassoura não é indicada em de condições tão rigorosas de tempo.”

“- Papà, por favor, fique. Passe a noite conosco.” Suplicou Maria.

“- Mas eu disse à Virginia que voltaria ainda hoje. Ela ficará preocupada.”

“- Deve haver algum jeito de avisar à mamma que vocês ficaram aqui para evitar a nevasca.”

“- Deixe isso comigo, Ângelo.”, disse Dumbledore. Eu peço que um de nossos elfos domésticos vá dar o recado a ela.

“- Então está bem. Passamos aqui a noite e voltamos para casa amanhã, pela manhã.”

Snape percebeu que o rosto de Maria imediatamente se iluminou. Ela estava radiante com a idéia de tê-los por perto, nem que fosse apenas por uma noite. Severus não entendia este sentimento de amor familiar. Suas lembranças da vida em família eram as piores possíveis.

Para seu desespero, Maria levantou-se da mesa novamente de braços dados com Jean Pierre. Ela pediu licença e todos e saiu acompanhada dele.

Severus também pediu licença e foi-se para o laboratório de poções. Não queria ficar mais ali, tendo que fingir não se incomodar com o fato de vê-la ir-se para longe, de braços dados com outro homem.”

Albus foi pessoalmente levar seus convidados aos aposentos que lhes estavam reservados e pediu que Manpac fossa até à casa dos Gentili para tranqüilizar Virginia.

Enquanto isso, Maria e Jean Pierre caminhavam juntos, em silêncio. Chegaram até a porta dos aposentos dela e ele fez menção de retirar-se.

“- Não, Jean Pierre. Fique mais um pouco. Entre comigo.”

“- Você precisa conversar comigo a sós, não é mesmo ?”, perguntou ele.

“- Não é isso ... é que ... bem, você sabe que eu adoro a sua companhia.”

“- Está bem, mon chéri, vamos entrar. Mas só se você me prometer que fará um chá de canela bem quente para nós dois. Eu nasci nos trópicos, apesar de amar a natureza e todas as suas manifestações, não consigo me acostumar com o frio europeu.”

“- Promessa feita !”, disse Maria, levantando a mão direita e colocando-a sobre o lado esquerdo do peito para indicar que falava de coração.

Os dois entraram no quarto e Maria foi imediatamente fazer o chá. Quando aproximou-se para servi-lo a Jean Pierre, vi que este a fitava atentamente.

“- O que foi ?”, perguntou ela sorrindo.

“- O professor Snape me parecia muito enciumado quando nos viu juntos.”

“- Lá vem você fazendo troça de mim. Não seja bobo.”

“- Ah Chéri, você sabe que não me pode esconder seus sentimentos. Sei que há entre vocês dois uma química especial. Talvez esteja ainda apenas no terreno das idéias, mas vai consolidar-se em breve, eu posso lhe garantir.”

“- Jean Pierre, você sabe que não foi para isso que eu vim para cá. Eu não quero me envolver com ninguém. O professor Snape é apenas um colega de trabalho, nada mais do que isso.” Ela não conseguia disfarçar seu aborrecimento em falar do assunto.

“- Você pode enganar a si mesma, mas não pode enganar a mim.”

“- Eu não quero me decepcionar novamente.”, disse ela olhando para o amigo com os olhos carregados de tristeza.

“- Tenho um bom pressentimento em relação ao professor Snape. Ele é muito discreto, tem grandes dificuldades para lidar com sentimentos, pode ser muito rude quando quer, mas é uma pessoa de caráter reto. Ele, assim como eu, já esteve mergulhado nas trevas. Infelizmente, não teve a sorte que eu tive. Não teve ninguém que o tirasse da escuridão e precisou sair de lá sozinho, por méritos próprios e a custo de um grande sofrimento. Peço a você que dê uma chance de felicidade a ele e a sim mesma.”

Maria agora não olhava mais para Jean Pierre. Tentava disfarçar as lágrimas que lhe corriam dos olhos.

“- Maria, tande m tande, (6) você não pode afastar o amor desta maneira. Minha doce e querida Maria, nós sabemos que não se deve colocar a felicidade pessoal nas mãos de outrem. Foi por isso que o seu romance com Vittorio não deu certo. Porque havia entre vocês uma relação de desigualdade, onde ele queria ser a fonte de tudo, o dominador. E você não nasceu para ser dominada e nem para ficar na sombra. Sua inteligência não lhe permite isso. Mas vejo que seu relacionamento com o professor Snape é diferente e baseia-se em uma relação de igualdade, de respeito e de admiração mútua. Não há ingrediente mais compatível com o amor do que o respeito.”

Maria aproximou-se dele e o abraçou longamente. “- Ah, meu amado Jean Pierre, sinto tanto a sua falta. Ninguém me conhece melhor do que você. Nem mesmo minha mãe. Como pode ser que duas pessoas vindas de realidades tão diversas possam gostar tanto uma da outra como nós dois ?”

“- Nosso relacionamento é espiritual, querida. Não há entre nós as amarras da carne, do corpo físico. Nossas almas são irmãs e se entendem sem que precisemos de palavras.”

“- Eu sei, meu irmão querido. Eu sei. Mas agora vamos deixar este assunto de lado. Vou fazer um outro chá para você. Este aqui já deve estar mais do que frio.”

“- Está bem. Aceito de bom grado uma outra xícara de chá. Mas quero que me prometa de que se dará uma nova chance. Ninguém nasceu para a solidão. No fim de tudo, lanmou pral gouvène.” (7)

“- Eu prometo que vou pensar no assunto.”, disse Maria, dirigindo-se à chaleira a fim de colocar a água novamente para ferver.

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(6) Tande m tande – em créole: “Me escute”

(7) Lanmou pral gouvène – em créole: “O amor governará”

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