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1. Capitulo 1


Fic: Heart of Midnight - Concluida


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Capitulo 1

1903, Lasenbourg
Gina se moveu inquieta no assento do carro, sentindo a tensão em suas nádegas, devido ao longo trajeto desde que tinham descido do trem em Munich.
- Chegamos Miss Otto?
- Cale-se!
Ela ficou boquiaberta ante a aguda reprimenda da mulher mais velha. Gina franziu o cenho, perguntando-se o que teria feito para provocar a ira de Miss Otto, a acompanhante que, no momento em que tinha chegado a casa de seus parentes, em Londres, para levar Gina à escola de educação especial, parecia o encanto em pessoa. Com o transcurso da viagem foi se tornando menos agradável.
Talvez tivesse feito muitas perguntas. Sua curiosidade poderia ter afetado os nervos da outra mulher. Mordeu sua língua, reprimindo o comentário agudo sobre a atitude de Miss Otto ante seus olhos. Em troca, Gina alisou sua saia de lã e mudou outra vez de lugar, procurando um ponto cômodo no duro assento. Os cavalos atravessaram o terreno a passo enérgico balançando a carruagem de um lado ao outro. Estaria aliviada quando chegassem à capital, Stossburg, e sua companheira a abandonasse na escola.
Suspirou e deixou de tentar encontrar um modo cômodo de sentar-se. Seus pensamentos vagaram da desagradável viagem ao que a esperava na pequena escola, situada no coração do Lasenbourg. Tia Vitória tinha assegurado que aprenderia de novo tudo o que sabia fazer tão facilmente antes que o acidente arrebatasse sua visão. Tio Frederick não havia dito muito, mas estava acostumada a isso.
Durante o ano em que as circunstâncias a obrigaram a viver com eles, o único momento em que lhe tinha falado foi dizer que devia recordar em estar agradecida por acolhê-la em sua casa e quão custosa era de manter. Sua boca se retorceu quando refletiu no porque ela deveria está-lo, considerando que seus parentes já tinham esbanjado uma grande soma de sua herança, sobretudo com sua malcriada prima Prudence.
Gina não tinha ilusões de que a enviassem à escola porque isso era o melhor para ela, simplesmente a queriam fora de seu caminho.
Ficou rígida quando os cavalos trotaram por uma textura diferente, soava como seus sapatos contra os paralelepípedos, em vez de sobre terra endurecida. Também podia ouvir o andar ocupado de uma multidão e cheirar o fedor subjacente sempre presente em uma cidade. Com risco de incorrer na ira de Miss Otto outra vez, voltou a insistir:
- Chegamos ao Stossburg, Miss Otto?
- Sim. - respondeu, e não se incomodou em ampliar sua resposta.
Ocultou uma careta ante a brutalidade da mulher, durante sua viagem a Londres e no barco da Inglaterra a Alemanha, tinha lhe proporcionado de vez em quando algum comentário visual, voltando-se para perguntar o que tinha feito para que mudasse tão drasticamente nas últimas horas.
O trajeto da carruagem durou outros dez ou quinze minutos, durante os quais colocou de novo seu chapéu pelo toque e tratou de desterrar os nervos que atavam seu estômago em nós. Sua tia tinha assegurado a boa reputação da escola, deixando saber que esta só aceitava a mulheres jovens das melhores famílias. Tia Vitória tinha feito alusão a que tinham tido problemas para aceitá-la, mas Gina não tinha feito caso do insulto implícito de sua tia.
Fez-se insensível a seus comentários depreciativos, tendo ouvido-os tão freqüentemente durante os passados treze meses. Gina sabia que a maior parte de sua amargura era devida ao fato de que ela era ainda mais formosa do que sua filha claramente poderia chegar a ser alguma vez, inclusive sem sua visão. Parte dos azedos comentários atribuiu ao feito de que tinha sobrevivido ao acidente quando seus pais não o tinham feito. Se só tivesse tido a misericórdia de falecer junto com seus pais, suas cargas se teriam aliviado.
Gina suspirou, recordando seu voto de não pensar nos tios outra vez. Esta escola era um novo princípio em sua vida, devia concentrar-se no aspecto positivo já que tinha arroxeado no escuro abismo de suas lembranças muito tempo, poderia voltar-se louca se seguisse vivendo na escuridão. Desejava voltar a ser a mulher segura de si mesma que fora antes do acidente.
Entretanto, era difícil fugir quando a escuridão seria sua companheira durante o resto de sua vida. Era impossível esquecer quando o conhecimento a pressionava do momento em que abria seus olhos pela manhã — e não via nada — até que finalmente caía em um sono agitado de noite.
A carruagem realizou uma parada perto de uma ruidosa multidão que cantava indecentemente, vozes agitadas, e palavras furiosas. Ela levantou a cortina que cobria a janela e cheirou os vapores de álcool, embora não sabia se poderia havê-lo feito assim antes de perder sua visão. Seus outros sentidos se afiaram para compensar, mas esta era pouca compensação.
- Onde estamos, Miss Otto?
- Não quero nenhum alvoroço por sua parte, Weasley. - O som de abrir a porta acompanhou suas palavras, antes que Miss Otto deslocasse seu amplo contorno pelo assento. Segundos mais tarde, os calcanhares de suas botas atingiram o paralelepípedo com um ruído surdo.
Gina sacudiu sua cabeça.
- Não entendo.
- É melhor que aceite as coisas como são. - disse a mulher - Vêem agora.
O medo paralisou Gina, fazendo impossível deslizar-se através do veículo.
- Por favor, Miss Otto, o que acontece?
- Desça daí agora. - ladrou Miss Otto.
Ela sacudiu sua cabeça.
- Preferia ir diretamente à escola. - Gina não sabia onde estavam, mas sabia que isto não era nenhuma escola refinada para jovens cegas. O pânico fechou sua garganta quando começou a perguntar-se se ali haveria uma escola.
A fria risada de Miss Otto respondeu sua pergunta interna, inclusive antes que ela falasse.
- É uma tola, não há nenhuma escola. Sua família a queria fora de seu caminho. Parece que seu jovem primo colocou seu coração e seus olhos em você.
Ela estremeceu, imaginando uma vida como a esposa de Barnus Townsend. Quase agradeceu a seus tios por salvá-la do destino de esbanjar os próximos cinqüenta anos com aquele inescrupuloso mesquinho. Quase...
- Ainda não entendo, Miss Otto.
- Venderam-na a mim, Weasley. - Houve um rangido de papéis - É tudo legal e a vinculam.
Gina ofegou, apertando sua mão em seu coração.
- Venderam-me? C... Com que objetivo? - Os sons que vinham do edifício aumentaram de tom, e ela tragou com dificuldade. Nunca se arriscou dentro de lugares como o que este parecia ser, mas sabia de clubes masculinos, e, pior, de lugares onde os homens jovens esbanjavam seu dinheiro. Este parecia ser essa classe de estabelecimento, a julgar pelo que ouvia.
- Para dar prazer aos cavalheiros. Adaptará-se bastante rápido. - disse Miss Otto, pragmaticamente - Inclusive poderia chegar a desfrutar disso, Weasley.
Gina sacudiu sua cabeça.
- Não posso. Por favor, você não pode me fazer isto.
A voz da mulher era dura.
- Paguei um bom dinheiro por você, já esbanjei bastante tempo nesta tolice, sai da carruagem ou farei que alguém te tire.
Ela cravou seus dedos no banco, agarrando-se tensamente, as lágrimas caíram por suas bochechas e conteve o fôlego, tratando de escutar qualquer som que pudesse anunciar uma saída. Em troca, tudo o que escutou foram uns pesados passos, seguidos da inclinação do carro quando alguém entrou. Gina gritou quando umas grandes mãos agarraram seus braços e a arrastaram para frente. Seus dedos escorregaram de seu apertão de morte no assento, e logo estava fora do veículo.
O homem que a sustentava cheirava a álcool e suor, tinha um corpo grande e seu cabelo sujo roçou contra sua bochecha quando a lançou sobre seu ombro. Gina esperneou contra ele, mas ele pareceu não notar enquanto avançava. Os sons do botequim se fizeram mais fortes, então o ar fresco desapareceu, e o tom dos sons trocou.
Abafou-se em sua primeira inalação do fumegante ar. O piano tocava uma melodia garbosa enquanto duas mulheres cantavam uma canção que ela nunca teria ouvido nos salões de Londres. Os assobios se misturavam com palavras furiosas e comentários lascivos. Lutava por esconder seu medo enquanto o homem a levava pelo quarto.
Quando começou a subir a escada, ela se atreveu a esperar um indulto temporário, certamente poderia negociar com Miss Otto, deveria haver algum outro trabalho que ela pudesse realizar em vez de prostituta.
O som dos passos trocou quando chegaram à residência, escutou ruído de risadas tolas e vozes masculinas ébrias, enquanto as botas do homem ressonavam sobre o vestíbulo de madeira, aterrissando com um rumor surdo, pesado com cada passo. Ele deixou de caminhar, e abriu uma porta, quando entrou, ela sentiu náuseas ante o aroma do quarto.
Cheirava a corpos sujos e a algo indefinível. Podia cheirar o perfume barato, provavelmente usado na tentativa de mascarar os outros aromas, e o acre aroma da fumaça de fumo, parecia ser uma capa antiga no ar.
- Por favor, senhor. - disse, tratando de reprimir as lágrimas de sua voz - Não deixe Miss Otto fazer isto.
Sua única resposta foi um grunhido quando ele a deixou cair.
Gina lançou um grito, preparando-se para a caída, em troca, chocou-se contra um colchão fundo. Seu fôlego se precipitou, mais devido à surpresa que por qualquer dor. As botas do homem ressonaram longe e logo a porta se fechou. Ela ouviu o som quando passaram a chave, e gritou.
- Por favor, não me abandone aqui sozinha.
Seu coração palpitou desenfreadamente e apertou suas mãos juntas. Não tinha nem idéia da disposição do quarto, e temia estar só em lugares desconhecidos ainda mais neste dia. As lembranças eram facilmente evocadas, e o medo arrebatou sua coragem antes que pudesse reunir alguma. Sabia por experiência que o pânico só aumentaria, até que começasse a soluçar e ficasse além da coerência.
Por isso, foi um alívio quando escutou a chave girar outra vez, segundos antes que a porta se abrisse. As dobradiças precisavam ser engraxadas, pensou desarticuladamente, escutando vários passos entrar no quarto.
- Olá?
- Sim, é bonita.
- Sim, é. - disse Miss Otto - Paguei uma dinheirama por ela, mas mereceu. Inclusive não necessita a operação.
Alguém ofegou, em um som agudo, de criança.
- Por que não?
Gina se encolheu quando a rodearam, permanecendo muito perto para sua comodidade. Seus perfumes se mesclaram em uma nuvem desorientadora de fedor, não disfarçando suficientemente os corpos sem lavar... Todos empestavam a aquele aroma que ela não podia identificar.
- O que se passa?
Elas a ignoraram. Miss Otto disse:
- É cega por causa de algum acidente, não consegui os dados concretos. Tudo o que sei é que arrebatou a visão e sua capacidade de engendrar herdeiros. - riu, mas em sua risada havia pouca diversão - Ela é um dom do céu, não é mesmo, moças?
Todas fizeram vários sons de acordo. As lágrimas ferroaram os olhos de Gina ante o aviso de sua vergonha, e abaixou a cabeça, estremecendo quando alguém tocou sua bochecha e tratou de escapulir quando outra tirou seu chapéu, arrancando vários fios de seu cabelo ao não tirar os primeiro alfinetes. Ela gemeu.
- Posso ficar com ele Fraulein Matilda?
- Pode Bettina, a rapariga presunçosa não o necessitará. - A mulher mais velha cacarejou.
Os dedos se inundaram em seu cabelo, soltando os alfinetes que o sustentavam.
- Ela tem o cabelo bonito. - disse outra moça - Nenhuma vez vi um tom como este. O que lhes recorda?
- Aos leões vermelhos que protegem Midnight Manor. - disse a moça que ela pensou havia roubado seu chapéu, e com uma indireta de medo em sua voz.
Miss Otto fez um som estranho.
- Não me digam garotas que estiveram à espreita ao redor de Midnight Manor, esperando dar uma olhada em Herr Potter? Pensava que tinham mais senso comum, Ingá e Bettina. Não há explicação para as singularidades dos ricos. Ele é somente um tipo estranho, levando posta essa máscara. Não há nenhum mistério ali, digo-lhes.
- Sim, Fraulein Matilda. - disse a moça com a voz mais profunda - Claro.
A outra moça interrompeu.
- Os olhos da Fraulein recordam a peniques.
- O que são peniques? -perguntou a outra moça.
- Dinheiro americano. Um senhor me mostrou isso uma vez.
- Certamente que não foi tudo o que ele te mostrou. - A moça riu escancaradamente.
- Pensa você que a Fraulein presunçosa desmaiará a primeira vez que sentir um membro? - perguntou a moça com voz de criança antes de rir bobamente.
Gina estremeceu ante o insensível comentário, não podia acreditar que estava em um bordel, sem mencionar que era propriedade da senhora do bordel. Sabia que os Bonner sentiam pouco afeto por ela, mas nunca tinha previsto que eles a odiassem. Como, a não ser por isso, poderiam tê-la condenado a este destino, se não a desprezassem?
- Penso que ela tem os elementos de uma boa puta. - disse Miss Otto. - Há algo sobre sua atitude dissimulada, algo sob a superfície. Certo que ela ofegará para cair com as pernas ao ar em pouco tempo.
- Você se engana. - espetou-lhe Gina, empurrada além de sua resistência - Não ficarei aqui, e nunca me parecerei com vocês, putas. - A palavra queimou sua língua, e lhe acrescentou tanta repugnância como se podia colocar a esta única expressão, lançando um grito quando alguém esbofeteou duramente sua bochecha.
- Mantenha a língua educada, Fraulein, que não seja eu quem lhe recorde isso. Penso que lhe daremos um primeiro cliente muito especial para mostrar qual é seu lugar. - O tom de Miss Otto trocou, indicando que tinha girado sua cabeça. - Freiherr Mueller virá esta noite, Inga?
- Sim, Fraulein Matilda. Vem cada sábado que se espera a uma nova garota.
A risada de Miss Otto enviou tremores à espinha de Gina.
- Excelente. Prepararemos a Fraulein para sua noite de paixão?
Gina tratou de lutar contra elas quando três pares de mãos a tiraram da cama, grunhindo quando a levantaram, e então começou a gritar.
- Segue praticando, Fraulein Gina. - disse Miss Otto com prazer evidente - Freiherr ama ouvir os gritos de suas companheiras de cama.
- Alegro-me de não ser eu. - sussurrou a moça mais velha - Não pude caminhar durante uma semana a última vez que atendi ao Freiherr.
O estômago de Gina se atou em nós quando todas deixaram o quarto caminhando para o corredor. Os pisos de madeira rangeram sob o peso de Miss Otto, e, fervorosamente rezou para que o chão se quebrasse abaixo delas, a morte não lhe parecia um mau modo de evitar seu destino.
Entraram em outro quarto, e Gina foi posta em pé, pronunciou um protesto quando umas mãos tiraram dela a lã de sua jaqueta de viagem. As indignidades não terminaram ai, as três mulheres logo tiraram seu espartilho e calcinhas. Gina tratou de sustentar seu espartilho de arcos, mas o tiraram facilmente, agarrou-se ao cinturão de suas calcinhas, mas alguém rasgou o fino linho de seu corpo, deixando-a nua e tremente.
Algo rangeu, seguido do som da água ao precipitar-se em uma bacia de porcelana ou uma tina. Surpreendeu-se de que o bordel pudesse permitir-se encanamento de interior, mas este pensamento fugiu dela quando alguém a empurrou de costas na água.
- Separa suas pernas. Vamos ver pelo que paguei.
Gritou e açoitou suas mãos, salpicando a água por toda parte sobre ela e as duas moças quando lhe abriram e separaram suas pernas. Seus alaridos se intensificaram quando dedos tão grossos como salsichas invadiram seu sexo. Empurrou dentro dela, fazendo-a gemer roucamente pela dor aguda que acompanhou.
Miss Otto fez um som de prazer.
- Ela é pura, como sua tia me assegurou. Freiherr estará duplamente contente.
- Ela tem peitos bonitos. - disse a criança - Olhem seus mamilos rosados pálidos.
- Os seios de uma senhora fina. - replicou a mais velha, com uma inflexão zombadora em seu grosso acento, antes de dissolver-se em risadas tolas, seguiu seu comentário, beliscando um dos mamilos de Gina com a suficiente força para trazer lágrimas a seus olhos.
- Freiherr Mueller os marcará com sombras arroxeadas. - Miss Otto predisse enquanto retirava sua mão.
Gina se aconchegou na tina, apertou suas pernas as fechando, e cedeu ante as lágrimas. As moças zombaram pelo pranto, mas ela as ignorou. Não encontraria a compaixão com este molho desumano, assim, que diferença haveria se mostrasse suas emoções? Uma vez que o temido Freiherr terminasse com ela, nunca mais seria a mesma, a arruinaria, como elas foram arruinadas.
- Terminem com ela, moças, e logo retornem abaixo, os homens se impacientarão com só Patrice e Marta entretendo-os. Ao partir deixem Fraulein presunçosa fechada com chave no quarto em que Hans a colocou antes, até que Freiherr chegue.
Gina ouviu a despedida da horrível mulher, mas não levantou sua cabeça, não tratou de suplicar às moças quando elas a lavaram com um sabão de forte aroma, inclusive quando invadiram suas áreas pessoais. Qualquer que tivesse sido a humanidade que pudessem ter tido alguma vez, queimara-se sob a propriedade de Miss Otto. Perguntou-se se terminaria justamente como elas, aquele pensamento a assustou quase tanto como qualquer das torturas que a esperavam nas mãos do Freiherr.


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