FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

2. Luz no mar de trevas


Fic: A VIDA DE UM MAGO H-G -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________





Capítulo Dois - Luz no mar de trevas


Quando a primeira guerra estava no seu período mais crítico, uma bruxa, descendente da grande vidente Cassandra Patrícia Trewlaney, e amiga pessoal de Dumbledore, fez uma profecia sobre o fim do conflito, não se sabe se profecias escolhem ou não um lugar e o tempo para serem reveladas, mas esta sem dúvidas aconteceu no pior lugar possível.

Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore tinha marcado uma entrevista de emprego para a vaga de professora de adivinhação com uma velha conhecida, na taverna de seu irmão Aberforth Dumbledore, Cabeça de Javali, em Hogsmeade. Estava disfarçado, pois além de diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, também era o líder da Ordem da Fênix e, segundo contam, era o único bruxo vivo que o Lorde Negro temia.

Alvo Dumbledore estava conversando num canto do bar com seu irmão, quando chegou sua convidada, Sibila Patrícia Trewlaney. Ele se apressou em encerrar a conversa com Aberforth, e com um aceno chamou a amiga, que estava à sua procura, já ele tinha avisado que estaria com um capuz cinza cobrindo seu rosto e que faria um feitiço para esconder sua enorme barba branca.

- Como vai minha querida Sibila?-diz Dumbledore oferecendo um sorriso, ainda com o capuz cobrindo parte de seu rosto.

- Olá meu amigo. Estou como todos, Alvo, me escondendo. Infelizmente não são tempos de paz, são tempos negros, e parece que fica cada vez pior – sentou-se à sua frente e foi servida de uma cerveja amanteigada oferecida por Alvo.

- Sabe, minha querida Sibila, alguns estão lutando para garantir um futuro melhor para seus filhos, e não apenas se escondendo, na espera de que seus destinos sejam definidos pelos outros.

Sibila concordou com a cabeça e disse: -É verdade meu amigo, e estou aqui para oferecer meus serviços nesta luta, e não apenas como professora de Hogwarts, como sua carta me adiantou. Sei que ao seu lado estarei no lado do bem, meu amigo.

Nisso entra um sujeito de capuz preto, indo de encontro ao balcão do bar. Dumbledore pensou um pouco e logo disse com tom bastante sério: - Vai ser uma Honra para nós recebê-la como professora de adivinhação, e como uma integrante da Ordem também. Mas vamos, vou te levar ao colégio. Diga-me onde estão suas malas e mandarei os elfos-domésticos buscarem.

Sibila, ansiosa com a notícia disparou a falar: - Estão na casa de Ágata Timms uma velha amiga a casa dela e ao lado da Dedosdemel.

Dumbledore, com sua atenção virada já há algum tempo para pessoa que entrou no bar disse: - Está certo, minha cara. Vamos porque há pouco entrou um sujeito muito suspeito.

Quando estavam indo de encontro à porta, um vento gelado saiu não se sabe de onde, e Sibila começou a virar os olhos. Quando Dumbledor tentou se aproximar dela para tirá-la do transe, foi arremessado longe e a nova professora de adivinhação começou a falar: Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece... e um – nisso o diretor levantou sua varinha e gritou: - Surdazuma – trata-se de um encanto que fez com que todos no bar ficassem surdos temporariamente, de modo que apenas ele pode ouvir o final da profecia - dos dois deverá morrer na mão do outro pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver... aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar ... Gryffindor e Slytherin será. Dizendo isso, desmaiou.

Alvo pegou a professora no colo e aparatou na casa de Ágata Timms. Ela demorou cerca de 10 minutos para acordar, e quando abriu os olhos os dois amigos estavam à sua volta. Imediatamente perguntou o que ouve.

Dumbledore, até então absorto em seus pensamentos, falou: –Você não se lembra, minha cara?

Professora Sibila, meio aérea ainda, falou pausadamente, tentando se lembrar como parou ali : - Não de tudo, só me lembro de estar fazendo uma profecia, mas não me lembro dela toda, pois foi a primeira que eu fiz.

Dumbledore falou calmamente: - Eu lancei um feitiço no bar para que ninguém, além de mim, escutasse suas palavras, e tinha dúvidas se você também tinha memorizado, mas vejo que não. Seu eu pedisse que isso ficasse em segredo entre nós e deixasse o resto da profecia somente para meus ouvidos o que diria?

A professora Sibila, mesmo curiosa, disse: - Confio no senhor e sei que irá fazer a coisa certa – Dumbledore suspirou aliviado e respondeu: - Fico muito grato. Agora vou voltar ao bar e descobrir quem escutou o início da profecia. Minha cara Ágata, muito obrigado novamente pela hospitalidade e me desculpe pela forma rude que chegamos aqui. Aparatar na casa dos outro sem ser anunciado. Foi a primeira e espero que última vez que farei isso, estou realmente envergonhado.

A mulher totalmente encabulada e corada por esta recebendo em sua casa ninguém mais ninguém menos que Alvo Dumbledore, respondeu: - Não tem de que se desculpar, professor, é uma honra recebê-lo em minha humilde casa.

Nisso Dumbledore aparatou em um corredor nos fundos do bar do irmão, e logo avistou-o. Com uma voz aflita, coisa muito rara no bruxo, perguntou ao irmão: - Conseguiu saber quem estava no bar...

Aberforth, meio constrangido, interrompeu o irmão: - Alvo, eu e meu ajudante, Berto Higgs, conseguimos apaga a memória todos os que estavam aqui. Apenas um escapou, e infelizmente era Severo Snape. Desculpe-me, meu irmão, mas ele era muito bom. Eu consegui fazer um feitiço anti-aparatação, mas eram muitos aqui, tinha oito pessoas contra nós dois. Já limpei a memória do meu ajudante também, mas ainda assim creio que a notícia chegará a Voldemort.

Dumbledore, pensativo, olhou para o irmão e disse: –Não se martirize, meu irmão eu não faria melhor. É uma pena, meu caro, que essa notícia se espalhe assim, mas nem tudo está perdido. Esta profecia é uma luz nesse mar de incertezas. Caberá a nós proteger esse menino, mas não é isso com que estou preocupado, meu irmão. Se um menino, que nem nasceu ainda, é o único com poder suficiente para matar Voldemort, é sinal de que esta guerra ainda vai durar muitos anos, e não sei se vamos agüentar tanto tempo. Mas enquanto houver uma única pessoa disposta a lutar contra as trevas, as forças do bem não se desesperarão e hão de vencer.

Snape chegou no quartel general das trevas e foi logo contar ao mestre tudo o que aconteceu no Cabeça de Javali: que enquanto um bruxo alto de capuz cinza conversava com Sibila Trelawney, esta entrou em transe e começou a anunciar uma profecia, sobre o Lorde e de um garoto que estava para nascer. Disse também que infelizmente só escutou parte da profecia, devido intromissão do bruxo encapuzado, que usou o encanto surdazuma, e que quando tentou capturar a vidente eles desaparataram dali, que o Aberforth Dumbledore e mais um ajudante tentaram estuporar a todos, provavelmente para apagar-lhes a memória, mas ele conseguiu fugir por pouco. Por fim, relatou sua conclusão: - Mestre, estive pensado, como o Cabeça de Javali é protegido com feitiços anti-aparatação, acho que o bruxo que estava com a vidente só podia ser Dumbledore, que como irmão do dono deve ter permissão para aparatar ali.

Voldemort, que em seu trono com sua cobra Nagini enroscada aos seus pés, estava escutou tudo atentamente, procurando assimilar as informações: - Concordo com você, Snape, que era Dumbledore com certeza, mas um menino capaz de me derrotar isso tenho minhas dúvidas. –

De repente, começou a repetir o que Snape havia lhe contado: - Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece... e um - que raio de poder será esse, quem me desafiou e saiu impune foram poucos; apenas 5 pessoas pelo que me lembre, mas ninguém me enfrentou mais de duas vezes e ficou vivo... a não ser que seja o casal Longbottom... sim, eles juntos me desafiaram três vezes. Ah, não posso me esquecer dos Potter. Snape, qual dos dois casais é o escolhido? Qual das duas esta grávida? Procure saber essa informação prá ontem. Saia agora, ainda tenho muito em que pensar .








Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.