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3. Volta interresante


Fic: Waris Darah - VOLTEI


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Um ano avia passado em que exatamente aqueles sete jovens aviam sumido do mapa, raramente dando noticias ou ate não as dando, e no exato momento Dumbledore estava em sua sala pensando no estranho fato que fez os sete jovens sumirem ao mesmo tempo do mundo e ate agora não darem noticias. Sabia que Hermione estava com Kalisto então não tinha o que se preocupar, so uma coisa com isso o atormentava, o que Hermione faria assim que o treinamento terminar? Tinha muitas idéias, mas esperava que nenhuma se cumprisse.

Outro fato estranho foi a no dia primeiro de setembro no ano anterior, Snape não era muito de ficar as férias todas em casa, sempre que ia passava o primeiro mês mas logo após voltava, mas dessa vez ele passou as férias inteiras em casa e quando voltou estava com sua oclumencia muito mais forte como se temesse que alguém lesse sua mente e isso também o preocupava, pensando nisso despertou de seus pensamentos com duas batidas na porta e falou um brevemente “entre”.

- Alvo hoje é o dia de mandar as cartas para os alunos que iram vir a Hogwarts. Mas temos um problema, e os jovens que sumiram? Como iremos saber se virão ou não se ninguém sabe suas localizações? – perguntou Minerva realmente preocupada com tal coisa.

- Eu também estava pensando nisso minha cara Minerva ater que me lembrei de um fato curioso, as corujas que entregam as cartas de Hogwarts, tem um tipo de Dom, elas alem de serem mais rápidas que muitas corujas encontram qualquer pessoa em qualquer lugar então com isso não precisaremos nos preocupar e sim se eles viram. – Explicou Dumbledore.

- Certo, Alvo então irei fazer as cartas deles e logo enviarei so espero receber uma resposta. – Suspirou ela antes de sair da sala.

- Eu também espero Minerva, eu também espero.

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Recém eles dois aviam chegado no salão para almoçar e o mesmo já estava muito descontraído, em quanto comiam os dois faziam a comida dos outros da mesa subirem, criarem desenhos, saírem voando ou ate mesmo as tacando nos outros, o que gerava uma pequena guerra de comida que logo voltava ao normal. Foi nesse clima de brincadeira quando duas corujas das torres adentraram o recinto e pararam na frente dos dois mais novos ali.

- São cartas de Hogwarts?! – Perguntaram ao mesmo tempo atônitos com tal coisa.

- É parece que sim. Não vão abrir?

- Vamos, mas como elas nos encontraram? Achei que aqui ninguém podia nos encontrar.

- É, mas pelo visto Hogwarts tem suas artimanhas. – Falou a mulher mais velha em tom de brincadeira.

- Então ta. – Sem se importar abriram as cartas e leram o seu conteúdo e estouraram numa gargalhada, vendo que os adultos os olhavam de uma forma esquisita a mais nova tratou de ler a carta para eles.

Cara Srta. Weasley

Venho em meio a esse a convidar a ingressar o sexto ano da escola de magia e bruxaria de Hogwarts estando sujeita a fazer um teste para ver se suas habilidades forem apropriadas para o sexto ano da mesma, caso contrario terá de fazer o quinto ano, já que uma vez não o fez. Se decidires aceitar esse convite mande uma carta ate nos no maximo ate o dia vinte e oito de agosto confirmando sua vinda, o expresso de Hogwarts saira as onze horas do dia primeiro de setembro da estação de King Kros. E anexado a essa carta vem a lista de materiais.

Agradecendo sua atenção.

Minerva McGonagall
Vice - diretora.

- Da para acreditar nisso? Se forem fazer um teste eu não entro nem mais no sétimo ano pelos meus poderes. – Resmungou Gina.

- A minha esta a mesma coisa so que diz para o sétimo ano. – Suspirando Rony se vira para Remo. – Então Remo, Shayne o que vocês acham que devemos fazer?

- Bom, vocês disseram que queriam ajudar o seu amigo quando ele voltasse, e também que deis do fim do ultimo ano ele nutria um ódio muito grande pelo diretor, então seria bom ficarem perto do velho para quando o amigo de vocês voltar, esteja por dentro das coisas.

- Deixe os seus amigos pertos e os inimigos mais perto ainda. – Ditou Gina com o olhar vago. – Alem disso podemos tomar conta dos sonserinos.

- Por mim, tanto faz. – Deu de ombros Rony mostrando que não se importava em nada a decisão que houvesse

- Certo, então vocês iram para Hogwarts, mas deveram fazer algo quando forem fazer os testes. – E com um movimento de mão conjurou dois anéis, um masculino e outro feminino. – Usem esses dois anéis na hora do teste, eles inibiram uma parte da magia de vocês para que demonstrem so o que precisam, assim ficara mais fácil para os dois. – Terminou tacando um anel pra cada.

- Certo, nos vamos arrumar nossas coisas, parece que ta na hora de voltar para casa. – Terminou mais para si do que para os outros Gina indo em direção ao seu quarto sendo seguido por seu irmão.

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Acabava de sair de mais um treino de esgrima, ou melhor, mais uma luta de esgrima. Era freqüente as ter agora, sempre que lutava o fazia com pessoas mais velhas e com mais experiência assim conseguia ganhar mais habilidades. Recém tinham a avisado que o almoço estava quase pronto, ainda não entendia como conseguiam fazer um almoço tão bom, mas não se importava muito com isso, sentia saudade de casa e mesmo que ali estivesse sendo preparada para o que estivesse por vir, sentia falta de casa e não via a hora de voltar.

Assim que entrou no banheiro calmamente retirou a roupa e se direcionou ao boxe, assim que a água tocou o seu corpo sentiu um leve arrepio, mas logo parecia que a água levava todo o esforço que tinha feito durante a manha e sentia que seu corpo ficava cada vez mais leve, ficou assim por uns vinte minutos e quando saiu se secou e colocou uma leve roupa por cima do corpo e com um movimento de mão secou os cabelos para logo após sair em direção do salão principal. No momento que chegou todos que ali comiam já estavam sentados na mesa conversando sobre algo que não deu importância e logo sentou em seu lugar quando alguém começou a conversar com sigo.

- Luna querida temos algo para você. – Disse Lia esposa do rei.

- O que seria Lia?

- Hoje pelo amanhecer encontraram uma carta para você no limite do campo dos homens. – Falou retirando algo que estava em cima da mesa. – Aqui esta ela querida.

- Mas, mas é uma carta de Hogwarts. – Falou atônita com tal fato.

- Leia para nos querida. – Pediu Ellesar.

Cara Srta. Lovegood

Venho em meio a esse a convidar a ingressar o sexto ano da escola de magia e bruxaria de Hogwarts estando sujeita a fazer um teste para ver se suas habilidades forem apropriadas para o sexto ano da mesma, caso contrario terá de fazer o quinto ano, já que uma vez não o fez. Se decidires aceitar esse convite mande uma carta ate nos no maximo ate o dia vinte e oito de agosto confirmando sua vinda, o expresso de Hogwarts saira as onze horas do dia primeiro de setembro da estação de King Kros. E anexado a essa carta vem a lista de materiais.

Agradecendo sua atenção.

Minerva McGonagall
Vice - diretora.

Assim que terminou de ler olhou diretamente nos olhos do rei para falar. – O que o senhor acha que devo fazer mestre?

- Acho que deve voltar querida. Seus amigos vão precisar de você mais do que nunca agora, e aquele que se diz lord Voldemort fica a cada dia mais forte e precisaram da sua ajuda para vencê-lo.

- Ouça ele Luna, e assim poderá rever seus amigos e seu pai os quais tem tanta saudade.

- Esta certo, so terminarei de comer e irei arrumar minhas coisas. A hora de voltar chegou.

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Fazia tempo de mais que o garoto estava ali, ainda não entendia como puderam receber um humano naquele lugar, isso deveria ser inaceitável era o que pensava no inicio de tudo, que besteira foi pensar assim, no inicio do treinamento fazia de tudo para esculachar o garoto, mas com o tempo o garoto evoluiu e já merecia o seu respeito, não parecia o garoto gorducho e destrambelhado de quando chegou, agora parecia mais firme de si e com determinação aprendeu tudo o que a sua raça tinha a ensinar a ele, mas alem de tudo o que mais lhe chamava atenção nele é que quanto mais ele tentava esculachar ele o garoto tentava de tudo para fazer melhor é o garoto não desiste nunca mesmo.

Foi com esses pensamentos que adentrou a caverna de treinamento do garoto e com um sinal foi em direção a Beiron, tinha que falar com ele e mostrar o que tinha chegado.

- Beiron?

- Sim. – Respondeu o centauro líder que o olhou desconfiado.

- Chegou a carta, o senhor tinha razão, Hogwarts o esta convocando novamente. – Falou um pouco triste, porque mesmo com as birras acabou se apegando no garoto. – O que o senhor vai fazer?

- Vou mostrar a ele, é hora dele voltar para o convívio com os humanos, ele precisa aprender coisas que nos não podemos ensinar. Neville?! Venha aqui. – Assim que falou o garoto parou rapidamente o que estava fazendo e em segundos já estava na frente do centauro e fez uma leve reverencia.

- Senhor? Algum problema? – Perguntou preocupado.

- Não meu caro, chegou uma carta de Hogwarts para você. – Falou entregando a carta a ele.

Caro Sr. Longbottom

Venho em meio a esse o convidar a ingressar o sétimo ano da escola de magia e bruxaria de Hogwarts estando sujeito a fazer um teste para ver se suas habilidades forem apropriadas para o sétimo ano da mesma, caso contrario terá de fazer o sexto ano, já que uma vez não o fez.. Se decidires aceitar esse convite mande uma carta ate nos no maximo ate o dia vinte e oito de agosto confirmando sua vinda, o expresso de Hogwarts saira as onze horas do dia primeiro de setembro da estação de King Kros. E anexado a essa carta vem à lista de materiais.

Agradecendo sua atenção.

Minerva McGonagall
Vice - diretora.

- O senhor acha que devo ir mestre? – Pergunta indeciso.

- Acho Neville, aqui você evoluiu muito, mas lá você ira aprender coisas que nos nunca poderemos lhe ensinar. – Fala mesmo triste, mas tento a certeza que isso seria melhor para o garoto.

- Certo vou arrumar minhas coisas e vou voltar para a casa de minha avo, com sua licença. – Assim que terminou com um semblante serio saiu em direção aos seus aposentos.

- O senhor acha que foi certo isso senhor? – Pergunta Berot vendo o garoto partir.

- Mais do que qualquer um você evoluiu Berot. Aqui com o garoto no inicio você o menosprezava achando que por ser uma raça de onde muitos nos julgam ele seria assim, mas quem agiu assim foi você, mas após ver o jeito dele começou a se redimir com o próprio e hoje posso garantir que vocês se tornaram muito amigos e que sentiram falta um do outro. – Respondeu com o olhar vago.

- Mas o senhor não respondeu a minha pergunta, senhor. – Falou tentando compreender o que ele lhe disse, mas mesmo sem responder Beiron saiu caminhando lhe deixando so com seus pensamentos.

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Em momento algum de sua vida se imaginou naquela situação. Estava com uma camisa de física preta, uma calça preta meio folgada e com leves tênis, estava fazendo alguns feitiços que seu mestre tinha lhe ensinado, se lembrava que na primeira vez que tentou o fazer caiu desmaiado por não ter forca o bastante para ficar acordado, mas ficou feliz em saber que mesmo assim tinha conseguido.

Estava bem diferente, mas não tinha visto o tempo passar a única coisa que o fazia se lembrar do tempo era ela. Ela sempre estava em seus pensamentos e era o que o fazia sentir saudades de casa, mas bem fazer o que, estava fazendo isso para ajudar ela e os outros. Foi com esses pensamentos que sentiu um movimento a suas costas e num piscar de olhos retirou a sua espada da banhinha e colocou no pescoço do invasor.

- Muito bem Draco, seus sentidos estão bem afiados, e isso é muito bom. – Aplaudiu Kiram assim que o loiro tirou a lamina de seu pescoço.

- Mas não foi por isso que veio aqui atrapalhar meu treino, certo? – Falou arrogante, sabia que tinha que ter um bom motivo para ele ter vindo ate si e interromper um treino.

- Bom, vejo que já percebeu algo diferente. Sendo assim não vou mais enrolar então, aqui esta uma carta de Hogwarts para você. – Falou entregando a carta para o garoto.

Caro Sr. Malfoy.

Venho em meio a esse o convidar a ingressar o sétimo ano da escola de magia e bruxaria de Hogwarts estando sujeito a fazer um teste para ver se suas habilidades forem apropriadas para o sétimo ano da mesma, caso contrario terá de fazer o sexto ano, já que uma vez não o fez. Se decidires aceitar esse convite mande uma carta ate nos no maximo ate o dia vinte e oito de agosto confirmando sua vinda, o expresso de Hogwarts saira as onze horas do dia primeiro de setembro da estação de King Kros. E anexado a essa carta vem à lista de materiais.

Agradecendo sua atenção.

Minerva McGonagall
Vice - diretora.

Sem nem esperar resposta de seu mestre com um olhar decidido começou a falar. – Vou ir. O senhor me ensinou tudo o que sabia e o que eu quiser aprender a mais terá de ser por minha conta, e quanto mais perto eu estiver mais fácil de proteger eles será.

- Vejo que já sabe tomar decisões certas meu rapaz. – Suspirou mestre Kiram. – Sendo assim como viu não tenho mais nada para lhe ensinar so tenho uma coisa a lhe dizer.

- E o que seria mestre?

- Sabe quando eu era pequeno meu pai me falou uma coisa que ate hoje não esqueço. – Começou assustando Draco que sabia que seu mestre não gostava de falar da infância. – Ele me disse que muitas vezes as pessoas que consideramos nossos maiores inimigos, são na verdade nossos melhores amigos a quem nos devíamos confiar plenamente, mas que por uma peça do destino os fazem inimigos.

- Mas o porquê de me dizer isso agora senhor? – Pergunta confuso não entendendo onde ele queria chegar com aquilo.

- Muitas vezes não podemos dar as respostas que todos querem, mas posso lhe garantir que isso lhe servira de resposta numa de suas futuras perguntas, so mantenha isso em mente. – Disse se encaminhando com o jovem para os aposentos do mesmo.

- Certo, pode deixar que vou ter isso em mente, mas agora com sua licença vou arrumar minhas coisas, tenho alguns assuntos a tratar ainda antes de ir a Hogwarts.

E sem mais delongas começou a arrumar suas coisas, pois daqui em diante sua vida seria, como dizem os trouxas, uma caixinha de surpresas. So não sabia que essa caixinha iria lhe pregar uma enorme peça.

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O tempo avia passado e ela sabia que sua pupila avia mudado e mudado muito, não parecia mais àquela garota que tinha chegado ali, assustada, fragilizada com a morte dos pais e triste por não estar com seus amigos, a não, essa não era mais a garota que estava ali. Agora aquela garota frágil avia se tornado uma verdadeira mulher, continuava a mesma, mas ao mesmo tempo diferente. Quando precisava, era fria, calculista e assassina, também com tudo que tinha aprendido.

Mas tinha horas que ela era doce, meiga e gentil, é tinha se tornado uma mulher de duas faces, e ainda por cima tinha criado um corpo de invejar qualquer uma como ela mesma dizia, uma beleza fatal. So queria ver agora qual seria a decisão da morena ao ver o que tinha chegado para ela, so esperava que ela não tomasse à errada.

- HERMIONE! – Gritou assim que viu a garota a uns quinhentos metros a sua frente e assim que viu a sua mestra a chamando desapareceu do nada para logo aparecer na frente de sua mestra que estava com uma faca protegendo o pescoço de outra que vinha de sua aprendiz.

- Não viu que espantou a minha presa?! – Falou indignada. – Mas o que qui você quer?

- Chegou uma carta para você, que acho eu seria de seu interesse. – Falou entregando a carta de Hogwarts.

Cara Srta. Granger.

Venho em meio a esse a convidar a ingressar o sétimo ano da escola de magia e bruxaria de Hogwarts estando sujeita a fazer um teste para ver se suas habilidades forem apropriadas para o sétimo ano da mesma, caso contrario terá de fazer o sexto ano, já que uma vez não o fez. Se decidires aceitar esse convite mande uma carta ate nos no maximo ate o dia vinte e oito de agosto confirmando sua vinda, o expresso de Hogwarts saira as onze horas do dia primeiro de setembro da estação de King Kros. E anexado a essa carta vem a lista de materiais.

Agradecendo sua atenção.

Minerva McGonagall
Vice - diretora.

- É uma carta de Hogwarts. – Falou sem se importar muito.

- E o que você vai fazer agora?

- Vou ir você já me ensinou tudo o que sabiá, esta na hora de voltar e ajudar meus amigos que pelo o que você falou a situação lá não esta das melhores.

- Realmente Dumbledore esta preocupado mesmo com isso, mas aquele velho caquético não faz nada para diminuir o numero de comensais, claro que vai ficando cada vez pior.

- Certo, vou ir arrumar minhas coisas, quero voltar amanha logo pela manha. – Explicou se dirigindo para a casa.

- Vai para Hogwarts? Direto para lá? – Perguntou.

- Não, lá Dumbledore vai querer me controlar, eu vou para o caldeirão furado. – Assim que a garota terminou de falar se afastou rapidamente para a casa.

- É alvo, criou uma arma que você não poderá controlar e que é movida pela vingança. – Murmurou antes de entrar na casa.

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Nesse ano que avia passado muita coisa avia mudado, assim que Voldemort declarou Harry sendo um problema a menos começou a atacar com todas as suas forças e por todos os lados, a ordem da fênix avia perdido muitos integrantes e a cada dia isso so aumentava, e se não fosse por uma ordem que avia surgido das sombras começar a lutar contra os comensais eles sabiam que a essa hora já não existiria mais ninguém do lado da “luz” para lutar.

- Realmente senhores devo dizer que nossa situação esta um tanto critica, Voldemort continua atacando e cada vez mais forte agora que o Harry sumiu. – Falou com pesar alvo.

- Se você nos desse autorização para matar eles garanto que não estaríamos com esses problemas Dumbledore. – Falou um novo integrante da ordem que não conhecia.

- Vocês tem que entender q... – Alvo já não pode mais continuar, pois uma voz fria a arrogante adentrou o cômodo e todos procurava de onde vinha.

- Que se nos os matarmos estaremos nos abaixando para o mesmo nível deles, e que com o amor iremos ganhar essa guerra. – Terminou agora um ser saindo das sombras e fazendo todos o apontarem a varinha. – Francamente Dumbledore mude o disco por que esse já riscou. Você ainda acha que vencera essa guerra so com o “amor”? Pois eu respondo NÃO, você não ira vencer a guerra assim, o maximo que você conseguira é mais corpos do famoso lado da “luz”.

- Quem você acha que é para entrar aqui e falar tudo isso? Ou melhor quem é você e como conseguiu entrar aqui? – Perguntou Moody rosnando.

- Bom, me chamam de muitos nomes, mas o que ta pegando agora é Azrael e como eu consegui entrar aqui?! Fácil, toda a defesa tem um furo, o maximo que podemos fazer é dificultar para que ninguém as encontres o que não é o caso de vocês. Mas um aviso Dumbledore – Falou guspindo o nome. – Se você se meter com alguém que eu conheço ou fazer mal a alguém que eu goste juro, eu matarei o tom, mas assumo o lugar dele e pode ter certeza eu seria mil vezes pior que ele, e um conselho, mude suas táticas e treine seus discípulos pois assim so conseguira mais corpos mortos que no maximo servirão de inferis para o tio Voldinho. Mas agora se me da licença tenho coisas a fazer.

Assim que terminou de falar sumiu do nada, mas sem que ninguém percebesse deixou um sorriso nos lábios de um certo professor de poções que estava ali.

- Quem era ele e como conseguiu entrar aqui?! – Perguntou Minerva apavorada.

- Sabe, pelo o que parecia, o cara tem um certo ódio por você Dumbledore, so pode ser mais um de seus desafetos. – Falou Snape pensativo, mas com um sorriso no rosto.

- Chega Snape. Vamos continuar essa reunião, temos muitas coisas a decidir ainda. – Terminou Moody que não avia gostado em momento algum daquela visita

E assim ficaram por mais dez minutos agora planejando métodos de saber quem era o estranho ser que avia chegado sem ninguém perceber, e como muitos concordavam Alvo iria preparar um treinamento para os membros da ordem mas assim que a reunião terminou o que mais saiu apressado foi Snape que parecia que tinha algo a fazer. Assim que saiu dali se direcionou ao centro do park que tinha logo a frente da sede e não se espantou a reconhecer uma silueta nas penumbras da noite.

- Belo espetáculo esse que você deu lá. – Falou rindo pela lembrança de todos espantados com o visitante.

- Eu deveria fazer isso, para tanto falar com você como para deixar claro que se eles continuarem assim morreram muito rápido, e hoje todos depositam as suas forças na ordem da fênix. – Falou o ser ainda sem sair das sombras.

- É devo admitir que você mudou muito rapaz, ate ano passado não passava de um fedelho que admirava Dumbledore e suas idéias de herói e que não faria nada para ofende-lo.

- As pessoas mudam meu caro severo, as pessoas mudam quando passam por coisas como as que eu passei.

- E o que você passou nesse ano? As únicas noticias que me dava era so pra dizer que estava vivo e cada vez mais forte. – Falou ate que poderia se sentir que estava triste por tal fato.

- Andei por muitos locais, e como a carta poderia ser interceptada preferi não depositar muitas coisas, mas lhe garanto andei por muitos lugares e conheci bastante gente, mas ainda preciso fazer alguns contatos.

- E precisa da minha ajuda para algum deles? – Pediu duvidando de tal coisa.

- Sim quero que contate essa pessoa, diga que Azrael quer falar com ele, se eu não me engano amanha pela noite ele estará no caldeirão furado, vá ate ele e fale que se ele desejar falar mesmo comigo eu posso dar muitas coisas a ele.

- Você acha mesmo que ele vira conversar com você?

- De inicio não será comigo e sim com Azarel, daí se eu ver que tudo corre bem me mostrarei para ele. – Terminou se virando de costas. – Agora devo ir, mas logo recebera mais noticias, e sabe como me mandar uma carta com a resposta. Ate logo professor.

- Aff, ta na hora de eu me mandar também. – Terminou Snape aparatando direto para Hogsmeade, teria muitas coisas que fazer no outro dia.

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Recém avia chegado ao bar e já estava sentado em sua cama pensando em tudo que ainda deveria fazer, recém avia recebido uma carta de Hogwarts, mas não iria mandar uma resposta, tinha idéias melhores para fazer isso, em quanto esperava o jantar que iria vir direto ao seu quarto como pediu ao Tom se direcionou ao banheiro para tomar um banho. Assim que pisou no Box o chuveiro se ligou e em quanto a água escorria por seu corpo seus pensamentos vagavam em tudo o que avia feito nesse ano, nunca imaginou ele mesmo fazendo tudo o que fez, mas não se importava mais, do garoto frágil é fraco se tornou um assassino forte e temido por muitos do mundo negro, naqueles que viviam no sub mundo de Londres todos sabiam seu nome e agora muitos ate o temiam.

Assim que saiu de seu banho sua janta já o esperava em cima de mesa, logo tratou de come-la em quanto pensava em algumas coisas que deveria fazer nos próximos dias, tinha muito coisa ainda para fazer antes de ir. No momento que terminou de comer, com um, movimento de mão se desfez dela e logo se pois a dormir pois o próximo dia seria muito cansativo.

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O dia já estava no fim, a pouco tempo avia saída de onde treinava com o seu mestre e já estava estalado em um quarto no caldeirão furado sobre discrição de Tom que a cada vez mais achava estranho jovens estarem pedindo descrição para ficarem ali. Mas o mais estranho é que avia recebido uma carta de Snape a pouco tempo dizendo que queria encontrá-lo as oito horas na mesa mais escondida do bar do Tom, o estranho foi como ele soube que o mesmo estava ali e o que ele queria com sigo.

Quando deus cinco para as sete se direcionou ao andar de baixo com um sobretudo negro de capuz com o mesmo lhe escondendo a face e se locomoveu ate a mesa indicada para esperar seu visitante, e bem na hora quando bateu sete horas o ser se sentou a sua frente.

- Pontual como sempre professor Snape. – Falou em tom Sarcástico porem serio.

- Não sou mais seu professor deis do ano passado para me chamar de professor Draco. – Falou Severo sorrindo por ver seu antigo aluno.

- Esta bem Snape mas me fale o que quer comigo? E como sabia onde me achar? – Perguntou indo direto ao assunto, ainda mantinha um pe atrás em tudo isso.

- Digamos que tenho uma “proposta” para lhe fazer, e como lhe achei bom, não fui eu que lhe achei e sim outra pessoa.

- Certo vamos direto ao assunto. O Que quer?

- Bom, você sabe que já fui um grande comensal na primeira guerra so que abandonei por assim dizer o Lord quando ele caiu. – Começou após lançar alguns feitiços de proteção ao seu redor.

- E logo após se reboleou para o lado da trupe de Dumbledore para anos após dizer que estava seguindo ordens do lordinho. – Falou em escárnio.

- Bom na verdade eu soube que você também abandonou o lado do lord, e assim posso lhe dizer que na verdade nunca obedeci ordens nenhuma dele, após um certo fato na época da primeira guerra virei espião para o Dumbledore, V-v-Voldemort caiu e eu não precisei mais mentir, mas agora que Voldemort voltou tive que voltar afirmando sempre ter lhe sido fiel.

- Ok Snape, devo afirmar que sempre o admirei, mas se me chamou para contar historinhas so me fez perder tempo. – Falou se alevantando mas sendo parado por Snape.

- Ainda não terminei. Ano passado tive o prazer de conhecer uma pessoa, Azrael era o nome dele, ele não concorda com os meios de Dumbledore, mas também não concorda com os de Voldemort, ele assim como o mundo bruxo quer matar Voldemort, mas diferente de Dumbledore... Deis de então tenho mantido contato com ele, sempre passando informações sobre Voldemort e Dumbledore. – Continuou tendo a certeza que era vigiado.

- Um agente Triplo. – Comentou sem entusiasmo Draco.

- Exato, mas so fasso isso ainda por que ele me pediu. Mas voltando ao assunto, ele descobriu que você voltava hoje e me pediu para vim falar com você, para ver se você não quer ter digamos que uma reunião com ele.

- Por que eu gostaria de tal coisa? – Perguntou duvidoso.

- Tudo, ele pode lhe dar tudo o que quer, so precisa falar com ele.

- Pode ser proveitoso ate isso. – Falou pensando no caso. – Certo, topo a reunião com ele, mas onde vai ser?

- Esta aqui nesse papel, será amanha e o resto esta tudo explicado. – Terminou e com um movimento se despediu de Malfoy que subiu andando calmamente para o seu quarto em quanto outra pessoa ocupava o seu lugar.

- Vejo que conseguiu o que eu pedi. – Falou o ser com um sorriso frio no rosto.

- Então era você que nos observava? – Sem precisar de confirmação continuou. – Bom consegui, amanha vocês terão a reunião, so quero ver o que vai resultar daí.

- Se acontecer como eu quero, será bons negócios meu caro, bons negócios. – Terminou aparatando de onde estava com um breve manear de cabeça.

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Já fazia dois dias que avia recebido sua carta, e as coisas já estavam prontas, avia já mandado a resposta que esse ano voltaria para a escola. No momento se encontrava sentada na sala esperando sua mestra vir para poder finalmente partir para o seu destino.

- Vejo que já esta pronta. – Não perguntou e sim afirmou Kalisto vendo a mochila.

- Já somente estava a sua espera para eu partir. – Falou sem emoção. – Tenho alguns assuntos para resolver antes de ir para Hogwarts, to penando em vender a casa dos meu pais e o consultório e trocar o dinheiro por dinheiro bruxo.

- Uma boa escolha. Bem não esqueça de me mandar cartas avisando como você ta em?! – Avisou em um tom brando mas duro.

- Pode deixar, lhe mandarei cartas, bem vou sentir sua falta Kalisto. – Falou abraçando a mulher.

- Também vou sentir a sua falta Hermione, mas agora deve partir. – Terminou sorrindo.

- Certo ate mais Kalisto. – Assim que falou a ultima palavra aparatou direto para um beco escuro que ficava próximo ao bar e quando lá chegou já pediu um quarto para To, e que ele não falasse que era ela que estava ali, não queria que Dumbledore soubesse.

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Não avia passado muito tempo deis de quando aviam recebido a carta, mas já estavam ansiosos para voltar para casa, sentiam muita falta de seus pais e irmão, ate as pegadinhas de Fred e Jorge já faziam falta para eles.

- Vocês estão prontos? – Perguntou Lupin aparecendo na porta da sala.

- Sim. Mas antes de irmos agente queria se despedir da Shayne. – Falarão os dois ao mesmo tempo.

- Nossa, agora fiquei emocionada, não sabia que me consideravam tanto para não irem embora sem se despedir de mim. – Falou uma voz debochada vindo de uma outra porta na sala.

- Ora como nos não poderíamos não nos despedir de uma pessoa tão modesta como a Senhora? – Perguntou Rony sabendo que o senhora a fazia se irritar.

- Oras moleque o que eu já falei sobre o senhora. – Resmungou. – Mas bem venham aqui me dar um abraço de despedida. – Terminou ela sendo abraçada por um de cada vez, na hora de Gina foi uma abraço calmo e cheio de saudades já, mas já no do Rony foi um digno abraço Wesley, misturado com alguns rodopios que ele deu com sua antiga mestre para depois a solta-la de cabelos bagunçados e fazendo todos rirem.

- Bom, agora já esta na hora de irmos, seus pais ainda não sabem que nos vamos hoje, pretendi fazer uma surpresa para eles. – Assim que falou ficou lado a lado com os garotos. – Ate mais Shayne.

Assim que falou os três desapareceram no ar apenas deixando uma pequena carta.

Cara Shayne.

No dia que chegamos aqui éramos apenas crianças, mas após o treinamento que você junto de Lupin nos aplicaram, ficamos forte e vimos a vida de uma forma diferente, mesmo com todas as brincadeiras, pegadinhas, gritos, brigas e tudo o que fizemos aqui nesse ano, devemos dizer que você foi uma grande mestra e amiga e nunca a esqueceremos.
Com carinho, Rony e Gina Wesley.

Ps. Esperamos receber cartas suas.

Assim que terminou de ler deu um sorriso triste, sentiria falta daqueles dois, mas era melhor assim, eles teriam muitas coisas a aprender fora daqui agora.

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Já era quatro horas da tarde e Draco já esperava o homem mistérios num certo pub no beco diagonal, não avia entendido o que ele queria com uma reunião em tal lugar, mas iria esperar para ver, quem sabe tal reunião não lhe rendesse algo? Foi perdido em seus pensamentos que viu a porta abrir e por ela entrar um ser vestido todo de preto acompanhado por um capuz que escondia sua face.

- Vejo que veio mesmo. – Falou o ser se sentando em frente ao Malfoy.

- Agora que já viu que eu estou aqui poderia tirar o capuz? Odeio falar com quem não vejo o rosto. – Falou com sarcasmo, não estava gostando da situação.

- Terá que se acostumar comigo assim ate eu saber que posso confiar em você. Mas bem como já deve saber eu sou Azrael.

- E eu Draco Malfoy, agora que as apresentações foram feitas diga o que quer comigo. – Falou sem se importar se ofendia o estranho que simplesmente rio.

- Apressado, mas tudo bem, Fiquei sabendo que a exatamente um ano atrás você fugiu de casa para ir num certo treinamento digamos que do outro lado do mundo, voltou somente com o treinamento e alguns galeos, mas quer fazer muitas coisas antes de voltar a Hogwarts. – Assim que deu uma pausa a cara do loiro ficou lívida e ele pode perceber que ele tentava fechar mais ainda a mente o fazendo soltar uma risada fria. – Não loiro, não estou lendo sua mente, so tenho bons informantes.

- Certo, certo mas o que você me propõem já que sabendo tudo isso deve querer me oferecer algo.

- Esperto, eu posso lhe dar tudo o que você quer, posso lhe dar o poder que precisa para ficar o único titular dos pertences Malfoy e ainda excluir seus pais da herança, alem é claro de ajudar você a completar seu treinamento. – Falou com um sorriso esperando a decisão do loiro.

- Um você me oferece o que eu quero, exatamente tudo o que quero, mas como um bom negociador vai querer algo em troca e o que seria? – Perguntou temendo a resposta.

- Digamos que seus “serviços”, mas ao mesmo tempo nada, com negócios e preciso de alguém de confiança para cuidar dos meus, e algumas outras coisas também que não vem ao caso agora. So preciso saber se você aceita o que eu lhe propus. – Pediu tendo por trás desses muitos outros planos que viriam ao passar do tempo.

- É uma proposta tentadora, mas me pergunto por que exatamente eu e não outra pessoa? – Perguntou, na verdade já tinha sua resposta so queria ver ate aonde isso iria.

- Hum, você e determinado, arrogante e irritante, e devemos ressaltar que quando quer bastante persuasivo. Características que eu procuro em alguém para trabalhar pra mim.

- Esta certo, eu aceito sua proposta. – Falou apertando a mão do homem.

- Certo, fique com isso, quando eu precisar falar com você ou você comigo, basta pressionar esse botão. – Falou lhe entregando um colar preto com verde.

- Ok, mas agora que trabalhamos juntos não poderia pelo menos ver o seu rosto? Ou saber seu verdadeiro nome? – Perguntou ainda querendo saber quem era.

- Uma pergunta justa, mas lhe mostrarei quem sou, mas já não pode mais voltar atrás com sua proposta. – E como um aceno positivo do loiro lentamente retirou o capuz que cobria sua face para espanto do loiro que não imaginava que seria logo ele.

- POTTER?! – Perguntou, ou melhor, gritou. – Não acredito você querendo a minha ajuda.

- As cosias mudaram Malfoy, e quando os rumos mudam as pessoas tendem a mudar com eles. As coisas mudaram para mim e sei que para você também sendo assim digamos que eu e você mudamos em alguns aspectos mas não na essência em um todo.

- Oh falou o grande filosofo. Mas por que agora que eu sei que você é acha que eu continuarei? – Ele não daria o braço a torcer, para o Snape confiar no Potter ele devia ter mudado, mas esperaria para ver o quanto.

- Porque, eu posso ser o potter para os íntimos, mas não deixo de ser Azarel e tudo o que lhe prometi eu irei cumprir e quem sabe eu não acabe convencendo uma certa família a deixar você namorar sua filha? – Perguntou rindo internamente de Draco que colocou a varinha em riste na sua frente como se o ameaçasse.

- O que você sabe sobre isso? Vamos me responda Potter. – Perguntou com ferocidade, ninguém alem deles dois sabiam sobre o seu caso.

- Não seja tolo Malfoy, seu mestre não lhe ensinou que não se deve entrar numa batalha onde não conhece o adversário? Sabe em quanto você ficava treinando com Kiram na china eu rodei o mundo nesse ano, treinei com muitas pessoas e se você não baixar essa varinha lhe mostrarei o porque de muitos que já conhecem meu nome me temerem. – Terminou com um olhar de ódio obrigando Draco a solta-lo.

- Esta certo Potter, mas não pense que serei que nem seus amiguinho, eu não me rebaixarei a você.

- E é isso que eu quero, se fosse pra pega alguém que se rebaixaria eu teria pegado outro. Mas agora devo ir, tenho ainda alguns assuntos a tratar para antes de você voltar a Hogwarts. Aqui nesse envelope contem algumas informações, tem exatamente um mês para voltar a Hogwarts e agora eu botarei quem administrara seu treinamento ate esse dia.

- Como assim meu treinamento Cicatriz? – Perguntou exasperado, ele não avia falado nada sobre isso.

- Ou você é burro ou se faz. – Resmungou. – Malfoy você não queria ficar mais forte e aprender o que seu antigo mentor não pode lhe ensinar? Então com ele você aprendeu coisas como, luta de espada, luta corporal, feitiços de variados tipos e nado so que ainda tem muitas coisas que você não sabe, mas que eu posso lhe ensinar, não exatamente eu já que tenho coisas a fazer mas pessoas da minha confiança. – Explicou olhando num relógio que avia em seu pulso. - Bom mas agora devo ir, no maximo em dois dias seu treinamento começa, ate logo.

Assim que terminou de falar sumiu no ar deixando Draco com seus confusos pensamentos, mas uma coisa ele sabia “muitas vezes as pessoas que consideramos nossos maiores inimigos, são na verdade nosso melhores amigos a quem nos devíamos confiar plenamente, mas que por uma peça do destino os fazem inimigos.” É mestre mais uma vez o senhor tinha razão, a pessoa menos esperada para vir me oferecer ajuda foi justamente a que veio. É a vida avia lhe pregado uma enorme peça.

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O dia em que ira partir avia chegado, na noite anterior eles aviam feito uma festa de despedida para si, mas diziam que não deixariam de se comunicar com cartas, estava um pouco triste de ter de ir embora, mas pelo menos iria rever seus amigos e isso bastava. Recém avia arrumado suas coisas e já estava indo de encontro ao pátio que ligava o aldeia dos altos elfos com o mundo mortal.

- Luna querida, sentiremos muitas saudades suas. – Falou a rainha lhe abraçando carinhosamente. – Não deixe de nos escrever sim?!

- Pode deixar. – Afirmou sorrindo para logo abraçar Ellesar.

- Minha querida, seu tempo conosco acabou, lhe ensinamos tudo o que sabíamos e agira é a hora de você aprender coisas novas pelo mundo. – Falou ele lhe abraçando com muito carinho e uma pontada de saudade.

- E assim eu farei senhor, voltarei ao meu mundo e procurarei novas fontes de aprendizado. – E assim continuou se despedindo de um a um ate que chegou a hora de atravessar a passagem deu um olhar a todos, um olhar cheio de saudade, alegria, cumplicidade e agradecimento para segundos após atravessar a passagem e logo após sem nem piscar aparatou direto ao seu lar, sua casa.

Quando sentiu seus pés tocarem o chão firme do terreno de sua casa aspirou profundamente o ar puro que o lugar exalava, estava do mesmo modo de quando avia ido embora, rapidamente se direcionou ao interior da casa e logo o que procurava encontrou. Seu pai assim que lhe viu abriu um enorme sorriso e veio correndo em sua direção.

- Minha Luna. Que saudade minha filha. – Falou lhe dando um apertado e gostoso abraço.

- Também estava com muita saudade papai. – Respondeu retribuindo o abraço.

E assim passou o resto do dia com seu pai lhe pedindo os mínimos detalhes de tudo o que fez na cidade dos elfos, de como eles agiam, sua comida, e tudo o mais que conseguia pensar e Luna respondia cada uma com um sorriso maior.

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Recém aviam aparatado da mansão e já apareciam em um gramado bem verde com muitas árvores, mas o que mais importava era a estranha casa a frente, uma casa grande mas torta, algo curioso era como aquela casa parava em pé . Os três que aviam aparecido caminharam calmamente ate a casa e quando bateram na porta uma voz forte junto de uma varinha falou.

- Se identifiquem ou morram. – Falou o que parecia a voz de Carlinhos.

- Não sabia que avia voltado da Romênia Carlinhos, mas já que voltou da para abaixar essa varinha e dar um abraço aqui na sua irmã? – Perguntou um dos estranhos que aviam chegado revelando doces mas assassinas expressões de Gina Wesley.

- Gina?! – Perguntou um estupefato Wesley.

- Não, Morgana, claro que sou eu mas agora me da um abraço aqui. – Falou para logo ser abraçada por um alegre Carlinhos, que assim que lhe soltou abraçou Rony e apertou a mão de Lupin.

- Meu Merlin, como eu senti falta de vocês dois, essa casa nunca mais foi a mesma depois que vocês foram embora. – Desabafou o ruivo.

- Sabemos que vocês nos amam, mas agora onde ta a mamãe e o resto do pessoal? – Perguntou um Rony serio entrando na cozinha.

- Nossa quanto consideração comigo, mas tudo bem, Fred e Jorge estão quase chegando, papai pelo viso também, Percy não fala mais com a família e o Gui logo estará chegando com Fleur também, e mamãe esta la em cima. – falou olhando um relógio na parede.

- Bom em tão vamos as boas vindas. – Falaram os dois ao mesmo tempo para depois com um muitos cliques de pessoas aparatando eles gritarem. – OLA FAMÍLIA. – Assim que viram as caras assustadas de todos caíram numa gargalhada geral para logo após serem envolvidos por muitos braços num enorme abraço.

Assim que todos os largaram fazendo mil perguntas a matriarca da família, veio correndo em suas direções para lhes dar um enorme e aparente muito apertado abraço.

- A meus nenês, quanta saudade eu estive de vocês, estão tão diferentes. – falava muita coisa ao mesmo tempo mas como tinha muita gente falando pouca coisa se era entendida.

- Oi mamãe, também estávamos com saudade. – Falou Gina no meio do abraço que sua mae dava tanto a si como a seu irmão.

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Estava em sua casa terminando de olhar alguns papeis sobre as coisas que avia pedido, tudo estava em ordem, logo o treinamento começaria, foi quando um homem vestido todo de preto entrou na sala.

- Vejo que já marcou todos os passos que tem que dar daqui a frente. – Falou o senhor olhando curiosamente para ele.

- Não todos, mas alguns sim senhor. – Respondeu a seu antigo mestre.

- Consegui o que me pediu, o templo de Kilon-yi fica ao norte da china, aos pés da montanha mais alta.

- Sendo assim vejo que devo partir. Ate logo Jack. – Falou aparatando de onde estava direto para um lugar ao norte da china, nem vendo o sorriso maroto que o mestre guardava pensando na pequena informação que não contou ao seu antigo pupilo.

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Recém avia chegado numa pequena cidade ao norte da china, pedindo informações ficou sabendo que o templo Kilon-yi ficava a cinqüenta quilômetros mais ao norte do lugar, pegando as informações corretas aparatou para um lugar bem próximo do templo e acabou deslumbrado com a beleza do lugar, mas ao mesmo tempo indignado.

- Merda, ele falou “nos pés da montanha mais alta” e não na montanha mais alta. – Resmungou vendo que o templo não ficava exatamente nos pés da montanha e sim na mesma.

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Difícil mas não impossível, tentou aparatar lá em cima, mas era bloqueada contra aparatação, sendo assim seria da forma mais difícil, e começou a rapidamente escalar a montanha, já estava escalando a mais de dez minutos quando sente uma forte energia passar por ele e com um sorriso sarcástico olhando para baixo aparata de onde estava ate as escadarias que davam no templo central. Mas nem chegou a dar um passo ouviu muitos passos e quando olhou novamente para frente avia mais de cinqüenta homens ali.

- Que é você? – Perguntou o que parecia ser o líder dos que estavam ali.

- Sou Azrael. – Falou sem se importar e quando estava indo passar pelos mesmos eh barrado como se algo o analisasse no seu intimo mais obscuro para o homem falar novamente.

- Você não ira passar daqui, você carrega o ódio e a morte em sua alma e por tal é considerado impuro e os impuros devem morrer. – Gritou um dos homens que se encontrava ali, acho engraçado o que ele falou, mas logo transparecia ódio quando o cara quase lhe corta a garganta fora.

- Ok agora vocês me irritaram. – murmurou antes de sacar uma espada toda trabalhada e começar a atacar os homens que estavam ali.

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O moreno defendeu rapidamente três golpes consecutivos dos guerreiros, mas sem conseguir se esquivar do próximo acabou sendo atingido de leve pela espada de deles que acabou riscando seu peito de fora a fora, rasgando sua camisa e deixando visível o fino corte que começou a sangrar. Avia percebido que eles eram bons esgrimistas, mas não se importava com isso, eles aviam lhe irritado quando ele chegando na paz eles o atacaram, então resolveu lutar com tudo, agora so via os homens a sua frente e nada mais, antes era ele que se defendia dos guerreiros agora eles que tentavam se defender dele, usava uma seqüência formidável com a espada e com movimentos de luta corporal, um a um foi acabando com os homens que ali se encontravam, desferia golpe atrás de golpe, mas as vezes sofria também alguns, sua camisa já estava com muitos cortes que na pela sangravam, uns mais outros menos mas que todos deixariam cicatrizes, novamente um tentou cortar sua cabeça fora, num ímpeto de ousadia deu um mortal para cima de onde o homem se encontrava e caiu com a espada cortando da cabeça aos pés seu inimigo, tal ato assustou muitos dos que estavam ali, mas também os deixaram com uma maior raiva ainda fazendo seus ataques ficarem mais fortes e perigosos. Mas não ligava, continuou com seqüências de golpes por mais algum tempo ate quando não restava mais nenhum inimigo de pé

Sem se importar agora mais calmo usou um breve feitiço para restaurar sua roupa e lhe tirar todo o sangue que ali continha, começou a caminhar em direção ao templo central sentido a presença de todos e sabia que avia mais daqueles guerreiros ali, mas que por algum motivo não o atacavam. Rapidamente chegou ao templo que queria, mas em sua frente viu a imagem de um homem, alto e imponente, seus cabelos com leves mechas brancas contrastavam com ele pois não parecia ter mais de quarenta anos, sua postura era a de um valoroso rei e com a voz leve mas dura dirigiu a palavra a si.

- Desculpe meu jovem pelo o que passou quando aqui chegou, mas era necessário saber se era digno do que vieras atrás. – falou olhando direto nos olhos do rapaz dando a ele a impressão de estar sendo analisado ate os seus mais íntimos segredos.

- Certo mas agora falando nisso, posso tentar? – Perguntou se referindo a o que avia vindo tentar pegar.

- Claro. Gabriel acompanhe esse jovem ate Lilith. – Falou se dirigindo a um jovem de dezessete anos que avia chegado ali.

- Sim senhor, me acompanhe sim. – Explicou se dirigindo ao templo, caminharam em silencio ate o ultimo andar e com um movimento das mãos abriu as portas que impediam a passagem de quem quer que fosse, mas assim que adentraram Azrael ficou deslumbrado com o que via a espada era linda, seu cabo de um negro tão negro com as mais profundezas trevas e nele se encontrava somente uma pedra vermelha que parecia que dentro da mesma continha sangue de tão vermelha que era e a lamina tinha um tom branco do branco mais puro da terra. Quando a viu foi direto a tocar quando lembrou as palavras do seu antigo mestre, ela tem um espírito, não faça algo que possa a ofender se não você é uma pessoa morta, e antes que pergunte o melhor jeito e deixá-la lhe conhecer, conhecer sua historia e sua vida. Com isso se ligou que assim poderia lhe ofender e pensando nas palavras do senhor resolveu se sentar em frente da espada, e do modo que mais lhe pareceu louco, mas o único modo que conhecia e esperava dar certo deixou sua mente aberta para a espada, so esperava que desse certo, logo sentiu como se alguém revivesse sua vida deis do momento que nasceu ate a hora que avia entrado naquela sala, viu a morte de seus pais, a vida que teve com seus tios, quando entrou em Hogwarts e os perigos que ali passou, a morte de Cedrico e a volta de Voldemort e finalmente a mais dolorida, a morte de Sirius, mas também viu varias boas como ele se divertindo com seus fieis amigos Rony e Hermione entre muitas outras lembranças.

Ficaram três horas revivendo todas suas lembranças quando finalmente a sentiu saindo de sua cabeça, e quando reabriu os olhos a espada a sua frente soltou um grande brilho e então se assustou com uma voz em sua cabeça.

- Minha criança pelo teste você passou, em sua vida soube o que é ódio e amor e hoje experimenta a vingança. A sua vida agora me pertence e eu agora pertenço a você e so você. Seremos um so ate o fim de nossos dias. – Terminou a espada com uma voz doce, mas ao mesmo tempo fria.

Assim que a voz parou, se dirigiu calmamente ate a espada e conjurando um sinto negro a colocou calmamente ali, para logo após sair calmamente da sala e se dirigir ao piso inferior. Quando ali chegou viu que o mesmo homem lhe esperava e quando o viu com a espada soltou um grande sorriso.

- Vejo que passou no teste, agora a espada lhe pertence meu jovem e com ela minha lealdade também, sempre que precisares de minha ajuda so precisa me chamar que em seu auxilio eu irei. – Falou apertando a mão do garoto.

- obrigado, mas antes de partir poderia saber seu nome? – Perguntou Azrael curioso.

- Claro meu jovem. Meu nome é Lion. – Respondeu sorrindo e com um movimento de cabeça com se disse um ate logo o jovem aparatou para um lugar que ele e somente ele sabia sem ouvir as ultimas palavras do homem. – Mae e filho agora em um so, essa guerra tende assim a ser pior do que a ultima. – Terminou se dirigindo para o templo novamente.

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Fazia duas semanas deis do seu inesperado encontro com o Potter e sua vida já avia tomado um novo rumo, antes pensava os modos que poderia fazer para tentar ter posso dos bens Malfoy, mas hoje já não mais se preocupava com isso, recém avia começado um treinamento diferente do que teve com o seu mestre, agora aprendia lutar com armas trouxas, o homem que o ensinava avia falado que a única coisa que o Potter avia lhe falado era que ele iria passar por uma serie de treinamentos, cada um com uma pessoa diferente e o pior que era verdade, antes dele vir para aquele lugar, avia recebido “aulas” sobre certos tipos de seres das trevas e ate algumas estratégias de guerra.

Já avia aprendido a usar diferentes tipos de armas, mas o que ele mais avia gostado era as metralhadoras por fazerem um estrago grande e as colt por serem de fácil manuseamento e de grande utilidade, foi ao fim de mais um dia cansativo que mandaram lhe avisar que estava tudo pronto e que avia conseguido lhe dar posse pela justiça sobre os bens Malfoy, mas tinha somente um problema os ocupantes não queria sair da casa, deveria ir ate la e tira-los a força e ira hoje mesmo. Quando bateu sete horas da noite aparatou direto no saguão principal da mansão e não se surpreendendo por encontrar diretamente sua mae.

- Filinho, que bom que voltou, agora que esta mais preparado pode servir o nosso mestre de uma forma melhor e não fazer que nem seu pai que fracassou miseravelmente com nosso mestre. – Falou ela como se soubesse que Draco avia ido embora para treinar.

- Sabe mamãe, para falar a verdade eu não voltei aqui para ajudar o seu lordinho, na verdade vim tomar o que é meu por direito de volta. – Falou debochado vendo as expressões de sua mae mudarem drasticamente.

- Pense bem meu filho, você sabe que é uma besteira se tornar inimigo do lorde, ele lhe matara, e vamos de uma vez que logo a reunião começará e ele ficara feliz em ter você conosco para substituir o imprestável do seu pai. – Falou ela pegando ele pela mão com o intuito de aparatar, ato que foi interrompido pelo mesmo que puxou o braço na hora.

- Não mamãe, eu não vim aqui para ficar ao lado o seu lorde, vim tratar de limpar o nome Malfoy e irei fazer isso custe o que custar.

- Você não deve estar bem Draco, pare de besteiras garoto e vamos de uma vez que nosso lorde nos espera, e mesmo que quisesse ainda é menor de idade e eu estou viva, sendo assim não tem o menor direito para fazer algo no nome Malfoy.

- Esqueça mamãe. – Falou cinicamente a palavra. – Papai esta preso em Askabam isso me torna o chefe da família e como tal posso fazer isso. Eu renego vocês. E spero que morram antes que possam sujar ainda mais o nome da Minha Família. - Assim que terminou viu no semblante de sua mae algo mesclado a raiva, surpresa e ódio e foi com um pouco de surpresa que sentiu vários estalos e mais de quarenta comensais aparatando ali, mas algo lhe fez sorrir, ele estava ali também.

- Você fez sua escolha Draco, decidiu se torna inimigo do nosso lord, é considerado traidor e como tal morrera como um. – Antes ela que estava com a voz calma e ate “feliz” agora estava com a voz fria e letal.

- Vocês comensais da morte, sempre falando demais e agindo de menos, é isso que me irrita, mas bem como essa casa é muito bonita e eu não quero destroçá-la com uma provável batalha, digo que é melhor vocês irem embora. – Falou o ser que avia chegado ao lado de Draco.

- E por que você acha que nos iríamos a algum lugar sendo que estamos em uma considerável vantagem numérica? – Perguntou um dos comensais que avia chegado.

- Simples, se esse é o problema nos ate que daríamos conta de vocês, mas como eu não quero mesmo destruir essa linda casa. – Começou ele olhando no relógio. – Acho melhor vocês irem logo, se não quiser morrer.

- A cala a... – Mas não pode continuar, pois vários estalos foram ouvidos e antes os comensais que aviam cercado os dois rapazes estavam cercados por um tanto mais de sessenta pessoas e com um olhar de raiva direcionado a os dois do centro retornaram a falar. – Isso não ficara assim. COMENSAIS, RETIRADA.

Assim sucessivamente foram ouvidos os barulhos dos comensais aparatando com olhares de raiva e frustração.

- Nossa, mas como você fez isso? – Perguntou um Draco abobado olhando para todos que estavam ao seu redor.

- Um pouco de energia liberada, com um feitiço certo os clones estão feito, so precisei os fazer aparatarem aqui dentro. – Falou Harry rindo em quanto um a um seus clones iam sumindo.

- Maneiro. – Foi so o que conseguiu articula, pois a pos isso Harry começou a aplicar muitos feitiços de proteção na casa e quando terminou com um suspiro se virou para o loiro e começou a falar rapidamente.

- Bom a casa já esta protegida, nenhum comensal mais entrara aqui sem sofrer as devidas punições. Bom fiquei me informando, ate que você esta se saindo bem nos treinos. – Falou olhando de esguelha para o rapaz em quanto andava ate a casa.

- É ate que é fácil, principalmente os das armas. – Falou de um modo como se não se importasse.

- Amanha você ira ate Hogwarts, e tenho uma missão para você, Dumbledore estará lá, e eu quero que você fique de olho nele, como você sabe tenho alguém dentro da ordem me ajudando, então para falar a verdade isso não me preocupa, mas preciso que você fale com ela. – Falou com acentuando a palavra ela.

- Para que? – Perguntou muito curioso.

- Ela tem influência lá e já que por enquanto eu não irei falar com eles digamos que você será o meu contato para com eles, diga que você andou analisando fatos e viu que seria bom se a A.D. voltasse, pessoas mais preparadas tem menos chances de morrer em batalha, e que para qualquer eventualidade eles ajudem na proteção do castelo. – Falou parando no lugar onde estava e com um olhar bem serio dando a entender que o assunto era realmente serio.

- Eu ate falo isso, mas duvido que eles sigam, antes você era quem mandava agora sem você lá duvido que eles continuem com isso.

- Eles iram Draco pode ter certeza, mas por via das duvidas fica com isso o. – Falou entregando uma mochila de couro tão negra como a noite que logo o loiro abre e fica espantado pelo o que encontra.

- Mas, mas são as armas que eu usei no treinamento. – falou vendo que avia varias armas lá.

- Não eh somente isso que tem aqui, nesse bolso aqui. – Falou apontando um bolso. – Tem vários livros que você terá que ler e tentar praticar as coisas que estão nele, nos outros tem pequenos relatórios sobre algumas batalhas tanto dessa como da primeira guerra que quero que você estude como já lhe falaram, so se enfrenta um inimigo que se conhece.

- Pode deixar, mas, você não voltara esse ano? – Não sabia direito, mas sentia que o Potter avia mudado completamente.

- Não, não irei ainda para a escola, tenho assuntos a resolver.

- Sabe, nunca imaginei eu nessa situação, você mudou muito nesse ano, e ate parece ter mais raiva do Dumbledore, a quem você sempre idolatrou. – Suspirou como se divagasse entre pensamentos confusos.

- Dumbledore me tornou no que sou hoje, se ele não tivesse feito metades das coisas que fez para mim em todo esse tempo garanto que eu ainda seria o mesmo garoto ingênuo de sempre, se ele tivesse levado a serio a guerra e não ficar dizendo que com o amor tudo se resolveria hoje eu não seria assim, mas ele preferiu fazer o que sempre fez, quis persisti nos mesmo erros e essa será sua ruína, ele tomou medidas erradas e por causa delas a guerra esta assim. – Explicou, com um olhar de ódio e raiva direcionado para a colina que ficava em frente à casa. – Bom, ate mais Draco.

Assim que aparatou para fora da casa, Draco ficou uns bons momentos divagando em pensamentos olhando para a colina em frente a sua casa, pensava que amanha após mais de um ano a veria novamente e isso já bastava para deixar seu resto de noite bom, com calma pos a mochila nas costas e foi em direção ao seu quarto pois amanha seria um longo dia.

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Avia sido uma noite calma ate, pelo menos para ele, recém avia acordado ainda era oito horas, mas queria ter certeza que nenhum ataque ocorreria a estação hoje por isso iria ate lá somente para garantir. Calmamente se dirigiu ao banheiro para tomar um banho, assim que sentiu a água escorrendo por seu corpo uma sensação de relaxamento se apoderou de si, o tomando praticamente por inteiro. Meia hora depois saiu de dentro do banheiro já arrumado e sem nem olhar para o lado aparatou direto na estação, queria ter certeza que sairia tudo certo ate os alunos embarcarem no trem.

Quando chegou rapidamente comprou um jornal do profeta em quanto esperava e o que viu lhe fez soltar um pequeno sorriso de felicidade e ironia.

- O velho é burro, mas nem tanto, com um ritual exatamente ele depositou pouco não muito do seu poder em seus discípulos, mas de um jeito que eles consigam mais com um treinamento adequado e pelo visto o treinamento já começou. – Murmurou mais para si quando viu a noticia do profeta que finalmente a Ordem da Fênix avia ganhado uma batalha dos comensais da morte.

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Aviam todos aparatado na estação, já que agora toda a família podia e sabia, como sempre chegaram quase em cima da hora mas atravessaram rapidamente a parede que ligava as duas estações.

- Mamãe nos já estamos indo, logo, logo o trem parte. – Falou a filha mais nova já colocando um pequena mochila nas costas. Ate as férias mãe e se cuidem sim? O senhor também papai. – Terminou ela abraçando os pais e logo após os irmãos mais velhos.

- É se cuidem em. – Falou outro garoto que também colocava a mochila nas costas.

- Pode deixar, mas tomem cuidado na escola e se virem a Hermione diga que estamos com saudades. – Pediu Molly quando viu seus dois casulas entrando no trem.

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Andou rapidamente a entrada da estação, não era o seu forte chegar atrasada, mas também não queria chegar cedo demais, não queria todo mundo no seu pé, assim que atravessou o portal se deu de frente com uma pessoa ate mesmo estranha, ela vestia uma calça de coro negro, mas que parecia ser bem flexível, usava uma blusa vermelho sangue que definia bem seus músculos e um sobretudo de couro meio avermelhado e meio negro, em sua face estava um óculos de lentes negras mas assim que ela foi olhar melhor o rosto do homem o mesmo saiu andando rapidamente dali.

Achou por um pequeno momento que conhecia o estranho, mas deixando de lado esses pensamentos andou rapidamente ao trem e logo se direcionou a ultima cabine que para sua infelicidade já estava com alguns ocupantes, mas quando parou para ver acabou dando um sorriso por reconhecer quem era.

- Nossa isso aqui fica tão chato assim sem mim? – Perguntou ela entrando na cabine que continha quatro pessoas, dois garotos e duas garotas.

- HERMIONE. – Falou a única garota ruiva da cabine pulando praticamente em cima da amiga.

- Calma Gina se não a minha coluna se vai antes deu chegar aos setenta anos. – Falou rindo e abraçando a ruiva. E um a um foi abraçando todos que estavam na cabine ate que por fim se sentou para conversarem.

- Então como foi à escola ano passado? – Perguntou Luna para os demais, mas já sem o tom avoado de sempre.

- Não fui. – Falaram todos ao mesmo tempo fazendo todos se olharem curiosos. Rony e Gina sabia que Hermione iria treinar, mas os outros o que teriam ido fazer fora da escola.

- Mas aonde vocês foram? – Perguntou Rony curioso.

- Eu fui treinar, por mais incrível que pareça, um dia das férias do ano passado dois Elfos Reais, e deis de então fiquei treinando lá com eles. – Falou bem entusiasmada.

- E eu fui chamado pelos centauros para treinar com eles. – Respondeu Neville dando de ombros. – Mas e vocês?

- Eu e o Rony fomos para a casa de uma amiga do Lupin treinar com eles. – Respondeu enquanto sentiu o anel que tinha em seu dedo esquentar e algumas palavras aparecerem para assim que ela ler elas desaparecerem sem ninguém ver.

- E eu fui treinar com uma amiga de Dumbledore. – Respondeu simplesmente Hermione.

- Mas e o Harry será? – Perguntou ony olhando o horizonte.

- Deve estar por ai cumprindo a promessa que nos fez. – Murmurou fracamente em resposta a Granger.

- É so espero que ele não fique muito tempo longe. – Responderam todos para depois a cabine cair num completo silencio que se segui ate a estação em Hogsmeade.


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Eai gente... Desculpa mesmo pela demora do cap mas espero que vocês tenham gostado, teve pouca ação mas considerem ne, é ainda os primeiros cap xD Espero que gostem. Agradeço a todos que comentaram e ate mesmo aos que não comentaram ainda, e peço que comentem e votem plis... Votos e comentários impulsionam um autor sabia? Beijão e ate o next cap








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