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12. Capitulo 12 – Conversa de Famí


Fic: Dark Angel - O Inimigo dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 12 – Conversa de Família

Lílian observara toda a luta do filho aflita e mesmo querendo ajudar sabia que não podia, se tentasse acabaria apenas atrapalhando seu filho e talvez acabasse causando uma morte. Um grito ficou preso em sua garganta quando percebeu que o filho recebera o feitiço que acertaria Sarah Connor e lágrimas deslizaram por seu rosto quando viu os cortes profundos que haviam ficado em suas costas no local onde recebera o feitiço. Então aquela energia forte e opressora tomou conta do lugar e ela percebeu que ela vinha de seu filho e o assombro ficou ainda maior ao perceber que ele demonstrava ser ainda mais poderoso do que na noite anterior quando ele lutara contra os Angel’s.

Lílian viu o sofrimento do Cavaleiro de Voldemort, viu o momento em que seu filho sussurrou algo para ele e em seguida o homem começou a gritar, as ondas de dor e desesperada agonia que exalavam dele eram assustadoras, por algum motivo Lílian sabia que estava apenas começando e sentiu pena do pobre homem, por cerca de minutos ele ficou gritando, mas depois os berros de agonia ficaram mais altos como se estivesse recebendo um castigo ainda maior do que o anterior. Quando finalmente ele pareceu sair de um transe chorava como uma criança e implorava por perdão e pela vida, pedia para que Harry o deixasse vivo, mas ele não deixou e Lílian tremeu ao ver aquela mão esquelética e negra sair de um buraco no chão e puxar o corpo do Cavaleiro que gritava enlouquecido pedindo por piedade e por misericórdia, coisa que ela sabia que o filho jamais teria com um aliado das trevas ou qualquer um que estivesse do lado de Voldemort.

Tiago estava em silêncio, não sabia o que pensar, apenas uma agonia o sufocava por dentro, um medo irracional de perder o filho mais velho o consumia por dentro, vira toda a luta dele com Harris com os olhos arregalados não conseguindo acreditar no que via, mas algo dentro dele ficou horrorizado ao ver o filho causar tamanha dor em alguém, mesmo sendo um Cavaleiro das Trevas, era algo que ele não conseguia admitir, mesmo com o homem implorando pela vida Harry não tivera nem um pouco de pena e o matara sem misericórdia condenando a alma dele a algo que Tiago não sabia o que era, só não desejava para ninguém o que Harris havia recebido. O horror dentro dele era tão grande que Tiago não abriu a boca e pegando Lílian pela mão virou-se e saiu a passos rápidos para o castelo, sabia que se abrisse a boca naquele momento acabaria falando besteira.

Lílian o acompanhou, mas quando passavam próximos aos outros filhos ela sussurrou para Sam que eles queriam conversar com Harry e eles dentro de uma hora na sala de Poções. Samantha concordou com a cabeça e virou-se aproximando-se dos amigos que juntavam-se sendo seguida por Hugo que estava em silêncio apenas remoendo tudo o que vira. Samantha também estava pensando na batalha que vira, fora algo sensacional, na opinião dela, algo muito acima do que vira na noite anterior quando Harry matara os Angel’s, mais do que tudo agora ela queria aprender o que pudesse com Harry, queria ser tão forte e poderosa quanto ele.

Gina tinha uma opinião muito parecida com a de Sam, estava maravilhada com o que o amigo podia fazer, não imaginava que ele pudesse demonstrar um nível de poder acima daquele que ele apresentara na noite anterior, mas agora sabia que ele era muito mais forte do que pensava e queria ser tão poderosa quanto ele. Hermione estava dividida entre a repulsa e a admiração por Harry, tudo o que vira fora cruel e maligno, mas por algum motivo sabia que era necessário, em uma coisa ela sabia que o moreno tinha razão, os comensais deviam ser mortos, era isso o que se fazia em uma guerra, matavam seus inimigos, ela já havia lido centenas de livros sobre guerras tanto bruxas quanto trouxas e sabia que venciam aqueles que acabavam com os exércitos inimigos primeiro, não importando a força e o poder de seus líderes.

Rony e Neville ainda não haviam decidido o que pensar sobre o que haviam visto, só sabiam que Harry Potter era extremamente poderoso, e que podia ser tão cruel quanto uma besta, não tinha piedade dos inimigos e matava sem remorso e sem misericórdia alguma. Não tinham uma opinião ou sabiam o que fazer, por isso decidiram esperar para ver como as coisas seguiriam, iriam treinar com Harry e ficariam fortes, ambos tinham motivos mais do que suficientes para sobreviverem e lutarem por aqueles que eles amavam.

Harry via as mais variadas expressões e decisões nas pessoas que se encontravam no local, mas concentrou-se nos seus amigos e seus familiares, ficando levemente preocupado com Tiago e surpreso com os amigos. O moreno também percebeu que entre as pessoas do povoado haviam alguns repórteres, inclusive fotógrafos que pareciam felizes e assombrados ao mesmo tempo, visualizando rapidamente a mente deles percebeu que a felicidade deles se devia ao fato de terem obtido fotos de sua luta com Harris. Não se importando nenhum pouco com as fotos ou com o que eles fariam com elas o moreno andou calmamente até seus amigos.

- Vamos para Hogwarts. – disse assim que chegou próximo a eles e sem esperar resposta dirigiu-se pelo caminho que levava a escola.

Harry atravessou o caminho passando pelas pessoas que se encontravam no povoado que afastavam-se enquanto ele passava, até mesmo os Cavaleiros da Luz se afastavam dando passagem a Harry e os amigos que o seguiam. Eles caminharam em silencio até chegarem próximo aos portões de Hogwarts que se encontravam abertos esperando os alunos retornarem do passeio, foi nesse momento que Samantha adiantou-se até ficar ao lado do irmão mais velho, os amigos aproveitaram e se aproximaram também, queriam ouvir o que ela tinha a dizer.

- Mamãe disse que devemos encontrar ela e papai na sala de Poções daqui a pouco, acho que eles querem conversar. – ela falou em um tom baixo e levemente preocupado, Harry a olhou e apenas concordou balançando a cabeça.

- O que você acha que eles querem? – perguntou Gina olhando para a amiga com o semblante levemente preocupado, vira a expressão do Senhor Potter e não gostara muito do que percebera nos olhos dele quando ele saíra do povoado.

- Não sei. – Sam respondeu dando de ombros enquanto voltava seu olhar para o irmão – O que acha que mamãe quer Harry?

- Não faço nem idéia. – mentiu Harry, não queria que a irmã soubesse que ele lera a mente dos pais – Provavelmente vou ouvir um bom sermão por matar os comensais e por entrar na frente de um feitiço daquele porte sem me defender.

- Mas você salvou a Sarah. – retrucou a irmã com a voz incrédula – Por que eles brigariam com você por isso?

- Foi só uma suposição Sam, eu não estou dizendo que é isso que eles querem conversar, pode ser por outro motivo. – disse Harry sem se virar. – Acho melhor continuarmos em silêncio, esse lugar pode ter ouvidos.

Eles continuaram o resto do caminho em silêncio, cada um perdido em seus próprios pensamentos, assim que atravessaram os portões de Hogwarts Sarah adiantou-se e segurou a mão de Harry fazendo com que ele se voltasse para ela com as sobrancelhas arqueadas, os amigos também para ao ver que eles tinham estancado no lugar, mas continuaram ao perceber os olhares de ambos.

- Eu gostaria de agradecer por ter me salvado Harry. – disse Sarah olhando diretamente nos olhos do moreno que já tinham voltado a cor normal.

- Não foi nada Sarah. – respondeu Harry tentando voltar a caminhar, mas a garota o segurou mais firmemente.

- É claro que foi, você me salvou, eu receberia aquele feitiço em cheio e ao contrario de você, eu duvido que teria resistido a ele. – falou a garota com os olhos levemente distantes e desfocados, mas que voltaram a brilhar quando se encontraram com os olhos verdes de Harry – Eu só queria dizer obrigada.

Então a garota sorriu e antes que Harry percebesse ela aproximou-se e deu um beijo nos lábios do moreno, foi um beijo rápido e logo ela afastou-se olhando para ele, e sorrindo Sarah se afastou correndo em direção do castelo. O moreno continuou ali parado olhando para o lugar onde ela havia desaparecido para dentro do castelo, foi quando ouviu uma risada atrás de si e virando-se deu de cara com Draco Malfoy olhando de maneira engraçada para ele.

- Puxa Potter, a garota mal chegou a escola e você já conquistou o coração dela. – zombou o loiro olhando o amigo com um sorriso um pouco hesitante e Harry percebeu – Será que você não poderia esperar mais uns dias não?

- Ah cala a boca Draco. – rosnou Harry olhando para o loiro com uma expressão ameaçadora que fez o loiro empalidecer mortalmente, o que fez Harry rir a valer da cara do loiro, que respirou aliviado quando viu que o moreno estava apenas brincando.

- Puxa Harry, agora você me assustou. – falou Draco se aproximando – Nossa cara, eu quase acreditei que você ficou bravo comigo.

- Ficar eu fiquei Draco, mas isso não quer dizer que eu vá fazer em pedaços meu amigo. – falou o moreno e isso soou estranho aos seus ouvidos.

- Ainda bem. – retrucou o sonserino loiro olhando para o amigo – Mas cara, você me deu medo lá em Hogsmeade, não sabia que você podia ser tão poderoso assim.

- Pois é. – concordou Harry sem saber o que falar para o loiro, mas então perguntou divertido – Está pronto para hoje a noite ou vai se acovardar e fugir da garota?

- Não, eu vou lutar por ela Potter. Mesmo achando que não tenho nenhuma chance, quero aprender o que der com você, falando nisso, o que você vai me ensinar? – questionou o loiro curioso olhando para o moreno.

- Não vai ser apenas a você que eu vou ensinar Draquinho. – disse Harry mais divertido ainda e completou ao ver a sobrancelha do loiro se arquear em curiosidade – Minha maninha e os amigos dela vão participar desse nosso pequeno treinamento.

- O que? – praticamente gritou o loiro olhando incrédulo para o amigo – Mas você não tinha me dito isso. Quem é que vai participar?

- Além de minha irmãzinha querida, Hugo, Longbottom, os dois Weasley, a Granger, a Lovegood e a Sarah. – respondeu Harry olhando para o loiro com um enorme sorriso na face enquanto pensava na tortura que seria para o Malfoy permanecer no mesmo lugar, por muito tempo, que seus maiores inimigos daquela escola.

- Era o que eu temia. – sussurrou o loiro desanimado – Poxa Harry, além da sangue-ruim você quer que eu fique no mesmo lugar que os Weasley e...

- Eu acho melhor você parar de chamá-la com esse termo pejorativo Malfoy. – falou Harry friamente cortando-o de seu raciocínio - Se você se esqueceu, a “sangue-ruim” é uma das melhores amigas da garota que você pretende conquistar provando que pode se tornar um cara decente e não acho que se comportando como os adoradores das trevas vá contar muitos pontos a seu favor.

- Tem razão. – concordou Draco olhando nervosamente para o amigo que parecia ter ficado irritado com seu comentário – Eu sei que vai ser difícil conviver com eles, mas eu vou tentar me dar bem com eles, por ela.

- É assim que se fala Draco. – disse Harry com um pequeno sorriso no rosto – Agora acho melhor nós irmos, aparentemente meus pais querem falar comigo. – dizendo isso Harry seguiu pelo mesmo caminho que Sarah e adentrou no castelo de Hogwarts avançando por corredores até chegar a porta da sala de sua mãe.
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Alvo Dumbledore estava completamente abismado, na noite anterior ele ficara surpreendido pelo nível de poder que Harry Potter demonstrara enquanto lutava contra os Angel’s, mas hoje ele estava em um nível ainda mais elevado, o nível de poder dele dera um salto de uma hora para outra e tudo porque o Cavaleiro das Trevas havia atacado a Senhorita Connor, provavelmente a garota era importante para Harry, e talvez isso pudesse ser usado contra ele, ponderou o diretor.

Aproximando-se do local onde a cratera se abrira e aquela mão horripilante levara o corpo do Cavaleiro para dentro, abaixando-se o diretor constatou que não havia nenhuma evidencia de magia ali, era como se nunca houvesse sido aberto nada no lugar, e aquilo era terrivelmente assustador, nunca havia visto alguém lutar como ele ou mesmo causar tanta dor em um homem, nem mesmo Voldemort. A onda de dor e desespero que emanara do Cavaleiro o deixara arrepiado, e não era apenas medo, mas também agonia e principalmente dor, muita dor, como se ele estivesse recebendo os piores castigos e torturas que existiam no mundo.

Sua curiosidade estava aguçada, de onde será que vinha todo aquele poder que Harry demonstrava, onde ele aprendera a luta daquele jeito e onde ele fora ensinado a usar artes tão profanas, coisas que ele nunca nem sequer havia ouvido menção em lugar algum. Não conhecia aqueles últimos dois feitiços que ele utilizara, na verdade nem sabia se eram realmente feitiços ou alguma outra variação de algum ritual, porque não ouvira as palavras que ele evocara.

Um grupo de Cavaleiros da Luz se aproximou do diretor, o tirando de seus pensamentos sombrios, eles pareciam espantados e admirados com Harry, durante a luta o diretor vira os rostos assombrados acompanhando cada movimento que os guerreiros faziam, muitos deles já haviam visto os Cavaleiros das Trevas em combate e normalmente eram necessários cerca de dez Cavaleiros da Luz para combater cada um deles, e Harry Potter matar um deles sozinho, na verdade ele humilhara o Cavaleiro e depois o torturara como se não passasse de um comensal mediano.

- Diretor Dumbledore... – se pronunciou Meycon, que era um dos mais fortes Cavaleiros da Luz – Sinceramente, agora eu acredito nos boatos de que o garoto havia derrotado mesmo os Angel’s, e pela primeira vez estou confiante de que podemos vencer essa guerra.

- Sim. – disse Dumbledore surpreso pelas palavras do Cavaleiro, não acreditava que eles apoiavam o garoto – Acredito que Harry tenha poder para enfrentar Voldemort.

- Quem quer que o tenha treinado, o fez muito bem. – continuou Meycon obtendo a concordância dos companheiros – Ele é uma mistura perfeita para um Guerreiro, é muito forte, resistente a feitiços, sabe analisar os movimentos do inimigo, consegue se adaptar a luta e o melhor é tão cruel quanto um verdadeiro guerreiro deve ser.

- Concordo. – falou Linda, uma das poucas mulheres que pertenciam aos Cavaleiros da Luz – Ele é muito bom e tenho pena de quem se intrometer no caminho dele.

- Sem contar que é um gato. – disse Elizabeth apoiando as palavras da amiga – Nossa, você viu que corpo Linda, se eu já não fosse comprometida eu me arriscaria e tentaria dar em cima dele, mesmo ele sendo mais novo que eu.

- Fique quieta, Lisa. – protestou Meycon, que era noivo de Lisa e não gostara nada da insinuação da mulher que ele amava.

- Fica com ciúmes não, amor. Eu te amo e você sabe disso. – falou Lisa olhando para Meycon toda sorridente.

- Vamos deixar o Senhor em paz diretor. – falou Meycon olhando novamente para Dumbledore que parecia levemente irritado – Queríamos apenas lhe dar o balanço desse pequeno ataque. Ninguém saiu ferido, nenhum estudante sequer se machucou. Temos também quarenta comensais da morte despedaçados e queimados, e é claro, um Cavaleiro das Trevas que foi mandado sabe-se lá para onde, mas eu também não quero saber.

- Obrigado Meycon, já podem ir. – ordenou Dumbledore dispensando os Cavaleiros que simplesmente desapareceram no ar.

Dumbledore continuou averiguando o povoado, viu os restauradores reconstruindo os locais afetados pela luta e por fim se encaminhou em direção a Hogwarts para onde os últimos alunos se dirigiam ainda comentando a batalha que haviam visto, o diretor sabia que teria muito com o que se preocupar de agora em diante, o poder do Potter era muito maior do que ele acreditava e não seria nem um pouco fácil subjuga-lo, mas agora talvez ele houvesse encontrado um ponto fraco além da família Potter, a menina Connor parecia mexer com ele, o diretor não era bobo e se agisse na hora certa talvez conseguisse com que o garoto obedecesse suas ordens.
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Tiago andou apressado pelo castelo de Hogwarts, haviam acabado de sair do povoado onde haviam visto o filho batalhar contra um dos Cavaleiros das Trevas e vencer sem grandes dificuldades, pelo menos aparentemente. O homem praticamente arrastava a mulher, estava levando a ambos para a sala dela, havia ouvido o que Lílian sussurrara para a filha e achou realmente a melhor solução, afinal ele ainda não tinha uma sala adequada. Chegando em frente a sala de poções Tiago praticamente escancarou a porta e adentrou o local seguido por uma Lílian muda de espanto, nunca havia visto o marido tão perturbado e nervoso.

- Acalme-se Tiago. – Lílian disse em tom calmo e tentando trazer o marido de volta a razão, ele parecia uma fera enjaulada querendo sair.

- Me acalmar Lily? – perguntou o homem com uma voz estrangulada que fez a ruiva engolir em seco – Como quer que eu me acalme depois do que eu vi?

- Ficar nervoso não vai ajudar em nada. – retrucou Lílian séria olhando para o marido, não conseguia entender o motivo de tamanho desespero.

- Você viu o que ele fez? – perguntou o homem olhando para a esposa como se estivesse tentando fazê-la enxergar algo que somente ele via.

Lílian não respondeu, Tiago não estava sendo muito coerente nas frases que falava, por isso dirigiu-se até uma das estantes e pegou uma poção calmante e entregou-a ao marido que protestou, mas por fim acabou tomando depois que Lily insistiu. Ficaram em silencio por um bom tempo, apenas esperando que as crianças chegassem, embora não soubesse exatamente o que afligia seu marido, sabia que tinha algo haver com o que acontecera em Hogsmeade e com o filho mais velho deles, o que fazia com que ela pressentisse que algo acabaria mal naquela conversa.

Cerca de vinte minutos depois uma batida alta despertou ambos de seus pensamentos e depois de Lílian mandar quem quer que fosse entrar, pela porta adentraram Hugo e Samantha que olhavam hesitantes para os pais sem saber o que esperarem. Lílian os cumprimentou e mandou que sentassem em duas poltronas que haviam em frente a mesa dela, havia uma terceira poltrona que estava reservada a Harry.

- Ta tudo bem, mamãe? – Sam perguntou um pouco hesitante, não gostara da expressão de seu pai que parecia estar no mundo da lua.

- Sim, filha. Vamos apenas esperar seu irmão. – Lílian falou e em seguida olhou preocupada para eles – Vocês estão bem?

- Sim. – respondeu simplesmente Hugo enquanto olhava de soslaio para o pai que parecia nem ter notado a presença deles ainda.

Hugo e Samantha acomodaram-se em duas poltronas folgadas que se encontravam na sala e que estavam encostadas próxima a parede ao lado da mesa de sua mãe, provavelmente havia sido conjurado por Lílian, havia uma terceira poltrona confortável e um sofá de dois lugares que estavam vazios e que deveriam ser para seus pais e para Harry acomodarem-se. Uma batida suave na porta revelou a presença de alguém e assim que Lílian deu permissão a quem quer que fosse para entrar a porta abriu-se dando passagem a Harry que entrou e encostou a porta em seguida para enfim escorar-se na parede ao lado da porta e passar o olhar em volta da sala focalizando as pessoas que ali se encontravam. Lílian nem se preocupou e correu em direção do filho abraçando-o fortemente enquanto se certificava de que ele estava realmente bem.

- Estou bem, mamãe. – disse o moreno suavemente enquanto retribuía o abraço da mãe, aquilo era muito bom. Pensou ele.

- Tem certeza filho? – a voz da mulher ruiva estava ligeiramente preocupada – Você recebeu aquele feitiço em cheio, eu vi os cortes e todo aquele sangue.

- Está tudo bem agora, os cortes se fecharam por magia mãe. – Harry respondeu acalmando sua mãe que parecia a beira do pânico.

- Graças a Merlin. Sabe como eu fiquei preocupada quando vi você lutando contra um Cavaleiro das Trevas, eles são muito poderosos e cruéis. – a voz de Lílian revelava toda a angustia e preocupação que ela sentira e Harry sorriu para a mãe, a preocupação dela lhe dava um calor no coração, afinal nunca tivera aquilo antes – Mas quero que saiba que fiquei muito orgulhosa de você. Meu bebê é muito poderoso.

- Orgulhosa? – a voz de Tiago Potter ecoou pela sala de Poções como se fosse um chicote estalando e Lílian deu um leve salto, havia esquecido que não estavam sozinhos na sala – Está orgulhosa do que ele fez?

- Tiago... – tentou advertir a mulher, mas o homem não a ouviu e dirigiu-se ao filho mais velho um olhar raivoso e acusatório.

- Eu acho que está na hora de termos algumas respostas mocinho. – Tiago levantou-se e andou alguns passos em volta da sala enquanto olhava diretamente nos olhos verdes do filho, tão idênticos aos da mulher.

- É mesmo? – retrucou Harry com sarcasmo enquanto olhava seu pai direcionando a si alguma raiva interior que ele não sabia de onde vinha, mas pela primeira vez em sua vida não estava nem um pouco interessado.

- Sim. – devolveu Tiago no mesmo tom de voz do filho – Primeiro quero saber onde você aprendeu a lutar dessa maneira e como conseguiu ficar tão poderoso. Quero saber onde conseguiu aquelas cicatrizes que você tem, e principalmente quero saber por que você matou o Harris mesmo depois dele ter implorado pela vida. E também estou ansioso para saber para onde você mandou o Cavaleiro das Trevas.

Harry apenas olhou para o pai com uma expressão impassível no rosto, não demonstrando nada do que estava sentindo no momento. Bem, não fora tão deferente do que realmente esperara, pensou o moreno. As acusações estavam todas ali por trás das perguntas e do tom de voz utilizado, seu pai devia julgá-lo um sanguinário sem piedade, o que não fugia muito da verdade mesmo.

Diferente de Harry, Hugo e Samantha tinham os olhos arregalados de espanto pela maneira ríspida e sarcástica que o pai deles estava falando com Harry, nunca haviam visto o pai falar daquela maneira grosseira com ninguém e perceberam que ele estava acusando o irmão deles de ser cruel e sanguinário. Lílian também estava estupefata com a atitude do marido, não conseguia sequer articular uma palavra para se recuperar do choque de ouvir o marido tratar Harry daquela maneira, mas ela tinha certeza que ele estava indo pelo caminho errado e estaria se distanciando ainda mais do filho mais velho, podendo ate mesmo perde-lo para sempre.

- Ora, temos tantas perguntas não é mesmo? – retrucou Harry divertido enquanto engolia toda a dor que aquilo ainda causava em seu ser.

- Apenas responda. – disse agressivamente Tiago Potter.

- Sim Professor. – respondeu Harry de maneira formal e sarcástica fazendo uma leve reverencia – As cicatrizes que eu tenho são resultado de muito treinamento e de algumas batalhas que eu travei no decorrer da minha vida.

- Que batalhas? – Perguntou Lílian com a voz tremula olhando para Harry com os olhos cheios de emoção – Eu não me lembro de você sumir uma vez sequer e nem lembro de ouvir alguma batalha em que algum estudante estivesse envolvido.

- Duvido muito que tivesse ouvido qualquer coisa a respeito. – respondeu Harry com a voz suave lembrando-se das inúmeras batalhas que travara no outro mundo, principalmente aquela causada por Voldemort. – E eu não quero falar sobre elas agora.

- Por que não? – perguntou Tiago olhando friamente para o filho que apenas deu de ombros e respondeu como se aquilo não fosse nada.

- Apenas não quero conversar sobre isso. Agora por que eu matei os comensais da morte e Harris? – Harry riu ironicamente enquanto olhava o pai arquear a sobrancelha em confusão – Por que eles eram vermes que mereciam morrer, e o que eu fiz foi pouco se comparado ao que eu faria se tivesse tempo e não houvesse a chance daqueles idiotas machucarem algum inocente.

- Ele implorou pela vida dele. Isso não vale nada pra você? – perguntou Tiago com a voz meio embargada pela total falta de sentimentos que o filho demonstrava com o que fizera. – Como pode se tornar um monstro desse? Matar em campo de batalha é uma coisa, mas torturar é totalmente diferente e desnecessário.

- Monstro? – sibilou Harry baixinho.

- É. Não percebe que está se tornando igual a eles, Harry? – apelou Tiago tentando fazer o filho entender algo que nem mesmo ele entendia direito.

- Então você me acha parecido com eles. – falou Harry baixo e com a voz gelada como um bloco de gelo, a expressão calma e divertida do moreno transformou em uma mascara gélida e cheia de raiva – Por que não fala com todas as palavras “papai”?

- O que? – questionou Tiago sem saber do que o filho mais velho estava falando, olhou para a esposa e percebeu que ela não o olhava.

- Ora “papai”... – Harry pronunciava a palavra como se fosse algo desagradável de se falar, o que causava arrepios em Tiago – Diga com todas as palavras, eu agüento. Por que não fala de uma vez o que pensa sobre mim. Você também deve achar que sou um comensal da morte assim como todos os outros membros do Império, não é mesmo?

Tiago olhou para o filho completamente chocado, Harry não podia achar realmente que ele pensava isso do filho, mas olhando para o semblante frio e cheio de desprezo percebeu sim que aquilo era possível, repassou a conversa mentalmente e odiou a si mesmo por tudo o que dissera, não conseguira se controlar e se expressara de uma maneira completamente diferente da que ele pretendia, se as coisas já não estavam boas entre eles, agora sim é que tudo complicava de vez e provavelmente desperdiçara qualquer oportunidade de se redimir com o filho.

- Eu não penso isso de você. – disse Tiago num fio de voz, Harry o olhou com a sobrancelha arqueada e deu de ombros antes de se virar para ir em direção a porta.

- Em relação a sua primeira pergunta... – o moreno pensou em tudo o que poderia responder, então teve uma idéia que com certeza deixaria seus pais surpresos e seu pai ficaria espantado, disso tinha certeza. E ainda tinha o fato de que provavelmente aquela informação chegaria não apenas aos ouvidos de Dumbledore, mas também nos de Voldemort – Eu tive alguns professores muito bons que me treinaram na arte da magia, embora o principal responsável por meu poder e minhas habilidades seja alguém extremamente poderoso.

- Quem filho? – indagou Lílian curiosa para saber quem fora o responsável por treinar o seu filho, por que devia ser alguém muito forte.

- Azrael. – respondeu Harry e virou as costas abrindo a porta, mas antes de sair ainda olhou novamente para as pessoas na sala. Viu as expressões surpresas de Hugo e Samantha que sabiam a verdade sobre si, a expressão intrigada de Lílian e a incrédula de Tiago, e antes de sair cumprimentou os presentes. – Até mais mãe. Até mais Sam. Até mais Hugo. Ate mais Professor Potter.

Em seguida o moreno saiu da sala de poções e fechou a porta atrás de si, mas ninguém, exceto um moreno de olhos verdes, percebeu que um pequeno rato gordinho disparava pelo corredor saindo da vista de todos.
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Dentro da sala de poções todos se encontravam ainda incapazes de se mover enquanto digeriam a informação que o filho mais velho acabara de dar, mas ao contrario dos pais Hugo e Samantha estavam tentando entender porque Harry havia dito aquilo, já que ele não fora ensinado por Azrael, uma vez que ele era o próprio Azrael.

- Você ouviu... – o murmúrio de Lily chamou a atenção dos filhos que olharam para os pais que se encaravam.

- Ele disse que foi treinado por Azrael. – Tiago falou com a voz tremula – Que Merlin nos ajude se Harry estiver do mesmo lado que ele.

- Por que? – Perguntou Samantha olhando para o pai.

- Por que Azrael é muito perigo, além de ser terrivelmente poderoso, pelo menos pelo que sabemos. O problema é que não conhecemos seus objetivos, o que ele quer e o porque de estar tomando territórios tão rapidamente...

- O que? – Hugo interrompeu o pai – Como assim tomando territórios? O que o Senhor quis dizer com isso pai?

- Azrael vem tomando alguns países. Vocês já devem saber que ele ocupou toda a Oceania... – Tiago disse e depois de ver o consentimento dos filhos continuou – Acontece que ele continua progredindo ocupando mais lugares, e nós só ficamos sabendo da invasão quando é tarde demais. Por enquanto ele está ocupando o território controlado pelos Rebeldes e membros da Resistência, que parecem estar se unindo a ele, mas acreditamos que logo ele vai começar a ocupar territórios tanto do Império da Luz como do Império das Trevas.

- E o ponto é... – Samantha falou tentando entender exatamente o que preocupava tanto os membros do império da Luz.

- Não sabemos porque motivo ele está fazendo isso. Não podemos arriscar em ter outro Mestre das Trevas tentando governar o mundo, isso seria desastroso para todos. – Tiago respondeu para a filha enquanto pensava na expressão do filho quando se despedira.

- E se ele estiver apenas ajudando? – questionou novamente a menina ruiva fazendo o pai olhar para ela intrigado.

- Sabe de algo que não está contando filha? – perguntou arqueando a sobrancelha para a menina que corou.

- Não pai. – respondeu rapidamente Sam – Eu só falei isso porque o Harry não é um cara mau, ele só estava tentando ajudar.

- Nós sabemos filha. – Lílian garantiu sorrindo para a filha – Agora porque não vão descansar um pouco, logo será a hora do jantar.

- Tudo bem mãe. – Sam disse e após abraçar ambos a menina saiu acompanhada do irmão que também havia abraçado os pais se despedindo.

- Você viu como ele me chamou antes de sair? – Tiago perguntou assim que os filhos fecharam a porta da sala de poções.

- Sim. – Lílian suspirou enquanto abraçava o marido tentando passar um pouco de consolo – Mas porque você o agrediu daquela forma amor?

- Eu não sei. Apenas saiu do controle e quando eu percebei já estava falando com ele daquela maneira. – respondeu Tiago com a voz distante e baixa.

- Ah meu amor, você devia ter sido mais sutil. – Lílian falou baixinho – Ele ficou magoado com a maneira como você falou com ele.

- Magoado? – perguntou Tiago incrédulo – Não Lily, agora sim ele me detesta. Ele me chamou de Professor Potter.

- Eu sei meu amor, mas foi apenas uma maneira de te atingir, acredite em mim quando digo que nosso filho ficou magoado. – Lílian falou ao marido enquanto rezava mentalmente para que o filho não rejeitasse o pai futuramente e que soubesse perdoar.

- Eu acredito Lily. E ele me atingiu bem fundo me chamando daquele jeito, foi como se eu recebesse um soco bem dado na boca do estomago. – Tiago estava com a voz embargada e algumas lágrimas deslizavam pelo rosto dele – Eu mereci aquilo. Depois de todo o sofrimento que eu o fiz passar, isso é o mínimo que eu mereço.

- Não fale assim meu amor, as coisas vão se resolver. Sempre se resolvem. – confortou Lily, mas mesmo ela não acreditava totalmente em suas palavras, apenas pedia mentalmente para que estivesse certa e que Harry pudesse perdoar o pai e fazer as pazes com ele.
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Naquele dia Harry resolveu não participar do jantar e se isolou na cozinha, onde aproveitou uma refeição preparada pelos elfos domésticos. O moreno não estava afim de responder a nenhuma pergunta ou de receber olhares dos outros estudantes pelo que fizera em Hogsmeade, ainda não sabia como aquilo repercutiria, mas não estava preocupado com isso, agora era hora de pensar no treinamento que faria com os amigos.

Assim que percebeu que o jantar tinha se iniciado no salão principal de Hogwarts o moreno saiu da cozinha e rumou para o corredor do sétimo andar, onde marcara de se encontrar com eles. Foi até o local onde sabia que ficava a Sala do Requerimento e desejou que ela revelasse um lugar onde poderia praticar um pequeno treinamento enquanto passava as três vezes em frente a sala, imediatamente uma porta vermelho escarlate apareceu na parede e o moreno não perdeu tempo e adentrou a sala para ver o que lhe aguardava.

Qual não foi sua surpresa ao se deparar com um lugar imenso, parecia uma câmara antiga, as paredes eram estantes forradas de livros por todos os lados, no centro do aposento uma espécie de arena redonda se destacava, ali era um bom lugar para se treinar duelos, percebeu o moreno com um sorriso de aprovação na face. Foi tirado de seus pensamentos quando um barulho alto chamou sua atenção e viu-se frente a frente com os amigos que olhavam incrédulos para o lugar, afinal nunca haviam visto aquela parte do castelo.

Já os amigos estavam muito ansiosos para se encontrarem logo com Harry, tanto que mal jantaram e imediatamente saíram rapidamente indo em direção ao corredor do sétimo andar, onde o moreno marcara o encontro. Ao chegarem não encontraram Harry em lugar algum, mas uma porta que nunca haviam visto naquela parte do castelo, Sarah adiantou-se e girou a maçaneta abrindo a porta vermelha e empurrando-a surpreendendo-se quando adentrou a sala e olhou o aposento ao seu redor.

Os outros entraram logo atrás de Sarah e ficaram tão ou mais impressionados do que ela, viram todas estantes com livros e Hermione deu um gritinho de excitação ao perceber a quantidade de livros que aquela sala possuía, mas todos se viraram quando a porta abriu novamente, dessa vez revelando uma presença que eles não esperavam, tanto que Rony e Hugo imediatamente ergueram as varinhas apontando ameaçadoramente na direção do loiro que fechava a porta calmamente, como se não ligasse para as duas varinhas apontadas para ele.

- O que Diabos você faz aqui? – praticamente cuspiu Rony olhando o loiro com desdém, estava se segurando para não azarar aquela ratazana da sonserina.




N/A: Ae galera, finalmente o encontro com o Malfoy. Esperem o próximo capitulo, isso vai dar o que falar. Quero agradecer a todos os que estão lendo, e um agradecimento esécial ao leitores que comentam. Abraços a todos.
Agradecimentos especiais:

TiuToddy: Pois é cara, ta tão na cara que o Harry é o Azrael que eles nem sequer se tocam, mas quando eles descobrirem vão desejar nunca terem descoberto esse pequeno segredo. Abraços.

Silvia Cecil: Acho que o capitulo anterior respondeu tudo sobre a batalha e o Cavaleiro, inclusive os invasores. O namoro entre o Draco e a Sam vai demorar um pouquinho, primeiro ele vai ter de provar a ela que mudou. O Preço de Hades só próximo do final da fic. As reações das pessoas vão ser as mais variadas, você já viu o pai dele como reagiu, não foi nem um pouco legal. Lílian ficou orgulhosa e os irmãos impressionados, assim como os amigos dele. Dumbledore já planejando uma maneira de tentar manipular o Harry, mas vai acabar se dando muito mal quando tentar fazer isso, mas no próximo capitulo tem a repercussão pelo mundo bruxo, principalmente pelos jornais. Beijos garota.

KON: O Harry nas minhas fic’s nunca é bonzinho, o Harry que eu sempre imaginei nos livros da JK e muito parecido com o personagem que ele faz no quinto livro, sombrio e mais frio. É claro que tem a pequena diferencia de ser um guerreiro sedento de sangue, mas isso é secundário. O Harry é mal. Abraços.

Giselle Magno: Você quase chorou nessa parte, poxa, realmente foi meio triste escrever aquilo, até mesmo as próximas cenas entre família que irão acontecer, eu realmente não gosto de briga em família, mas vou me esforçar. A luta do Harry foi muito boa mesmo, não achei que ficaria tão bom, mas depois de ler o resultado final... Quanto a Harry e Sarah, tudo caminha para isso, mas quem sabe não é mesmo?

Anderson potter: o treinamento no próximo capitulo, as coisas que o Harry pode ensinar vão ser interessantes. Harry amar Sarah? Bem, ele percebeu que sente algo por ela e tem uma vaga idéia do que seja, e vai em frente. De onde ela realmente vem? A historia da Sarah é um pouco complicada, mas deve vir lá pelo capitulo dezesseis ou dezessete, esperem pra ver, vai ser emocionante. Abraços cara.

James V Potter: A conversa ta postada fera, espero que tenha ficado a contento. Realmente o capitulo ficou muito bom, espero conseguir me superar nos próximos. Abraços.

Trinity: Que bom saber que você acha isso, foi o capitulo que eu mais gostei de escrever até agora. Passei quatro dias tentando escrever a luta do Harry contra o Cavaleiro, mas nunca ficava bom o suficiente e então eu apagava tudo e começava de novo. Harry se superou mesmo quando protegeu a Sarah, elevando seu nível de magia a um patamar superior. O traidor não é o Pedro, embora ele também seja um dos homens de Voldemort, mas há mais um espião infiltrado na alta cúpula do Império da Luz, quem será? O Dumbledore realmente é muito sacana, mas em breve ele vai pisar na bola feio com o Harry e vai ser humilhado em pleno salão principal de Hogwarts, na frente de todos os alunos e professores, claro. Vai apanhar tanto que vai dar até dó. Brincadeirinha, eu vou adorar escrever isso. A reação dos amigos de Harry a presença do Draco não vai ser nada boa, e o treinamento começa radicalmente no próximo capitulo que vai tratar quase inteiramente disso. Beijos.

Artur Soares Scalassara: Realmente o Harry protegendo a Sarah foi magnífico e sem comparação. Alguns potter vão realmente penar pra conquistar a confiança do Harry, principalmente o Tiago. A Lily já tem a confiança do filho, e o Hugo e a Sam vão ter de se esforçar um pouquinho para se mostrarem merecedores. O Draco vai ter que penar pra conquistar a Samantha, e o Hades vai cobrar o preço mais pra frente, quanto a qual, espere pra ver, cara. Ah eu sou mal. Abraços.

k999 ( login de leitor ): que bom que você gostou da batalha, eu meio que já fui muito chegado em Mortal Kombat quando era mais novo. Por isso enquanto eu escrevia a luta entre eles no Pc me veio na cabeça as lutas entre Scorpion e o Sub-zero, e acabei utilizando um meio fatality no pobre do Harris. Abraços cara.


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