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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

14. Seqüência de acontecimentos (P


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Sei que estou demorando demais com essa fic, mas estou realmente sem tempo ultimamente e por isso não tem como ficar atualizando a fic sempre... Sem falar que Nyha, onde estão realmente todas as minhas fics, estou tentando deixar todas as minhas fics em dia, o que causa um demora de atualização, desculpem por isso e fiquem com mais um capitulo, e lembrando estamos chegando na reta final, provavelmente o 15 cap será o o ultimo ^.^
bjokas e obrigada todos vcs!!!!

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14° Capitulo: Seqüência de acontecimentos ( Parte 2)



Orgulho. Era exatamente isso que eu sentia naquele instante. Orgulho de Hermione Granger. Ela teve a total coragem de dizer o que queria sem se importar com o ‘Todo Poderoso Potter’. Logo que entrei na sala, Potter começou a explicar a todos sobre a conversa que acaba de ter com Hermione. Ronald Weasley olhava-me perigosamente, contudo não temia com tal olhar, na verdade aquilo estava me divertindo. Era extremamente confortante saber que logo estaria no mesmo teto que Hermione, mas uma vez. E que isso não era o que os demais queriam. Dei um olhar breve para Snape, e vi um sorriso maroto no rosto dele. Ele era o único que sabia de tudo, na verdade, o segundo que sabia de tudo. Isso fazia-me lembrar da conversa que tive com ele dois dias atrás, quando ainda estávamos na casa dos Riddles. A mesma tinha começado por causa de Anne, a morena estava sentada num canto escuro da sala de reuniões, quando adentrei. Logo que encostei minha mão sobre o ombro dela, a morena levantou-se e abraçou-me. Chamando-me de primo. Aquilo por um instante me pareceu irreal. Contudo analisando o fato de sermos parecidos, e dela lembrar fatalmente uma certa comensal, aquilo não parecia ser um total absurdo.

-Como você me chamou? – sussurrei em seu ouvido.

Ela me encarou assustada, seu olhar estava triste e parecia que ela estava angustiada com alguma coisa a muito tempo.

-Tenho que lhe falar uma coisa...Sou filha de Bellatrix.

Não vou mentir, aquela revelação me golpeou terrivelmente.

-Como é?

-Sou a filha bastarda de Bellatrix Lestrange. O bebe que ela levou para Bulgária e lá deixou... Cuja criança que ela acha que morreu quando completou um ano de idade. Caso não fosse Dumbledore, não estaria aqui hoje.

Sempre o velho e bondoso Dumbledore.

-Como ele lhe achou? – perguntei intrigado.

-A pessoa que ficou encarregada de cuidar de mim, qual era uma grande conhecida de Bellatrix, mas fiel á Dumbledore, informou-o. Ele pediu á ela que contasse para Bellatrix que sua filha havia morrido por causa de uma doença qualquer, enquanto ele leva-me para ser cuidada por uma família bruxa. Os Witters. Estudei em Durmstrang, e antes de formar, Dumbledore mando-me informações que eu precisava para consegui ser bem vista no lado das trevas. Naquele tempo comensais já se encontravam em Bulgária, pelo visto o Lord queria seguidores em outros países também. E com uma ou duas coisas que fiz, consegui chamar a atenção e depois consegui adentrar no meio dos comensais ao me formar. E com a morte de Dumbledore vim para Londres, onde Snape ajudou-me adentrar na ordem, mostrando-me aliada deles, e também a como me manter entre os comensais. Tudo bem planejado.

-Oras é o momento dos segredos, ou é somente uma reunião familiar? – eu e Anne olhamos assustado para Snape, nenhum de nos dois havíamos percebidos a presença dele.

-Está mais para um momento dos segredos. –respondeu Anne, com seu costumeiro jetio frio. Acho que a vida que viveu, de abandono e de ser apenas uma mera peão num tabuleiro sujo e cruel, chamado vida, deixara-la daquela maneira.

Snape sorriu e tocou o ombro dela, para depois olhar para mim.

-Acho que ela não é a única aguardar um segredo, não? Ouvi um comentário de Bellatrix.

Sorri de lado e encostei na parede, encarando divertido para os dois.

-O que ele você quer dizer com isso? – perguntou-lhe Anne.

-Pelo jeito Malfoy não trouxe Hermione como uma simples prisioneira. – comentou ele sem tirar os olhos de cima de mim.

-Não mesmo...- Contei com detalhes o que tinha acontecido entre mim e Hermione na casa dos Black, como também sobre o plano dela. Qual ela calculou cada detalhe. Aquilo surpreendeu Anne e Snape e tive que rir da cara deles. Tal como fazia naquele instante, estando naquela nova situação, todos alvoroçados por causa da simples idéia de imaginarem eu e Hermione na mesma casa. Caso eles soubessem o que já tinha acontecido, sem dúvida que iriam me caçar até o fim do mundo, principalmente o bobalhão Weasley que conversava com Hermione naquele instante, quem tinha acabo de adentrar na sala.



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Acordei disposta naquela manhã, era estranho sentir aquilo. Ter uma louca vontade de deixar a toca. Era até mesmo algo irreal de sentir, mas que me controlava a cada respiração que eu dava. E tenho que admitir que era ótimo tal sensação, era ótimo saber que estaria indo morar em outro lugar ao lado de Malfoy. Em pensar que dois anos atrás uma idéia daquele era nauseante, fazia-me rir neste instante.

Logo que terminei de arrumar as minhas coisas, desci para o café da manha. A primeira pessoa que vi foi Rony, este ainda me olhava carrancudo devido a conversa que tivemos na noite anterior. Eu, mais que nunca, tinha sido clara com ele. ‘ não quero mais nada com você, por isso não quero que você vá comigo. Sei muito bem como me virar, afinal vivi por um ano na Bulgária. E alem do mais, Harry precisa um de nos ao lado dele, por isso você tem que ficar, sem falar que num momento como estamos vivendo não acho prudente seguimos com qualquer plano.’ Aquilo realmente deixou-me fortalecida. E por isso ignorei a mal humor do ruivo, e sentei á mesa. Vendo-o retira-se aborrecido. Aquilo em outro tempo teria me ferido, mas o tempo da Hermione bobinha, que espera um afeto do ruivo, acabou. E isso deixava-me extremamente feliz. Quando comecei a tomar o café da manha, Harry, Ginny e um dos gêmeos adentraram a cozinha.

-Mamãe já saiu? – perguntou Ginny ao se sentar ao meu lado.

-Acho que sim, quando cheguei na cozinha ela já não estava. – respondi á ela. Pelo que parecia Senhora Weasley havia saído para fazer as compras para minha nova casa, como havia mencionado, entre lagrimas, na noite anterior.

-Pelo jeito foi mesmo, pois não encontrei Lupin e nem Tonks, os dois haviam combinado que iriam acompanhá-la, não? – Disse Harry pegando uma das torradas posta na mesa.

-Sim. –respondeu o gêmeo. – E creio que Fred aproveitou para acompanhá-lo, logo que acordei ele já não se encontrava na cama, e ele nem para me acordar. – dei um sorriso ao ouvir o resmungo dele, tal como fizera Ginny e Harry.

Em seguida Malfoy apareceu na cozinha, o mesmo tinha dormido no antigo quarto dos gêmeos, juntamente com Snape. Enquanto os gêmeos no antigo quarto de Gui, e Harry e Rony, no quarto deste ultimo. A casa realmente tinha ficado apertada, mas logo teria menos dois ali. E isso estava deixando-me feliz.

-Senta-se. – convidei o Malfoy, fazendo Harry e os outros olharem-me em reprovação.

Malfoy sorriu para mim e sentou defronte a mim, bem ao lado de Harry, ocupando um espaço que antigamente era de um certo ruivo.

-Então felizes por saberem que estarei longe daqui a poucas horas? – provocou Malfoy pegando um pouco de suco.

-Muito. – respondeu Harry. – Mas gostaríamos que deixasse o que é nosso em seu devido lugar. – finalizou ele dando uma breve olhada em mim.

Aquilo realmente fez meu sangue ferver, levantei batendo as palmas de ambas as minhas mãos sobre a mesa.

-O é que nosso? Você estaria se revirando a mim? Bem eu espero que não! –disse-lhe veementemente.

-Estou sim. – disse ele se levantando- Ou acha mesmo que sua decisão alegrou a nos... Você não pensou que isso iria afetar a todos? Que isso iria afetar Rony?

-Rony? – perguntou Malfoy olhando perigosamente Harry, definitivamente não entendi aquele olhar. – Como assim afetar ele? O que aquele idiota tem com isso? Pensei que a vida fosse de Hermione e é ela que tem que saber o que fazer ou deixar de fazer. – parei pasma com aquelas palavras de Malfoy, principalmente ao ouvi-lo me chamar de Hermione. Aquilo definitivamente era confuso.

-O que ele tem a isso? Ele é namorado da Hermione, oras. E quem lhe deu o direito de chamá-la de Hermione?

-Namorado? – eu e Malfoy perguntamos ao mesmo tempo.

-Sim, ou esqueceu disso? – perguntou Harry olhando-me.

-Curiosamente sim, esse fato não é de meu conhecimento... Pelo que me lembre antes que eu fosse para Bulgária Rony terminou comigo, sem falar da carta dele dizendo que a melhor coisa que fizemos foi isso, terminar algo que mal tinha começado... E quer saber de uma coisa, estou extremamente feliz com isso. E foi eu que autorizei o Draco de chamar-me de Hermione. – dito isso retirei-me, com os olhares surpresos, principalmente quando chamei de Malfoy de Draco, de todos sobre mim.



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O dia tinha começado muito bem, a cena no café da manha ainda brincava na minha mente. O melhor mesmo foi ver o olhar de Harry em seguida, como se tivesse acabado de perder seus pais pela segunda vez. Aquilo foi incrivelmente hilário. Mas não rir, sei respeitar a dor alheias. Mas tenho que admitir que toda a cena, principalmente quando ela disse que estava feliz por não está com aquele ruivo ridículo, deixou-me maravilhosamente bem. Ao um ponto de aproveitar sem receio o café da manhã naquele lugar conhecido horrivelmente como toca.

Agora que estou sozinho na sala no do meu novo esconderijo, penso no melhor jeito de contar tudo para Hermione, e entre as mil idéias que veio em minha mente, a penseira foi a melhor opção.

Levantei com essa idéia em mente e aproximei-me da lareira da sala, ouvindo o crispar do fogo. No cômodo ao lado, podia ouvir claramente o chuveiro, ela estava tomando o seu banho. E uma vontade louca de adentrar aquele lugar domina-me complemente, só não a faço por respeito total á ela, e porque ainda tenho que lhe esclarecer diversas coisas.

Ao ouvir o chuveiro desligar sentir um frio na espinha, logo a hora da verdade iria chegar.

Encostei-me na parede e olhei a porta da sala, esperando o momento que ela passaria por ali. Coisa que aconteceu minutos depois. Ela estava vestida com uma calça jeans e uma camiseta larga, com seus cabelos molhados pingando em seus costas, tão simples porem tão linda.

-Está me olhar muito, desde que chegamos que você não tira os olhos de cima de mim? – falou ela encarando-me de braços cruzados.

Sorri-lhe amavelmente e senti na poltrona perto da lareira e fitei esta, olhando o fogo consumindo a lenha.

-Gostaria de lhe perguntar uma coisa. – disse para ela.

-O que?

-O que aconteceu com você na Bulgária? – perguntei voltando a olhá-la, se iria começar a falar as verdades, então que começasse por ela. Afinal aquele era um fato que martelava a minha mente, desde que estávamos na casa dos Blacks.

Ela se sentou no sofá que havia ali, tão mal conservado quando a poltrona, e depois mirou a lareira. O olhar dela estava perdido, era como se ela não estivesse ali. Talvez ela tinha que voltar em pensamento para Bulgária para esclarecer-me os ocorridos lá.

-Nada de bom. – respondeu ela sem me olhar. – Às vezes o sangue é extremamente importante...



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‘-Ela é uma nascida trouxa?- Uglus perguntou apreensivo, enquanto Krum, ao lado de Hermione, balançava a cabeça positivamente.-Não é nada contra você querida, mas isso não será bom se eles souberem isso. – falou o homem sentando-se na cadeira em frente aos dois.

-Não será bom? Será terrível se eles imaginarem que estamos ao lado de uma san... nascida trouxa. – disse Klaus, mais ao fundo, este perto de uma janela que havia no cômodo.

-Hermioni é importante para esta guerra! – falou Krum segurando vivamente a mão dela.

A garota ouvia tudo calada, sentindo um aperto no coração. Ela sabia o que estava acontecendo com os outros, quais estavam defendendo nascidos trouxas e/ou trouxas. Todos estavam desaparecendo. E ter uma garota com tal característica ao seu lado era sem dúvida inquietante.

-Eu sei que ela é importante Vitor, ela está ajudando Potter, mas...

-Nada de mas, ela ficará, e iremos ficar ao lado dela. – disse Vitor vigorosamente, fazendo os dois homens concordarem, embora o que se encontrava mais atrás fizera tal coisa sem um pingo de vontade.’

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Hermione estava agradecida por Vitor está ali, por ele ter lhe salvado, caso ao contrario não sabia como teria feito tal coisa. Logo depois que os dois aparataram, e se encontravam agora em outro lugar, a morena beijou carinhosamente os lábios de Krum. Deixando enfim seu passado de lado. Deixando de esperar alguém, que a cada dia se tornava mais distante para ela. Após o delicado beijo, o moreno a levou para cama, deitando-a ali e em seguida sentando na beira desta.

-Ainda bem que recebi aquela carta, caso ao contrario não teria chegado no momento certo. – esclareceu ele tocando carinhosamente o rosto dela.

-Mas você iria lá de qualquer modo não? Afinal tínhamos... Como sou burra, Klays desmarcou o encontro certo? – ele confirmou com um balançar de cabeça.-Mas que carta é essa afinal?

Krum sorriu-lhe amável e dei-lhe um beijo na testa.

-Uma muito importante, qual falava o que iria acontecer essa noite.

-E como você pode confirmar numa carta? – a voz de Hermione era de preocupação, mas tinha em meio a ela um sutil alivio.

-Você acha realmente que eu conseguiria salvar você se não tivesse feito isso? – perguntou Krum num meio sorriso, segurando a mão da morena com carinho.

-Bem...mesmo assim foi perigoso, e se a pessoa que mandou estivesse levando você para uma armadilha?

-Não sei porque, mas confio na pessoa que me mandou a carta, talvez por que aprendi que as vezes é nas horas mais difíceis que conseguimos enxergar melhor os caminhos certos.

Hermione pensou em lhe fazer mais uma pergunta, mas foi interrompida pelo beijo do moreno. Quem ao finalizar de beijá-la encostou sua testa na dela e lhe sussurrou amável.

-Quer casar comigo? Hoje eu percebi que não conseguiria viver sem você.

Talvez pela emoção do momento, a morena estando defronte ao homem que acabara de salvar sua vida, e ainda abalada com tudo que tinha lhe acontecido, que agarra-se em algo que poderia lhe proporcionar um pouco que fosse de alegria, tornou-se incrivelmente tentador.

-Sim. – respondeu ela com um lindo sorriso no rosto.

Ele a pegou nos braços e lhe beijou carinhosamente, naquele instante, por uma fração de segundo, ambos se iludiram... era como se nada mais ao redor acontecia...’





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Hermione contou-me o fato dos problemas que aconteceram por causa do fato dela ser uma nascida trouxa. E por isso que ela estava presa naquela questão quando chegou na casa dos Blacks, por isso que ela se massacrava. Ela tinha sofrido muito por isso. Tinha morrido pessoas por causa dela, por causa do sangue dela. Lagrimas havia sido derramado por causa de seu sangue.

Enquanto eu chorava sangue por causa de tudo que estava fazendo aqui, ela sofria por causa de seu sangue. Eu querendo cultivar meu sangue, deixando-o limpo, e ela querendo morrer por causa do seu sangue. Como as coisas eram contraditórias. Levantei de onde eu estava e sentei ao lado dela, segundo a mão dela. Mas tenho que ser franco, ao ouvir ela relatar sobre o pedido de casamento de Krum, fez meu coração se apertar, principalmente quando ela revelou que havia aceitado o pedido. Em pensar que ele conseguiu tamanha façanha por causa de mim.

-Ainda me pergunto quem mandou a carta para ele. – desabafou ela com os olhos marejados.

-Eu.- disse sem rodeios, ali estava a razão da morte de meus pais, ali estava razão por ser perseguido, por que os comensais queriam a minha morte, mas que qualquer coisa.

Ela olhou-me espantada, nas logo em seguida deu uma gostosa risada. Isso é aceitável, tenho que admitir.

-Falo serio. – disse ela me encarando. Eu continuei serio, e talvez por isso que ela tirou o sorriso do rosto, olhando-me pasma. – É serio?

-Sim. – falei soltando a mão dela e me levantando. – Por isso que sou considerado traidor, por essa mesma razão que surgiu a idéia de levá-la para o Lord das trevas.

Para que pensasse que estava querendo me redimir. – respondi.

-Você colocou sua vida em perigo por causa de mim? – falou ela chorosa.

Voltei a encará-la, com um sorriso de canto.

-Sim... Eu e Krum estávamos ajudando um ao outros algum tempo, Bellatrix tinha descoberto isso, e para fugir de qualquer conseqüência disse que estava ajudando-o por saber que tinha uma peça importante, que poderíamos ajudar pegar Potter ao lado dele.

-Eu?

-Exato. Isso acontecia ao mesmo tempo em que Klays resolveu trair vocês. Ele informou quem você era, confirmando o que havia revelado. Ou seja, isso salvou a minha pele e de minha família. Mas então descobri o que Lord queria fazer, e estava longe de ser carinhoso com você. Ele usaria sua morte para provocar Potter, para fazer ele se achar sozinho. A mesma idéia que ele teve quando a levei para o esconderijo dele. Bem... Então tinha um dilema em minha mão, salva-la, ou deixar que se virasse sozinha. Como as cartas que mandava para Krum tinha dia e hora marcada, eu tinha uma grande chance em mãos... E então resolvi salva-la. – mal terminei de falar, e os braços dela estavam ao redor de meu pescoço e os lábios dela sobre os meus.

Abracei fortemente e a beijei carinhosamente, sentindo as lágrimas dela envolver o óculo intenso e amoroso. A peguei no colo, aprofundando ainda mais o beijo, sentindo seus lábios, numa mistura insana com suas lágrimas. Interrompi o beijo e a olhei atentamente.

-Obrigada- sussurrou ela em meu ouvido.- você salvou-me.

-Você também me salvou, sem você não teria razão para viver. – ela olhou confusa. – Tenho que lhe esclarecer algumas coisas.

-Não precisa. –disse ela voltando a beijar-me.-Por alguma razão, eu sei...Algo me diz que vivemos momentos especiais.-explicou ela com seus lábios sobre o meu.

A beijei ainda mais intenso e a deitei sobre o sofá. A mesma sensação gostosa que havia sentindo na casa dos Blacks quando a tinha em meus braços, atingiu-me naquele instante.

Sem pedir permissão, toquei sua pele alva com meus lábios, sentindo cada poro de seu corpo se arrepiar. Aquele perfume dela, que me enlouquecia a cada segundo na casa dos Blacks, e na casa dos Weasley, inebriava-me neste instante. Ao mesmo tempo em que o toque dela, tão perversamente, causava em mim vibrações prazerosas.

Eu busquei os lábios dela ferozmente, sentindo as unhas dela tocar a pele da minhas costas.

Minhas mãos exploravam cada centímetro do corpo de Hermione, sentido a maciez de seu corpo...



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Mesmo que aquilo fosse inusitado de minha parte, eu o queria. E como queria. Ouvir ele falar que tinha sido ele a autor da carta salvadora, fez eu me sentir bem, fez uma certeza já nascente dentro de mim se tornar ainda mais vivida. Sentia ela tocar-me vorazmente, e eu fazia o mesmo. Queria sentir a pele dele, queria senti-lo no seu todo. Por isso, sem cerimônias, retirei a camiseta que ele vestia. Levantando um pouco o meu tronco e capturando com necessidade os lábios dele. Logo a camiseta que vestia também ai ao chão. Não sabia porque, mas esse toques, esses beijos, esse desejo, era algo natural para mim. Mas uma vez sentia que algo estava faltando em minha memória. Contudo neste momento não me importava com isso, queria somente ele. Agarrei nos cabelos dele, ao senti-lo cariciar meus seios com seus lábios. Fechei os olhos, a sensação extasiante percorrendo sem controle pelo meu corpo. Ele, como suas mãos ágeis, retirou minha calça, e em seguida sua própria, colocando-se entre minhas pernas. Voltarmos a nos beijar, de forma quente. Ele levantou-me um pouco, ao ponto de ‘senti-lo’. Entrelacei minha perna ao redor do corpo dele, e cariciei a nuca de Draco. O beijo tornou-se suave, e devagar ele o interrompeu. Olhei-o decepcionada, imaginando que ele pararia ali.

-Eu te amo Hermione. – sussurrou ele de modo gentil em meu ouvido, o abracei fortemente, não me era estranho ouvir aquilo, a cada segundo que se passava, aquilo tudo tornava-se extremamente sensato para mim.

-Também te amo. – disse-lhe, até mesmo me surpreendendo, mas sentindo que estava lhe dizendo a coisa certa.

Ele deu-me o mais lindo sorriso, e voltou a me beijar, a intensidade desse beijo, mostrou-me o quão errada estava ao pensar que ele iria parar.

Carinhosamente ele voltou a me deitar sobre o sofá, seus lábios começou a percorrer pelo meu corpo. Fechei os olhos, sentindo cada toque de seus lábios e mãos. Era como se tinha sido entregue ao um sonho simples e prazeroso. Onde tudo que era improvável, acontecia de modo natural. Cuja luxuria estava para se encontrar com seu ponto máximo. Draco amavelmente, retirou a ultima peça que cobria meu corpo, para depois retirar a ultima peça do corpo dele também. Mostrando o quando ele me desejava, e que estava pronto, da mesma forma que eu, para se entregar. O beijo que ele deu-me logo em seguida era lascivo. Deixando de lado um pouco a doçura, e trazendo consigo o que é pecaminoso, qual nos afrontava, e onde nos deleitávamos. Ardentemente, ele me invadiu. Consegui senti-lo perfeitamente dentro de mim, seu desejo gritante e rígido penetrava-me tempestivamente. Agarrei seus cabelos, beijando-o intensamente. Fazendo-o aumentar suas investidas. Entrei logo no ritmo de insensatez e sensato.

Buscando de todas as forma possíveis o êxtase. Tudo ao nosso redor, tornou-se preto e branco, éramos as únicas figuras coloridas. Sendo perfeitas em suas satisfações. Tínhamos nos tornado o tudo, enquanto o resto se tornava o nada. Ergui meu tronco e entrelacei minha perna entorno do corpo dele, sentindo-o adentrar vorazmente em mim. Logo o auge do ato chegaria, e todo aquilo se tornaria único para nos...



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O tempo de fantasia tinha chegado ao fim, e Hermione sabia disso. O pedido de casamento brincava em sua mente, enquanto ela arrumava suas coisas. Tudo que ela queria naquele instante, era fugir. Não de Krum, mas sim daquela guerra. Mas uma família tinha desaparecido por causa dela, Hermione ‘Sangue ruim’ Granger, era a causadora daquela dor que abalava a todos. Klays tinha morrido numa tentativa desesperadora de salvar seu amigo, Uglus tinha desaparecido, e agora essa família. Aquilo era demais para morena, ela não agüentava mais, aquilo tudo era dolorido demais. Nenhuma ilusão de um casamento perfeito podia tirar ela daquele pesadelo constante. Ela queria ir embora e era exatamente isso que ela iria fazer, fugir dali.

Logo depois que ela arrumou suas coisas, ela se retirou do seu quarto, contudo mal ela tinha colocado o pé na escada e dois comensais da morte a pegou. Mas o acontecimento a seguir foi tão rápido que ela nem conseguiu acompanhar.

Uma pessoa, com roupa negra, encapuzada, estuporou um dos comensais e o outro ela lançou um certeiro avada. A voz era feminina, mas não era conhecida para Hermione.

-Obri...

-Agradece depois, saia daqui agora.

Hermione pegou sua mala, que havia caído perto da escada quando foi pega, e depois saiu do local. Ao olhar para cima, a fim de ver algo, viu apenas a pessoa que a pouco lhe ajudara aparatar. E a morena sem perca de tempo fez o mesmo, chegando no lugar que tinha pedido para ativarem uma chave de portal. Dali era seguiria para Londres, para voltar para sua velha vida, ou o que tinha sobrado da mesma, ou quem sabe, refugiar-se em algum lugar e nunca mais aparecer...


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