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5. Capítulo 05


Fic: Desejo-te DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO 5

Hermione começou a lamber o sorvete com a mesma ousadia que havia lambido dias antes. O sabor era de chocolate.

Draco sentiu que estava a cada segundo mais e mais excitado. Ele observava tudo atentamente. O sorvete que saiu da boca. Desceu pelo queixo. A marca que deixava. Desceu pelo pescoço. O pequeno gemido dela. Ela desceu até parar com o sorvete entre os seios.

Muita provocação. Muita tentação. A calça já marcada pela excitação já o incomodava. Ele ajoelhou-se em frente a ela. E começou a lambê-la onde o sorvete havia parado sua jornada. Começou a lambê-la fazendo o caminho de volta. Ela gemeu. O frio e o quente misturando-se. A boca dele fazia o movimento de subir enquanto as ágeis mãos acariciavam as coxas a procura da calcinha.

- Malfoy... – ela titubeou o nome dele entre gemidos abafados.

- Você me deixa louco, grifinória maldita. Como ousou brincar comigo? – ele sussurrava com raiva no ouvido dela. Alterava as palavras com lambidas e chupadas no pescoço – Que provocação foi aquela na biblioteca? – ele ouviu a risada abafada dela.

- Por que não ocupa sua boca com outra coisa?

Ele a encarou. Uma sobrancelha levantada e o sorriso safado.

- Quando eu te libertar, sangue-ruim, não vai conseguir nem andar.

- Essa eu quero ver, Malfoy... – foi a fez dela lançar um riso debochado.

Detestava ser desafiado. E ela veria.

Mas, será que só ela ficaria sem andar depois do que aconteceria naquela noite naquele quarto?


Draco terminou de tirar a calcinha dela. Notou que estava molhada. Ainda ajoelhado tirou o sorvete da mão dela e o saboreou. Com os lábios gelados, começou a beijar a coxa de Hermione. Os pelos eriçavam conforme a boca gelada tocava a pele quente. Um gemido desprendeu de seus lábios.

A grifinória desencostou-se e desfez o fecho que prendia o sutiã. No entanto, deixou-o ainda ocultando seus seios. O sutiã já marcado pelo chocolate. Draco dirigiu-se seus lábios para a boca dela novamente. Trouxe-a para mais perto da beirada do sofá. O peito dele encostou no dela. A mão da morena foi até os fios loiros. Puxava-o com voracidade. O sutiã preso apenas pelos dois corpos. Draco rompeu o contato num gesto rápido. O sutiã caiu no colo dela.

Ele sorriu. Lambeu o sorvete. Novamente. Frio e quente. A pele delicada dos seios pegava fogo. Ele não hesitou em lambê-los. Começou passando delicadamente a língua pelo bico direito. A cabeça dela pendeu para trás. Gemido rouco.

- Malfoy... – ele sorriu de forma cafajeste. Então, sua boca tomou todo o seio. Chupando-os, lambendo-os, mordicando-os.

Hermione estava fora de si. Juntando todo seu auto-controle, empurrou-o. desceu do sofá. Draco sentou no chão e Hermione sobre ele. Suas bocas encontraram-se novamente. O loiro teve a nítida certeza que não agüentaria mais. Ela sentada sobre ele. Apenas de saia... O calor que havia entre as pernas dela, passava pela calça atiçando-o ainda mais. As unhas dela marcavam as costas dele. O sorvete foi deixado no chão. Os dedos dele percorriam por todo corpo dela.

Ele apoiou-se no chão sobre os cotovelos. Hermione apreciou o peitoral dele. Fios claros cobriam todo o peito do rapaz. A garota passou a língua pelos mamilos dele. O loiro sussurrou palavras incompreensíveis. A boca dela foi descendo pela barriga. Seguindo a trilha discreta de pelos claros na pele alva. Depois voltou a subir. Seu sexo se insinuando sobre o dele.

- Granger, filha da puta... pare com isso...

- Quer que eu pare, Malfoy?

As palavras dele saiam entrecortadas por gemidos:

- Deixe-me... tirar logo... essa... calça,... sua maldita! – ela riu.

- Um Malfoy pedindo algo para uma sangue-ruim? – irritado pela provocação, ele pegou-a pela cintura e inverteu a posição. Não foi delicado. O corpo dela chocou-se contra o chão. Ela ficou mais excitada. Os pulsos eram presos firmemente pelas mãos dele.

- Você tem a sorte, Granger, de ser deliciosamente provocante. Senão, eu te matava agora mesmo pela piadinha...

Ela inclinou levemente a cintura. Ele fechou os olhos. Ela sentiu a respiração pesada sobre o rosto. Draco estava com as pernas abertas. Apoiava-se sobre os joelhos. Virou para o lado e tirou a calça. Aproveitando-se da situação, Hermione girou novamente para cima dele, impedindo-o de tirar a cueca. Ela sentiu toda a excitação dele e sorriu por ser o motivo daquilo.

- Sabe que não tenho muita paciência com esses jogos, sangue-ruim...

- Estou... percebendo... – disse a morena roçando-se sobre ele. Aquelas sensações eram simplesmente devastadoras para ela. Nunca imaginou que aquele loiro que a irritou durante anos pudesse, um dia, causar-lhe tais sensações. Sensações devastadoras.

Logo as bocas encontraram novamente. Os cachos caiam soltos. Os corpos suados e sujos de sorvete. Hermione tornou a descer pelo peito dele. Draco agarrava o tapete que havia sob si. O corpo clamando pelo contato dela. Parecendo ler o pensamento do loiro, a mão da grifinória adiantou-se e foi de encontro ao pênis já duro e pulsante. Tocou-o por cima da cueca.

- Animadinho, Malfoy? – ele puxou-a e murmurou em seu ouvido. A voz sedutoramente rouca:

- Só por essa noite esqueça as formalidades, Hermione... – ele não queria ser chamado pelo sobrenome que o ligava ao pai. Não naquele momento. Ele queria aquela morena chamando, clamando e gemendo seu nome. Gemendo por Draco. Apenas Draco.

O espanto dela durou apenas os segundos que a boca dele não encostava em seu corpo. Conformada em aceitar todos os pedidos do loiro sonserino ela concordou em silêncio.

Draco levantou-se, puxando Hermione consigo. Ela pode então admirar, sem nenhuma malícia escondida, o corpo dele. A pele clara e máscula contrastava com a cueca preta. Era notável a excitação dele, o que excitou ainda mais a grifinória. As coxas não tinham pelos em excesso, nem eram escassos. Eram ainda mais claros que o do peito e todos tinham apenas um destino: o que ainda estava oculto sob o tecido...

- Gosta do que vê? – ele perguntou cruzando os braços e sorrindo de lado. Ela aproximou-se encarando-o. Ela também havia aprendido ser sedutora. Chegou perto dele e passou a mão levemente pelo pau firme.

- Adoro... Draco. – ouvir a morena que por tanto tempo atormentava suas noites e seus banhos responder daquele jeito foi o suficiente para agarrá-la. Num movimento brusco e extremamente sedutor ele puxou-a pela cintura e deitou-a no sofá. Ainda de pé desceu de uma vez sua cueca. Hermione, então pôde admirar o membro... E pensou que talvez Draco tivesse razão em algo: possivelmente ela não andaria no dia seguinte.

Draco começou a beijá-la. Não na boca. Sua língua percorreu primeiramente as pernas. Alternava os beijos entre a perna esquerda, direita, esquerda,...

Beijos, língua, suspiros.

As mãos dela conseguiram alcançar os fios finos e loiros. Bagunçava-os tentando aplacar o desejo que sentia de tocá-lo.

Era um toque lento, torturante e imensamente prazeroso. A mistura do hálito quente e da língua fria causava sensações indescritíveis na grifinória. Os olhos fechados. A cabeça jogada para trás. Os dedos ainda entrelaçados nos fios finos e loiros.

Conforme o beijo subia, Hermione sentia o corpo nu dele pesando sobre si.

Draco deixara seus instintos comandarem seu corpo. Tocá-la era algo que ansiava há muito tempo. Tê-la assim, dominada e gemendo sob si, havia se tornado algo... necessário.

Os dedos prenderam-se com mais força e ela o puxou para cima. As bocas encontraram-se. As línguas combatiam. Procuravam-se. Uma das mãos deles apoiava-se no sofá, evitando que todo o peso recaísse sobre ela. A outra mão percorria a lateral da cintura. Toque possessivo. Autoritário. Sim, pensava Hermione, o filho da puta sabia o que fazer.

Rapidamente, Draco sentou-se puxando Hermione para seu colo. Aquele movimento deixou-a desesperadamente mais excitada. Ansiosa por... mais. Num murmúrio rouco ele falou:

- Vamos para cama. Esse sofá é muito pequeno para nós. – a perna dela envolveu a cintura dele num movimento inconsciente quando sentiu seu corpo ser levantado por ele. A porta do quarto foi aberta com um pontapé dado pelo loiro. As mãos dele mantinham Hermione bem presa junto ao seu corpo. Arrepiava-se apenas de sentir o leve roçar do corpo dela no seu. Era tão vulnerável perto dela...

A cama logo tornou-se o novo apoio. Draco estava em cima, mas num ágil movimento Hermione mudou as posições. Era tão vulnerável perto dele...

A grifinória ficou de quatro sobre ele. Aproximou seus lábios dos lábios finos e bem traçados, sem tocá-los, no entanto. Apenas respirando lentamente ali... tão próxima dele.

Malfoy levantou lentamente a cabeça procurando a boca que tanto ansiava, mas ela afastou-se, sorrindo marotamente. E o jogo recomeça.... , o loiro pensa sorrindo de lado. Ela, sem dúvida, sempre seria seu maior pecado. Seu maior erro. Seu maior acerto.

A língua contornou os lábios dele que se entreabriram em um convite que não foi aceito. O caminho percorria o maxilar, a orelha, o contorno do pescoço... Uma das mãos dela fazia desenhos invisíveis na pele alva. Descendo pelo peito, barriga,... Tudo causava arrepios prazerosos no loiro.

Um gemido rouco e alto não pôde ser controlado quando sentiu a boca dela tocar seu membro. Precisa. Delicada. Voraz. Gulosa.

Rapidamente puxou-a. Virou-a. Subiu em cima dela, fazendo com que as pernas femininas e torneadas se abrissem para recebê-lo.

Ele era Draco Malfoy. Sonserino. Esnobe. Orgulhoso. Cansado de ser ludibriado por uma grifinória. Sangue-ruim. Bondosa. Hermione Granger. Sem rodeios, penetrou-a. Com força. E vontade. Muita vontade.

As unhas dela marcaram a pele alva. Traços vermelhos na tez branca. Gemidos. Palavras murmuradas. Gemidas. Automaticamente as pernas dela envolverama cintura dele. Ajudando, incentivando no movimento.

- H-Hermione... - nada. Nenhuma palavra, desenho, gesto... Nada poderia sequer descrever o que senti ao penetrá-la. Ao ver aquela maldita tão entregue, tão... submissa a mim... Tão.... minha... Nada nunca seria capaz de se comparar àquela situação. Nunca...

O sonserino mexia-se vigorosamente. As mãos dele percorriam a pele macia. Seios, cintura, seios, cabelos, seios, pescoço. Tudo nela era... desejável...

Palavras incompreensíveis eram sussurradas por ambos. Gemidos. Murmúrios. Arranhões. Toques gentis. Toques possessivos.

Hermione logo sentiu aquele frio. Aquela “quentura”. Arrepio. Vertigem. Sensação única que invadiu-lhe por dentro. Não, não podia segurar mais. Sentiu um último espasmos de desejo e luxuria gozou. Pouco depois, ao senti-la desfazer-se sob si, Draco invenstiu com mais força e velocidade e chegou ápice. Gritando o nome dela. Gritando por ela.

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Acordei sentindo que não andaria. Mexi-me preguiçosamente na cama. Espaçosa. Ele não estava mais lá. Claro. Tomei coragem e levantei. Fui direto tomar banho. Um banho longo. Olhei no espelho. Marcas roxas estavam tatuadas em meu corpo: braços, coxas, seios. Sorri. Eram as marcas dele .

Nunca poderia imaginar que seria tão... bom. Tão viciante. Sim, viciante. Pois, minha cama ainda nem esfriou, meu corpo ainda nem se acalmou e eu quero mais. Quero Draco Malfoy novamente dentro de mim. Sobre meus lençóis.

Caminhei para tomar o café sentindo que estava num sonho. Devaneio. As vozes pareciam tão distantes. As pessoas disformes. A partir daquele momento nada seria igual. Por quanto tempo eu conseguiria manter-me longe dele? Por quanto tempo eu poderia esconder... meu desejo?

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O tempo passou recheado de provas, lições, tarefas, jogos de quadribol. Como o velho ditado diz: “só o tempo cura”. E foi só com o tempo que as relações abaladas pelas ações de Harry aos poucos voltaram ao normal. Sem saber entender ou explicar que fúria tomou conta de si, Harry tomou algumas poções relaxantes. A relação dele com Hermione voltou à velha amizade. Mas, ainda mantinham uma cautela invisível: não se tocavam com tanta intimidade.

As noites no quarto da monitoria eram recheadas com sorvete, sexo, frutas, sexo, entrega, sexo, sexo e sexo. Draco a buscava praticamente toda a noite. Quando tinham monitoria faziam uso de corredores escuros. Quando voltavam de algum jogo, faziam uso do vestiário. Todo lugar era motivo, era desculpa para mais um momento de uma entrega avassaladora.

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O que eu podia fazer? A Granger dominou meus pensamentos. Só com ela eu sentia aquele prazer que por tanto tempo foi inventando e imaginado nos meus mais loucos devaneios de toques auto-infligidos.

Não era algo racional.

Não era algo emocional.

Era algo corporal. Carnal. Viciante. Necessário.

Não sabia se ela saia com outros caras. Nem queria saber. Apenas queria a maldita sangue-ruim em qualquer lugar que pudéssemos extravasar nossos desejos. Nossas tensões. Nossos mais loucos segredos sexuais.

E certo dia, da mesma forma como começou.... tudo acabou...

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Aquela tarde decidiu encontrar seus amigos. Viu ao longe que Gina estava deitada com a cabeça no colo do namorado. Eles conversavam calmamente. E sorriam. Ele a tocava gentilmente. Acariciava seu cabelo. E Hermione sentiu um aperto no coração. Nunca havia sido tocada assim. Aproximou-se e fez algo que sempre julgara... errado. Começou a ouvir a conversa do casal.

- Então, linda... já sabe em que vai trabalhar?

- A Luna disse que o pai dela abriu vaga no Pasquim... Pensei em trabalhar escrevendo alguns artigos.

- Como será quando sairmos? Sentirei falta de ver você todos os dias... Continuará morando na Toca?

- Sim... Até ter dinheiro para alugar um lugar – ela respondeu.

- Gi, o que acha de morarmos juntos? Não agora, claro... daqui um tempo... Mas, não consigo ver minha vida sem ter isso... estar perto de você... apenas isso é suficiente para mim... – a reação da ruiva não pdoeria ter sido outra que não pular no pescoço do namorado e enche-lo de beijos.

Pela primeira, depois de meses, ela não encontrou com Draco Malfoy. Hermione foi dormir na torre da Grifinória sem se importar que certo loiro ficou plantado na porta do quarto dela, batendo na porta até se cansar.

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Não posso dizer que a Granger sumiu porque ainda a via pelos corredores, nas aulas, no jantar. Mas, sempre, SEMPRE estava acompanhada dos amigos. Fazia quase dez dias que nós não ficávamos juntos. Dez dias sem ter o prazer de estar dentro dela. Era angustiante. Desesperador.

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Fugi do Malfoy como uma covarde. Digna de ser expulsa da grifinória. Incrível como uma simples conversa entre dois namorados mexeu comigo. Hormônios juvenis? Talvez. Só sei que pensei: que merda estou fazendo? Não que fosse errado, mas que merda daria o que eu estava fazendo? Estava bom, mas até quando? E se eu me envolvesse? Malfoy nunca sentiria nada... nada além de desejo sexual.

Eu sabia. Sabia que se insistisse naquela situação uma pessoa acabaria saindo ferida. Era claro que essa pessoa seria eu.

Fui conversar com a Diretora. O ano estava acabando e ela poderia ajudar-me de alguma forma.

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O ano acabou. Como ele o baile. Provas. Salgueiro lutador. Lago da lula gigante. Floresta Proibida. Beijos nos corredores. Mapa do Maroto. Quadro da Mulher Gorda. Passagens secretas. Casa dos gritos.

Acabou.

Todos se despediam com lágrimas nos olhos na plataforma 9 ½. Malões arrastados. Gaiolas com corujas. Cansado de ser ignorado, Draco foi atrás de Hermione. Puxou-a sem delicadeza. Ela, com um olhar, informou os amigos que estava bem.

- Que merda está fazendo, Granger?

- Do que está falando, Malfoy?

- Você... sumiu. Fugindo de mim! Não sabe a minha angustia, sua maldita sangue-ruim!

- Acabou, Malfoy. Aliás... Não tem como acabar o que nem começou. – ele sorriu irônico.

- Não acredito em você.

- O que você espera?

- Não espero nada! – ele disse nervoso.

- Exatamente! Quer o quê? Levar essa vida até termos quantos anos? – ele riu, o que a deixou mais irritada. Era um riso de desprezo.

- Temos 18 anos, Granger! – os olhos dele brilharam – Está apaixonada por mim ?

- Não, Malfoy – ela desviou os olhos – Só não podemos continuar como estávamos.

- Eu preciso continuar como estávamos, sua maldita... Sinto falta de... transar com você.

- Acabou, Malfoy.

- Vamos continuar! Fora da Escola tem mais possibilidades de encontrar alguém. Seremos sinceros... Até lá, mantemos nossos “encontros” – ele falou a última palavra com um olhar que quase desarmou Hermione.

- Não, Malfoy. Estou partindo – ela virou-se, mas ele a puxou pelo braço.

- Ninguém vira as costas para um Malfoy!

- Você não reclamava quando eu fazia isso na cama.

- Espertinha... Não terminamos nossa conversa.

- Está terminada. Tenho que ir para não atrasar. – ela falou encarando-o.

- Atrasar para quê? – ele disse cruzando os braços.

- Estou indo embora da Inglaterra, Malfoy. Hoje mesmo parto para Austrália. – pela primeira vez, desde que começaram a conversar, ele não sabia como continuar.

- Como?

- Minerva arrumou um emprego para mim no Ministério de lá. Parto hoje a noite.

- Você não pode. – dessa vez, ela que riu.

- E por que não?

- Porque mulher nenhuma dispensa um Malfoy. – ela riu mais alto e isso o ofendeu.

- Adeus, Malfoy – ela virou-se e agilmente desviou o braço que ele estava prestes a segurar. Ele postou-se na frente dela.

- Fica.

- Por quê? – ela cruzou os braços.

- Porque não sei sem viver sem seu corpo. Eu desejo-te. – ela respirou fundo, aproximou-se dele.

- Eu também, Malfoy. Mas isso é apenas... desejo. Insanidade temporária. Hormônios descontrolados. Quero outras coisas da minha vida. – ela ficou na ponta do pé e beijou os lábios dele. Língua com língua. Língua contra língua. Mão de um no corpo do outro. A mão dela no peito dele... afastando-o. olhos ainda fechados.

- Adeus, Malfoy. – sem olhar para trás, ela partiu.





Desculpem a demora............. Posto hoje - 21/03 - às 20h30. A fic deve conter alguns erros, mas corrigirei depois. Não podia deixar de postar.... Comentem que o cap 6 esta na minha cabeça.... Só digitar!!!

Obrigada pela paciência!!!!

Beijos,
Artemis

Fics que vc não encontra na FEB só aqui:
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Comentários: 1

Páginas:[1]
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Enviado por Diênifer Santos Granger em 15/09/2013

Chorei! *---*

Nota: 5

Páginas:[1]
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