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6. Capitulo 6 – Eu Sou um Assassi


Fic: O Despertar das Sombras


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Capitulo 6 – Eu Sou um Assassino

Harry acabou de descer as escadas que davam acesso à sala do diretor com um sorriso satisfeito nos lábios. Tudo acontecera como ele previra que as coisas seriam, o idiota do Dumbledore querendo que ele respondesse as perguntas do velhote não importando a maneira em que ele queria as respostas, mas o velhote perdera as estribeiras e passara do limite, percebera a surpresa dos professores com aquela reação do tão bondoso Alvo Dumbledore, pensou com sarcasmo. Se eles ao menos soubessem do que aquele velhote maldito era capaz, ele ainda pagaria pelo que fizera a Sophia. Harry garantiria isso, precisava apenas de algum tempo para preparar as coisas e então poderia se divertir bastante com o velhote, iria fazê-lo se arrepender do que havia feito.

Pensando na reação dos professores, talvez pudesse tirar algum proveito disso e trazer alguns deles para o seu lado, ele tinha um caminho longo e árduo e a guerra seria de dimensões impensáveis, por isso precisaria de aliados para a frente de batalha, não poderia lutar contra tudo e contra todos sozinho, seria suicídio, mas Voldemort ele queria acabar pessoalmente, tinha de dar fim ao Lorde das Trevas antes que o verdadeiro desafio chegasse, por que quando isso acontecesse ele precisaria estar pronto, porque provavelmente morreria.

Mas isso ficaria para o futuro, ele ainda tinha tempo, pelo menos alguns meses segundo o que sabia. Até lá daria um jeito de conseguir alguns aliados, talvez até mesmo entre os próprios alunos, embora abominasse a simples idéia de ter que treinar alguém, não que não pudesse, Harry sabia que não tinha paciência com iniciantes, nunca tivera, pra falar a verdade. Mas provavelmente seria necessário, por isso faria um pouco de esforço se fosse preciso.

Naquele momento ele chegou em um corredor escuro e percebeu que estava perdido, não conhecia o caminho para a Torre da Grifinória ou qualquer outro caminho, por isso parou e respirou fundo. Lembrando-se de um feitiço muito utilizado por ele mesmo em suas missões o moreno abaixou-se e espalmou sua mão direita no chão de mármore negro e ficou parado por alguns segundos apenas sentindo a magia percorrer seu corpo antes de exclamar em um sussurro baixo e praticamente inaudível.

- Palacium Rastreare. – uma luz púrpura bruxuleante exalou da palma da mão estendida do moreno e misturou-se ao chão, percorrendo rapidamente o corredor e em seguida passou por todos os cantos do castelo, em menos de um minuto um mapa detalhado do castelo de Hogwarts estava gravado na cabeça de Harry, o que incluía todas as passagens secretas, até mesmo algumas esquecidas pelo tempo e outras desconhecidas da maioria das pessoas.

Satisfeito o moreno de olhos verdes levantou-se lentamente e logo caminhava a passos apressados e rápidos em direção ao salão comunal da Grifinória, embora andasse rápido e apressado sua mente registrava tudo o que existia pelos enormes corredores que ele passava, dos quadros até a mais mínima das sujeiras. E foi só quando Harry encontrava-se em frente ao quadro da mulher e esta lhe perguntou a senha foi que ele percebeu que não tinha conhecimento da mesma, por que nem ao menos sabia que necessitaria de uma maldita senha para entrar na sala comunal.

- Eu sou novo, Senhora. Não sabia que existiam senhas para se entrar na sala comunal. – Harry falou mansamente para o quadro da mulher enorme que encontrava-se a sua frente, pela aparência dela dificilmente recebia elogios e talvez isso amolecesse um pouco ela – Eu estava em uma reunião com o diretor Dumbledore, por isso me demorei tanto para vir.

- Sinto muito. – falou a Mulher Gorda olhando derretida para o moreno, embora quisesse ajudar, não poderia abrir passagem para ninguém que não possuísse a senha, eram ordens expressas do próprio diretor. – Eu realmente gostaria de ajudá-lo meu jovem, mas não posso, isso iria contra as regras da escola.

- Tudo bem, deixa eu ver se por acaso não ouvi a senha enquanto me dirigia para a reunião com o diretor. – Harry fechou os olhos e fingiu estar pensativo, não tinha a mínima idéia de qual era a senha, mas ele tinha seus truques e meios para poder descobrir. Usando de suas habilidades concentrou seu poder e vasculhou vestígios de magia ao redor de onde se encontrava, acabou deparando-se com uma forte proteção em volta da torre, mas sem nenhuma dificuldade transpassou-a e descobriu dezenas de mentes no interior da sala comunal dos Grifinórios, aparentemente eles estavam esperando ele para uma festinha surpresa ou estavam querendo fazer perguntas, não se preocupando avançou na primeira mente que encontrou e rapidamente descobriu a senha bem como informações sobre pessoas diferentes da casa dos leões, ficou surpreso ao descobrir que aquele garoto, de quem ele havia invadido a mente, gostar de Gina Weasley, a garota ruiva com a qual ele dividira a cabine no Expresso de Hogwarts. Deixando isso de lado saiu da mente do garoto e abriu os olhos mostrando uma expressão de alguém que acabava de se lembrar de algo muito importante o que fez o quadro da Mulher Gorda abrir um leve sorriso – A senha é Quadribol.

- Muito bem meu jovem. – sorriu a Mulher Gorda e em seguida o quadro afastou-se dando passagem a um buraco na parede.

Sem se preocupar Harry atravessou-o e chegou a tão famosa sala comunal da Grifinória, e como havia percebido dezenas de pessoas ainda se encontravam no local, mesmo com o adiantado das horas, assim que entrou um silencio profundo e levemente desconfortável se instalou no salão comunal. Harry não disse uma palavra e dirigiu-se as escadas a direita que levariam diretamente ao dormitório masculino, mas pode captar cada uma das pessoas que ainda se encontravam no salão comunal, inclusive a ruiva e o irmão ciumento, a garota de cabelos castanhos que ficara magoada com ele e o Longbottom.

Não se preocupando o moreno terminou de subir as escadas e adentrou ao dormitório que ele sabia pertencer aos alunos do sétimo ano, limitou-se a ir para a cama mais próxima da janela que estava vazia e sem nenhum malão ao lado, já que suas coisas estavam em sua mochila que ele encolhera assim que saíra do trem. Desfez os lençóis que estavam impecavelmente arrumados e fez sua mochila voltar ao normal, então colocou-a em cima da cama e sentou-se logo depois.

Abrindo-a Harry retirou algumas coisas básicas para higiene pessoal, pegou também uma bermuda que ele usaria para dormir e levantou-se da cama indo em direção ao banheiro que estava vazio, não sem antes lançar feitiços protetores sobre sua mochila impedindo alguém de toca-la, quem quer que fosse que tentasse tomaria um choque tão grande que ficaria com o braço paralisado por pelo menos uma semana dependendo do poder da pessoa em questão.

Já debaixo do chuveiro o moreno fazia um levantamento do progresso que havia feito durante o dia, enquanto a água gelada escorria por seu corpo. Conseguira acessar um dos cofres que Voldemort usufruía e o limpara transferindo todo o seu conteúdo para um outro cofre ao qual apenas ele teria acesso, também acessara o cofre que pertencia a Família Potter, portanto a ele, uma vez que ele era o último Potter vivo. Também havia o pequeno tesouro de Voldemort que ele encontrara no cofre dos Lestrange e que agora estava bem seguro dentro de sua mochila, protegido por diversos feitiços poderosos que impediam inclusive que fosse rastreado e que exalasse um pingo sequer da magia negra que o objeto continha.

Havia entrado em Hogwarts sem problemas, não houvera nenhum ataque ao Expresso, embora secretamente ele desejasse que Voldemort tivesse mandado seus lacaios para atacar o trem, adoraria ter tido um pouco de ação. Mas o que ele mais gostara fora a surra que dera no Velhote desgraçado, ninguém mandou que ele tentasse me amaldiçoar, não esperara poder surrar o velhote logo de cara, havia imaginado que ele perderia as estribeiras e mostraria seu verdadeiro lado aos professores, mas não ao ponto de utilizar uma maldição imperdoável em um aluno.

Só que agora o diretor sabia que não era tão poderoso assim, e que não poderia brincar consigo sem sofrer as conseqüências de seus atos, no fundo Harry torcia para que Dumbledore desse mais passos em falso para que pelo menos pudesse descontar a frustração por ainda não poder matá-lo, pelo menos não sem abalar as estruturas do mundo da magia e deixar sem esperanças milhares de pessoas, mas assim que eles percebessem que o Velhote não era tão poderoso, então Alvo Dumbledore teria o que merecia e pagaria por tudo o que havia feito, com juros, isso Harry tinha certeza.
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Assim que Harry Potter saiu da sala os professores ficaram alvoroçados, alguns amedrontados e outros curiosos, a Professora de DCAT adiantou-se até onde encontrava-se o diretor, que havia desmaiado pela dor que havia sofrido, ele ainda sangrava abundantemente, o que fez com que a Professora ficasse apreensiva, mas Severo Snape ajoelhou-se ao lado dela e passou a lançar leves feitiços, vez ou outra murmurando alguns feitiços, logo o diretor já não sangrava mais, os ferimentos haviam sido estancados.

- Eu fiz o que pude, parei o sangramento, mas é melhor o levarmos rápido para que Madame Pomfrey possa terminar de curá-lo. – Silvia assentiu com a cabeça, enquanto os outros professores apenas observavam.

A Professora McGonagall adiantou-se e conjurou uma maca ao lado do corpo do diretor e depois executou um feitiço Mobilicorpus não verbal para colocar o corpo de Dumbledore deitado na maca, em seguida um novo feitiço e a maca passou a flutuar, então os professores seguiram para fora da sala do diretor indo para a enfermaria, não sem antes Minerva colocar a pequena Fawkes em seu poleiro ao lado da mesa do diretor.

Andaram rapidamente pelos corredores escuros e desertos de Hogwarts, o silencio era apenas quebrado pelos passos dos professores que levavam o diretor em direção a enfermaria. Assim que chegaram no local nem sequer bateram e entraram apressados pelas portas da enfermaria, assustando Madame Pomfrey que dormia em seu quarto ao lado da enfermaria, ela levantou-se de um pulo e dirigiu-se para o local para ver quem entrava aquelas horas na enfermaria fazendo tanto barulho.

- Merlin. – exclamou assim que viu os Professores carregando o diretor em uma maca – Mas o que aconteceu? Foi Você-Sabe-Quem?

A enfermeira estava apavorada imaginando o que poderia ter acontecido para que o Grande Alvo Dumbledore estivesse tão debilitado. Em sua mente apenas uma coisa poderia explicar o fato dele estar tão machucado, além do fato de se encontrar inconsciente. Rapidamente a enfermeira o observou verificando os ferimentos superficiais, por fim deu-se por satisfeita pelo fato de ele não se encontrar em risco de morte, mas o que a surpreendera fora o fato de não distinguir nenhum golpe por feitiço, o que indicava que ele havia sido atacado a maneira trouxa.

- Coloquem ele em cima dessa cama. – ordenou a enfermeira apontando para um leito próximo e imediatamente os professores se apressaram a obedecê-la e colocaram o diretor sobre a confortável cama da enfermaria.

Logo a enfermeira misturava poções que ela pegou de dentro de um dos armários, e logo depois despejou a mistura pela garganta do diretor que não teve reação alguma. A enfermeira lentamente começou a murmurar feitiços que avaliavam o grau de ferimento que o diretor possuía, assim como o tipo de lesões que ele recebera, as vezes exclamava baixinho com os resultados que obtinha. Depois de fechar todos os cortes e consertar os braços quebrados ela suspirou e finalmente virou-se para os professores que esperavam apreensivos para saber o resultado.

- Então Madame Pomfrey, como Alvo está? – adiantou-se McGonagall perguntando com a voz ansiosa e olhando para o diretor que dormia a sono tranqüilo.

- Perfurações no ombro e na barriga por arma branca, lacerações internas causadas pela mesma adaga ou o que quer que tenha sido usado para atingi-lo, lesões corporais graves, nariz quebrado e alguns ossos pelo corpo fraturados ou deslocados devido ao impacto de uma queda, sem contar com o braço esquerdo quebrado em seis lugares diferentes, os dedos da mão direita quebrados um a um, e o braço direito praticamente estilhaçado por golpes precisos. – relatou Madame Pomfrey o que ela descobrira sobre os ferimentos do diretor e em seguida olhou severamente para os Professores, que engoliram em seco – Agora será que vocês poderiam me dizer quem foi o responsável por causar tantos danos em Dumbledore, por que de uma coisa eu tenho certeza, não foi Você-Sabe-Quem, a menos que ele tenha aprendido repentinamente a duelar como um trouxa, o que é muito improvável. E eu posso garantir que esses ferimentos foram causados por um perito em lutas trouxas, por que sabia muito bem onde acertar para machucar pra valer.

Os professores se mexeram desconfortáveis, haviam se comprometido a não comentarem nada sobre o incidente com ninguém, nem mesmo a enfermeira. E as informações que ela acabara de relatar apenas reforçara a crença deles de que seria muito melhor que eles se mantivessem calados, não queriam despertar a ira de alguém que era capaz de acabar tão rapidamente com um bruxo do nível de Alvo Dumbledore e ainda de maneira totalmente trouxa, imagine se ele houvesse utilizado magia, com certeza não estavam a fim de provar da raiva de um bruxo que se mostrava tão poderoso quanto parecia ser Harry Potter.

- Nós não podemos comentar Madame. – Adiantou-se Silvia falando por todos os professores – É um assunto delicado e preferimos não comentar sobre isso. Talvez Dumbledore possa falar assim que ele acordar, mas ninguém além dele tem a permissão de tocar no assunto.

- Isso mesmo, Madame Pomfrey, não podemos contar. – Snape anuiu concordando e silenciosamente agradecendo a desculpa que a Professora inventara, por que ele não conseguira pensar em nada para dizer naquele momento.

- Entendo. – falou a enfermeira olhando com a sobrancelha arqueada em direção aos professores que se encolheram ligeiramente – Provavelmente é alguém muito forte e bem treinado, um verdadeiro mestre no que faz, eu também estaria com medo da reação de alguém com esse nível de habilidade na arte da tortura, por que ele sabe torturar alguém, acertou apenas pontos vitais e dolorosos, nosso querido diretor vai sentir leves dores por alguns dias antes de ficar completamente curado.

Em seguida a enfermeira desapareceu novamente para seus aposentos indo descansar para o dia seguinte. Os professores olharam-se mais uma vez, cada qual perdido em seus próprios pensamentos. Sirius ainda estava impressionado com o afilhado, ele era um auror e lutara por anos durante a primeira grande guerra e a pelo menos dois anos lutava novamente, e nunca havia visto alguém com tanta rapidez em um ataque, Harry fora preciso em seus golpes atacando impiedosamente sem dar nenhuma chance ao diretor de reagir.

Snape também estava impressionado, fora uma luta rápida e destruidora, embora aquilo não pudesse ser chamado de luta, porque depois do primeiro feitiço lançado pelo diretor, este nem sequer fora capaz de erguer a varinha novamente e apenas levara golpes seguidos que não duraram mais do que dois minutos. Sabia que o garoto não havia lutado a sério, ele fizera aquilo apenas para se divertir brincando com o diretor como se ele não passasse de um mosquito irritante. Não usara nem um pingo de magia, apenas movimentos de luta trouxa, que ele não conhecia, quando ouvira os braços do diretor estralando sentira um arrepio gelado percorrer por seu corpo, e pela primeira vez na vida reconhecera um adversário que era capaz de qualquer coisa para conseguir o que queria, nem mesmo o Lorde das Trevas lhe passara essa impressão, de que seria capaz de tudo, Voldemort era cruel e sanguinário, mas Harry Potter demonstrava ser cruel e sanguinário, mas acima de tudo parecia uma fera encurralada demonstrando seu poder e sua supremacia sobre os outros.
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Como sempre Harry acordou as cinco horas da manha, desde o inicio de seu treinamento que ele aprendera a acordar bem cedo e a dormir poucas horas, muitas vezes ele tinha de ficar dias acordado, e na verdade Harry não se preocupava muito com isso, o único problema era o cansaço que ele sentia. Naquele dia não foi diferente, assim que levantou dirigiu-se ao banheiro e tomou um banho rápido apenas para tirar os vestígios de cansaço que ele ainda possuía, em seguida vestiu uma roupa leve e dirigiu-se até o corredor do sétimo andar onde ele percebera a sala oculta, não sabia o nome dela, mas serviria muito bem a seus propósitos.

Andou três vezes pela frente do que ele sabia ser a porta, que apenas mostraria o que ele desejasse. Por isso pensou em uma academia de ginástica trouxa e assim que abriu a porta se surpreendeu levemente com a aparência do lugar, que lembrava muito uma verdadeira academia de musculação, havia aparelhos de todos os tipos espalhados pela sala, incluindo uma piscina de cerca de vinte metros para poder nadar.

Primeiramente o moreno foi a esteira e programou uma corrida de 15 quilômetros, ficou cerca de dez minutos na esteira correndo e então passou ao levantamento de peso, onde erguia facilmente setecentos quilos, sabia que sua massa muscular era muito superior a alguém normal, por fim dirigiu-se a piscina e mergulhou. Foi ali que ele permaneceu por cerca de duas horas nadando, sem se preocupar com o cansaço, isso seria facilmente reparado com magia, mas ele precisava dos exercícios para manter a mente limpa e forte.

Assim que terminou de se exercitar e saiu da sala, percebeu que já eram quase sete e meia da manha e que provavelmente os alunos estariam acordando para tomar o café da manhã, por isso correu rapidamente percorrendo o caminho até a Torre da Grifinória por diversas passagens secretas até chegar em frente ao quadro da Mulher Gorda, assim que adentrou a sala comunal percebeu que já havia alunos prontos para o café, e uma delas era Hermione Granger que o olhou surpresa por ele ter levantado tão cedo, mas o olhar dela percorreu seu corpo e reparou na roupa suada pelos exercícios e ela franziu os olhos olhando pensativa para o garoto.

Harry apenas acenou com a cabeça e se apressou a subir as escadas que davam ao seu dormitório correndo, mas assim que entrou pela porta percebeu que os garotos ainda dormiam. Um sorriso diabólico curvou os lábios do moreno enquanto ele se dirigia ao banheiro e antes de fechar a porta silenciosamente lançou um feitiço que içou os quatro garotos por alguns centímetros e os fez cair com um baque surdo no chão, que acordaram sobressaltados e blasfemando contra ninguém em particular, todos eles se olharam e ficaram sem entender o que havia acontecido, até alguém olhar o relógio e dar um grito de susto levantando-se rapidamente e indo em direção do banheiro para constatar que ele estava fechado, o que significava que tinha alguém o ocupando. Até que eles olharam para a cama vazia próximo a janela e perceberam quem se encontrava no banheiro, na noite anterior quando eles haviam subido o garoto já estava adormecido em sua cama, o que fez eles desistirem de uma aproximação, embora um pouco relutante por parte de Rony e Neville, que ainda se lembravam de como as namoradas haviam ficado quando conheceram o Potter.

Depois de alguns minutos o moreno saiu silenciosamente do banheiro, por dentro havia rido enquanto tomava banho, mas aqueles preguiçosos precisavam acordar, então ele fizera um favor a eles. Balançando a cabeça e mantendo-se sério Harry dirigiu-se até sua cama e pegou o uniforme que havia comprado que se encontrava dentro de sua mochila, ainda sentia os olhares curiosos dos outros garotos sobre si, exceto daquele que estava no banheiro agora. Ignorando-os o moreno vestiu-se rapidamente e pegou os livros e os outros materiais que ele utilizaria que estavam todos dentro de sua mochila e colocou-a no ombro e saiu do quarto sem falar com nenhum deles.

Descendo para a sala comunal, Harry percebeu que naquele momento a maioria dos alunos da grifinória já se encontravam no local, todos se encaminhando para o salão principal para tomarem o café da manha, o moreno passou por eles sem dirigir a palavra a ninguém em especial, não estava afim de responder a nenhuma pergunta idiota. Quando chegou ao salão principal percebeu que a garota Granger já estava sentada confortavelmente, assim como a Weasley e a Lovegood também estava junto com elas.

O moreno sentou-se próximo a mesa dos professores onde não havia nenhum aluno da grifinória, naquele momento ele queria ficar sozinho por um momento. Logo seu prato estava cheio de comida, concentrando-se o moreno analisou o que havia em seu prato não descobrindo nenhum tipo de veneno e nenhuma coisa diferente de uma refeição normal, por isso começou a comer calmamente ignorando os olhares curiosos que recebia de grande parte do salão principal.

Aos poucos Harry conseguiu distinguir conversas a sua volta que falavam sobre o diretor estar internado na enfermaria, alguns falavam que ele havia lutado contra Voldemort, outros diziam que ele havia enfrentado uma manada de centauros furiosos que haviam tentado invadir a escola, e Harry ainda ouviu falar que Dumbledore enfrentara um enorme Dragão Rabo Córneo-Húngaro e por isso se encontrava debilitado em um leito na enfermaria principal de Hogwarts.

Harry quase riu com as insinuações que ele estava ouvindo, insinuações que estavam muito longe de serem verdades. Assim que terminou de tomar o suco que havia em seu copo percebeu a professora McGonagall distribuindo um papel aos alunos, curioso Harry olhou na mente de um dos garotos que se encontrava com um papel daqueles e descobriu que se tratava do horário das aulas que os alunos teriam, então assim que a Professora de Transfiguração estava ao seu lado o moreno esboçou o sorriso mais inocente do mundo e olhou diretamente nos olhos da professora, que tremeu levemente enquanto entregava o horário de aula para ele.

Assim que McGonagall se afastou de si, Harry olhou para o horário que ele tinha em mãos, e sorriu zombeteiro, ele teria aula dupla de Defesa Contra as Artes das Trevas e depois Feitiços pela manhã, e depois do almoço, Transfiguração e Poções, todas as aulas seriam duplas. Pelo que vira nos livros aquilo seria brincadeira de criança para ele, estava apenas esperando para ver qual seria seu teste em cada matéria, tinha certeza do tipo de perguntas que ele teria de responder.

- Bom dia. – disse Gina Weasley sentando-se a sua frente e o encarando com os olhos grandes da cor do mel cheios de curiosidade, Harry percebeu os olhares dos amigos dela sobre si e também do olhar daquele garoto que parecia estar apaixonado pela ruiva, mas não se preocupou com nenhum deles e apenas olhou de volta para a ruiva antes de responder ao cumprimento.

- Bom dia Senhorita Weasley. – um sorriso brincou em seus lábios enquanto olhava para a garota que corou levemente antes de retribuir o sorriso.

- Me chame de Gina. Então você é Harry Potter. – disse a ruiva subitamente um pouco mais séria – Por que não falou isso ontem no trem? Por que escondeu se sobrenome?

- Apenas não queria ser taxado pelo meu nome, nada mais. – retrucou Harry com a voz inexpressiva enquanto olhava para os outros garotos se aproximando, Neville e Rony sentaram-se cada um de um lado da ruiva, em seguida Hermione sentou-se ao lado de Rony e Luna ao lado de Neville.

- Você foi desonesto ontem, mentiu para nós. – disse Hermione em tom acusador, sendo apoiada pelos outros.

- Não menti não. – retrucou Harry e continuou ao ver que a garota iria protestar – Eu apenas não revelei meu sobrenome.
Naquele momento uma imensidão de corujas adentrou o salão principal chamando a atenção dos alunos para si, elas trazendo o correio do dia, uma coruja pousou em frente a Hermione trazendo o Profeta diário enquanto os outros recebiam cartas dos pais desejando boa sorte no ano letivo. Assim que pagou a coruja Hermione abriu o jornal e olhou a capa antes de relancear o olhar para o garoto de olhos verdes que se encontrava a sua frente e por fim começou a ler em voz alta chamando a atenção dos amigos para si.

Harry Potter em Hogwarts
É verdade. Harry Potter finalmente retornou ao mundo bruxo depois de dezesseis anos desaparecido. Ele está iniciando o Sétimo ano na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, segundo as informações que esta repórter conseguiu, Harry Potter estudou seus seis primeiros anos de Magia em uma escola Africana. Agora as perguntas que ficam sem respostas caros leitores. Se sabia do mundo bruxo, com certeza tinha conhecimento de sua história, então porque ele retornou apenas agora e não a muito tempo atrás?

Será que ele será nossa esperança para vencer o Lorde das Trevas, uma vez que todos sabemos da ligação antiga que os dois possuem? Talvez sim ou talvez não. Nenhuma informação a mais foi encontrada sobre o Senhor Potter, apenas a informação do local em que ele estudara, não se sabe onde ele morou desde o dia em que fugiu da casa dos tios trouxas a tanto tempo atrás.

Tudo o que podemos fazer é esperar e torcer para que nossas esperanças não sejam vãs e que o Senhor Potter possa dar um fim nessa guerra que a tanto tempo atormenta o povo.
Por Erica Memphis.

Seguia-se uma longa biografia da Família Potter e varias informações sobre o moreno, como as notas que ele tivera e várias outras coisas irrelevantes e que provavelmente eram um monte de mentira. Olhando para o garoto percebeu que ele tinha um sorriso divertido nos lábios, como se achasse aquilo engraçado. Os alunos que também recebiam o Profeta Diário comentavam uns com os outros a reportagem do Profeta e olhavam e apontavam o dedo para o garoto como se ele fosse algum tipo de herói salvador ou alguma coisa parecida, outros olhavam o garoto com escárnio e visível desprezo, mas ele ignorava a todos.

- Acha isso divertido? – Hermione perguntou com raiva na voz olhando para o moreno que finalmente perdeu o sorriso e olhou-a seriamente.

- Divertido? – retrucou Harry olhando-a com uma frieza que poderia congelar o Oceano. – Acha que eu gosto desses idiotas me olhando como se eu fosse algum tipo de preciosidade? Eu não dou a mínima para o que eles dizem nesse jornaleco de quinta categoria, quero que eles se danem. Mas quanto a Voldemort... – Harry viu os cinco tremerem a menção do bruxo das trevas e seus lábios curvaram-se num pequeno sorriso antes de continuar – Podem ficar tranqüilos por que foi por esse motivo que eu vim para Hogwarts. Eu vou matar Voldemort e todos os Comensais que se meterem em meu caminho. Eu não sou um maldito herói como esses idiotas pensam, eu não sou nem um pouco bonzinho. Eu sou um assassino.

Antes que eles pudessem falar mais alguma coisa Harry levantou-se dizendo que estava quase na hora do inicio das aulas e partiu do salão principal em um passo calmo e tranqüilo. Os cinco ainda permaneceram sentados por alguns minutos antes de também levantarem-se e dirigirem-se para suas aulas, sendo que Hermione, Rony e Neville teriam aula com o Potter, uma vez que todos estavam no sétimo ano.


N/A: Ai galera, espero que o capitulo esteja bom, eu tive de faze-lo as pressas ontem a noite e não deu tempo para revisa-lo hoje, por isso desculpem qualquer errinho. E também faltou os testes do Harry e o inicio das aulas que eu tinha programado para ser neste capitulo, mas fica para o próximo, se não eu acabaria demorando muito pra postar. Abraços a todos e comentem.
Agradecimentos especiais:
Anderson potter: O dumbledore apanhou legal, que bom que gostou. Abraços.
xPrex: Harry detonou mesmo o Dumbledore, não deu nem chance de reação pro velhote, fico satisfeito que tenha gostado da pequena tortura que Harry inflingiu no Dumb. Abraços.
¢£³ Deco: Eu sei que o capitulo ainda ta um pouco curto, mas eu tento. Realmente eu odeio o Dumbledore e ele é bem manipulador e cretino nas minhas fics. A tortura foi forte, mas nem de perto com o que ainda espera o velho, eu também quase imagino a cena acontecendo, na verdade eu a imagino em minha cabeça e depois passo os detalhes no pc. Sophia é segredo, ainda não está na hora de revelar quem ela é, mas já deu pra perceber que é por causa dela que o Harry quer matar o Dumbledore. Em breve a historia dela vai surgir. Abraços fera.
KON: O Harry detonou o Dumbledore pra valer. Que bom que gostou do capitulo. Abraços.
Trinity: Eu adorei escrever essa parte do capitulo, foi realmente demais e fico feliz que tenha gostado. Acho que esse capitulo respondeu sua pergunta quanto ao ódio do Harry em relação a Dumbledore. Quanto ao Draco, é a mesma coisa com relação a Snape, eu ainda estou amadurecendo a idéias, não vou confirmar, mas se acontecer vai ser mais pra frente. Beijos.
Artur Soares Scalassara: Espero que este capitulo tenha deixado você um pouco menos curioso, ou mais dependendo do ponto de vista. Abraços.


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