
Porque o "pra sempre",sempre acaba...
Paris.A velha e perfumada Paris.Lar da moda,das belas artes e dos amantes incorrigíveis.Amantes.Sim.Todos eles ,todos os amores,todas as paixões,deviam nascer em Paris.Lá onde a alma se renova,cresce e se envolve em outra.
As ruas de Paris são escuras,porém raramente vazias e nunca silenciosas.Sempre se ouve música e barulho de festa,vindo de algum lugar.Povo feliz esse.E que lugar mais silencioso para um bom amante,do que com muito barulho,onde se tem que falar ao pé do ouvido?Sorte daquele que teve seu amor em Paris.Pois ir a Paris e não se apaixonar,é a mesma coisa que ir a uma ótima cafeteria e pedir água pura.É ilógico,mas acontece.Porém não para esse casal.
Casal esse que se conhecia,se odiavam.Mundos distantes e diferentes,mas não em Paris.
Como todos os anos.Os Malfoy passavam as férias em Paris,como uma família feliz,ainda mais por terem parentes lá.Lucius e seu filho,Draco,adoravam o clima “quente” da França.Ano passado,porém o ano não fora tão...agradável para Draco,já que sua namorada fora com eles.Não que desgostasse de sua garota,mas,não gostava dela,com ele,nem sem ele,em Paris.Lugar para ele dar umas férias.Esquecer,relaxar.E infelizmente sua habilidade de despista-la,era boa,mas às vezes falhava. “Um dia serei tão bom quanto meu pai,com um jogo de cintura perfeito.”
Ao chegarem no Grand Hotel.Lúcio toma a dianteira,até a recepção,com um gesto de mãos e algumas olhadas.Lúcio consegue mais de dez carregadores e duas suítes,ambas presidenciais.Porém Draco sabia que seu pai ainda iria ter mais uma,sem sua mãe saber,para assuntos “especiais”.
Após devidamente estalado.Draco decide sair.Era estranho,mas apenas á tarde que saia em família,e nem sempre.À noite ele dedicava a suas “amigas” parisienses,e a que ele mais gostava,talvez dedicasse a tarde também,por isso não saia sempre com seus pais,que nem sempre faziam questão de sua presença.
A noite estava fresca e gostosa,a lua brilhava solitário no céu.Draco andava olhando pro alto,sem rumo,deixando que seus pés te guiassem.Tinha certeza que não ia se perder,afinal,conhece as ruas de Paris á séculos.Jazia anos, que ia passar as férias, na França.Conhecia aquelas ruas,como conhecia o sexo feminino...muito bem.
Suas andanças sempre o levaram para bons lugares,nunca para lugares bons.Conhecia todos os bares,todas as boates e quase todas as mulheres desses lugares.Irresistível.Todas as noites eram irresistíveis.Já sabia o som,música,cheiro...tudo.Mas mesmo assim,nada era entediante.Apalpava,conhecia,tocava,queria...tudo,como se fosse novidade.
Aquela rua lhe era familiar.Ia dar num beco,escuro e úmido,onde só tinha um bar.O bar era muito bom.Sempre tinha música e muita dança.Era um bar Espanhol,porém havia música de todos os gêneros,porém sempre agitadas,que faziam as mulheres mexerem bem...do tipo que Draco gosta. “Sabia que meus passos não me decepcionariam”.
O clima de festa,ia devagar surgindo à frente,e tomando lentamente seu corpo.Draco não precisava imaginar muito para saber o que ia encontrar.Quando chegou a porta do bar,percebeu que ele estava cheio,porém que ao centro estava um casal,dançado.Não dava para reparar muito neles,mas percebia que estavam dando um shwou.Empurrou algumas pessoas,para cegar mais perto.A música era animada,os movimentos eram atraentes,e ambos estavam muito empolgados e felizes.Pelo que entendia de espanhol,muito pouco,a música falava de uma mulher,uma mulher “hermosa e cara”.Queria enxergar o rosto da “descarada” que dançava,mas ainda não conseguia ver,apenas o que deu pra perceber era seu corpo perfeito,e como era flexível.
“... Mulher de ninguém, mulher de todos, mulher que mata
Mulher que dói, mulher que entrega e te arrebata
Mulher tão cara, mulher ingrata
Sei que não me esquecerá ainda que se vá
Eu sei que não me esquecerá ainda que se vá...”
O homem, o que guiava a tal mulher,era alto e moreno.A levava para um lado,joga pro outro.Mas num passo atraente ele jogou a mulher de cabeça para baixo,segurando-a pela cintura.Na frente de Draco,que pode ver o rosto da mulher.E ela o mesmo.
“Não pode ser ela...”
“Não pode ser ele...”
“O que ela estaria fazendo aqui?Assim?”
“O que ele tá fazendo aqui?”
“É ela....”
A mulher continuava a dançar.Com o mesmo ritmo,se movendo da mesma forma,porém seu olhar não desvia do de Draco.Sua boca estava aberta.Ambos estavam chocados.
“É ele...”
“...Em minha carteira guardo sua foto apagada
É minha maior fortuna e minha desgraça: a descarada
Eu seguirei meu rumo, o mundo não se acaba
Esta vida é muita curta, te cobra e te paga
E é que o dinheiro roubou seu coração
As mentiras desalmaram sua alma
E sua dor me dói mais que a sua traição
Eu nasci para querê-la ainda que se vá...”
A dança acabará.Todos aplaudiram.A mulher segurou a mão de seu parceiro de dança,e ambos cumprimentaram aqueles que os assistiam.Porém a mulher além de ofegante,ainda estava preocupada,procurava,entre a platéia,o Malfoy,porém estava apreensiva e não o enxergava.As pessoas já iam pra pista dançar,ou para o bar beber.O shwou acabará,mas a mulher ainda o procurava.
- Es una descarada por ser la más hermosa.
Disse o loiro ao ouvido da jovem.
A mulher tomou um susto e se virou afobada.
- Malfoy.
Disse ela recuperando o fôlego.
- Granger.
- O que faz aqui Malfoy?
Disparou a menina ainda meio afobada.
- Pergunto o mesmo á você.Apesar que... é bem óbvio não?Dançando.
- Esse estabelecimento é da minha família.
- Achei que seus pais fossem dentistas.
- E são,esse bar é do meu avô e...
A jovem para e olha o loiro, séria. – Como sabe que meus pais são...
- Tenho bons informantes.
- Sei...bem...Adeus.
Hermione ia saindo,para tentar fugir de um confronto,porém Draco foi mais ágil,e a pegou pelo braço.
- Por que a pressa?
- Solta-me Malfoy.
- Calma...vamos conversar.É assim que você conversa com os seus amigos de escola quando os encontra?
- Você não é meu amigo.
Bufa a menina,enquanto se livra do puxão.
- Tem razão.
Ele a puxa novamente,para mais perto,e fala-lhe ao pé do ouvido.
- Não tenho amigos de sangue sujo.
Ela o empurra e o encara.
- Se não fala com gente do meu sangue, o que faz aqui?
Draco a olha de cima a baixo.Estava simplesmente espetacular,naquele vestido vermelho.Ele ia até seus joelhos,porém tinha um pequeno rasgo na parte esquerda.Ele caira perfeitamente na jovem.Realçava as curvas e o decote,a qual Draco nunca havia reparado.
“Então embaixo da pequena sabe tudo, se esconde um Mulherão”
Rapidamente um pequeno sorriso malicioso surge em seus lábios.
Hermione o encara séria.Apesar de estar em um ambiente,vestida e numa postura,que não estava sempre,ainda permanecia séria e impassível
- O que faz aqui?
Repete ela com impaciência.
- Conheço bem Paris,e os bares que ela me oferece.Venho sempre com meus pais de férias,saio muito à noite,e vim num bar que já estou acostumado.
- Já conhecia aqui?
- Sim.
- Eu venho aqui quase sempre,desde de pequena.Como nunca...
- Nos encontramos?Talvez o destino queria que nos encontrássemos apenas hoje.
Draco estava muito próximo a jovem,que estava se envolvendo pelo assunto,mas rapidamente despertou e já ia se virar em direção ao bar,antes de ser mais uma vez detida.
- Aqui não é lugar para menininhas.
- Já disse que esse bar é do meu avô.Ele é pai do meu pai.
- Sei quem é.Sempre me serviu ótimas bebidas espanholas.
- Sim.Afirma a jovem sorridente.Ele é demais,um amor.Adora a Espanha,mas foi exilado de lá.
- Por quê?
Pergunta o loiro realmente interessado,o que era raro.
- Meu avô era líder de uma revolução contra o governo,quando era jovem,por isso foi exilado do país,nunca mais pode voltar.Nunca fui lá.
- Eu já.
A menina o olha com olhos brilhantes,como uma criança ao ver papai Noel pela primeira vez.
- E como é lá?
Draco percebe que ganhou confiança e aproveita.
- Conto-lhe tudo se tomar uma bebida comigo.
- Nem morta.
- Acha que vou fazer o que com você Granger?É só uma bebida,no bar do seu avô,o que posso fazer?Você sabe que não podemos fazer magia fora da escola.Poderia dizer que estamos quase que iguais.Só não porque tenho o sangue mais limpo e o nome mais nobre.
- Ainda me vejo em vantagem.
Diz ela zombeteira.
- Então?Vamos beber algo?
Ela o olha desconfiada.Depois se vira e faz sinal com a cabeça para ser seguida.Draco sorri vitorioso e a segue rapidamente,para não perde-la entre a multidão.
Hermione chega na frente do bar e senta em um dos bancos.O balcão do bar era feito de mármore puro,e em cima dele,estavam vários enfeites e copos vazios.Porém o que sempre chamava atenção de Draco,era a moto vermelha que havia em cima da exposição da bebidas mais quentes que ali tinham.A moto estava numa caixa de vidro presa na parede,bem no alto.A moto era um modelo bem antigo,mas estava sempre brilhante e em estado de novo.
- Para que isso?
Perguntou ele,já sentando ao lado da jovem e apontado para a moto.
- Era do meu avô.
- Sério?
Falou Draco em tom de deboche. – Pergunto o porque tanto destaque?
- Ele me diz que passou toda sua juventude em cima dela,e que conheceu a jóia mais linda de toda a Espanha sob ela.
- Sua avó?
- É.Meu pai foi feito sob essa moto.
Draco a olha surpreso.E começa a ri.Seguido pela jovem.
- Penso como isso é possível,mas...e melhor não pensar.
Diz a menina olhando da moto ao Malfoy ao seu lado.
- Com certeza.E onde está sua avó?
- Bem sob a moto.
Draco olha novamente,e repara que em cima da moto,tem uma estante,bem pequena,onde só coube um vaso de porcelana que tinha em sua fronte,escrito em dourado,o nome Maria.
- Cremada.
- Sim.Morreu de câncer no útero.
- Que merda.
- Verdade.
Draco viu que a menina não ficou muito abalada com a conversa.
- Foi antes de você nascer?
- Bem antes.Acho que meu pai só tinha 20 anos.
- Seu avô se casou de novo?
- Não,mas já namorou várias vezes.Ele diz que o coração vai ser sempre dela,mas o corpo ainda é dele.
- Um sábio.
- Um cachorro.Mas muito bom.
Uma jovem.Com os cabelos presos num coque,blusa branca e saia longa.Aproxima-se deles,do outro lado do balcão e pergunta:
- Vai querer algo senhor?
- Uísque de fogo.
- Sim.Mais alguma coisa?
- Não por enquanto.
Um assovio é ouvido da pista.E um homem chama a jovem que os atendia,ela faz sinal para ele esperar com a mão esquerda,e depois se vira para Hermione.Essa por sua vez,não espera nem a jovem falar,e vai logo dizendo:
- Pode ir Eva,eu assumo aqui.
- Obrigada prima.Você é um anjo.
Dizendo isso a jovem sai do balcão e corre para a pista.
Draco observa calado o dialeto,e acompanha a jovem até ela chegar,aos braços do homem que a chamou,e põe-se a dançar.
Hermione entra no balcão e pega a pequena caderneta,que estava na mão da outra.Ao observar Draco olhando pra pista de dança diz:
- Ela não é minha prima de verdade.É casada com meu primo.
- Recém casados?
- Sim,como soube?
- Pela animação.
- Não se deixe enganar,todos aqui são bem animados.
- Percebi,até você,que é feita de gelo, não é?
- Sim.
Diz ela sem ligar,para a pequena implicância.Enquanto servia dois copos de Uísque.
- Você realmente gosta daqui,não é?Sangue ruim?
- Adoro.E meu nome é Hermione Granger.
- Prefiro assim.Por quê?Não gostou do apelidinho?
- Idiota.
- Hum...
Ele dá um gole no uísque e ela o acompanha.
- Continue me contando sob sua família.
- Não.Agora é sua vez.Conte-me sobre a Espanha.Como é lá?
- O que quer saber primeiro?
- Do cheiro.
- Suave e quente...Bem...envolvente.
- Hum...e a paisagem.
- Bom...lá têm várias ruas,todas interligadas,todas com alguma história.Existem vários bares como esse lá,porém não abrem só à noite,e sim o dia inteiro.Existe muita dança e muitos rios,rios que parecem mares,de tão largos que são.
Hermione sai de trás do balcão e volta para seu antigo lugar.Completamente envolvida pelo que Draco dizia.
- Parece lindo.
- É sim.
- Por que foi para lá?
- Negócios do meu pai.
- Hum...
Hermione percebe que o copo de Draco está ficando vazio,e o serve de mais uísque.Seu corpo se aproxima do dele,e Draco pode ver a entrada de seu decote,mas a menina,não percebe a malicia da cena.
- Aqui se parece muito com lá,na Espanha.Seu avô fez um bom trabalho.
- Obrigada.E sua família?
- O que quer saber sobre ela?
- Não sabe nada sobre seu avô?
- Não muito,só que ele era um velho,rico,mulherengo e senil.
- Que horror.Diz Hermione prendendo um risinho.
- É o que meu pai me diz.
- Eles não se davam bem.
- Não ficou obvio?
- Sim.E você e seu pai?
- Nos damos bem.O velho é meio exigente,mas fácil de se conviver.
- O senhor Malfoy?Não parece.
- Fácil para mim,conviver com ele.
- Melhorou.
- Claro,nenhum Malfoy tem que ser fácil de se conviver.
- Percebe-se.E sua mãe?
- O que posso dizer dela?...Ela é casada com meu pai, e minha mãe.Só.
- Certo...é melhor voltarmos a falar da minha família.
O papo,seguia leve.Claro que Draco ainda a chamava de sangue-ruim,filha de trouxas e outras coisinhas,mas Hermione não ligava mais como antes.O tom não era mais o mesmo que antes.A barreira que havia entre eles,fora diminuída.Não se sabe se foi pelo poder do ambiente,ou pelas várias doses de bebidas,mas mudara.A pose de ambos continuara a mesma,mas o jeito como se tratavam,sim.Não havia menos ódio ou mais carinho,e sim,mais,desejo.O clima ficava cada vez mais quente,de ambas as partes.A jovem ainda se prendia mais,porém mesmo assim não podia deixar de se sentir atraída pelos sorrisos e postura do rapaz.
- Certo,certo...Absinto é bem mais forte que Uísque,mas...Uísque ainda tem mais charme e poder.
Dizia Draco antes de tomar um grande gole de “Lagoa azul”
- Não disse que tinha mais “charme”,só disse que era mais...forte.
- Ótimo.
Hermione tomou um gole de Absinto.Draco a olhava beber.Era obvio que a jovem já estava acostumada com o álcool,ele não lhe fazia ficar tonta,só mais alegrinha,e sua segurança e firmeza eram claras,enquanto bebia.Draco nunca imaginaria que aquela enjoadinha do colégio,pudesse ser,nem a metade,daquela mulher que ele estava vendo em sua frente.
Uma música nova começa a tocar.Era inglesa,mas seu ritmo era sedutor e o som do sax,ainda o tornava mais atraente.
- Vamos dançar.
Pergunta o loiro.
Hermione quase se engasga com o convite do loiro,mas antes de responder,já se vê sendo agarrada pelo braço e puxada para a pista.O apertão do loiro era forte,ao mesmo tempo que delicado.
”Meet you downstairs in the bar and heard
Your rolled up sleeves and your skull t-shirt
You say what did you do with him today?
And sniff me out like I was Tanqueray
'Cause you're my fella, my guy
Hand me your stella and fly
By the time I'm out the door
You're ten men down like Roger Moore...”
Já na pista ambos começam a entrar no ritmo,mas um ritmo diferente,um ritmo único.Um ritmo quente.
< Center>”...I cheated myself
Like I knew I would
I told ya, I was trouble
You know that I'm no good...”
As mãos do Malfoy,seguram com firmeza a cintura da morena.Ela balança devagar,e vaia aumentando o ritmo conforme a batida vai prosseguindo.Os corpos de ambos vão se encaixando,até estarem completamente próximos.
“...Upstairs in bed, with my ex boy
He's in the place, but I can't get joy
Thinking of you in the final throes, this is when my buzzer góes...”
Ele pode sentir o calor do corpo dela.As mãos dele passeiam livremente pelo corpo da jovem.Ela o abraça,e faz um carinho, na nuca do rapaz,que solta um pequeno rosnado.Os olhos de ambos não se desgrudam.Suas cinturas se roçam,rebolam,juntas,no mesmo ritmo.
“...Run out to meet you, chips and pitta
You say we'll marry 'cause you're not bitter
There'll be none of him no more
I cried for you on the kitchen floor...”
As mãos dele descem pela cintura dela,apertando-a firme.Ela o morde na orelha.Ele emaranha seu rosto nos cabelos da jovem.Sua mão esquerda a pega pelos cabelos da nuca e a puxa,para fitá-la firme.Ele beija seus olhos,suas bochechas,sua face,porém evita os lábios da jovem,propositalmente,para deixa-la sedenta.
”...I cheated myself
Like I knew I would
I told ya, I was trouble
You know that I'm no good...”
As mãos dela correm pelas costas dele.Ele suga o pescoço da jovem.Que geme baixinho.A mão esquerda dele,continua a segura-la pela nuca,mas sua mão direita percorre as cintura e perna da jovem.Ela já esta completamente entregue a ele.
”... Sweet reunion, Jamaica and Spain
We're like how we were again
I'm in the tub you on the seat
Lick your lips as I soak my feet...”
Ele a cheirava,sugava seu pescoço,a apertava,mas não a beijava,não na boca.Ela queria,era errado,tudo aquilo era errado,ela sabia,mas...ela queria.Ela sussurrou no ouvido dele:
- Me beija
”...Then you notice little carpet burn
My stomach drop yeah and my guts churn
You shrug and it's the worst
To truly stuck the knife in first...
Ele sorriu maliciosamente para ela, e depois a tomou num longo,sensual e poderoso beijo.A língua de ambos,dançava libidinosamente ,percorrendo cada centímetro de boca,sugando toda paixão um do outro.As mãos de ambos seguiam o mesmo ritmo freneticamente.E a moça podia sentir claramente a euforia dele crescer entre suas pernas.
“...I cheated myself like I knew I would
I told ya I was trouble, you know that I'm no good
I cheated myself, like I knew I would
I told ya I was trouble, you know that I'm no good.”
Dançar já não era mais o suficiente.Havia muita gente.A música acabara,mas à vontade de ficar perto,ainda rolava por entre suas veias.Porém,não mais ali,com todas aquelas pessoas.Queriam ficar á sos.
Ao se afastarem.Ambos sentiram falta,falta um do outro,do corpo do outro.O loiro se atreveu a beija-la novamente,ela não resistiu.
- Quero ficar só com você.
Disse ele ao pé do ouvido da moça.
Ela o segurou pela mão.
- Vem comigo.
Em cima do bar jazia uma casa duplex.Lá era feito para uma família grande,porém agora só morava o avÔ dela.O segundo andar da casa,ficara todo só pra ela.Uma privacidade,que sós meninas comportadas tem direito.Mas,nem tão comportada.
Draco e Hermione estavam sozinhos no quarto.O cômodo era grande.Tinha uma imensa janela,que dava para uma vista perfeita.De lá se via todos os pontos luminosos da grande Paris.Não existia vista mais linda.O lugar era fresco e estava muito escuro,a única luz que jazia ali,era daquela que vinha da rua,mas mesmo assim percebia-se que havia poucos móveis,porém largos.Apenas uma cama de casal antiga,com lençóis e fronhas incrivelmente brancos,duas portas,que depois Draco percebeu que eram o banheiro e o closet,uma grande estante cheia de livros,um tapete bem feito e na varanda uma escrivaninha e uma cadeira.O quarto cheirava a jasmim,e uma brisa gostava entrava pela janela,que fazia as grandes cortinas brancas,voarem.O som,a música,aquele barulho todo,lá de baixo,não era mais se ouvido pelos dois.Ambos não pensavam mais em nada,na dança,na família,na escola,no certo ou no errado,em serem pegos,nada...A única coisa que queriam era saciar aquele desejo e acabar com aquela distancia.
Hermione foi puxando Draco,pela mão,até chegar na beira da cama.Lá ele a puxou para si.A beijou.Odiava preliminares e delicadezas.Gostava de ação,muita ação.
Suas mãos firmes percorriam o corpo dela sem cerimônia,subiam por dentro de seu vestido.Sua língua percorria sedutoramente a boca da jovem,que o puxava,o amassava e o agarrava.Ele levantou a perna esquerda dela,e a colocou em sua cintura.O vestido da jovem,já estava levantado até sua cintura,e Draco alisava sua calcinha,antes de arrebenta-la.Aquela altura,ambos já sabiam o que ia acabar acontecendo.
Ele a deitou na cama.A moça estava ofegante.Draco abriu a calça,o que fez a menina se sentar,para ajuda-lo.O calor aumentava no quarto.Draco jogou a jovem novamente,como um pouco mais de brutalidade,na cama.Foi se deitando lentamente sobre ela,até se jogar completamente.Sentir o peso dele sobre seu corpo a fez gemer.Tudo era novo e incrivelmente delicioso para ela.Hermione era virgem,nunca havia se entregado a nenhum homem,mas...aquela noite,aquele lugar,aquele homem...Ela não resistiu,nem tentou.
As mãos quentes do loiro subiam pelas pernas da jovem,sua boca insaciável,beijava sua boca,rosto,nuca,colo...Suas mãos só foram achar consolo sob o ventre da virgem.Lá massagearam seu sexo,se movimentavam apressadamente e com força.O que fez a jovem entram em gemidos múltiplos,porem quando os gemidos ficavam mais alto,o loiro parava.
Queria tortura-la,faze-la implorar por prazer.Os olhos da menina estavam cheios de lagrimas.Lagrimas de desejo.Doía quere-lo tanto.
Draco se levanta da cama,para tirar o resto de roupa,e a jovem tira seu próprio vestido.Expondo assim seus mamilos jovens.Draco fica visivelmente excitado com a visão tão perfeita.A jovem era tão linda,tão branca,tão perfeita,que parecia uma obra de arte,dessas bem pulcras que existem pelas ruas de Paris.
Ele tratou logo de abocanhar os mamilos dela.Enquanto massageava um sugava o outro.A menina se entregava por inteiro a cada sugada dele.As pernas dela o abraçaram-no pela cintura,o que fez eles terem um encaixe perfeito.
- Não posso mais esperar Draco.
Era a primeira vez que ele a ouvira chamá-lo pelo primeiro nome.Entre gemidos e sussurros.Para ele,não podia ter sido em ocasião melhor.
Ele a tomou em seus braços,a penetrou com força,depois com leveza,ia variando de velocidade.
A menina não agüentou por muito tempo,e explodiu numa maré muito forte de prazer.Ele ainda não se tinha dado por satisfeito.E mesmo depois de perceber que a jovem era donzela,ele ainda queria mais dela.Eles se encaixavam perfeitamente.Ela não era como muitas jovens,frias ou com medo de se entregar.Ela era um furacão de sensações,a qual ele não iria largar tão cedo.
Ele a levantou e a levou até a parede.Beijo-a,abraçou-la.Seus corpos eram desesperados por prazer.A menina o abraçava em busca da pele dele,como se a menor distancia do corpo dele pudesse ser letal.Ele a pegou no colo,entrelaçando mais uma vez,as pernas dela a cintura dele,ele a penetrou novamente.Um prazer tortuoso invadiu ambos,que só muito tempo depois,se deram por completamente satisfeito.E quando ambos os corpos não agüentavam mais tanta paixão.Dormiram,juntos.
Na manhã seguinte,apesar de dormirem juntos Granger acordou só. A jovem acordou com o sol batendo intensamente em seu rosto,e demorou alguns segundos para se acostumar com a claridade.Ao se levantar,percebera como seu corpo doía junto com sua cabeça,e as imagens da noite passada invadiram sua mente como um leão feroz.Não corara,não ficara surpresa,nem desesperada.O que fez,fez porque queria.E de certa forma,estava agradecida,pelo fato de ele não estar ali.Não saberia como seria acordar com ele ao seu lado.Olhou para cama,e percebera um pequeno fio de cabelo loiro no travesseiro.Ela o pega,e se deita novamente na cama,do lado em que ele dormira,ainda tinha o cheiro dele,ainda estava quente,sairá a pouco.Ainda podia senti-lo ali.A jovem se encolhe entre lençóis e travesseiros,e dorme novamente com o cheiro do rapaz.
A pequena jovem não pudera ver,o pequeno bilhete,que caiu da cama,que estava entre os lençóis de linho branco.
Nunca me esquecerei desta noite,
minha hermosa descarada..
Draco Malfoy.
P.Autora:
Acabouuuuuu...bom espero q todos tenham gostado da fic.A primeira de muitas peuquenininhas que virão por ai....
Desculpem-me pela demora e pela capa mal feita.Eu até ia fazer um prefácio,mas gastei tempo demais com essa fic.Acho q se eu demorasse mais um pouco pra escrever ia ser atacada por leitoras enfurecidas...medoooo...
Beijo para todas,e antes que me perguntem,infelizmente,não tirei inspiração de nada da minha vida pessoal...Tank You. |
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