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29. Draco


Fic: Hermione Granger Está Morta e Vivendo em Nova York


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco

Dizem que quando uma pessoa está tentando demais uma coisa e não consegue, essa pessoa devia relaxar. A maioria das vezes a pessoa não consegue relaxar, passa para um Plano B e daí consegue o que queria no inicio.
Eu estava me esforçando demais para me casar e devia relaxar, mas eu não conseguia. Comprei um lote no cemitério e uma lápide... E logo em seguida encontrei alguém. Não fiquem felizes. Não me casei, fiquei noiva ou coisa assim, apenas encontrei um homem.
Fui a uma festa, que não tinha nada de importante. Era apenas uma festa. Eu ainda ia a todas as festas para qual eu fosse convidada, não porque ainda estivesse procurando um marido, mas porque, se eu parasse, as pessoas podiam começar a suspeitar. Mais ou menos assim: “O que aconteceu com a Hermione? Ela costumava ir a todas as festas e agora só fica em casa. Deve haver algo errado.”
E assim, eu estava nessa festa dada por uma colega professora, sentada comendo o acho que devia ser o quarto pedaço do sanduíche de metro, por que eu já não estava mais ligando para o meu peso. Eu já disse: eles que cavem um buraco maior. Então, eu estava lá comendo, para variar, quando um cara loiro e forte, não com uma beleza obvia, mas atraente se sentou na cadeira vazia ao meu lado.
-Oi [ele disse]
-Oi [eu]
-Gosto de ir direito ao assunto. Quero dormir com você. [Ele... Ou será que vocês acharam que era eu?]
-Também gosto de ir direto ao assunto. Quanto tempo você vai ficar aqui?
-Eu disse que eu gostaria de dormir com você.
-E eu disse quanto tempo você vai ficar aqui?
-Isso não foi legal.
-E por acaso você foi?

Dormi com Draco naquela mesma noite. Sim, consegui descobrir o nome dele e alguns outros detalhes da sua vida. Tinha 33 anos, divorciado, judeu, talvez casável e se dizia um poeta mal compreendido pela editora em que ele trabalhava.
Eu mal pude acreditar na minha boa sorte naquela festa. Draco era inteligente, de personalidade agradável e amigável... E eu tive um orgasmo. Sim, pessoal, daquela vez eu sabia, tive certeza.
Mamãe, sei que está perguntando a razão. Por que uma boa garota como eu vai para cama com um cara só por que ele pede? Acho que merece uma explicação. E se você puder mostrar isso a outra boa garota para ensiná-la a se manter longe da cama dos idiotas, eu não terei morrido em vão.
Não sou hipersexuada e não costumo andar por ai procurando por sexo. Quando eu estava na faculdade, eu ia para a cama com os caras porque isso me fazia me sentir popular. Quando me mudei para Nova York, fui para a cama com eles porque, no meu cérebro orientado para o casamento, eu achava que se fizesse isso, talvez eles gostassem de mim. Se um deles realmente gostasse, poderia, por favor, se casar comigo. Fui para a cama com todos eles pensando que talvez aquele seja meu futuro marido. Fui para a cama com Draco porque eu estava acostumada a dizer sim para homens que queriam isso.
“Edd, veja só, ela está colocando a culpa em mim por tê-la orientado se casar!”
Não se sinta mal, mamãe. Orgasmos são ótimos.
Draco ficou a noite inteira, o que foi agradável. Tão agradável acordar e vê-lo lá, fazer torradas e suco de laranja para o café da manhã. Tomar banho junto e fazer amor de manhã, de tarde e no começo da noite. Mais três orgasmos.
Ele saiu depois do jantar... E eu fui o jantar.

Achei que nunca mais o veria, mas milagre dos milagres, Draco telefonou no sábado seguinte:
-Alo.
-É o Draco. Gostaria de dormir com você hoje à noite.
-Você realmente vai direto ao ponto.
-E então?
-Pode vir. Vamos conversar um pouco.
Conversar uma pinóia. Naquela noite tive meu quinto orgasmo. Já tiveram cinco orgasmos, mamãe, Demelza, Susana, Amy Kati? Aposto que tiveram 5 todas juntas. O que? Estão dizendo que nem isso?

Nossas relações continuaram assim por um mês. Ele ligava e falava que queria transar comigo. Eu dizia para vir. Depois de três semanas que nos conhecemos, estava pensando que talvez houvesse finalmente acontecido. Draco não havia me pedido em casamento, mas talvez eu conseguisse convencê-lo a viver comigo por 7 anos e me tornar sua amante.

No quarto sábado em que estávamos juntos, quando ele estava saindo, ele disse:
-Você foi ótima.
-Fui?
-Sim. Gostaria de trepar com você na Véspera do Natal.
E ele me deixou. Ele também me deixou um fungo, também, do tio que a gente se sente constrangida de ir ao ginecologista. Eu o teria esquecido mais depressa se não fosse a coceira.
E adivinhem quem telefonou algumas semanas depois?
Draco, a coceira, Draco, o cafetão, o fungo, o deixa-coceira. Eu tinha esperanças que ele telefonasse para eu lhe dar um fora.
-Alo
-Sim?
-É a Hermione Peituda? [eu era peituda?]
-Sim, isto é, não, sim, quem está falando?
-É Draco, lembra? Nos conhecemos numa festa e transamos algumas vezes.
-Ah, sim.
-Estou ligando para saber se ainda está de pé a véspera de natal.
-O que? [Eu estava bancando a difícil. Não é engraçado?]
-Íamos transar na véspera de natal, não lembra?
-Bem, não sei, Draco. Você não tem telefonado e eu estou coçando até hoje.
-Como?
-Nada.
-Ouça, Hermione, além da véspera de natal, estava pensando se você estaria livre na véspera de ano novo.
[Esse cara tem algum fetiche com feriados]
-Não sei.
[Meu ultimo ano novo na terra. Será que deveria passá-lo com Draco? Será que me passaria outro fungo? Esqueça o velho fungo... E traga o novo.]
-Deixe disso, Hermione querida.
-Tá legal.
-ótimo, garota, vejo você na véspera de natal. E fique firme.

Então, eu tenho um encontro no ano novo. Gosto da idéia e sabem o que eu vou fazer? Vou pegar meu velho cartão de crédito e comprar um lindo vestido de festa para usar, mesmo que a gente não saia de casa. Preciso de um para ser enterrada, de qualquer maneira. Será que consigo um adequado para ambas as ocasiões?

-Em que posso servi-la?
-Estou procurando um vestido para o ano novo.
-Por aqui, por favor.
-Será que tem algo apropriado tanto para o ano novo como para um enterro em julho?
-Bem, não sei. Tudo depende do que você planeja fazer na noite de Ano Novo.
-Transar.
-Como?
-Eu disse transar. Estou planejando transar na noite de ano novo.
-temos vários vestidos apropriados para isso. Posso perguntar quem é o cara em questão? Talvez isso ajude.
-Certamente. O nome dele é Draco.
-Draco?!?! Ta brincando! Diga aquele filho da puta que ele me passou um fungo.

Draco veio, na Véspera de Natal e desta vez me trouxe mais do que uma coceira: trouxe uma margarida embrulhada que é – vocês têm que admitir – difícil de achar no inverno E na época de Natal em Nova York. Me tocou profundamente... Assim como ele também.
MMeu sexto orgasmo – todos com Draco e eu estava me sentido muito próxima a ele. A margarida realmente funcionou. Ia obviamente passar a noite comigo. Era o momento certo.
Resolvi contar a ele sobre meu suicídio. Por quê? Será que esperava que ele me suplicasse para eu não fazer isso? Estava esperando algum sinal de amor? Ou tentando chocá-lo? Não sei. Não havia mais ninguém a quem contar. Não podia contar a meus pais, minha irmã ou aos meus alunos.
-Draco?
-Teve outro orgasmo, não foi?
-Sim.
-Eu sou bom, não sou?
-Sim, excelente.
-O que quer dizer com isso... Excelente? Eu sou o melhor. Sou o melhor do mundo.
-Draco?
-O que é.
-Vou me matar.
-O que? [Não chocado, apenas uma pergunta.]
-Vou me matar. Vou cometer suicídio.
-É mesmo?
-É, é mesmo. Venho pensando nisso há bastante tempo. Vou realmente me matar [Diga alguma coisa. Diga alguma coisa que me faça mudar de idéia. Case-se comigo!]
-Poxa! Isso realmente é estranho! Estou transando com uma garota que vai cometer suicídio. Resolveu quando?
-No dia 3 de julho, para que o enterro seja no dia 4.
-Poxa, isso é fantástico! Você é mesmo uma garota e tanto! Vai mesmo se suicidar! Nossa, isso me deixa todo excitado! [E se atirou em cima de mim. Sete orgasmos.]

Na manhã seguinte:
-Hermione?
-O que é?
-Posso fazer alguma coisa para ajudar?
-Não, deixa que eu mesma lavo a louça.
-Não, estou falando do suicídio, como, por exemplo, arranjar pílulas para você ou coisa assim. Tenho uns ótimos contatos para pílulas.
-Falo com você se precisar, obrigada.
-Eu realmente gostaria de ajudar, de alguma maneira. Ia me sentir horrível se não ajudasse de alguma maneira. [Isso que era um homem com consciência].
-Acho que há algo que pode fazer. Pode mandar margaridas para enfeitar o caixão. Seria maravilhoso.
-É isso mesmo que vou fazer! Mandar margaridas! É só dizer onde e eu vou mandar.

Naquela tarde...
-Hermione?
-Sim?
-Sei que é uma pergunta de caráter pessoal e nós ainda não nos conhecemos bem [não, apenas tocamos nas partes intimas um do outro], mas gostaria de saber porque está fazendo isso.
-Estou fazendo isso porque gosto de sexo. [É, mamãe, é Amy Kati, é minha amiga. alguns orgasmos a mais antes de partir. Só mais uns poucos não vão me matar]
-Não estou perguntando por que está fazendo isso e sim porque vai se matar.
-É uma história comprida. Estou escrevendo um longo bilhete de suicídio. Pode ler, se quiser.
-Onde está?
-Agora não. Só depois que eu estiver morta.
-Nossa! Vem cá! (9 orgasmos)

-Hermione?
-Sim?
-Aposto que não vai levar isso até o fim.
-O suicídio?
-É.
-Olhe. [Tirei o carimbo FALECIDA da gaveta e mostrei a Draco]
-Uau!

Draco ficou indo e vindo entre os dias de Natal e Ano Novo. Ele me tratava como se eu fosse morrer, mas não como se eu fosse me matar. Como se eu estivesse doente e o médico tivesse dito que eu só tinha mais 6 meses de vida. Ele me trazia presentinhos baratos, como bombons de baixa qualidade, bichos de pelúcia comprados em Chinatown e champanhe barato. Agora tenho . Que morrer quero dizer, seria muito constrangedor, depois de tudo, que eu mudasse de idéia. Engraçado, Draco me deu a responsabilidade de morrer. Foi bom e compreensivo, para tornar feliz os meus últimos momentos na terra. A responsabilidade é imensa.
A morte é uma coisa muito complexa.

-Hermione?
-Sim?
-É o maior barato.
-O que?
-O que você vai fazer.
-Me matar?
-Sim. É um barato. Não existem muitas garotas como você. Com coragem de verdade.
-é.
-Vem cá.
E eu ia, ia, ia...

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