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1. Comunhão de inimigos


Fic: Comunhão de Inimigos DH oneshot


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Lá estava ele, em frente à porta determinada, a porta da Sala Precisa. Ainda lembrava-se quando, naquela manhã, fora acordado por uma coruja que se debatia contra a janela do dormitório masculino dos grifinórios quartanistas. Ele pensara ser Cedric dando-lhe alguma pista sobre o torneio, mas o animal que adentrou o quarto era diferente do pertencente ao lufano. Pousando em sua cama, deixou cair um envelope e, depois de um pio melancólico, levantou vôo e saiu novamente.
Harry caminhou lentamente e pegou o objeto. O envelope era comum, o selo verde não tinha nenhum monograma. Por algum motivo, seu coração acelerou-se e sua mão tremeu enquanto abria e tirava de dentro um pergaminho. À primeira vista, entretanto, desapontou-se. Não havia nada escrito ou desenhado. Quando largou a “carta” sentiu uma pequena ardência no dedo. Cortara-se com o papel. Com raiva, pegou-o novamente com o intento de amassá-lo e atirá-lo longe. Nesse momento, uma gotinha mínima de seu sangue entrou em contato com o pergaminho, letras vermelhas, grandes e bonitas começaram a desenhar-se, formando as palavras: SALA PRECISA À MEIA-NOITE.
E agora ali estava ele, perguntando-se se seria algum tipo de idiota para atender tão espontaneamente ao chamado de sabe-se lá quem e sem sequer saber em que precisava pensar para entrar na sala. Então, a porta abriu-se revelando um aposento grande, com cortinas prateadas e verdes cobrindo todas as paredes. Aquilo era coisa de algum sonserino estúpido. Mesmo assim, num ímpeto, deu um passo a frente e viu-se dentro do quarto. Tão repentinamente como se abriu, a porta fechou-se. Olhando à sua direita, Harry viu uma grande cama de casal com um cortinado vermelho e amarelo. Que tipo de decoração era aquela, uma comunhão de inimigos?!
Nesse momento, ele sentiu um perfume que trouxe-lhe uma onda involuntária de raiva. Então, uma venda cobriu seus olhos e mãos hábeis que lhe deram arrepios ao descerem-lhe pelas costas derrubaram-no na cama. A subitaneidade da queda tirou-lhe o ar. Antes que pudesse recuperá-lo, sentiu que o corpo a que pertenciam aquelas mãos deslizava pela cama e vinha em sua direção.
Os joelhos da garota roçaram-lhe as coxas enquanto ela engatinhava por sobre ele. Harry sentiu então em sua boca lábios pequenos, mas incrivelmente macios. Lá se foi o que restava de seu fôlego. Ele não fazia idéia de que pudesse ser desejado tão ardentemente por uma sonserina, mas ela parecia saber o que estava fazendo. Pouco importava que suas casas fossem inimigas ou as conseqüências possíveis. Naquela noite, Harry Potter esqueceria a raiva e entregar-se-ia ao prazer.
Enquanto distribuía beijos em seu pescoço, a garota abria os botões de sua camisa. Os lábios escorregaram por seu peito e Harry sentiu um espasmo quando dentes ávidos encontraram um de seus mamilos. Nesse momento, um dedo traçou linhas delicadas por sua barriga, chegando ao botão do jeans velho. Harry sentiu-se estúpido ao perguntar-se se não deveria ter vestido nada melhor. Era claro que, ali, roupas eram completamente desnecessárias.
Seu zíper foi rapidamente aberto e as calças retiradas. Mesmo assim, cuecas nunca haviam sido um estorvo tão grande e ele mal podia esperar para ter seu membro livre. A garota, entretanto, parecia divertir-se. As carícias em sua barriga recomeçaram, enquanto ela brincava em torno de seu umbigo e de seus mamilos. O desejo de Harry era tanto, que ele segurou as mãos da menina em um apelo silencioso. Suas próprias mãos foram imediatamente amarradas na guarda da cama. Ao fazer isso, a garota aproveitou para colocar os lábios nos dele. O garoto sentiu novamente aquele perfume, mas agora aquilo não parecia importar, apenas incitava-o a continuar. Em sua urgência, ele se segurou nos lenços que o amarravam e enfiou a língua na boca sobre a sua. Os lábios delicados contraíram-se por um segundo, hesitando. Harry pensou se estaria indo rápido demais. Contudo, surpreendeu-se no momento seguinte com a violência com que a língua da garota encontrou a sua, correspondendo-lhe. Desvencilhando-se, ela deixou uma trilha de beijos por sua bochecha e chegou ao lóbulo de sua orelha. Ela o mordiscou de leve, fazendo choques subirem e descerem pela espinha de Harry.
- Por favor.. – ele deixou escapar, quase num sussurro.
Seu baixo ventre formigava e seu membro começava a latejar. A menina pareceu entender que Harry não podia mais esperar, mas teve de brincar ainda por um momento, lambendo suavemente toda a extensão desde o pescoço até encontrar-se com a ereção, ainda presa. A maldita cueca foi finalmente retirada, e Harry gemeu ao ser abocanhado. Lançando o quadril para cima, ele sentiu enquanto a garota ia para cima e para baixo, mexendo a língua. Inicialmente lentos, os movimentos foram intercalados com outros rápidos que levavam-no quase ao êxtase. Todo seu baixo ventre latejava agora e seus gemidos, apesar de baixos, eram constantes. Ele sentiu todo seu corpo vibrar e caiu cansado de volta à cama.
Tudo o que ele queria agora era ter os lábios da menina de volta nos seus e sentia uma vontade de sussurrar-lhe um piegas “Eu te amo”. Harry reprimiu-se, achando que nada poderia ser mais idiota e brochante do que dizer isso a uma estranha. Mesmo que tivesse decidido-se a fazer isso, sentiu a garota rapidamente afastar-se para a ponta da cama. Ele não precisou de muito tempo para entender por quê. Uma respiração acelerada que logo transformou-se em gemidos surdos revelou que ela cuidava agora de si mesma. O garoto queria estar fazendo aquilo, retribuir a ela, mas amarrado como estava não tinha muitas opções.
Ele tentou aproximar dela seu corpo, enquanto o que ouvia lhe incitava a imaginação e fazia seu baixo ventre voltar a formigar. Viu um brilho de cabelos loiros, uma pele pálida e convidativa... Foi quando o mesmo perfume lhe chegou aos sentidos pela terceira vez. Seu coração acelerou-se e antes que ele pudesse raciocinar, olhos acinzentados e um nome inesperado surgiram-lhe à mente: Draco.
- Draco. - ele disse com um toque da costumeira raiva, mas com uma sonoridade nova. Chamara-o pelo primeiro nome e a palavra parecia encaixar-se em sua boca. Agora tudo fazia sentido: sua raiva, seu desejo, o que havia querido dizer... Era estranho dar-se por conta de que amava outro homem, e o fato de ter acreditado até agora estar com uma garota e a situação em si tornava tudo ainda mais estranho. Ele reparou no repentino silêncio. - Draco... - ele repetiu, carinhoso. - Draco, Draco, Draco... - tornou ele, cada vez de forma mais desesperada.
Silêncio.
- Draco! Malfoy, seu estúpido, que viadagem é essa?!
- O que é Potter, vai dizer que não gostou? - veio finalmente a resposta
- É óbvio que não gostei. Que porra é essa? Acha que pode me usar como sua mulherzinha?!
- Não sei, mas era exatamente isso que você parecia enquanto gemia como uma cadela.
- Seu filho da puta! Me solta! Me desamarra agora!
- O que eu ganharia com isso?
- Vai me dizer que é covarde demais pra me enfrentar num duelo pra tirar essa putaria a limpo?
- Acho que você não está em condições... - disse Malfoy com uma risada maliciosa.
- Então me solte e comprovaremos isso.
Harry ouviu enquanto ele colocava as calças e depois sentiu-o subir de volta à cama. Teve de segurar um suspiro. Draco desamarrou-lhe os pulsos. Harry sentou-se e tirou a venda que lhe cobria os olhos. Em sua frente, estava o loiro, com a pele ainda úmida, reluzente em sua pálida maciez. Pronto, ele conseguira o que queria. Tinha quebrado o constrangimento do silêncio, agora podia parar de fingir e quebrar as barreiras que ainda restavam. Lançou-se sobre Draco, deitando-se sobre ele e segurando-lhe o rosto entre as mãos e beijando-o, com carinho mas uma certa urgência.
- Agora é sua vez. - sussurrou no ouvido de seu amado, enquanto tirava a calça recém colocada. Ele sorriu, malicioso, enquanto sentava-se e um lubrificante surgia na cama. Nada como a Sala Precisa. Harry pegou a mão de Draco fazendo-o sentar se também e derramou o lubrificante em seus dedos. Pelo seu olhar apavorado e a maneira como parecia querer puxar a mão de volta para si, ele ainda não entendera. Harry susteve-se nos joelhos, envolvendo Draco com um dos braços e colocando a mão escorregadia dele e uma de suas nádegas.
-Vamos, bobinho, será que eu vou ter que fazer tudo? - riu ele. Draco pareceu finalmente entender. Harry sentiu que a mão de Draco deslizava e ele introduzia devagar um dedo em seu ânus, depois outro e mais um. Viu enquanto ele tateava em busca de mais lubrificante e sentiu a ereção em baixo de si. Logo começou a sentir também a dor nem um pouco familiar, mas não se importou. Aquilo daria prazer a Draco e isso era tudo o que importava. Começou a movimentar-se para cima e para baixo, enquanto sentia os braços de Draco envolverem-lhe a cintura e as unhas cravarem-lhe as costas. Com seus próprios braços envolveu o pescoço dele, enquanto beijava-lhe e mordiscava-lhe. Seu membro, novamente ereto, chocava-se com o peito de Draco, dando-lhe arrepios. Draco beijava-lhe também o pescoço e assim, enroscados e em meio a gemidos, eles moviam-se, delirantes. Atingiram juntos o êxtase e ainda enrolados, segurando-se como se nunca mais fossem separar-se caíram deitados e ofegantes.
- Eu te amo, Draco. - Harry pôde finalmente susurrar.
- Eu te amo mais, Harry. - ele ainda escutou, antes de adormecer.

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