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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

6. Ele está na minha cama, MINHA


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo que dará início a personalidade de alguns personagens, como Harry. Terá só um pouco da história da "galinhagem" de Ron mas nada prático ainda..kkkkkk

Mil beijocas para Florzinha, Orion, Poison, Hellen, Claudiomir, Babythah (bem vinda) e Josy chocolate. Espero que gostem desse capítulo também, pois o próximo só sairá daqui a dois meses...kkkkkk - a maldade retorna - A não ser que tenha muitos comentários.

Boa leitura! E como diz meu amigo Orion: Lumus no caminho de vcs! rsrsrsrs
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Gina estava perdendo tempo em tentar prosseguir com seus experimentos. Olhou para o lado notando a calma e tranquilidade que a senhorita Lovegood emanava ao executar suas tarefas.

- Você é boa nisso!

- Costume de fazer experiências aí termina saindo naturalmente e...

-Não, não. Falo da sua calma, espontaneidade.

- Ah sim! Eu tenho esse jeito meio tranquilo.

“Meio tranqüilo? Chega quase a lerdeira”.

- Você é engraçada, Luna!

- O que aconteceu?

- Hã?

- O que aconteceu? – Luna tirou o cabelo de cima dos olhos. – Está tão nervosa hoje...

- Eu? – Gina começou a gaguejar. – É que tá tudo tão confuso! – sentou-se na cadeira pondo as mãos detrás da cabeça. – Harry me pediu em casamento numa ocasião...um tanto questionável e...

- Sim, eu sei. Embriagado com o licor da paixão. – Luna sorria.

- É. Então... Pensei que quando passasse o efeito ele pediria desculpas e pronto. Tudo certo.

- Você sempre foi louca por ele! – Luna batia na testa de Gina com um bastão de vidro. – Ele não retirou o pedido e agora você não quer casar com ele? É isso?

- Imagina só! – a ruiva suspirava – Eu não estou pronta para isso.

- Explique então.

- Minha família está toda feliz!

-MAS quem tem que ficar feliz é você.

- Eu não estou triste...só...estou confusa.

- Merlin! Sei não! Eu e ...

Gina arregalou os olhos. Luna se engasgou fingindo uma tosse. Esteve prestes a revelar seu amor secreto.

- Agora vai ter que falar. – Gina sorria abertamente vendo Luna corar.

- Não. – gritou fininho – Outra hora eu conto. Agora não!

- Ah Luna!

- Já falei. – Luna saiu rápida da sala antes que não agüentasse a pressão para falar.

****

Harry andava nervoso no vestiário do campo de quadribol. Ele não iria falar com Hermione novamente, já ocupara tempo demais dela nesses últimos dois dias. Ela já frisou tantas vezes que Gina gostava ainda dele, mas andava perdida e confusa. E se ele fosse mais uma vez tentar se convencer disso e falar mais um milhão de vezes que a Gina não gostava dele, poderia até mudar os fatos e terminar convencendo Hermione do contrário.

Vestiu a roupa um tanto chateado de estar longe da toca onde costumava ficar quando voltava dos jogos. Só permaneceria mais um dia além de seu aniversário, pois tinha a final da temporada para jogar e aí sim tirar férias. Encontrava-se no seu apartamento luxuoso, era um duplex pintado na cor pérola com detalhes em ouro velho assim como portas e janelas. Tinha poucas plantas como enfeite apenas um vaso junto da porta com um comigo-ninguém-pode, e outros dois vasos menores na janela da cozinha com kalanchoe.

Mexeu em sua mochila e tirou um bilhete para ler pela vigésima vez, a resposta de Gina quando o mesmo a pediu para encontrá-lo um dia depois a festa à tarde após o trabalho.

“Harry

Não é que eu não queira te ver, mas tenho umas coisas pendentes no laboratório e infelizmente não poderei te encontrar nesta hora. Se você puder vá à toca a noite e conversaremos.

Abraço, Gina.”

Sentiu uma ânsia de vômito e amassou o papel com força. Agora que ele estava lendo longe de todos se deu conta que na verdade, ela queria se afastar dele. Queria ficar só um tempo.
“Achei que ela ainda gostasse de mim” pensava Harry cansado, “Vou lá à noite e ver no que vai dar”.

19:00 – Harry aparata perto da toca.
Avistou ao longe uma cabeleira ruiva se aproximar. Pareceu tensa.

- Olá, Harry – cumprimentava Jorge sem jeito.

- Ah, olá, Jorge! – respondia Harry igualmente sem jeito.

- Eu estava lhe esperando. – falava Jorge cabisbaixo. – Quero pedir desculpas pela brincadeira ontem.

- É...tudo bem Jorge...sem problemas.

- Agora entre, Gina está ajudando a mamãe no jantar.

Entraram em silêncio. Harry falou com todos e olhou fixamente para Gina. Ela por sua vez, não conseguiu encarar tanto tempo aqueles olhos verdes. A senhora Weasley percebeu que eles precisavam conversar e logo mandou todos para a sala. Deixando os dois sozinhos na cozinha.

- Bem...Harry, eu preciso... – começava a ruiva sendo interrompida pelo rapaz.

- Não, Gina. Não precisa dizer nada. Já entendi. Você não quer, não é?

Gina começou a ficar roxa, estava esquecendo de respirar. O medo de perdê-lo se pronunciou junto a insegurança que até então reinava o corpo dela. Segurou-o pelos ombros e o beijou. Rápida e delicada. Sentiu-se melhor ao beijar. Ele sorria um pouco nervoso não entendendo muito aquela ruivinha a sua frente. A abraçou fortemente. Retirou uma caixinha aveludada preta, Gina ficou sem fala, perdida nos seus pensamentos novamente. O medo voltava a lhe assombrar. O anel agora visível era de dar medo. O compromisso. Embora ela tenha admitido que o anel fosse no mínimo esplendoroso, tinha um receio de colocá-lo no dedo. Parecia que a vida dela virava de cabeça pra baixo.

- É lindo! – exclamava Gina.

Harry ficou orgulhoso. Demorou muito tempo pra escolher. O anel tinha quatro brilhantes, dois em cada lado oposto, era feito do mais puro ouro branco. Brilhante. Era realmente ofuscante.

****

Hermione estava dormindo e seu sonho era o mesmo que Draco teve. Acordou bruscamente com a visão da menina no sonho. Sem saber mais o que fazer, destrancou a porta do quarto, correu até sua coruja e enviou uma carta para Draco.

“Eu sonhei de novo. Fez a mesma magia? Não consigo dormir, estou com uma sensação péssima. Se não for pedir muito, venha pra cá! Aguardo resposta.

Hermione Granger.”

A resposta veio em vinte minutos, tempo suficiente para Draco tomar banho e chegar a casa dela. Batidas na porta e Hermione descia as escadas assustada.

- Quem é? – perguntava com a varinha apontada para a porta.

- Quem você queria que viesse para sua casa. – responde o loiro irritado.

- Ah, Malfoy. – abria a porta o puxando para dentro.

- Tentei aparatar dentro da sua casa e não consegui. – falou choroso.

- Oh! É que só entram aqui algumas pessoas...

- Tipo Weasley, Potter e mais quem? – nitidamente nervoso.

A morena deu um leve sorriso.

- Tudo certo? – sorria.

“Ah, esse sorriso!” pensava o loiro mais feliz. – Em que posso ajudá-la senhorita?

- A dormir. – respondeu sem pensar nas consequências. – Fez a magia de novo?

- Não fiz. – ele olhava a hora. - Por que não tomou a poção do sono?

- Eu queria companhia.

- Queria?

- Quero! – respondia encabulada.

Draco sorriu malicioso e sentou-se no sofá. Tirou sua capa e seus sapatos dando uma olhada a dona da casa pra ver se ela iria reclamar. Vendo a morena consentir com a cabeça, retirou as meias e encostou-se mais relaxado no sofá, olhando a casa. Hermione sentou junto.

- Mora bem. – ele reparava.

- Não tanto quanto você, aposto.

- Aposta? Hum, o quê?

- É só uma forma de falar. Já sabemos a resposta.

- Vamos apostar. Nunca mais fiz isso. – parecia um menino com uma nova brincadeira.

Hermione pensou até chegar a conclusão: – Aposto o que você quiser que eu descubro o que o senhor Klaus lhe disse na volta do almoço!

- É? – Draco ficava sério – E como pretende descobrir, posso saber?

- Lendo sua mente.

- Até parece, Granger. Você não é tão boa assim. Ia ser muito fácil pra mim.

- Sei. Pensa em algo que não seja em relação a isso que te mostro.

Draco deu um suspiro e rendendo a sugestão da morena começou a pensar no momento que eles deram o primeiro beijo.
Hermione se concentrou e ficou surpresa com a lembrança que ele escolhera.

- O beijo? – perguntava sem graça.

- O primeiro beijo. – respondia confiante – Fazia tempo que não lembrava até um dia desses. Foi depois daquele dia na biblioteca...

- Hum. Então vamos apostar? – cortava a conversa.

- Está certo.

Hermione tentava ler a mente de Draco e ele com facilidade bloqueava. Ela por mais que tentasse, não se infiltrava nos pensamentos do loiro. Passaram uns minutos e ela vendo que não era páreo para ele, desistiu.

- Tem razão.

- Eu falei que você não era tão boa assim.

- Só nisso que eu não sou boa, tem muitas outras coisas que eu sou.

- Claro... Então?! Posso pedir o que eu quiser...? – o sorriso canalha se formando.

Hermione não o encarava, tinha medo do que viria. E nisso ela estava certa.

- Quer ler minha mente novamente, Granger?

- Prefiro que diga. – secamente.

- Quero...dormir na sua cama.

- Como é? – exaltava-se – Está pensando... – foi cortada.

- Hahahahaha. Calma, Granger. Eu pedi pra dormir lá, não com você.

- E eu?

- Aí sim! Você escolhe: a sua cama confortável com um loiro sensual ou um sofá duro sem ninguém para aquecer.

- Quando quer, você é terrível!

- Sou um Malfoy. – chegou mais perto da morena. – Mas prefiro que você me chame de Draco. – falava galante.

Hermione olhava de soslaio para o moço mexendo em seus cabelos.

- Pode ir dormir. Eu ficarei aqui no sofá – o loiro decidiu.

- E a aposta? Não, eu tenho palavra. Se você quer dormir lá, então vai. – e o empurrou para a escada.

- Não, Granger, sério! Estou bem assim. – um estouro alto na rua fez os dois pularem de susto e se agarrarem. – O que foi isso?

Hermione o soltou rapidamente e olhou pela janela.

- Deve ter sido um transformador. – falava simples.

- Transfor... – Draco pensava.

- É algo que os trouxas usam para colocar energia na rua. – apontou para os postes.

- Ah.

Hermione deitou no sofá e Draco vendo que não teria jeito subiu para o quarto da morena. Deitou admirando a arrumação. Sentiu o cheiro dos lençóis brancos. “O cheiro dela”. Passou a mão pela cama e pensou “Mione você deveria estar aqui”. O mesmo gesto que ela fez anteriormente.

Hermione não pregava os olhos “ele está na minha cama, MINHA CAMA! Como você é tonta.” Ela virava de um lado para o outro e um calor tomava conta de seu corpo. Sentia seu coração disparar só em pensar no beijo dele e seu corpo já dava sinal de um desejo quase incontrolável. Sim! Quase, porque ainda se encontrava no sofá. A partir do momento que saísse dele para as escadas deixaria o quase de lado, o que aconteceria logo em seguida.



Ele andara lentamente, tentando enxergar cada detalhe do corredor por onde passava. Seus pensamentos estavam confusos, numa ilógica racional. Um avesso do que se pretendia. E tanto mais pensava em se afastar, mais próximo estava. Não percebeu que já se encontrava no local marcado. Olhou para os lados procurando algum fato que comprovasse que ela estava ali. Seu coração quase saindo do peito, palpitando. Sua voz entrou numa rouquidão inexplicável. Seu corpo já tremia com a possibilidade do que viria.
Sentou silenciosamente em um tronco perto da orla da floresta. E esperou que ela viesse para acalmar seu coração, sua mente e seu corpo.

A mesma sensação envolvia Draco. A sensação de espera. A sensação de confusão e angústia. A sensação de tremor por causa da possibilidade dela está ali, com o corpo colado ao dele.

E ela veio com seu jeito traquino e obstinado. Sua doçura e leveza. Sua simplicidade e mistério. Ele daria tudo pra saber o que se passava na mente dela. Queria entendê-la. E ela continuava a caminhar em sua direção tão lentamente, naturalmente se deliciando com cada segundo dessa noite que estava só começando. Seu vestido branco, longo, de seda, com perfeito caimento, mostrava cada detalhe da curvatura do corpo da morena. Ele arfava só em lembrar o cheiro do pescoço da mesma. Ele delirava só em sentir na boca o gosto doce dos lábios dela. Ele mal podia conter-se em desejo.
Ela finalmente estava a sua frente. Um sorriso meigo distorcendo os olhos sacanas. Pôs-se na ponta dos pés para beijá-lo ao mesmo tempo em que ele segurava sua nuca fortemente para não deixa-la escapar. Ela se afastou bruscamente e isso o chateou não por mais que dois segundos, tempo que levou para Hermione dá um impulso e cruzar as pernas na cintura de Draco.

Draco sorria da loucura que Hermione às vezes emanava e fazia-se cumprir. Nunca encontrou uma explicação para o começo desse sentimento que tinha por ela. Por que ela? Amiga do “santo Potter”! A “sangue ruim”! Cada vez que Draco tornava a pensar nesse assunto mais confuso ficava. A única certeza que sua mente e seu coração davam era que a amava mais do que sua vida. Ama.


Hermione subiu as escadas rapidamente antes de a coragem lhe faltar. Abriu a porta lentamente e deparou com a visão de um loiro só de cueca com o lençol cobrindo parte de suas pernas, de peito para cima, com os olhos fechados. Parecia dormir. Ela sentiu que o quarto estava magicamente aquecido e retirou seu roupão ficando somente com a camisola verde clara no corpo. Seguiu até a cama e deitou-se ao lado dele com uma mão apoiando a cabeça e a outra alisando os fios loiros.

Draco escutou a porta se abrir e resolveu não se mexer para aparentar estar dormindo e ao sentir o cheiro dela mais próximo e as mãos aos seus cabelos abraçou-a de vez, beijando profundamente a morena que foi pega de surpresa, mas retribuiu da forma mais sensual que pode. O puxou para cima de si entrelaçando as pernas na cintura do loiro. Draco correu os lábios no pescoço da morena seguindo para o colo e virou fazendo-a ficar por cima dele sentada. A luz da rua incidia levemente na camisola de Hermione transparecendo suas curvas. Draco retirou as peças que atrapalhavam e tiveram a melhor noite de suas vidas.

Sete da manhã.

Os raios solares penetravam a janela clareando o quarto por inteiro. O loiro havia despertado, olhou para o lado e se viu sozinho. Suspirou forte dando uma risada sem humor algum. Enquanto a morena acordava emburrada consigo mesma e subia as escadas novamente.

- Bom dia, loiro sensual! – era sarcástica a voz da garota.

- Sabia que você não ia resistir. – Draco voltava a atenção para a porta deixando o tom da ironia transparecer na sua voz.

- Pelo visto você sabe de muita coisa. – ela falou pensativa.

- Sei? Eu não disse isso.

Hermione se concentrava novamente e o loiro desprevenido, não teve tempo de bloquear a mente.

- Está pensando nisso? – perguntava vermelha.

- É. Mas eu não mandei você ler a minha mente! – Draco sorria da vergonha de Hermione. – Ah, Granger deixe disso.

- Pode me chamar de Hermione, não é? – ela falava em tom óbvio.

- Não. Vou te chamar de...linda – ele falou avaliando a possibilidade de concretizar seu pensamento.

- Draco! Temos que ir embora. – olhou para o relógio – Ai Merlin! Estamos atrasados!

- Hahahaha, minha linda! Hoje é sábado.

Hermione ignorou o minha linda e sentou ao lado dele na cama o olhando meticulosamente.

****

Era 10:00 horas e Gina se levantava preguiçosamente. Lembrou-se do compromisso que tinha pra aquela tarde. Harry já havia viajado e ela prometeu que iria olhar vestidos de noiva, decorações, convites...tudo necessário a uma festa de casamento. Então ela se viu num torpor ao imaginar-se casada, com filhos ao seu redor, puxando sua saia e limpando a casa enquanto a comida estava sobre o fogão cozinhando. Espantou aqueles pensamentos e o sentimento de tristeza que se instalou. Sua mãe era feliz cuidando de casa e filhos, “sete filhos” ela pensou. No entanto suspirou, no fundo sabia que não desejava isso pra ela. Sabia que não queria largar o trabalho. Era feliz e realizada lá. Assim como também sabia que Harry iria querer filhos logo, a necessidade de ter uma família era gritante nele.

Escutou uns gritos vindos lá de baixo, era sua mãe implorando para que Rony deixasse de dar “asas” a todas as meninas. Sorriu. Seu irmão estava bem diferente desde que namorara a tal de Lilá! E pensando nela escutou mais uma vez sua mãe falando que não aguentava mais as corujas entrando o tempo todo trazendo recadinhos e que ele tenha trocado Hermione por um bando de meninas fúteis e coisa e tal, e por coincidência, o primeiro nome que veio foi o dela mesmo, Lilá. Além dessa, surgiu uma tal de Ana Abbott, Suzana Bones, Padma Patil, e trouxas como Ludmila Falcão, Glória não-sei-das-quantas, outra tal de “charmosa” e uma da família Coelho. “Aff” Gina escutava aturdida “ Até aquela sonserina Mila Bulstrode Rony deu uns “pegas”. “ Que garoto corajoso” ela pensou.

Desceu vencida pelo que tinha de fazer e avistou seu irmão lendo mais um pergaminho que estava impregnado com um perfume fortíssimo, daqueles de deixar todos tontos.
Saiu em disparada a cozinha e tomou café bem rápido, porém antes de sair pensou em pedir a Hermione que a acompanhasse nessa batalha contra vestidos e convites... Mandou a coruja entregar um bilhete que pedia pra se encontrarem na hora do almoço no beco diagonal.

12:30 era a hora marcada e com a precisão britânica Hermione chegou. Possuía um sorrisinho malicioso e um olhar perdido, nostálgico.

- Minha querida amiga, o que se passa com você? – Gina questiona a encarando.

- Ai ai. Nada, minha amiga. – respondia a outra aumentando o sorriso.

- Hum...Vamos sentar na dedosmel e aí você me conta qual passarinho verde você viu!

- Verde? – Hermione pensava em maldades... – Hahahaha... Não me lembro da cor!

- Que ótimo! – Gina a arrastava pela rua. – Está ficando debochada e isso me lembra uma época sua... – Gina para de falar, dar uma risadinha balançando a cabeça e continua a caminhar até chegar à mesa e pedir um sorvete de abóbora para as duas.

- Que bom que você não recusou o pedido de Harry! – Hermione segurava a mão com o anel o achando lindo. E aproveitou para iniciar uma conversa que não fosse relacionada a sua pessoa. – Vamos escolher o quê hoje?

Gina só a olhava com um sorrisinho de canto. Nem fingia não está entendendo a jogada dela. – Foi com ele, não foi?

- O quê?! – o desentendimento não era bem a cara de Hermione, estava mais para uma sádica pronta para fazer sua primeira vítima.

- Não se faça de besta, Mi!

- Quem disse que estou me fazendo de...besta?! – retrucava.

- Pois bem! A conversa deve ter ficado bem interessante depois da festa, não é? Eu me lembro de ter visto a senhorita sentada num banquinho distante...

- Hum... Eu confesso que fazia tempo que não me sentia assim...feliz.

- E como ele está? Agora, depois desses anos todos?

- Melhor impossível!

Mais adiante em outra mesa estava a loirinha que havia sido namoradinha de Draco há um tempo atrás. Morgana. A loira a olhou dos pés a cabeça e deu um sorriso debochado. Parecia querer enfrentá-la. Ao vê-la daquele jeito Hermione sentiu que viria problemas se a loira soubesse da “noite” dela com “Draquinho mansinho”, “mansinho?” ela pensava, “aquele lá pode ser tudo, menos mansinho”.

- Ele estava lá em casa quando recebi sua coruja. – falou para Gina, mas sem olhá-la. – Eu tive um sonho, aliás, dois, o que é uma outra história, e o chamei lá pra casa, então...não resisti.

- Voltou aos velhos tempos, não é Mione?

Hermione deu uma risada cínica. – Vamos botar as pernas pra trabalharem.

Seguiram por todas as lojas do beco, mas era tudo muito “bruxo” pro gosto de Hermione.

- O que você queria, Mi? – Gina pergunta enraivecida. – Estamos no beco diagonal!

- Vamos lá pra área trouxa, sim? – Hermione tentava convencer Gina que vestido roxo com amarelo, ou verde-esmeralda, ou quem sabe um preto mesmo não seria adequado para um casamento. Tudo bem que tinha branco ou pérola, porém todos tinham um bordado que deixava o vestido...nada a ver, entendem?

- Mas não precisa ser dessa cor. – Gina estava histérica. – A Fleur mesmo não usou algo assim.

- A Fleur...veio da França – Hermione falava num tom óbvio. – Não tem como errar lá, minha cara amiga.

- Poupe-me, Mione – respondia cansada.

- Então está certo! – Hermione era só sorriso. – Vamos embora!!!

****

Segunda pela manhã. Draco acabava de entrar na sala que dividia com Hermione. Deu um bom dia e sem olhar, a garota respondeu o cumprimento, o que foi estranho para Draco. Abaixou-se um pouco e notou que ela estava corada. Não entendeu o comportamento. Também não falava com ela desde que a mesma saiu com a amiga para o beco diagonal.
Intrigou-se.
O domingo solitário fez Hermione pensar em muitas coisas envolvidas com o loiro. Passado, presente e futuro.

- Algum problema... – ficou na dúvida como a chamava, se Hermione ou Granger, preferiu deixar sem complementos - ...aconteceu?

- Nada. Nada. – pontuava a garota o deixando mais confuso.

- Hum... – foi tudo que conseguiu pronunciar.

- Acabo de receber uma chamada para uma reunião, então você toma conta do departamento até eu voltar, o que eu não sei quando vai acontecer. – falava Hermione rapidamente sem olhá-lo diretamente.

- Ah, certo. – respondia vagamente Draco a analisando. E Hermione disparou corredor afora pra sala de reuniões.

Algumas horas se passaram e Draco já estava no último estágio da paciência. Andava de um lado para o outro. Encostava-se na mesa e tamborilava os dedos nela. Assobiava. Lia algum papel sem sucesso algum de entendimento. Respirava alto. Ia até a porta e olhava para os corredores ali perto. Voltava a sala e recomeçava todo o ritual de espera. Parecia louco.

- Algum problema? – indagava Hermione parada a porta vendo-o ler uma frase de um papel três vezes em voz alta.

- Somente o seu problema. – respondia agitado. Era uma tortura não entendê-la.

- Meu? – questionava perdida.

- Por um acaso fui eu que cheguei aqui todo diferente? – Draco a olhava com desconfiança.

- Ah! – foi o que ela conseguiu dizer no momento e ficou relutando o que falar.

- Hã? Só isso que responde? – Draco começava a sentir raiva.

- Eu... – Hermione baixou os olhos pra fugir um pouco de sua vergonha - ...Não sei como agir perto de você. – ela ainda mantinha a vista baixa. Sabia que sairia correndo se visse a presunção nos olhos cinza azulado do loiro.

Draco precisou de um tempo para entender o que ela realmente queria transmitir. Arqueou as sobrancelhas numa plena expressão de incredulidade.

- É...difícil de acreditar – Draco agora franzia o cenho. – Depois do que passamos você não sabe como agir, é isso?

- Só demos uns beijos sábado. – Hermione tentava manter a voz segura e esconder o sonho que tivera com ele... Abriu a porta lentamente e deparou com a visão de um loiro só de cueca com o lençol cobrindo parte de suas pernas, de peito para cima, com os olhos fechados. Parecia dormir. Ela sentiu que o quarto estava magicamente aquecido e retirou seu roupão ficando somente com a camisola verde clara no corpo...

- Sim, só beijos nesse sábado. – Draco estava se descontrolando. – Porém, e os outros dias?

- Faz muito tempo. – rebatia a morena.

- Não importa! Aconteceu! – gritava o loiro.

- Mas está longe a lembrança! – Hermione seguia o tom de voz dele.

- Não! Mentira sua! – Draco baixou a voz para um tom educado demais que figuraria “gelo”. – Pode fazer muito tempo, mas ainda é nítido pra mim e sei que é mais ainda pra você!

Draco dessa vez não esperou nada sair da boca da garota. Saiu apressado da sala antes que perdesse a cabeça de vez. Será possível que depois de tudo, de todas as situações que eles passaram, ela estaria realmente perdida por causa de um beijo?
“Não” ele respondia a si próprio enquanto empurrava um senhor baixinho da frente da porta do elevador.

Hermione ficou parada, refletindo. Sabia que ele era sensível nessa parte. Por ele seria tudo bem simples. Beija e pronto. Nada pra mudar. Resolveu comer algo e qual não foi sua surpresa ao ver Harry parado na porta.

- Achei que você estivesse viajando... – Hermoine o fitava confusa.

- Pensei que ficaria feliz por me ver. – Harry fingia raiva – Posso ajudar em algo? – acrescentou ao vê-la o olhar tristemente.

- Nem imagino como!

- Que tal da festa? A sua aproximação do Malfoy?

Hermione lançou um olhar de sofrimento.

- Temos o almoço todo para você desabafar. – Harry adiantou-se e pegou a bolsa da amiga e a abraçou pela cintura e saiu do prédio praticamente a arrastando.

Entraram em um restaurante e pediram um almoço leve para ambos.

- Você sabe o que Draco e eu tivemos na escola...

- Sim... – incentivava a continuar.

- Estamos...com uns problemas aqui... – ela iniciava não querendo contar tudo – Bem...resumindo nos beijamos.

- Humm... – Harry sorria torto – E o que te fez ficar assim?

- Ai Harry, sofrer novamente?! Não está na minha lista isso. Parece que não aconteceu nada pra ele.

- Duvido! – Harry sorria balançando o copinho minúsculo com café. – Ele é muito dissimulado, isso sim. Aposto como ele não tirou a cena da cabeça!

- Nem me fale em apostas. – suspirava.

- Que foi? – Harry levantava uma sobrancelha em desconfiança – Eu não vejo motivo pra tanto desespero.

- Grr! – Hermione virava o rosto com raiva. - Eu sonhei fazendo...fazendo você sabe o quê com ele. – continuava Hermione apavorada. - E se ele vir na minha mente isso? – ela balançava a cabeça tentando livrar-se dos pensamentos.

- Você não tem nada que ter medo. Desfrute. Volte ao passado. Hoje o tempo é outro! – incentivava.

- Estou completamente perdida. – Hermione se entregava – Eu senti a mesma coisa de antes quando ele me beijou.

- E ele?

- Sei lá... – franzia o cenho e falou num tom como se estivesse conversando com alguém de pouca capacidade mental. – Eu não posso saber o que ele sentiu.

Harry pediu outro café – Responda Mi, por que só um beijo? Porque conhecendo você e seu passado... – deu um sorrisinho malicioso - ...É difícil acreditar que tenha sido só um beijo.

Hermione corou da besteira que aconteceu. – Eu subi as escadas, enquanto ele dormia, e quando fui tentar abrir a porta, bem... Se lembra do feitiço pra trancar a porta?

- Ah não! Eu falei que um dia você iria se complicar com aquele feitiço. Onde já se viu! Um feitiço pra que a porta se tranque a noite quando a pessoa passar por ela para dentro do cômodo.

- Pois é! E para abrir só por dentro durante a madrugada ou esperar chegar a manhã...

Harry assobiava baixo – Ainda bem que não pus isso na minha. Então não conseguiu abrir, a não ser que utilizasse um bombarda maxima.

- Péssima ideia!

- Péssima mesmo!

- A que devo sua visita a mim? – perguntava de supetão Hermione.

À loucura interior do meu eu. – respondia Harry baixo – Quero que olhe Gina pra mim. Apesar de ela ter aceitado, na maioria do tempo que nos falamos, ela parece ficar ausente toda vez que o assunto é casamento.

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Bjs!

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