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5. O mesmo perfume.


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tão vendo?! Nem fui tão má assim...o cap está aí!
Boa leitura!
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“E ela me faz tão bem. Ela me faz tão bem que eu também quero fazer isso por ela...” Draco cantava baixinho em sua mesa. Hermione não deixou passar em branco.

- Draco cantando música trouxa?!

- Ele não é bem trouxa. Eu descobri que ele perdeu a varinha – respondia mal-humorado.

- Sério? – Hermione sorria.

Aquele sorriso levou o loiro ao devaneio novamente. Já estava ficando preocupado com todos os sinais que o seu corpo dava quando ficava perto da morena. Era um recomeço.

Jantavam numa noite de quinta-feira. Todos lançavam olhares a Malfoy. Olhares indignados. Ele mal mexera na comida, levantara-se e saiu para a masmorra. Era o melhor a ser feito. Estava pagando o preço de ser um Malfoy. Antes que pudesse descer, uma mão tocou seu ombro levemente. Ele sentira o cheiro que a pessoa exalava um cheiro que o deixava tonto.

- Não fique assim.

Draco sorrira pegando a mão pousada em seu ombro e apertando.

- Você é a única que acredita em mim – falava o loiro virando para ela.

- Mais do que acreditar, é confiar – a morena sorrira docemente.

Draco a enlaçara com seus braços e a beijou na cabeça. A moça retribuía o abraço fortemente. Ele se soltara e continuava seu caminho. Ela o olhava tristemente.

- Malfoy?

- O quê?

- Estava ausente.

- Lembranças que insistem em voltar.

Hermione reparava em como aquele loiro era bonito, seus cabelos caíam levemente no rosto. Seus olhos estavam num tom mais forte. Seu corpo bem definido e seu sorriso...ah seu sorriso.

- Quer jantar comigo Malfoy? – a pergunta saíra sem ela se dar conta.

Ele a olhou com o cenho franzido e admirado.

- Vamos logo Malfoy! Responde! Já está quase na hora de sairmos – falou envergonhada.

Ele pensou um pouco e com um sorrisinho safado respondeu – É claro que quero.

Aparataram em um restaurante não tão luxuoso, porém aconchegante e que tinha uma paisagem atraente.
Seguiram para uma mesa mais reservada, com espelhos por trás das cadeiras.

- Eu realmente não acredito que estou aqui com você Granger!

- Nem eu – brincava a morena.

- Quanto tempo não ficamos assim... – Draco estava feito menino bobo.

- Ai, faz muito...hum...uns oito anos.

- Ainda gosta de batatas recheadas? – Draco perguntava se lembrando de um episódio em que a garota só jantara isso.

- Claro! – ela sorria abismada.

- Então vai ser nosso jantar de hoje – chamou o garçom – Quero ver você passando mal igual a outra vez – dava gargalhadas.

Hermione fingiu de brava e fazia bico.

- O mesmo perfume – comentava o loiro sem olhar para ela. E a mesma ficando corada – Eu ainda fico tonto.

“Caixinha de surpresa, esse Malfoy” Hermione pensava.

- Diga Granger, porque seu namoro com o ruivinho não deu certo?

- Não era amor.

- E você já amou alguma vez para saber?

****

Kika andava de um lado para o outro, tentando achar alguma falha no plano.

“Está tudo certo”. Ela não sabia se podia confiar no Malfoy, ele sempre falava que não havia nada de errado no comportamento da Granger e ela nunca descobrira nada sobre a mesma. A situação das crianças havia sido solucionada. Prenderam um homem aparentemente louco que antes de ser interrogado havia se suicidado. E dali em diante nada mais aconteceu.
“Mas se eu for lá” Ela repensava “preciso de algo mais concreto, não sei até quando vou enganar o Malfoy dizendo que sei onde a mãezinha dele se encontra”.

- Com licença senhora. Estamos de saída – anunciava um atendente da superintendência.

- Ah sim é claro. Estou indo também.

Passava das dez horas e Kika andava pelas ruas do bairro onde morava. Parou em frente a um bar e resolveu focar sua atenção tomando um bom uísque. Já estava na terceira dose quando um moreno entrou procurando por todos os lados e sorrindo abertamente ao vê-la tão desprotegida e alta por conta do álcool.

- Não acha que é muito perigoso para a senhora ficar a essa hora da noite por aí – levantou o copo da mesma – Enchendo a cara.

- Olha só! Até parece que você é um exemplo de pessoa – disse desdenhosa.

- Cadê seu marido, hã?

- No que lhe interessa, está terminando a investigação.

- Sei. E no que não me interessa...? – perguntou zombeteiro.

- Estou sozinha aqui, não estou?

O moreno levou a mão até as coxas da mulher apertando com força, arrancando um suspiro da mulher.

- Você me enlouquece – suspirava o homem ao pé do ouvido dela.

- Vai para o St. Mungus – ria dele.

- É lá que eu trabalho. Bem que posso levar você comigo – falou provocando.

- Claro que pode é só dizer o que preciso saber – agora ficava séria.

“Como uma boa vagabu...” pensava o homem. - Eu andei vigiando como prometi...

****

Hermione chegou ofegante em casa já era tarde da noite e ela sentia-se cansada. Mas tinha valido a pena, Malfoy mostrou ser uma companhia e tanto. Ela estava feliz como há muito tempo não se sentia Bem, tirando a sensação de ter sido seguida o tempo todo e Draco falando que também estava com a mesma sensação. No final de tudo concluíram que era apenas porque todas as pessoas olhavam curiosas, por verem os dois juntos. Era inesperado.
Tomou um banho quente relaxando. Deitou-se mais tranqüila passou a mão na sua cama enorme e um pensamento veio a cabeça “você deveria estar aqui Draco” e na mesma hora repreendeu-se por isso. Dormiu. Um sono inquietante. Pesadelos formavam-se:

“Um abismo imenso estava a sua frente, um loiro estava apontando a varinha para ela. Muitas vozes gritavam, mas o som era abafado pelo vento que estava forte. Um passo em falso e ela caía. Olhava para o loiro assustada, ele caminhava em sua direção, ela não ouvia o que ele dizia. Uma chama apareceu e vários rostos juntamente, dentre eles estava o rosto de uma criança com cabelos castanhos e olhos acinzentados. Ela sentiu uma sensação estranha parecia que conhecia a menina. Um puxão e ela agora estava em um vale coberta de folhas. Tinha muitas pessoas. Todas olhavam para ela chorando. Ela tentava se mexer, mas era em vão. Um som de um apito repetia insistente na sua cabeça era como se estivesse dando a ordem de enterra-la. Não era possível, estava viva. Não podiam enterra-la. Ela pensava e gritava sem nenhum sucesso”. O som foi ficando mais alto e ela despertou do sono com o barulho que era do seu despertador.
Com o corpo todo suado e tremendo levantou. Sentiu-se ainda cansada. E após se arrumar aparatou para o trabalho.

- Dia Granger! – Draco a analisava.

- Dia – suspirava.

- Preciso falar com você urgente – Draco chegava junto dela.

Hermone consentiu e fecharam a porta enfeitiçando-a em seguida para não escutarem e não perturbarem e ainda por cima um feitiço que dizia na porta que estavam em reunião.

- Pronto – Hermione se pusera na cadeira.

- Eu tive um sonho – começou Draco e a morena o encarou com olhos bem abertos – Você estava num abismo, tinha muitas pessoas ao redor e eu tentava chegar junto de você, mas não conseguia – Hermione se vira paralisada.

- Como pode? Eu tive esse mesmo sonho.

- Eu sei...

- Hã?

- Eu estou lendo sua mente.

- Malfoy!

- Não temos tempo. Hoje aquela mulher virá e salvo engano, ela está por trás disso.

Hermione estava chocada.

- Quando falei que estava com a sensação de alguém nos seguindo – ele olhara a porta desconfiado – Eu olhei diversas vezes para trás, numa dessas vi um homem andando próximo da gente. Parecia despreocupado. Mas hoje eu o vi chegando com aquela rabugenta. Ela ainda está lá em baixo, fazendo o quê, eu não sei. Era ele que estava nos seguindo. Então ao chegar em casa, fiz uma magia, antiga, porém certeira. Pedi para que víssemos em sonhos o futuro de nós dois. E agora lendo sua mente vi que estamos relacionados.

A morena olhava pasma e receosa.

- O que ela quer?

- Não é boa coisa – Draco começou a contar o que aconteceu desde a primeira vez que ele encontrou a mulher.

- Bonito, hein? Quando ia me contar? – estava revoltada.

- Estou contando – defendia-se.

- Agora?! Humpf ... – cruzava os braços em preocupação, pensando no sonho – Mas você estava com a varinha apontada para mim – ela pulou da cadeira com medo.

- Com certeza não era pra fazer o mal! – indignou-se Draco.

- Não podemos mudar o sonho do futuro, podemos?

- Ainda não sei.

- Malfoy, você me surpreende cada vez mais – falou com um risinho.

- Hum – ele ficava confuso – E quando foi a primeira vez?

- Lembra daquela vez que estávamos na biblioteca escondidos do Filch? – ela sorria marota.

Estavam em frente ao lago. Hermione perguntara ao loiro se ele queria fazer o trabalho de poções com ela, e vendo a indecisão do rapaz falou que era brincadeira, mas com uma tristeza no coração. Draco estava em total confusão quanto ao convite, sua reputação ou a alegria de Hermione. Ele continuava a pensar mesmo quando saíram dali e a noite ele se dirigiu a biblioteca, pois ela havia dito que começaria o trabalho lá.
Andara apressado, quase correra, quando bateu em uma das estátuas derrubando-a, fazendo o maior barulho. A gata do Filch estava lá, miando como uma boa dedo-duro que era. Draco saíra em disparada ouvindo a voz do zelador lá longe: - Você aí. Seu estúpido!
Draco chegara a biblioteca todo assanhado assustando Hermione com sua fala.

- Granger, por favor, me esconde!

- Calma. O que...

- Não tenho tempo anda – ele olhava para todos os cantos da biblioteca, avistou ao final do primeiro corredor a senhora que cuidava da área e saiu em disparada a seção reservada para se esconder em algum corredor de lá.
Hermione quando viu aonde ele ia e ao ver a gata de Filch entrando, entendeu na hora do que se tratava, pegou os livros e fez aparecer umas flores na mesa da bibliotecária com um cartão com o nome de Filch e partiu em direção ao loiro.

- Eu não quero ficar em detenção – choramingava.

- Não, calma aí. Vai dar certo o que eu fiz – falava a morena com um ar travesso.

- O que você fez Granger? – perguntava desconfiado esfregando as mãos, pois estava fria aquela noite.

- Filch mandou flores a dona ali – tapou a boca para não rir alto – Claro que ele não sabe.

- Granger, Granger! Você, hein? – Draco a olhava sedutor.

Hermione sentiu um friozinho por estar tão junto dele e falando tão baixo que ficou desconcertada. Ele via como ela estava abraçada a si própria tentando aquecer seus braços e subitamente abraçou-a, deixando a menina colada em seu corpo e totalmente confusa.

Draco sorria ao escutar Hermione relembrar este episódio e segurou a mão da morena – Eu te surpreendi porque te abracei, foi?

- Sim. Abraçar uma...sangue-ruim.

- Psiu! Não fala assim. Eu era um tapado pra falar isso – levantou e a fez se levantar também e como a outra vez a abraçou só que com mais força e menos insegurança. Sentiu uma onda de calor subir em seu peito e cada vez que esquentava apertava mais ainda a mulher contra si.

Hermione sentiu suas pernas tremerem e um desejo louco de se jogar no chão o puxando para cima de si. Havia muito tempo que ela não se relacionava com ninguém, Rony fora seu primeiro e depois do ruivo saiu com um outro rapaz, trouxa, porém não se apaixonara por ele e decidiu pôr um fim.

Enfim pararam o abraço e tiraram os feitiços da porta se dirigindo para o almoço. Antes de saírem avistaram Kika desaparecendo nas chamas verdes da lareira – Ela é muito estranha – Draco comentou. Após um almoço rápido, estavam de volta a sala e o senhor Klaus aparecera na porta sério, encarando o loiro.

- Senhor Malfoy, venha a minha sala – Draco pressentiu o que viria e olhou para Hermione falando baixo: Kika Kelvin.

- Bem Malfoy, não pense que eu não acredito em você. Estou logo explicando a minha condição – girou o olhar para a janela – Uma Senhora da superintendência veio aqui trazer informações um tanto acusadoras – olhou novamente o loiro que mantinha a expressão vazia e a mente bloqueada para caso o chefe quisesse lê-la – Ela informou que o homem que prendemos e que se suicidou, era seu parente.

- Eu não lembro dele na minha família – Draco respondia.

- Sim, mas o que importa era que ele tinha um contato dentro do ministério.

- O quê?

- É meio complicado. Porque...como vamos descobrir? – o chefe levantou as sobrancelhas à espera de uma resposta.

- E eu sei lá. Não venha dizer que só por conta de uma fulana aí falar que esse cara era meu parente, que eu vá ter uma coisa a haver com isso!

- Eu sei disso. Não esqueça o que falei no início da nossa conversa – apoiou as mãos na mesa – Ela quer uma vigilância sobre você...

- Vigilância demais pro meu gosto...

- O que disse?

- Nada não!

- Então volte para sua sala. Só queria lhe deixar informado, embora não seja ético da minha parte. Se é que você me entende... – e piscou o olho para Draco.

- Sim claro. Agradeço senhor!

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Perséfone – Prefere o cap inteiro? Desejo atendido...kkkk
Raíssa – Minha maldade ta começando agora contigo...kkkkk
Clau – Matou a curiosidade?
Poison – Draco tem muito o que lembrar...
Hellen – Gostou? Draquinho é uma “caixinha de surpresa”.
Orion – Cadê vc menino? Hj vc pode ler...
Liih – Cadê vc menina? Rsrsrsrs

Agora, próximo capítulo não sei qd posto, quem sabe alguns comentários me ajudam, hein?
Alguns que falo significam muitossss!!
Bjs!

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