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8. Ação e Reação


Fic: O Teatro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- ESCUTE! Nós vamos pegar aquela espada e deixar a escola! Daremos um jeito de encontrar Harry e tudo vai ficar bem, ouviu? – O garoto ficou parado, ainda olhando para a mulher que, no chão, sangrava inconsciente. – VOCÊ ME OUVIU, NEVILLE?

Ele assentiu lentamente.

- Ótimo! Agora se mexa! Vamos pegar a espada!

Mas, antes deles se virarem, uma voz aveludada soou por trás deles:

- Planejando roubar a propriedade de Hogwarts, Srta. Weasley?

E, para o horror dos dois garotos, atrás deles estava Snape com a sua varinha empunhada e uma expressão indiscutivelmente perigosa.

VIII

AÇÃO E REAÇÃO

- Expeliarmus!

Os garotos não tiveram tempo de sequer ensaiar uma reação; estavam chocados demais com o flagrante de Snape para fazer qualquer coisa. As varinhas que Ginevra Weasley e Neville Longbottom empunhavam voaram imediatamente das suas mãos, recaindo nas de Severo.

O diretor ainda não sabia o que havia se passado naquela sala há alguns minutos; assim, muito lentamente, guardou as varinhas dos dois alunos em suas vestes e começou a pensar em seu discurso e – mais importante – na punição que daria aos dois.

Observou com satisfação a garota Weasley dar um passo para trás.

- Professor... – Ela disse com a voz tremida.

- Eu juro! – Longbottom completou. – Eu juro que foi sem querer!

Severo não teve tempo de imaginar do que os dois alunos estavam falando, pois, assim que murmuraram aquelas desculpas incoerentes, os garotos se afastaram e deixaram-no vislumbrar a sala. E foi com horror que ele percebeu o corpo da sua esposa inerte no chão.

Ele parou de respirar por um instante. Linda estava pálida e imóvel, e havia um fio de sangue escorrendo pela sua cabeça – ela parecia morta. Ela parecia estar morta! Severo esqueceu que havia dois alunos presentes; com o coração palpitando aproximou-se tão rápido quanto possível do corpo.

- Linda!

Ajoelhou-se ao lado da sua esposa, e as suas mãos – trêmulas, ele percebeu – acariciaram levemente o rosto dela. Ela estava fria. Rapidamente procurou os seus sinais vitais. A pulsação de Linda estava fraca; sua respiração falha, inconstante.

Desta vez, ao olhar Weasley e Longbottom, Severo não precisou fingir o seu asco. O olhar de ódio veio naturalmente e as mãos trêmulas agarraram a sua varinha. Ele sinceramente não sabia do que seria capaz se---

Ele não queria sequer cogitar tal hipótese.

Com passos largos, encaminhou-se para os dois. Ele não estava pensando em seus atos quando segurou fortemente o ombro de Longbottom e empurrou-o violentamente contra a parede – a garota Weasley deu um gritinho agudo, obviamente assustada. A varinha encostou-se no pescoço do garoto, machucando-o, ameaçando-o.

- O que vocês fizeram?! – O garoto continuou mudo, em choque. – ME DIGA! AGORA!

- Vagem soporífera! – Severo escutou a voz chorosa da Weasley. Imediatamente soltou Longbottom e apontou a varinha para a garota. Com os olhos marejando, ela continuou. – Nós demos a ela sumo de vagem soporífera! Quando ela percebeu que tinha sido envenenada, tentou se levar e caiu! Ela bateu a cabeça na quina da mesa! Não foi nossa culpa!

Severo respirou fundo e olhou de relance para a sua mulher, ainda estirada no chão. Tentou controlar a sua raiva e apenas pensar.

- Vagem soporífera? O extrato puro? In natura?

A garota assentiu efusivamente.

Severo mordeu o lábio inferior e encaminhou-se rapidamente para o seu armário de poções. Tentou se concentrar em como os seus conhecimentos podiam ajudar a sua esposa. A vagem soporífera era o ingrediente chave – e mais poderoso – da poção do morto vivo e da poção do sono; e apenas por isso ainda era comercializado. Consumido in natura, ele poderia causar uma dormência forte no corpo inteiro – inclusive coração e pulmões, levando a pessoa à morte em questão de minutos. Acelerou a sua procura.

- Weasley, veja se ela ainda está respirando – ele disse asperamente. – Ouviu os passos rápidos da garota ecoarem e, pela sua visão periférica, pôde enxergá-la se abaixar, ficando muito próxima de Linda. Mas ela não disse nada. Severo bufou impacientemente. – Então?!

- Erm... el--- Ela está. – A garota disse com a voz falhando. Severo crispou o lábio e suspirou ao finalmente encontrar o pequeno frasco escondido que continha sangue de farosutil. – Mas está fraca demais!

Ele fingiu não escutar a última frase, apressando-se para perto de Linda. Ajoelhou-se do lado esquerdo da sua esposa, de frente para Ginevra Weasley, mas ignorou completamente o semblante assustado da garota; era, aliás, como se ela sequer estivesse ali.

Severo não pensou; ele não podia se dar ao luxo de pensar naquele momento, ou seria devastado pelo que poderia ter acontecido; pelo que ainda poderia acontecer. Assim, esvaziou completamente a sua mente, ignorou as suas mãos suadas e trêmulas e o coração acelerado, e puxou Linda para o seu colo. Com destreza, despejou um pouco do líquido viscoso nos lábios ligeiramente arroxeados.

Ele sabia que aquilo daria certo. Tinha que dar certo.

Enquanto esperava o antídoto fazer efeito, apontou a varinha para o corte na cabeça de Linda e rapidamente fechou-o. Olhou a sua mulher por um tempo, e suspirou aliviado quando viu que a cor começava a voltar ao seu rosto.

- Ela vai ficar bem? – A garota perguntou, inegavelmente preocupada. Severo não respondeu; ele não sabia como. – Professor?

- Cale-se, Srta. Weasley.

A respiração de Linda ficou mais acelerada e o seu pulso mais firme – Severo apenas então relaxou. Ela ficaria bem.

Ainda sem olhar para os dois garotos, ele pegou Linda em seu colo e a levou para o sofá. As mãos dela se fecharam em suas vestes e ele ouviu-a gemer baixinho. Severo a sentou suavemente no sofá e a segurou até perceber que, apesar de fraca, ela conseguia se sustentar sozinha. Ainda preocupado, sentou-se na beirada da mesinha de centro.

- Linda?

A mulher gemeu novamente e, com dificuldade, abriu os olhos. Os olhos acinzentados estavam desfocados. Severo franziu o cenho.

- Você está bem? – Linda fechou os olhos novamente. – Não! Querida, me escute! Mantenha-se acordada. – Ela gemeu mais uma vez, mas não abriu os olhos. – Linda! Tente abrir os olhos! Agora!

Aos poucos, com muita dificuldade, ela abriu os olhos. Severo tentou sorrir, acariciando levemente o seu rosto.

- Como você está? – Ela apenas gemeu. – Você consegue se manter acordada? – Linda assentiu brevemente. Severo suspirou e tirou as mãos do rosto dela. – Eu voltarei logo.

Foi apenas quando ele teve a certeza de que a sua mulher ficaria bem e Severo virou-se para vislumbrar os dois alunos, e ele finalmente sentiu uma coisa que há muito tempo não experimentava. Agora, livre da surpresa, da preocupação e da angústia, ele pôde saborear a mais pura cólera. Com passos largos, ele passou pelos dois alunos e rosnou baixinho:

- Vocês dois. Escritório. Agora!

Severo ouviu os passos dos dois alunos o seguido lentamente – quase relutantemente. Ainda tentou, ao chegar ao escritório, respirar fundo uma ou duas vezes em busca de controle, mas, quando olhou para os rostos assustados dos garotos, não conseguiu conter a sua raiva... Especialmente quando a voz baixa de Ginevra Weasley soou:

- Professor, nós---

- Calada. – A sua voz era ríspida, sofrida. Tão dura que nem ele mesmo a reconhecia. Severo sequer percebeu quando a sua mão direita apertou a varinha, deixando-a pronta para o ataque. – No que vocês dois estavam pensando? Vocês não apenas tentaram roubar a propriedade da escola, como, para isso, vocês quase...

...mataram uma pessoa. A minha mulher.

Severo não conseguiu terminar a frase. Ele sequer conseguia pensar naquilo sem sentir o seu coração acelerar angustiado. Respirou fundo e desviou o seu olhar.

- Professor! – Ginevra Weasley defendeu-se rapidamente – Foi um acidente! Nós não queríamos machucar ninguém!

- Não queriam?! Vocês deram a Linda vagem soporífera in natura! Isso poderia tê-la matado, se eu tivesse chegado um minuto mais tarde! – Ele apertou os olhos, tentando afastar aquele pensamento. – E eu não me importaria com o fato de vocês serem apenas adolescentes!

A garota encolheu-se ao ouvir a ameaça implícita; mas aquilo pareceu ser suficiente para Longbottom ganhar coragem e dar um passo à frente.

- Você não faria nada! Estamos em Hogwarts! Você não pode fazer nada contra nós por aqui!

A mera idéia de ver aqueles fedelhos machucarem Linda e saírem impunes finalmente fez Severo perder todo o seu controle. Ergueu a sua varinha, pronto para machucá-los; pronto para fazê-los sofrer muito além do que qualquer ser humano deveria; pronto para deixá-los tão perto da morte quanto eles, acidentalmente ou não, houveram deixado a sua esposa.

No entanto, mal ele começara a reunir a sua energia para atingir os adolescentes com a Maldição Cruciatus, Alvo Dumbledore apareceu em seu retrato, olhando para Severo de uma forma dura; lembrando a ele que aqueles adolescentes eram um Longbottom e uma Weasley.

Severo respirou fundo, tentando controlar o seu ódio. Lentamente, pegou em suas vestes as varinhas dos garotos e estendeu-as. Com os dentes trincados e sentindo-se angustiado por não poder descarregar tamanha cólera, disse pausadamente:

- Detenção. – Os adolescentes olharam-no totalmente incrédulos. Relutantemente, aceitaram as varinhas. – Uma semana colhendo ervas com Hagrid na Floresta Proibida. E menos cem pontos de cada um. Vão. E não voltem mais.

Weasley e Longbottom deixaram a sala da direção tão rapidamente quanto possível. Severo respirou fundo algumas vezes, olhando com ódio para a moldura vazia onde há pouco estava a imagem de Dumbledore. Ele sabia que, se chamasse, o antigo amigo voltaria... mas ele não estava com humor para falar com Alvo; de fato, não responderia por si se visse-o naquele momento. Ademais, ele tinha coisas mais importantes para fazer naquele momento.

Rapidamente, ele voltou à saleta. Linda estava onde ele a deixara, aparentemente zonza e fraca.

- Como você está? – Ele voltou a se sentar sobre a mesinha de centro, de frente para ela. Linda apenas deu de ombros. – O que você está sentindo?

- Dor na cabeça – ela respondeu com uma voz rouca. – Sede. Eu não estou conseguindo focalizar, ainda.

Ele respirou fundo, segurando a cabeça dela delicadamente com as duas mãos e inclinando-se para beijar-lhe os lábios.

- Não me desobedeça de novo. Por favor.

- Me desculpe... – ela disse com um fio de voz.

Severo suspirou.

- Eu vou lhe preparar uma poção. Vai melhorar as dores... Mas fique sentada e acordada até a tontura passar.

- Severo... Fique comigo.

- Eu ficarei aqui, apenas vou fazer a poção. Aqui mesmo.

- Não... Fique aqui... Comigo.

Ele apenas suspirou novamente, sentou-se ao lado dela e a abraçou.

XxXxXxX

Severo imaginava que o incidente envolvendo a espada de Grifinória não sairia dos limites do seu escritório... mas, como bem lhe foi alertado por Dumbledore anos antes, nada que acontecia naquela escola ficava em segredo. Dessa forma, no início daquela noite, ele já escutava alguns dos professores perguntando-o sobre a saúde da sua mulher – e ele nada pôde fazer, senão negar o ocorrido.

Foi, no entanto, perto da meia-noite que ele lembrou que nenhuma ação findava sem uma reação. E isso aconteceu com duas batidas na porta, dadas justamente quando ele se retiraria para dormir.

Com a sua cara de poucos amigos, ele abriu a porta do escritório. Do outro lado estava Amico Carrow, com os seus olhos castanhos cintilando para ele de uma forma maldosa.

Severo imediatamente soube que teria problemas.

- Entre.

Afastou-se, deixando o Comensal da Morte entrar no seu gabinete. Sem esperar um convite, Amico logo se acomodou. Severo fechou a porta e foi sentar em sua cadeira.

- O que você quer? Está tarde.

- Eu posso perguntar como a sua esposa está?

Severo crispou os lábios e cruzou os braços.

- Dormindo, é claro. O que mais ela estaria fazendo à meia-noite? Eu sempre pensei que os Carrow prezassem mais pela educação!

Amico riu. Apoiou-se à mesa, entrelaçando os seus dedos e descansou sobre eles o seu queixo.

- Me corta o coração dizer que você está com problemas, Snape...

Severo ergueu uma sobrancelha.

- Estou?

- O Lorde das Trevas já sabe o que aconteceu.

- Posso perguntar como ele ficou sabendo?

Amico sorriu maleficamente.

- Pode, sim! Eu mesmo o contei; de fato, estava até agora com ele, na mansão dos Malfoy. Não economizei nos detalhes, claro: a sua esposa fazendo amizade com os amiguinhos de Potter, você se descuidando da espada e o castigo tão brando dado aos pirralhos... Naturalmente, o Lorde quer te ver. Eu acho que a noite será longa...

Severo cerrou os olhos e levantou-se. O seu porte ameaçador realmente não parecia surtir efeito algum sobre Amico Carrow.

- Você está entrando num jogo perigoso, Amico. Você não vai querer disputar poder comigo, acredite. Eu sugiro que esta seja a última vez que você tenta me indispor com o Lorde das Trevas. Da próxima vez, você sentirá as conseqüências. Pode sair.

- E você pode ir ao encontro do Lorde.

E o homem deixou o escritório.

Leve Linda Marie.” – soou a voz de Dumbledore por trás dele. Severo respirou fundo; ainda não estava pronto para falar com o ex-diretor.

- Não – respondeu rispidamente. – Ela não participará disso.

Apesar de todas as falhas em seu caráter, Voldemort não gosta de torturar um aliado na frente da sua esposa; especialmente se a esposa em questão for a filha de Marco Malfoy, o seu financiador. Se Linda Marie estiver por perto, a sua punição será mais branda. Leve-a e mostre que você não tem nada a temer; que não fez nada de errado.”

Apesar de tudo, Dumbledore estava certo; ele poderia fingir que aquilo era apenas uma visita à casa da família de Linda; talvez ela sequer tivesse que ver o Lorde.

Tentando se convencer daquilo, ele rapidamente, entrou na sala, onde Linda o esperava lendo um livro.

- Como você está se sentindo?

Linda suspirou.

- Bem, eu acho. A dor de cabeça passou... – Ela ergueu brevemente o livro e sorriu. – obviamente.

- Então se vista. O Lorde das Trevas sabe o que aconteceu. Ele quer nos ver.

Ao ouvir aquilo, o sorriso de Linda imediatamente se desfez. Ela franziu o cenho e largava o livro sobre o sofá.

- Nos ver?

- Sim.

- Eu não vou.

Severo bufou exasperado e se aproximou:

- Linda, por favor! O Lorde está hospedado com os Malfoy; se você for, eu me sentirei mais---

...seguro.

Linda franziu o cenho.

- Mais o que?

- Nada. Apenas troque de roupa.

A mulher o olhou por um ou dois minutos obviamente preocupada e talvez tentando adivinhar o que ele não tinha dito. Por fim, Severo a viu desaparecer pela porta do quarto. Demorou pouco mais de cinco minutos para que ela voltasse, envolta num vestido azul que lhe caía até um pouco abaixo do joelho. Ela colocou um casaco e agarrou a sua bolsa. Tentou sorrir.

- Estou Malfoy o suficiente?

Severo deu um meio sorriso, logo se encaminhando para a porta da sala.

- Já tem uma carruagem nos esperando para nos levar à Hogsmeade. De lá, aparataremos nos fundos da Mansão, tudo bem?

Linda mordeu o lábio inferior e assentiu. Ele observou a mulher respirar fundo algumas vezes em busca de coragem antes de dar passos decididos para perto dele e segurar o seu braço.

- Ok. Vamos. Estou pronta.

E ela apenas teve de dizer isso para que ele percebesse: não podia deixar que Linda fosse ao encontro do Lorde para o seu benefício. Ele não deixaria.

- Espere. Esqueça. Você não precisa ir.

Linda engoliu seco, aparentemente tentando ler a expressão do marido.

- O que vai acontecer nesse encontro, Severo?

Ele a segurou pelo braço e a afastou da porta.

- Nada – mentiu.

- Por favor, não use essa máscara na minha frente! O que vai acontecer? Por que você precisava tanto que eu fosse, e agora não quer mais?

- Eu não quero que você fique perto do Lorde.

Ela balançou a cabeça. Os olhos acinzentados espelhavam a sua preocupação.

- Você está mentindo. Severo, por favor...

- Apenas... fique. Você ainda não está bem, precisa descansar.

- Você não vai me contar, não é?

Severo respirou fundo.

- Não. Desculpe-me.

E, dizendo isso, ele saiu tão rápido quando pôde, fechando a porta atrás de si e esperando sinceramente que a mulher não o seguisse.

XxXxXxX

Reviews, por favor...

Gente, eu to sem computador – to postando esse capítulo pelo PC da faculdade. Eu acho que essa situação não durará muito; mas se eu demorar a postar o próximo cap, vocês já sabem o motivo...

Anyways, mando bjus e mais bjus para a minha maninha kérida, a Shey, que betou mais esse cap. E, naturalmente, para as lindas e maravilhosas leitoras que revisaram: CaroL BlacK².

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