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1. Uma Noite Nunca Esquecida


Fic: Uma noite, um sorriso...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era uma noite fria e chuvosa, o tempo não se modificava á alguns dias, era como se os seus sentimentos fosse jogados ao vento e si intensificado de forma e tamanho. Ele não aguentava mais aquilo, por que justo ele?
Mas hoje ele estava mais nervoso do que as outras noites, a hora estava se aproximando, teria que seguir com o plano, fosse como fosse, ele o faria, afinal havia dado sua palavra a Dumbledore, e isso o angustiava, por que tinha que compactuar com aquilo? Ele poderia não cumprir o que aquele velho tolo o estava obrigando a fazer, seria apenas uma maneira de morrer mais rápido, pois ele tinha quase certeza de que não sobreviveria para ver os momentos de paz no mundo bruxo.
Mas se ele fizesse isso seria dois bruxos poderosos a menos nessa guerra, pois ele reconhecia seu valor, e o menino – que – sobreviveu precisaria de sua ajuda para cumprir a profecia a seu favor, ele sabia que era o único que poderia matar Nagini.
Sabia também que precisa ajudar o Famoso Potter a encontrar e destruir as outras Horcrux, e para isso precisa ter a plena confiança do Lorde das Trevas.
Eram essas as divagações de um Severo Snape naquela noite de outono em seus aposentos.
Ele queria chorar, queria gritar, não agüentava mais aquela guerra, não queria perder mais uma pessoa que tanto estimava, ele era como um pai que nunca teve, e uma das poucas pessoas que confiava cegamente nele, isso se não fosse a única.
- Se aquele velho tolo luxurioso tivesse destruído o anel ao invés de usa-lo, mas não ele tinha que coloca-lo no maldito dedo – dizia Snape com sua voz mais letal – agora eu terei de mata-lo, por não eu ao invés dele? Por quê?
De repente Snape vê um vulto branco saindo pelas portas do castelo, ele se inclina mais nas janelas de seus aposentos para ter uma melhor visão de o que ou quem era, mas a chuva estava muito densa e a noite sem lua muito escura, dificultando assim sua visão.
Algo lhe dizia que ele deveria ver quem ou o que era aquilo, pois sair aquela hora da noite em tempos como aquele não era nada de bom, e depois ele precisava extravasar um pouco, “até que seria uma boa”, pensou Snape, “adoraria descontar um pouco da minha ira em alguém”, pegou sua capa e foi de encontro a sua vitima.
Ficara mais irritado ao sair de castelo e ficar encharcado em poucos segundos, “há, mas quem for vai me paga muito caro” , saiu andando noite a fora, em busca do vulto branco que havia visto de sua janela.
Quanto mais ele andava mais fúria era visto em sues olhos. Até que ele vê algo branco indo em direção da Floresta Proibida, ele aperta o passo até que chega bem próximo do vulto branco, ele decide então apenas observar o que ele ou ela faria para poder descontar mais pontos do infeliz que o fez sair do aconchego de seus aposentos, se aproximando percebe que era uma mulher, pois a camisola branca ficara transparente com a água da chuva.
Ele agora tinha uma visão privilegiada daquele corpo lindo, Snape ficara abismado com tal cena, aquela mulher mais parecia um anjo, que corpo era aquele, lindo, mas não conseguia ver seu rosto, cabelos castanhos até a cintura, pela branca, a camisola era curtinha, ele podia ver suas pernas, que linda!
Uma morena encantadora, mas ainda faltava ver seu rosto! Quanto mais se aproximava de tal mulher, maior era sua curiosidade de descobrir quem era tal preciosidade. Em seus olhos não se via mais a fúria de antes, e sim uma grande luxuria, aquela mulher o estava enfeitiçando, que corpo, e mesmo com a chuva ela exalava um perfume diferente, algo parecido com canela, e isso atiçava ainda mais seus instintos.
Mas quem era? E onde estava indo? Divagava um Snape atordoado com a beleza da morena a sua frente que trazia todo prazer e luxuria aos belos olhos negros.
Seria ela uma visão? – essa pergunta assombrava seus pensamentos nesse momento.
De repente a bela morena parou, e virou-se vagarosamente, percebendo que Snape a seguia, ela fez com que ele só pudesse ver seus lábios.
Snape atordoado com a cena ficou sem reação, não sabia se ia até ela ou não.
A morena então disse algo e deu um sorriso perigoso, fazendo isso apressou seus passos e se distanciou, deixando um confuso Snape para traz.
O que fora aquilo? Quem era aquela que pela primeira vez deixaria o mais temido professor de Hogwarts sem reação?
Quando Snape voltou a si não a viu mais, era como se ela tivesse sumido no meio da noite. Ele ainda a procurou por algum tempo, até que desistiu e voltou para a escuridão de suas masmorras.
Por incrível que apreça ele se sentia mais leve, era como se a água da chuva tivesse drenado uma parte de seus medos e de suas angustias.
Snape entrou em seu quarto e jogou-se em sua cama, molhado como estava. Em seus pensamentos só existia aquela bela mulher que virá a pouco, não conseguira ver seu rosto direito, só seus lábios, seu sorriso. Um sorriso belo e lábios convidativos.
Mas ele conhecia aquele sorriso, já o tinha visto antes, mas onde? E por que seu coração suspirava todas as vezes q a imagem da bela morena volta a sua mente?
- Largue de ser tolo, você já esta velho de mais pra essas asneiras – dizia Snape a si mesmo – quantas sandices para uma noite só, to andando muito com aquele velho romântico, onde já se viu um velho como eu ter seu coração disparado por um jovem sem rosto... – Snape se repreendia cada vez que aquele sorriso lhe tomava os pensamentos.
E assim passou a noite, só saindo da cama para se secar. Ele sabia que aquele anjo invadiria seus pensamentos a partir daquela noite.

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