Narrado por Lílian:
Durante a semana nada de muito importante aconteceu, a não ser pelo nove e meio que a Lene tirou em matemática, o que foi motivo para um grande escândalo, muito choro, gritaria, advertências e no fim a nota continuou a mesma, claro ¬¬
Bem que eu tentei ajudar dizendo pra ela fazer como a Joly: arranhar ameaças no carro da professora. No início do semestre a Joly tirou noventa e oito na prova de geografia então ela reclamou com o diretor e ele concordou que a resposta dela estava correta, mesmo assim o professor se negou terminantemente a mudar a nota e no dia seguinte quando ele voltou para o estacionamento o carro estava todo riscado com ameaças do tipo “Cuidado por onde anda” “Mexeu com a pessoa errada” e a pior de todas “Eu vou te pegar” OMG que tipo de ameaça é essa? Eu vou te pegar? Parece que foi Chuck, o boneco assassino quem escreveu e quem é que tem medo do Chuck? (N/A: eu) (N/B: Meu Deus! Até o Chuck não escapa!)
Nunca foi possível provar quem fez isso então o professor aumentou a nota dela para dez, só por via das dúvidas, sabe como é. A Joly nega que tenha feito isso, mas eu acho que talvez ela esteja só com medo do diretor ou de ser expulsa, o que é um pouco estranho, pois a Joly nunca tem medo de nada, ou pelo menos quase nada.
O que importa é que a Lene não fez nenhuma ameaça desse gênero, nada mudou e, resumindo, a semana foi normal se é que posso chamar minha vida de normal, e finalmente chegou sábado...
Sábado?
Acho que eu tenho um compromisso...
Tenho a impressão que estou esquecendo alguma coisa.
O que será?
Sábado...
“ai ai iupi iupi ai”
Peguei meu celular e quando olhei na tela lembrei o que tinha esquecido, ou melhor, quem...
- Alô
- PRIMA. OMG – a Juliana gritou chorando desesperada do outro lado – O QUE ACONTECEU? VOCÊ ESTÁ BEM?
- Eu?
- É claro que eu sei que você jamais me esqueceria Lily. Pode falar, aconteceu alguma coisa com você não é? Fala que eu agüento.
A Juli soluçava no celular e foi ai que me senti culpada por ter esquecido dela.
- Aconteceu – não tão culpada a ponto de dizer a verdade – eu fui... – abduzida por extraterrestres? Não, ela não acredita em etes. Mas se os etes forem bananas? Também não, ela não acreditaria que alguém sairia vivo de um ataque bananario. Assaltada? Seqüestrada? Atropelada? Isso – eu fui atropelada Ju. Foi horrível.
- AAAAAAAAHHH EU SABIA. E foi um caminhão? Um ônibus? Um porsche 911 amarelo?
- Foi uma bicicleta desgovernada.
- Uma bicicleta?
- É, eu estava saindo de casa quando de repente vi ela vindo na minha direção e foi tudo tão rápido que eu nem consegui desviar e BOOM – ela soltou uma exclamação espantada – eu levantei toda dolorida e, mesmo morrendo de dor, me virei pra ir até a rodoviária, mas o gostosão... er digo, o rapaz simpático, dono da bicicleta, insistiu em me levar ao hospital pra ver se estava tudo ok e o médico acabou de me liberar. Eu ainda estou um pouco dolorida, mas estou indo te encontrar agora mesmo.
Eu fiquei esperando algum sinal de que ela não tinha acreditado na história, mas por um tempo ficou tudo em silêncio e, de repente, a Juli desatou a chorar (de novo).
- Isso é tão bonito da sua parte – disse soluçando – mesmo a beira da morte ainda pensa em mim. Ai Lily, você é um amor.
Eu sei, eu sou demais.
- Agüenta firme que eu estou chegando.
Desliguei o telefone antes que ela tivesse outra crise e corri escada abaixo (leia-se: rolei)
Antes de sair peguei meu iPod e coloquei no último volume. Quando cheguei à calçada vi a Lene saindo também, ela me olhou e eu dei tchau, de repente minha miguxa ficou com uma expressão estranha e do nada começou a correr na minha direção batendo os braços parecendo uma galinha depenada tentando voar. OMG!!! O que a levou a agir desse jeito? Já sei, ela me ama e está doida pra me dar um abraço *-* Lá vem ela... Espera... Lene você está muito rápida... Ela não vai diminuir... Ai meu Deus ela está vindo... Aaaahh eu vou morrer.
Narrado pela Joly:
Eu acordei cedinho e tomei um banho bem fresco pra aproveitar o sábado mara que tinha finalmente chegado. Comi meus cereais preferidos no café da manhã, o que tem mais açúcar, depois chupei sete balas, dois pirulito, masquei oito chicletes e quando estava terminando de comer um pacote de jujubas abri meu criado mudo atrás daqueles amendoins cobertos com chocolate, foi quando eu vi O.O
- OMG.
Dentro do criado mudo achei várias embalagens e papéis de doces e NENHUM DOCE. Nenhuma balinha ou jujuba perdida. Exatamente NADA de doce.
- Não pode ser. É uma ilusão óptica.
Eu sofri um choque no primeiro momento. Senti uma lágrima rolar solitária pela minha triste face. ¬¬
- É o apocalipse. Pára o mundo que eu quero descer.
Procurei por qualquer docinho perdido. Embaixo da cama, no guarda roupa, no espelho do banheiro e nada. Meu quarto ficou uma zona, parecia o Iraque e tudo o que eu achei foram papéis e mais papéis. Na cozinha também não tinha doce. Como eu pude esquecer de repor meu tesouro? Como?
Senti minha vida se esvaindo por entre meus dedos e me senti incapaz de segura-la ¬¬
Foi no momento em que eu acreditei que estava tudo perdido que uma luz me iluminou, no sentido literal da palavra, eu abri a cortina da sala e vi um cartão de uma casa de festas infantis que ficava na esquina. Como eu não pensei nisso antes? A casa de festas da esquina é dos pais do Remo e se chama Casa de festas infantis “Da esquina”, na verdade o nome mesmo é “Da esquina”, mas você não tem como saber o que é “Da esquina” então as pessoas costumam chamar Casa de festas infantis “Da esquina” ou então “Da esquina” Casa de festas infantis, já pensou você pegar um cartão escrito “Da esquina”?! “Da esquina” o que? “Da esquina” pode ser até uma zona então por isso é bom falar Casa de festas infantis “Da esquina” porque as pessoas vão entender que se trata de uma casa de festas infantis que fica na esquina e não de uma zona qualquer que fica na esquina e no car... #Já chega Joly, as pessoas já entenderam# Ei Lily, o que você está fazendo na minha narração? Agora é a minha vez sua egoísta. #Tudo bem, mas, por favor, pára com essa explicação idiota e vai direto ao ponto# Ponto? Mas essa cidade é tão pequena, nem precisa de ônibus #Continua a história criatura# Ah entendi. Só achei importante explicar que apesar do nome da casa de festas ser #AAII CALE-SE CALE-SE VOCÊ ME DEIXA LOOOUCA# Tudo bem, mas não se irrite.
Continuando:
Onde tem festa, tem doce *-*
E o melhor é que o Remo mora na frente da minha casa.
Eu atravessei a rua e toquei a campainha insistentemente até meu Reminho lindo aparecer.
- Oi Remo. Você não sabe o que aconteceu, eu esqueci de comprar meu estoque de doces ontem...
- De novo...
- É, bom – eu sorri com vergonha – você sabe que a banca não abre hoje e a loja mais perto é quase saindo da cidade e então eu lembrei que ontem teve uma festa...
- Entra Joly – ele falou antes mesmo de eu terminar.
- Obrigada Reminho fofo.
Eu entrei tranquilamente, já tinha estado ali muitas vezes, mas a mãe do Remo adorava mudar a decoração a cada dois meses ou menos, dessa vez a casa estava com uns detalhes em laranja deixando tudo muito vivo. Eu gostei mais nos dois meses em que ela deixou o lugar com a decoração em diferentes tons de rosa.
Quando passei pela escada olhei para a primeira porta do corredor acima, pelo que eu sabia ali era o quarto do Remo, o único lugar da casa que eu sequer olhei em toda a minha vida, tudo bem que eu só o conheci quando tinha dez anos então é um pouco óbvio que antes disso eu não pudesse mesmo ver. Às vezes quando eu passava com ele lá em cima para a sala de jogos que eles tem eu via até o quarto do Sr. e Sra. Lupin, mas o quarto dele estava sempre fechado. Como eu queria saber como era lá, sem maldade, claro, apenas por... Curiosidade, eu sempre fui uma criança curiosa então vocês tem que me entender. Bem que ele poderia me convidar pra entrar no seu cantinho secreto *-*
- Então? Vamos?
- Pra onde? O.O
Será que é pro quarto? Ele leu meus pensamentos? Está surgindo um novo Edward Cullen entre nós?
- Pra cozinha. Pegar os doces. Não é isso que você veio fazer aqui?
- Ah, claro, os doces.
Que foi? Ta olhando o que? Eu me empolguei, acontece.
Passamos a manhã inteira na cozinha conversando enquanto eu devorava bolos, brigadeiros e beijinhos (só aqueles de comer infelizmente).
- Então – o Remo falou aproximando seu rosto do meu – você não parecia muito empolgada quando recebeu a notícia da Lily sobre a festa.
- É que eu não sou muito boa nessas coisas, mas depois eu acabei vendo o lado bom disso tudo.
- E qual é o lado bom? – ele perguntou se aproximando ainda mais.
Você meu lindo, gostoso, perfeitoso. Ai porque eu não falo isso em voz alta? Já sei, porque sou uma covarde. Sabe de uma coisa? Esse é o momento, eu vou falar tudo o que eu sinto por ele agora e ainda dou um beijão nessa boca perfeita.
- Vo...
“AAAAAAAAA ai gente que vergonha, desculpa, só queria avisar que o telefone que ta tocando”
Droga droga droga. Quem é o palhaço abominável que me liga numa hora dessas?
- Alô – eu me endireitei na cadeira pra atender o celular
- Nossa Joly, o que aconteceu? – a palhaça abominável era a Lene – Sua voz está péssima?
- Marlene McKinnon é bom a senhorita ter uma boa explicação pra essa ligação (N/A: Oh rimou :D)
- Eu queria te lembrar que na quinta-feira a gente combinou de ir à rodoviária hoje ao meio-dia com a Lily pra buscar a prima dela.
Essa estava longe de ser uma boa explicação, mas quando eu olhei pra cadeira na minha frente o Remo não estava mais ali, o vi encostado na pia com um ar distraído, então não me restava outra solução. A dor do parto dói, mas eu teria que partir.
- Tudo bem, te encontro daqui a pouco.
- Acelera, pois nós já estamos atrasadas. Acho que até a Lily esqueceu. Daqui a pouco eu vou ali na casa dela. Até já. Beijo.
Nem me fale em beijo. Que ódio.
Eu levantei sem graça.
- Bom, eu tenho que ir – peguei a mochila que ele encheu de doces (doces, doces, doces, muitos doces*-*) – Obrigada de novo Remo.
- Por nada. Foi demais passar a manhã conversando com você.
Conversando, quem disse que eu queria conversar?
Ele me acompanhou até a porta como um perfeito cavalheiro /suspiro/ (N/B: Eu quero um REMOO!)
- Então, tchau.
- Tchau.
Nós nos aproximamos pra um beijo no rosto de despedida, mas quase fomos pro mesmo lado, eu virei pro outro lado e ele também. Eu não sabia se ia em frente então me afastei vermelha que nem um tomate, ele acenou sem jeito e deu tchau mais uma vez.
Eu atravessei a rua, mas não entrei em casa. Peguei minha bicicleta na garagem e desci a descida até a casa da Lily e da Lene #E quando foi que você já conseguiu descer uma subida amiga?# Você também Lene? Poxa vida, é minha vez, é a minha oportunidade. Será que eu posso ser feliz?
Silêncio
Até que enfim.
Eu estava perto da decida em si, uma parte da rua que é bem inclinada, quando vi o Remo passar de carro pela rua.
O Remo ainda não tinha tirado a carteira e só tinha permissão pra dirigir o carro do Sr. Lupin ali por perto, isso só podia significar uma coisa: ele estava indo pra casa do James *-*. Eu estava indo pra casa da Lily e o Remo pra casa do James, James e Lily moram de frente um pro outro. Como a vida é bela. E como eu sou doida de soltar do guidão da bicicleta pra comemorar em uma descida beeeem descivel.
Bem que eu tentei controlar a bicicleta a tempo de não me espatifar no chão, mas quando vi a Lily apareceu do nada na calçada.
- LILY, SAI DA FRENTEEEE – eu gritei.
- CUIDADOOOOO – dessa vez foi a Lene
Mas a Lily parecia não ter ouvido então a Lene como uma verdadeira amiga correu ao encontro dela para salvá-la, mas não deu tempo e a minha bicicleta comigo em cima atropelou as duas. Caímos as três emboladas e a bicicleta em cima.
- Aaai meu pé – a Lily gemeu.
- Eu não estou sentindo meu braço – a Lene reclamou.
- Eu estou – a Lily respondeu – seu braço está embaixo das minhas costas Lene.
- Ah ta.
Quando eu olhei para o lado vi meu all star rosa que eu amo do lado da minha cabeça, isso não é nada, o meu pé estava dentro dele.
- aaaaa – eu comecei a chorar que nem cachorro (é, cachorro e daí? Eles são muito sentimentais sabia?!).
- Que foi Joly? – Lily perguntou.
- Minha perna quebrou.
- Ta doendo?
- Na verdade eu não to sentindo ela.
- E como você sabe que quebrou?
- É que meu pé ta do lado da minha cabeça – falei abraçando meu pé com aquele lindo all star rosa.
- Ei – a Lene gritou – esse pé é meu Joly.
- Ah... Ta... Que bom. E cadê o meu?
- Acho que é esse aqui do meu lado.
- Joly – ouvi a voz do Remo – você está bem?
Ele me ajudou a levantar (que lindo *-*).
- E eu? Ninguém ajuda? – Lene falou.
Sirius surge, não sei de onde, e corre pra ajudar ela.
- Não se preocupe, eu estou aqui minha linda.
- Você? Tudo bem, mas eu aceito sua ajuda só dessa vez.
- Você sempre diz isso.
- Hello, vamos parar de namoricos e me ajudar?!
Agora quem aparece do nada é o James (eles estão começando a me assustar).
- Calma ruivinha, Potter está aqui.
- Essa não.
De um pulo Lily levantou sozinha do chão.
- Pronto, pronto, estou de pé, estamos todas bem, agora vamos.
- Nossa Evans, tudo isso pra não chegar perto de mim?
- Potter eu faço qualquer coisa pra não precisar da sua ajuda.
- Qual o seu problema comigo? Eu já fiz de tudo pra te provar que eu te amo Lily e pra você nunca está bom.
- Esse é o problema James você ama todas, só que eu não caio nessa.
- Sabe?! Um dia você ainda vai se arrepender de me esnobar assim.
- Rá, piada ótima. Conta outra, você é bom nisso.
- Olha aqui Li...
- Nós já estamos atrasadas – a coisa estava ficando preta e eu achei melhor interferir antes que saísse sangue – Lily a Ju deve estar cansada de esperar, vamos?
Eles se fuzilaram com o olhar, mas ninguém disse nada e dessa vez foi Remo quem interferiu:
- Então nós nos encontramos na biblioteca mais tarde.
Narrado pela Lene:
Depois de encontrarmos com a Juliana, que estava contando a espetacular história do trágico atropelamento da Lily pra um monte de caras simplesmente lindos, nós voltamos pra casa da Lily e deixamos as malas da Ju.
Fomos pra Hogwarts que estava praticamente vazio a não ser por algumas poucas pessoas que trabalham por ali e provavelmente estavam se preparando pra bagunça que o lugar se tornaria no dia dos namorados. O pessoal do grêmio já estava na biblioteca junto com o diretor.
Diretor?
Ele não fazia parte disso, fazia?
- Que bom que chegaram – disse o Sr. Rudolf, ele parou e olhou para a Ju – quem é essa?
- Essa não, eu tenho nome viu senhor-eu-falo-com-as-pessoas-do-jeito-que-me-convir.
- Juliana, priminha querida esse é o Sr. Rudolf, o diretor.
- Ops... er Muito prazer em conhece-lo vosso excelentíssimo senhor diretor deste encantador colégio tão aclamado e prestigiado...
- Menos Ju, bem menos – falei no ouvido dela.
- Ah, ok.
- Essa é a prima da Lily diretor – esclareci – e ela vai nos ajudar na festa, se o senhor não se importar, claro.
- Por mim tudo bem, desde que não causem problemas.
- O que ele está pensando? – ela me perguntou baixo – eu tenho cara de marginal?
- Não se preocupe. Com essas roupas parece mais que você saiu de Constance Billard e caiu de pára-quedas em Hogwarts.
Ela deu um sorriso e ficou quieta, acho que gostou da idéia.
- Eu não sabia que o senhor nos ajudaria na organização diretor - Lily falou.
- E não vou, mas eu estive pensando – ohhh, ele pensa – e acho que talvez não seja responsável de minha parte deixar vocês fazerem isso, sozinhos.
- Mas...- a Joly começou, mas ele não a deixou falar.
- Como eu estou muito ocupado pra vigiar dez adolescentes descontrolados – magoou – chamei minha sobrinha pra lhes ajudar.
- Sua sobrinha? – Nick e Ceci falaram em uníssono.
- Creio que as senhoritas já a conheçam não é mesmo?!
- É – Nick respondeu sem graça.
- Principalmente o irmão dela, Chris Lautner, não é Nick.
Vi a Dominck lançar um olhar assassino pra Cecília.
- Vocês já conhecem ela?- James perguntou – Quem é?
Foi Cecília quem respondeu:
- Jéssica Lautner, ela estudou aqui, mas já terminou há dois anos. A Nick namorou com o irmão dela. Terminaram há dois meses.
- Não importa – o diretor interferiu – não tenho tempo pra romances adolescentes. Jéssica já deve estar chegando, quando chegar vocês se resolvam.
O Sr. Rudolf se retirou e todos ficaram se olhando.
- Isso me parece bom – Lily comentou.
- Bom?- Joly falou – Lily você já notou como esse diretor é estranho e chato? A família deve ser tudo igual.
- O Chris não era – Nick falou baixo, acho que esperava que ninguém ouvisse.
- Não é disso que estou falando. O que eu quero dizer é que se essa tal de Jéssica já terminou colégio então ela é mais velha e deve ser mais responsável que nós, vai ser uma grande ajuda.
Quando a Lily terminou de explicar seus pensamentos nós ouvimos duas gargalhadas altíssimas vindas da mesa onde as meninas do grêmio estavam. Todos encararam Nick e Ceci que estavam vermelhas de tanto rir e ninguém tinha entendido a piada.
- Gatinhas vocês estão bem? – Sirius perguntou se aproximando da mesa.
- É... a piada – Nick tentou falar, mas estava até sem fôlego de tanto rir.
- Foi muito boa – Ceci terminou rindo ainda mais.
Todos nos olhamos com caras de desentendidos quando ouvimos uma música vindo do fim do corredor lá fora que se tornava cada vez mais audível, Cecília e Dominick pararam de rir, mas continuavam com um sorriso estampado no rosto todo vermelho. A música se aproximava e percebi que era Beautiful Girls do Sean Kingston.
Mas além do Sean alguém mais vinha acompanhando a música
- See it's very define, girl
One of a kind
But you mush up my mind
You walk to get declined
Oh Lord...
My baby is driving me crazy
E quando o som ficou bem alto pela porta entrou uma garota baixinha, vestindo uma roupa estilo Floribella, mas com um rádio portátil e uma mochila enorme nas costas que a faziam parecer um rapper.
Ela abaixou o volume e pôs o rádio em cima da mesa. Todos a olharam, mas ninguém disse nada então acho que ela decidiu acabar com o silêncio:
- Cheguei – disse com um sorriso maior que o de uma criança de cinco anos quando ganha sorvete.
- Responsável? – Perguntou Juliana para Lily.
- Eu disse que a piada era boa – falou Nick.
- Muito boa – afirmou Ceci.
Estou com uma estranha sensação de que esse dia dos namorados vai marcar história em Hogwarts.
N/A: VOLTEI. OMG, não me olhem com essas caras. Antes de qualquer coisa eu quero dizer que se eu for morta nunca mais capítulos, pois se vocês me matarem eu me nego a escrever então se comportem. A verdade é que agora que eu estou começaaando a me acostumar com minha nova rotina. Então vamos combinar assim: eu tento não demorar e vocês não me matam combinado?
N/B: Ok! Eu amei o capítulo! Eu ri de tudoooo, parecia uma louca! E quando o Sirius me chamou de gatinha... O.O Morri e ressuscitei naquela parte! Meu Deus! Eu amo aquele cachorro! AMO! Sahuashuas Eu queria saber... eu vou acabar com alguém na Fic? Hein? Hein? Hein? Vou? Vou? Vou? Ok... parei com isso! Amei tudo, tudinho!!
Beijos Jhessi, e eu estava morrendo de saudades suas!
Agora reeespondendo a cada um:
Dominick Carlson: Calma Nick estoy aqui amiga e felizmente o capítulo também, então você não vai mais me matar né? NÃO NICK POR FAVOR EU PROMETO QUE SEREI UMA BOA MENINA hauhauahauhauahau sério Nick não me mate, pois eu sinto que serei incapaz de viver sem mim e eu sei que vc me ama e não faria isso comigo (espero). Então gostou? Ein? Ficou bom? Legal? Diz, ou melhor, comenta, comenta (não que eu ache que precise pedir, mas pra não perder o costume). Ah eu acatei sua idéia entrei literalmente na fic amiga, agora estamos pertinho viu só *-*
'juliiana vance : JUUUUU no dia 18/01/2009 você deu a seguinte declaração:
OOOOOOOOIQ :D JESS, CADE O CAPITULO? ÇÇ' E EU VOU FASER UMA CAPA PRAQI, PODE? *-* MAS MINAHS CAPAS SÃO FEIAS :/ E QERO CAITULO LOGO TT' BJSBJS ;*
Eu estou tão perdida nos comentário de tanto tempo que eu não vejo que eu nem sei se respondi, mas sim eu quero cadê ein mocinha?! AAAAA JUUUUU vc acabou de chegar na fic, nos diga: como vc se sente nesse momento? Qual é sua emoção?
Amy_Order: Como vc viu Amy eu não fiquei brava pq faz tempo que vc não comenta, demorou séculos pra mim ver seus comentários. Mas cá estou de volta não precisa virar emo não, mas se for no show do simple plan pode ir ai aproveita e vem no show aqui em Curitiba e a gente se encontra ok? AAAi jura que eu posso me junta a vc e a ju? Espera que eu vo lá pegar meu pau pra bater em todo mundo e vo ai com vcs. A idéia das cores tbm é dez *-* Uma última coisinha: me dá um pouco do seu guaraná?
Larissa: Menina então vamos apresentar sua prima a julliana ai de cima pq a personagem é pra ela na verdade, quem sabe ela e sua prima não criam um esquadrão anti-bananas e nós podemos até nos juntar a elas e livrar o mundo desses seres amarelos assassinos? Hauhauahuahau
Cecília Potter: E a minha beta querida, paixão da minha vida, minha privada entupida me diga: como eu me saí? Seja sincera amiga, eu posso agüentar. AAAAAIIIIII CECIIIIII QUE SODADE DE TI estou voltando com muita alegria, trabalho e dinheiro no bolso (tira a última parte ¬¬) te amooo Ceci. Beijos.
Beijo pra todo mundo e se cuidem, pois Jhessi Malfoy está de volta. Isso me lembra uma música ótima:
MAS VOLTEI, MAS VOLTEI, EU VOLTEI
E AO PASSAR NA PORTEIRA A MATA O PERFUME
EU FUI ESCOLTADO PELOS VAGALUMES
POIS ERA UMA LINDA NOITE DE LUAR
MAS CHOREI, MAS CHOREI, EU CHOREI
AO VER MINHAS LEITORA E MINHA BETA VINDO AO MEU ENCONTRO
A FELICIDADE MISTUROU MEU PRANTO
COM O ORVALHO DA NOITE DESTE MEU LUGAR
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