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5. Princess Aurora


Fic: O Paladino de Hogwarts - Cap 35 on. Escrevendo o 36...


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Seu primeiro dia em Hogwarts começa da mesma forma que começava em casa. Ele acorda um pouco antes do despertador tocar e se obriga a ficar na cama até o primeiro apito do relógio. Alguns de seus companheiros de casa resmungam alguma coisa, mas voltam a dormir. Eles ainda tinham direito a mais uma hora de sono. Mitkov se levanta e veste uma roupa leve para fazer exercícios. Sai furtivamente do quarto abrindo a porta sem fazer barulho e chega ao salão comunal. As cinzas da lareira ainda emanavam algum calor e tudo estava organizado. Mitkov percebeu rapidamente que os elfos domésticos eram s responsáveis pela faxina noturna. Algumas pessoas dormiam sobre livros e pergaminhos, obviamente numa tentativa final de fazer os deveres passados durante as férias. Sem fazer barulho, ele abre a passagem secreta e começa a correr pelo castelo.
Subindo e descendo escadas, pulando algumas partes e escalando outras. Ele adorava Parkou. Depois de correr e pular por quase quarenta minutos, ele entra numa sala e consegue um local para fazer barras, flexões e abdominais. Ele era um guerreiro desde criança e somente agora seu corpo começava a formar mais músculos. Era a puberdade, ele sabia. E estava gostando.
Quando faltavam cinco minutos para as seis horas, ele já estava tomando banho no banheiro da Sonserina. Vários garotos observavam o novato numa óbvia tentativa de determinar se conseguiriam intimida-lo. Ignorando os outros garotos, Mitkov termina seu banho e volta para o quarto vestindo uma toalha na parte de baixo do corpo. Ele passa por várias garotas no caminho até seu quarto, e ao chegar lá veste as roupas que havia separado na noite anterior. Observa o quadro de aulas grudado em sua mesa e guarda na mochila os livros de poções e transfiguração. Poções seria com a Grifinória e transfiguração com a Lufa-Lufa.
Ele desce para o café da manhã e chega como um dos primeiros. As aulas começavam às sete horas da manhã. Felizmente em sua corrida pelo castelo ele descobrira onde eram as salas de aula de cada matéria que ele iria estudar. Estava um pouco cansado: o Parkou no castelo era muito mais divertido do que em sua casa de dois andares. Ele toma o café da manhã rapidamente e desce para as masmorras. Encontra a sala de Poções aberta, então entra e se senta o mais próximo possível do quadro. Coloca o livro da matéria aberto e começa afazer uma rápida revisão. Ainda teria meia hora antes da aula começar. Seu livro já estava riscado e entrecortado por anotações. Ele pesquisara métodos mais eficientes de criar poções e anotara no livro. Estava garantido. Ele até mesmo já fazia poções mais simples sozinho. Como comprovado pelos dois frascos em sua mochila. Pouco depois de quinze minutos entra a professora, que olha surpresa para o aluno que já se encontrava na sala. Ele entra e prepara os materiais, sendo ajudada por Mitkov. Depois ele toca o quadro com sua varinha e surgem as explicações para a poção do dia.
Quando faltavam cinco minutos para a aula começar, os alunos começaram a chegar. Vanessa entra com sua amiga grifinória e elas se sentam juntas. Uma garota da sonserina se senta ao lado de Mitkov e o cumprimenta educadamente, sendo respondida de forma ainda mais polida. Ao se virar para a turma a professora percebe que os alunos se agruparam por casas. Com uma pequena careta, ela bate palmas, fazendo com que o barulho cesse e diz:
- Eu quero os alunos sentados com companheiros de outra casa. Não quero ninguém sentado com amigos da própria casa. – Alguns resmungam, mas todos começam a mudar de lugar. Vanessa joga suas coisas na mesa de Mitkov antes mesmo da sonserina retirar o material dela, o que faz com que a garota faça uma careta de desaprovação. Vanessa pouco se importa com isso e fica em pé ao lado da cadeira dela enquanto ela tira o material do novo lugar de Vanessa.
- E então sonserino? – Ela olha para ele e obviamente não se importava com o tradicional “bom dia”.
- Bom dia para você também. E então o que? – Mitkov estava feliz com a poção do dia. Era uma poção do sono extremamente simples. Fora a primeira poção que ele conseguira fazer sozinho.
- Ainda amigos ou a Sonserina já tomou a sua mente e te transformou num Bruxo das Trevas? – Ela olhava para o garoto com seus olhos muito claros e isso o incomodava de alguma forma. Ela olhava para as pessoas como se elas fosse o que mais importava no momento. E ele detestava tanta atenção.
- Ainda amigos. – e apontou para a professora que começava a falar. Ela dizia que iria fazer um teste diagnóstico para ver as habilidades dos alunos com poções. Ela disse acreditar que poções era indispensável para as mulheres, pois mostrava seus dons culinários. Ela se apresentou formalmente para a turma depois. Ela tinha somente vinte anos, mas já era reconhecida como uma mestra em Poções. Depois de dar uma descrição sobre os efeitos da poção, ela descreve rapidamente o método de criação.
Com todos a postos e com caldeirões cheios de água fervente, a professora dá início ao teste diagnóstico. Mitkov inicia rapidamente sua poção e em dez minutos estava pronta. A professora havia dado uma hora. Então Mitkov resolveu secar a poção para poder administra-la sob a forma de pó, como o frasco que carregava em sua mochila. Em meia hora estava tudo pronto. A professora acompanhou seu desenvolvimento de perto, sem fazer comentários. Observava com olhos clínicos. Vanessa passava maus bocados com a poção e um dos alunos, um grifinório bonachão, conseguira criar um fraco ácido esverdeado em vez do líquido azul esperado. A de Mitkov estava na forma de um pó azul no fundo do caldeirão. Ele estava acondicionando em pequenos sacos de seda e amarrando com barbantes. Ele preparara vinte salvas de pó sonífero.
Vanessa tinha sua poção num tom azul muito fraco. A poção ficara rala. E ela olhava com interesse para o caldeirão de Mitkov. A professora recolheu uma amostra da poção de cada aluno e pegou um dos embrulhos de Mitkov. Depois, ela vai até a frente da sala e ostra todos, dando especial atenção ao frasco com o líquido verde e ao embrulho de Mitkov.
- Qual a função de ter uma poção do sono em pó? – Ela perguntou para Mitkov, som um leve sorriso nos lábios. Ele não só tinha feito a poção como ainda havia ido além do pedido pelo professor.
- Fica mais fácil administrar. È muito difícil fazer um inimigo beber uma poção que você oferece para ele, mas é fácil jogar esse sache nos pés dele e ele aspirar a poção.
A professora olha para ele desconcertada. Obviamente essa não era a resposta que ela esperava. Pelo menos não a segunda parte. A primeira parte era a resposta que ela esperava.
- Você é o menino Holopainen certo?
- Exatamente. – Mitkov conseguiu seguir o raciocínio dela. Foi um pensamento militarista e guerreiro. As únicas crianças que pensam assim são as doutrinadas pelos Holopainen.
Pouco depois de uma explicação detalhada sobre os erros mais comuns, parte da aula que Mitkov passou revisando o resto do livro, todos foram liberados. Ao sair da sala Vanessa caminha ao lado de Mitkov, sua amiga se juntando a eles pouco depois. Vanessa dá um tapa na nuca de Mitkov dizendo “exibido”. Mitkov ajuda as garotas com seu material até o salão de jantar onde o almoço seria servido. Ele vai até a mesa da Grifinória deixar o material ao lado das cadeiras que elas iriam se sentar. As duas agradecem enquanto ele volta para a mesa da Sonserina, sob olhares reprovadores das duas mesas.
Ignorando os comentários depreciativos, ele começa a almoçar, tratando com muita educação a garota que insistia em puxar assunto. Mitkov reparara que era a mesma que se sentara ao seu lado na aula de Poções antes da professora separar os integrantes da casa.
Logo que termina de almoçar, Mitkov se levanta e pede licença para se retirar, sendo seguido pela garota que deixa um pouco de comida no prato e começa a caminhar ao seu lado.
- Meu nome é Aurora. – Ela era um pouco mais baixa que Mitkov. Tinha cabelo castanho claro e olhos cor de mel. Andava carregando uma mochila e alguns livros, que Mitkov tira delicadamente das mãos dela, passando a carregar.
- Interessante. Eu quero ser auror. – Era uma tentativa pífia de humor, mas era o melhor que ele conseguia. Sendo de humor nunca fora seu forte.
A garota sorri com o comentário e segue falando da família e da escola e da aula de poções. Eles chegam muito antes do horário da aula e Mitkov encontra a porta trancada. Ele pega a sua varinha e dá um toque na porta, murmurando “alohomora”, o que faz a porta se destrancar e abrir. A garota sorri e os dois entram na sala. Mitkov se senta numa cadeira próxima à mesa do professor e saca o seu livro de Transfiguração. Abre-o e começa a revisar seus apontamentos.
- O seu livro é todo riscado. Você é pobre? – Ela parecia um pouco enojada com o estado do livro. Ele estava de fato muito riscado, mas era obviamente novo, já que não possuía nenhuma orelha ou folha amassada.
- Tenho dinheiro o suficiente. O livro é riscado porque eu escrevi nele. – Se ela não gostasse da resposta que se retirasse. Ele não tinha paciência com preconceitos contra pobres. Somente tinha preconceitos contra sangues-ruins. Ele era um Holopainen e já olhava com condescendência para as famílias puro sangue que não eram ligadas à família Holopainen, então os nascidos trouxas só eram melhores que os trouxas em si.
A garota se senta na cadeira próxima a de Mitkov deixando o lugar a seu lado vago, mas ainda perto. O menino supôs que ela ainda não havia decidido se ele era uma boa companhia ou não.
“Mestiça ignorante”, pensara o garoto, “qualquer pessoa que conhecesse um pouco das linhagens puras saberia que a família Holopainen nunca caíra em desgraça como os Wesley”.
Agora com a menina quieta, ele volta a revisar os apontamentos. Lê certas partes do livro. A menina o imitara, pegando o seu próprio livro, imaculadamente livre de anotações pessoais. Logo depois o professor chega. Era um homem que aparentava estar na casa dos trinta, mas diziam os boatos que era muito mais velho. Utilizava transfiguração avançadíssima para manter a aparência mais jovem. Dá um sorriso de dentes brilhantes e cumprimenta a todos dizendo seu nome: Proteus Polimorph. Era um conhecido metamorfomago. E era também um animago capaz de se transformar num corvo de penas cor de bronze. Diziam que também podia se transformar em outros animais. Era obcecado por transformações físicas desde a infância.
Mitkov pega o caderno de pesquisas pessoais e lê essas informações sobre o professor. Ele pesquisara sobre todos os professores da Escola. Só que não decorara tudo. Considerava a maioria deles inofensivos. Novamente faltando aproximadamente cinco minutos para as aulas, os outros alunos começam a chegar. O resto dos companheiros da Sonserina se agrupam de um lado da sala, enquanto os alunos da Lufa-Lufa se agrupam do outro lado. Pietro percebe Mitkov e se senta do lado dele.
Dá um tapinha amigável nas costas de Mitkov e se volta para o professor que iniciava uma palestra apaixonada sobre transfiguração. Ele se transforma em corvo e faz diversas transformações pessoais para ilustrar alguns pontos da palestra. Alguns alunos olham interessados até que o professor tem a infeliz idéia de apresentar gráficos e tabelas.
Aparentemente se esquecendo que estava com a primeira série vai mostrando gráficos cada vez mais complexos e possíveis resultados das mais complexas transfigurações conhecidas pelos bruxos atuais.
Mitkov olhava apaixonado para a aula. Ele nunca vira algo que tivesse tanta dificuldade para entender. Ele conseguia entender é claro. Mas precisaria de estudos mais aprofundados. Acabara de descobrir sua matéria preferida. Não que ele precisasse muito, mas ele queria simplesmente compreender. Pietro parecia completamente perdido na aula. Havia desistido há alguns minutos e olhava pela janela, apreciando a floresta ao longe.
Depois do professor passa quase duas horas falando, ele distribui fósforos para os alunos e deixa um diagrama no quadro negro, com instruções de que até o fim da aula, os alunos transfigurassem o palito em uma agulha. Seguindo quase fielmente o diagrama, Mitkov transfigura o palito e o mostra para o professor que fica impressionado com a velocidade de Mitkov. Ele testa a dureza do ferro e verifica o furo na agulha, testando tudo. Pouco depois dá um sorriso e diz que está quase perfeito.
O garoto olha embasbacado para o professor. Quase. Ele nunca conseguira um quase antes. Tinha certeza de que estava tudo certo.
- O que está errado professor?
O professor abre um sorriso e dá de ombros.
- Somente um maníaco como eu repararia isso. A densidade do ferro está um pouco acima do normal.
- Como?
- O ferro está mais denso. Mais pesado. Está mais resistente que o ferro normal. Você provavelmente transfigurou em aço. – e abriu um sorriso. – Você é como eu era. Sempre queria mais. Sempre queria ser o melhor. Você pretende conseguir? Quer marcar sua passagem como o melhor aluno da escola? O último a se destacar de tal forma foi aquele que se autodenominou Lorde.
Mitkov olhou para baixo. Ele precisava pensar. É claro que ele iria ser o melhor. Seria ainda maior que o temido Lorde das Trevas. Seria o maior auror de todos os tempos. Traria Ordem e Justiça. Exterminaria o Mal. Sua família nunca caíra. Ele não seria o primeiro. Tampouco o último.
Ele volta a sua mesa, onde Pietro já conseguira atear fogo a três fósforos e não transformara nada, a não ser madeira em cinzas. Mitkov dá um sorriso e começa a murmurar instruções. Ao fim da aula Pietro conseguira fazer o palito ficar prateado e levemente afilado em uma das pontas. Somente Mitkov conseguira transfigurar totalmente. Os alunos da Sonserina ressaltaram que ele era puro sangue e, portanto, recebia uma educação voltada para a magia. Também ignoravam o fato de que a alguns deles eram puros também e não conseguiram fazer nada além de incendiar fósforos.
Pietro segue ao lado de Mitkov, agradecido pela ajuda, mas ambos andavam quietos. Pietro só falava com quem perguntasse alguma coisa para ele, raramente iniciando uma conversa, já Mitkov não gostava de falar nada que não julgasse necessário. Fosse qual fosse seu objetivo.
Eles deveriam agora ir jantar e depois, passariam um tempo no salão comunal antes da aula de duelos. A qual Mitkov aguardava ansiosamente. Andando rapidamente, Mitkov chega relativamente cedo ao salão de jantar. Poucos alunos se encontravam no local. Pietro parou a seu lado, sem falar nada. Ambos se encaram, sem falar nada. Mitkov de costas para a porta e Pietro desviando o olhar toda a vez que percebia que o outro reparara em seu olhar. Pietro era muito alto e seus braços mostravam uma definição que Mitkov não conseguia com treinamentos desde a infância.
Eles ficaram algum tempo nesse impasse até que Mitkov é jogado para frente ante o impacto de Vanessa nas suas costas. Pietro segura os dois sem dificuldade, mantendo Mitkov em pé. Vanessa parecia muito feliz e ergueu a varinha sem falar nada. Murmurando “Lumus” ela faz a ponta da varinha se ascender e pergunta:
- E ai o que acham? – Ela estava radiante com o efeito de sua varinha.
- Muito legal. – Responde Pietro.
- Hum. – Responde o desinteressado Mitkov.
- Nhááá... Você nem se importou com o feitiço. – Vanessa parecia sentida com a falta de interesse e agora começara a bater a ponta da varinha no braço de Mitkov.
- É um feitiço simples que uma puro sangue como você já deveria conhecer. Não é nada impressionante.
A garota abaixa a cabeça entristecida e encosta a varinha dela no braço do menino sem retirar a ponta dessa vez. Inicia um murmúrio baixo e um frio sobrenatural começa a percorrer o braço do bruxo, que num impulso, desencosta a varinha da garota. O frio vai passando lentamente, deixando o braço dele dolorido com o frio.
- Impressionante. – Simples, mas a garota ficou muito mais animada, voltando à euforia habitual.
- O que vocês vão fazer depois da janta? Vamos estudar na biblioteca. – Vanessa sorria enquanto Mitkov se perguntava se a segunda frase fora uma pergunta ou uma intimação.
Concordando com a cabeça, Pietro vai para a mesa amarela e preta, e Mitkov se vira sem responder, indo para a mesa verde e prata. Vanessa corre para a mesa vermelho e dourado, buscando sua amiga que ficara para trás quando ele correu para os garotos. Mitkov se senta à mesa e coloca um pouco de comida no prato. Separa também um pouco de doce. Come sua comida sem pressa, seus olhos buscando os companheiros de estudo nas mesas distantes.
Assim que acaba, ele se levanta e sai da mesa, sendo seguido por Aurora que para a seu lado e pergunta o que ele pretende fazer agora.
- Vou estudar na biblioteca. Até a aula de Duelos.
- Posso ir também?
- Por mim. – curto e grosso. Ainda não tinha decidido se ela era uma boa companhia. Por mais que a garota aparentemente houvesse decidido isso mais cedo que ele.
- Vamos então... – Ela fez uma careta com a resposta dele, mas parecia disposta a tolerar um pouco de falta de educação.
- Faltam algumas pessoas... Não foi idéia minha estudar agora, por mais que eu iria com ou sem idéias alheias... – Mitkov usava um tom de voz mais carinhoso, quase como se pedisse desculpas pela falta de educação.
Pouco depois, Vanessa chega com a amiga do trem e disfarça uma careta ao perceber a sonserina ao lado de Mitkov. Ela cumprimenta o garoto, ignorando a menina e começa a conversar com sua amiga, incluindo Mitkov na conversa, mas deixando a outra menina excluída.
Mitkov percebe claramente isso, então passa a ignorar Vanessa e conversar exclusivamente com a sonserina, deixando Vanessa levemente irritada. Pouco depois, Pietro chega e todos vão para a biblioteca. No meio do caminho, Pietro percebe algo estranho na conversa e tenta, em vão unificar a conversa. Ao chegar na biblioteca, ele já havia desistido e andava calado, no meio das duplas. Ao chegarem, eles percebem diversas mesas cheias, mas Mitkov, que já havia passado na biblioteca de manhã guia Aurora e Pietro para uma mesa no fundo, sendo seguido por Vanessa e sua amiga.
Ao sentarem-se na mesa, o sonserino prontamente abre um de seus livros e começa a revisar furiosamente seus apontamentos. Com anos de leitura, ele vira as folhas rápido o suficiente para pensarem que ele estava somente apreciando as figuras.
Aurora pega o livro de transfiguração e começa a tentar entender o assunto. Ao terminar de rever os apontamentos de um livro, Mitkov se inclina para Aurora e começa a murmurar explicações rápidas sobre as passagens mais difíceis no ouvido da menina. Vanessa, que estava com o livro de Defesa Contra as Artes das Trevas aberto, fica levemente ruborizada e começa a conversar aos cochichos com sua amiga. Pietro pede ajuda a Mitkov pouco depois dele começar a ensinar para Aurora. Mitkov então se inclina para ele e diz instruções um pouco mais distante de Pietro do que estava com Aurora. Pietro tinha mais dificuldades que a garota, mas não era nada demais para o sonserino.
As duas grifinórias, já haviam parado de estudar e simplesmente conversavam baixo, os olhos nem mesmo buscando o livro aberto sob seus braços. Nesse ponto Mitkov já havia ajudado Pietro até ele chegar nas dúvidas de Aurora e começara a explicar a matéria para os dois com a voz um pouco mais alta.
Quando Pietro agradece e fecha o livro, Mitkov se inclina novamente para Aurora, mas é interrompido por Vanessa que o lembra do horário da aula de Duelos.
Fechando os livros, o grupo começa a descer para o salão onde a aula ocorreria.

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