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0. Prólogo


Fic: Colliding (Marlene and Sirius CAPÍTULO 1 ON, E 2 A CAMINHO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Prólogo

-Lily? – Ela quis se esforçar para chamar a amiga de novo. Mas as suas pestanas estavam tão pesada… as suas pálpebras um peso morto feitas de aço tenro…- Lily?
-Marlene? – a voz dele, arrancou dela um grunhido soturno, fez a dor no seu flanco torcer e contorcer-se, levantar-se com raiva e cortá-la de um lado ao outro. De todas as pessoas, ele era a ultima que ele queria ver.
-vai…te… em … bora. – Assobiou através de maxilares fechados com força. Era mais uma defesa natural do seu corpo, ela não saberia controlá-la. Não queria ouvir as suas desculpas. Não queria ouvir as suas falsas preocupações com ela. E muito menos queria as suas mãos tentadoras e cruéis a tocarem a sua pele.
-Marlene estás bem? Marlene não podes adormecer! – Ela não reparara no nevoeiro que camada a camada se começara a sobrepor ao azul celeste e etéreo dos seus próprios olhos. Ela não notara nada, porque ela desviara-os do som da voz dele, e os fechara. Ela não queria ver os seus olhos cinzentos a pedirem, implorarem silenciosamente que ela percebesse porque ele nunca poderia dar voz a essas palavras que o comiam, devoravam por dentro como carícias de veneno, maliciosas.
-Marlene por favor, não adormeças… fala comigo, o que é que se passou? Onde está a Lily?
Antes que ela pudesse responder, porque o nome de Lily na sua cabeça fez ricochete, e saiu disparado da área miserável na sua mente, miséria que a voz dele causava, para a parte que provocou uma forte dor aguda no seu peito “Lily…desculpa, não te consegui proteger, perdoa-me lily…” os seus olhos abriram-se, e esbugalharam-se, da nada outra voz se sobrepôs à sua e à de Sirius. E no entanto ela sabia que não estava mais ninguém com eles na relva fria verde e doentia que debaixo dela se espalhava como um leito brutal.
“Sirius? Sirius? Estás aí?”
A voz era a de James. O seu melhor amigo James. O James que iria perder a cabeça quando soubesse que a pessoa de quem ele mais gostava no mundo não estava ali com ela quando ela deveria ter estado a protegê-la, quando ela não estava com a sua varinha, Ele tinha a incumbido dessa muito simples missão não tinha? E se eles a tivessem levado? Tornava-se difícil engolir o alto que se formava na sua garganta. Chuva começava a trucidar os dois corpos presentes naquele sítio. O seu deitado no chão e o de um tenso Sirius ajoelhado a seu lado.
Ela não soube o que Sirius estava ali a fazer, mas ela continuava a ouvir a voz insistente de James, seria impressão sua? Estaria, do frio, a delirar? Mais uma vez engoliu em seco. Não. Ele também tinha parado de falar com ela e parecia, em vez disso, agora procurar desajeitadamente algo, na sua indumentária enquanto praguejava a alto e bom som. Pontos negros preenchiam a sua vista enquanto ela observava a subtil queda das gotas de água assassinas a caírem sobre a terra. Como se pertencessem juntas, ou fossem uma interrupção no fatal destino da vida. Um bocejo, de profundo cansaço e sono preguiçoso tomou conta de si… aquela sensação de uma droga a percorrer pelo seu corpo e a gentilmente murmurar uma musica de embalar aos seus músculos para que eles relaxassem naquele preciso instante, era esmagadora, irrevogavelmente irresistível. Ela queria lutar mas deixou outro bocejo soltar-se dos seus lábios, a relva começava a parecer acolhedora, a chuva o coro da canção de embalar da sua exaustão.
Sirius acabara de encontrar o que, com tanta pouca graciosidade procurar momentos atrás. Falava para algo, mas ela ainda não encontrava no seu coração – fosse o que fosse – para o encarar.
“Sim Prongs… agora não é definitivamente a melh…
“Cala-te idiota! Não consegui encontrar a Marlene! Elas foram atacadas por devoradores! E eu não consegui encontrar a Marlene, a Lily precisava de cuidados médicos, eu sei que… por favor por favor vai lá e encontra-a nunca me vou perdoar se lhe acontecer alguma coisa…”
Ela quis falar. Quis dizer-lhe que estava tudo bem … como dizia sempre. Ela quis mas não conseguiu, se estivesse em pé teria caído, sem dúvida sentia-se tão fraca como um recém-nascido mas esses conseguiam gritar os seus pulmões, ela não conseguia falar. A sua garganta ardia de necessidade de algum tipo de líquido mas ela não tinha, a desorientação aumentava, os pontos negros ficavam mais espessos, e espantosamente mais melodiosos.
“É assim que é morrer?”
Sugou o ar com dificuldade através das suas mandíbulas fechadas e coladas, e encolheu-se ao sentimento de fogo nos seus pulmões quando receberam o seu tão necessário oxigénio…era como se todos os capilares nos seus pulmões tivessem gasolina e alguém tivesse acendido um fósforo. Todo o seu corpo doía e enrijecia.
“James eu tenho-a comigo, por favor deixa-ma levar para dentro… não posso falar contigo… ela está a morrer!”
Rosnou o moreno a seu lado, de olhos de metal, agarrando a sua mão e virando-a novamente com as costas deitadas no chão, já que já se tinha começado a ajeitar no chão verde enlameado para dormir… sem se quer se preocupar com o seu cabelo de negro, agora seco e sujo da lama.
“Ah Sirius Black! Sempre um mestre da subtileza…!”
Pensou com uma dor no peito que a forçou a tossir e que fez com que todas as suas vísceras mudassem de sítio, dilatassem e apertassem e por fim parecessem desfazer-se em pedaços de carne morta, uma a uma.
"Sirius...ficou tanto por dizer..."
A última coisa que ela sentiu foram, as suas mãos deslizarem pelas suas costas de pedra e parte de trás dos joelhos em estilo de noiva, e o seu peito de mármore contra a sua cara branca como gesso. Dos lábios deles caiu um queixume de dor, informe. E ela fechou os olhos para não saber se os abriria de novo.



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