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3. Parte III


Fic: Impossing Ravenclaw - O Legado de Rowena


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Rony ao sair de perto de Hermione, correu como nunca correu para alcançar a sala do diretor, passou pelo salão principal e chegou às escadas, tropeçou algumas vezes, e ouviu Madame Nor-r-ra miando próximo a ele, ignorou-a e continuou correndo, enfim, derrapou em frente à estátua dourada de uma Fênix, que guardava a sala de Dumbledore.
“Ah! Essa não !!! Eu não sei a senha! ” disse o ruivo desesperado.
“ Cabeça de Dragão! Chifre de Unicórnio! Asa de Pégaso! Mandrágora!” Com uma cara descrente tentou “ Poção Polissuco! Ah... não custa nada tentar! “ estava quase gritando por socorro quando teve uma idéia “ Harry! ”
Partiu a toda velocidade para a torre da Grifinória.


“ Ora, ora , ora, quem vemos aqui! A Sangue-Ruim do Potter! “ a Comensal dizia, realmente parecendo se divertir.
Naoku aproveitou a distração da mulher e gritou. “ Impedimenta! “ a Comensal bateu com força na parede oposta.
“Ah! Sua peste! Aliás, você também é Sangue-Ruim, seu pai trouxa morreu por essa mesma varinha, pela qual você vai sofrer! Crucio!! “ tudo o que se pode ouvir foram os gritos de Naoku.
“ Relaxo! “ foi o único feitiço que Hermione pensou para cessar a maldição da Comensal. Após isso, correu até Naoku “ Você tá bem?! “
“ Estou... ah...Protego! “ Naoku teve que as proteger de um novo ataque da Comensal, usou o feitiço que aprendeu com Amy.
“ Petrificus Totalos! “ Hermione lançou o feitiço na mulher “Vamos! Isso com certeza não vai pará-la por muito tempo! “
Hermione ajudou Naoku a se levantar e começou a correr, mas percebendo que a outra não se mexia, parou e olhou para trás.
“O que você tá fazendo?! Vamos! “
“ Não. “ responde Naoku, surpreendendo a grifinória.
Naoku pára ao lado da mulher deitada ao chão, que já movia parcialmente o corpo e lançava as duas garotas um sorriso debochado.
“ Expelliarmus! “A varinha da Comensal voa de sua mão.
“ Estupefaça! “ A mulher novamente tenta se defender mas dessa vez não consegue, cai desmaiada.
“ Você... você... “ Hermione está assustada com o que aconteceu.
Naoku olha com ódio para a seguidora de Voldemort, seus olhos estão cheios de lágrimas, ‘ ela desmaiou muito rápido, queria fazê-la sofrer ‘ pensa Naoku e em seguida tem uma idéia.
“ Incarcerous! “ o feitiço conjura cordas que prendem a Comensal. Naoku anda até a varinha dela e depois volta para perto da mulher.
“ Ela já está desmaiada !” estranha Hermione “Eu sei! “ responde Naoku “ Enervate! ” A Comensal acorda sem poder se mexer. Naoku senta-se ao lado da mulher no chão. “ O que você tá fazendo?! ” pergunta Hermione intrigada. “ Tenho perguntas a fazer... “ foi a resposta.


Harry arrumava tranqüilamente seu material e se preparava para guardá-lo em seu dormitório quando viu alguém entrar pelo retrato da Mulher Gorda.
“ Rony, você voltou mais cedo. Conseguiu convencer a Mione a.... “ mas não termina, olhou para o amigo que ofegava e tentava dizer algo.
“ A... A... Mione... Nas... “
“ Calma Rony! O que foi, fala direito, aconteceu alguma coisa com a Mione?! “ pergunta Harry, preocupado com a amiga.
“ É... que... Ah! “ diz Rony tentando tomar fôlego.
“ Diz logo Rony! O que aconteceu!? “ grita Harry.
“ Lá embaixo, perto das masmorras... tem um... uma Comensal... Bellatrix Lestrage, Mione ta lá, com outra monitora, preciso falar com Dumbledore, mas não sei a senha talvez você saiba... “ despeja o ruivo, tudo muito rápido.
Harry pega sua varinha e sai correndo com Rony.
“ Eu não tenho certeza da senha, mas é algo relacionado com comida, você vai até lá que eu vou atrás da Mione. Onde nas masmorras ela tá? “ pergunta Harry correndo pelas escadas. “ Na frente da sala do Snape! Boa sorte! “ responde Rony correndo para uma direção diferente da de Harry.


Rony, quase caindo de tanto correr, chega novamente á sala de Dumbledore e tenta de novo.
“ Asa de Morcego, Pudim de Fígado, Olho de Cabra, Suco de Abóbora, Bolo de Rim, Manjar de Jiló, eca de onde eu tirei isso? Ora, vai logo! Sapos de Chocolate, Feijõezinhos de Todos os Sabores ! Omelete de Ovo de Dragão! Picolé de Morango! Torta de Abóbora! “ dito isso, o garoto escutou um estranho barulho, e viu a estátua se mover e começar a girar e subir, revelando uma escada. Rony correu por ela e escancarou a porta chamando pelo diretor dizendo “ É uma emergência!!! “


“ Quanto tempo você acha que duas alunas de Hogwarts podem manter presa uma Comensal !? “ ria com gosto a mulher amarrada e agora sentada de frente para Naoku, no chão.
“ Isso não me interessa, só quero saber onde está a minha mãe?! “
“ Está preocupada com ela é? Laura está bem protegida enquanto não acharmos aquela maldita Penseira ! “ respondia Bellatrix.
“ Então foi assim que ela enganou vocês, ela não entregaria nenhuma informação. ”
“ Cale a boca, pirralha! “ se irritou a mulher.
“ Onde ela está, eu quero saber! “
“ Pois vai continuar sem saber! Devia ter te matado quando tive chance!!! “
“ É, sei. Mas pelo o que eu entendi, você me quer pra chantegear a minha mãe a falar onde está a Penseira! Você não vai me matar tão cedo. “
“ Não matei, porque parece que você sabe onde está a Penseira, sua mãe deu àquele homem estúpido para ele guardar. Depois sua usou um feitiço em si mesma, que apagou sua memória, e é só por isso que eu me arrependo de ter matado aquele Sangue-Ruim. “ Hermione sentiu o pesado olhar da Comensal sobre si, e entendeu que o pai de Naoku era o único que poderia saber onde estava a Penseira.
“ Então, porque você veio atrás de mim, eu não sei onde tá a Penseira. E como ‘parece que eu sei onde’ ela está? “ pergunta Naoku, remedando a frase de pouco antes da Comensal.
“ A única coisa que sua mãe disse sob o feitiço Veritas, foi que você saberia onde ela está, se entendesse o que está acontecendo. “ dizia a Comensal com uma voz enojada “ Nem ela sabe ! “
Naoku agora começa a entender melhor a situação.
“ Mas que tipo de informação sua mãe pode ter, que Voldemort possa querer tanto!? “ pergunta Hermione.
“ O nome de meu mestre não pode ser proferido pela imunda boca de uma Sangue-Ruim como você!!! “ se enfurecia Bellatrix, tentando se livrar das cordas.
“ Silêncio ! “ Naoku lança um feitiço na Comensal.
“ eu não tenho certeza. Minha mãe é uma Auror, mas não posso pensar em nada além disso... “ olhando para Hermione, acrescentou em voz baixa “Eles podem querem saber sobre a Ordem da Fênix . “ explica Naoku a Hermione “ Minha mãe conhece muitos da lista de as pessoas que fazem parte. Pois as que eles tem certeza que fazem parte, estão fora de seu alcance, como Dumbledore e Macgonagall. Mas não tenho certeza se é isso...“ Completa sem sabe se Hermione pode entender. Mas ela entendia, e perfeitamente.
“ Mas como... e o professor Snape? Ele não é um tipo de agente duplo? “
“ Snape é um traidor! “ diz Naoku se levantando com certa dificuldade, seu corpo está dolorido por causa da Maldição Cruciatus, anda até a outra parede e se encosta. “ Só pode ser, se não, por que uma Comensal viria aqui falar com ele!? Snape não poderia dizer quem são essas pessoa? Poderia ? “ pergunta a Hermione.
“ Talvez não... “ responde passando a ter uma expressão pensativa “ Ele está sob o efeito de um feitiço, sendo Dumbledore o fiel do segredo, Snape não poderia falar nada! Nem sua mãe! “
“ Minha mãe não está sob esse feitiço. “ diz Naoku “ é uma longa história e não temos tempo p... “ ela não pode terminar. A varinha da Comensal que estava no chão voou até as mãos de sua dona que agora gritava. “ Vocês são tão ingênuas! Expelliarmus! “ ela desarmou as duas monitoras “ Deveriam ter me deixado desmaiada! Crucio! “
Bellatrix usava novamente a maldição contra Naoku. Hermione tentou correr até sua varinha no chão, mas Bellatrix foi mais rápida. “ Diffindo! “ gritou e um corte surgiu no ventre de Hermione que caiu ao chão, antes de se quer chegar perto de sua varinha.
Naoku tentava fazer algo, quando foi atingida por um feitiço Impedimenta, batendo contra a parede e caindo no chão, um estranho barulho abafado, mostrou que nem todos os ossos dela estavam inteiros.
A Comensal ria muito. “ É incrível a burrice de vocês! Accio varinhas! “ as varinhas voaram para a mão de Bellatrix. Ela teria lançado uma Maldição Cruciatus em Hermione se não tivesse escutado.
“ Expelliarmus! “ as varinhas voaram pelo ar “ Accio varinhas ! “ elas voaram diretamente para a mão de Harry que acabou de chegar.
“ Hermione! “ ele correu até a amiga que sangrava encostada na parede.
“ Harry eu... “ tentou falar mas foi interrompida “ Potter! O grande herói do dia! O que pensa em f... “ mas Harry não queria ouvir, lançou um feitiço Estuporante e a Comensal caiu desmaiada, depois de tantos feitiços.
Passos foram ouvidos ao longe.


No salão comunal da Corvinal, Karolin e Lana, conversavam quando foram interrompidas por Yuna e Amy que desciam as escadas do dormitório feminino.
“ Vocês, não vão dormir não? “ pergunta Yuna com a voz embargada de sono.
“ É! Já é ... “ bocejava Amy “ ...tarde! “
“ Tarde!? “ diz Lana “ Que horas são? “
“ Mais ou menos, meia noite. “ responde.
“ Mas Naoku ainda não voltou! “ diz Karolin “ Por isso achava que ainda era cedo, que hora era pra ela tá aqui? “
“ Às onze. “ informa Yuna.
“ Será que aconteceu alguma coisa? “ começa Lana, se levantando da poltrona onde estava sentada.
“ Não sei, mas vamos lá ver ! “ diz Amy, agora mais acordada.
“ Ir ver!? “ se espanta Yuna “ E se Filch nos pegar ?! “
“ Ah! Não importa, vamos! “ diz Amy “ pode mesmo ter acontecido alguma coisa. “
“ Hogwarts é o lugar mais seguro do mundo! “ diz Yuna.
“ Tanto que no ano passado, o nosso professor de D.C.A.T. era um Comensal! “ diz Karolin já saindo pelo retrato que guardava o salão. É seguida pelas outras.
“ Alguém sabe que andar ela iria cobrir hoje? “ pergunta Lana, parando de repente.
“ O quinto. “ responde Karolin.
“ Então vamos. “ diz Amy.
Elas andavam o mais silenciosamente possível, cautelosamente chegam ao quinto andar e escutam vozes por perto.


Depois de ver que a Comensal estava desmaiada, Harry sente-se no chão, entre Hermione e Naoku, que estava uns dois metros à frente.
“ Mione, você tá bem? Você... “ ele está desesperado por não poder fazer nada para ajudar.
“ Eu tô, não se preocupe! O corte não é tão fundo, vou ficar bem! “ ela o tentava tranqüilizar.
Harry, na tentativa de ajudar a amiga levantar, deixa as varinhas caírem no chão. Naoku, com um pouco de esforço, pega a sua.
“ Incarcerous! “ amarra a Comensal, mesmo ela já estando desacordada. Quando fez isso, chamou a atenção de Harry para si, que na preocupação de acabar com Bellatrix e salvar a amiga, não a notara.
Ao mesmo tempo, chega ao escuro corredor, Rony, correndo á frente, seguido, não tão de perto, por Dumbledore e pela professora Minerva Macgonagall, que conversava com o diretor no momento em que o aluno chegara à sala deste.
O senhor de longos cabelos e barbas brancas lançou um olhar para a Comensal a um canto, e depois para seus alunos. Harry ajudou Hermione a se levantar e agora a sustentava para continuar de pé. Naoku tentava se levantar, e vendo que ela tinha dificuldade, Rony a ajudou. “ Obrigado “ a escutou sussurrar.
A professora de transfiguração, olhava para a Comensal com espanto e orgulho, seus alunos fizeram isso.
“ Naturalmente, eu espero uma explicação “ dizia o diretor com sua característica voz calma “ Mas vamos, Papoula deve ter algum trabalho com vocês duas. “
Andando com a ajuda de Rony, Naoku olha para a monitora da grifinória e diz, o arrependimento na voz baixa. “ Desculpe... ãh... se eu não a tivesse acordado, você não teria se machucado Granger... me desculpe! “
“ Não... não se preocupe, acho que se eu tivesse em seu lugar, acabaria fazendo... algo parecido, acho. “ responde Hermione sinceramente.
Rony abriu a boca para falar algo, perguntar sobre o que elas falavam, mas sentindo o olhar censurador de Hermione em cima de si, calou-se. Harry notou que algo muito maior do que o ataque da Comensal acontecera, sentia-se curioso, mas sabia que Hermione contaria para ele, depois.
Subindo as escadas para a enfermaria, que ficava no quinto andar, Naoku disse ao diretor. “ Professor Dumbledore! Minha mãe... preciso encontrá-la! Ela foi seqüestrada, o senhor tem que fazer essa... Comensal falar! “ ela se segurou para não dizer uma incomum palavra.
“ Sim senhorita, faremos o que for possível. “ respondia o diretor enquanto a Macgonagall transportava a Comensal pelo ar com sua varinha, Harry e Rony tinham certeza que todas as vezes que alguma parte do corpo da mulher batia em algum degrau, era intencional. “ Mas por agora, você e a senhorita Granger só irão descasar e amanhã... “ Naoku interrompe o diretor “ Descansar!? Não mesmo, o senhor não sabe o que está acontecendo! Os Comensais invadiram a minha casa, seqüestraram minha mãe, e ela sob o poder da Maldição Imperius, provavelmente me Legimencia toda noite! Meu pai está morto!!! “ ela gritava mas logo após isso, pára e respira todo o ar que parecia ter sumido de seus pulmões “ E tudo isso, só por que eles querem a Maldita Lista do membros da Ordem da Fênix!!! “ gritou, apesar de não ter certeza disso.
“ Senhorita Nadescico! Gritar isso a plenos pulmões, com certeza não irá resolver a situação! “ diz Macgonagall, reprovando a menina.
“ Pior do que está pra mim, não fica, não acha?! “ responde a aluna, irônica e mal educada. “ Não quero saber, quero que interroguem a Comensal e quero estar presente...usem Vitasserium, usem o Feitiço Veritas, usem até Legimencia se quiserem, mas eu não vou ficar parada enquanto a minha mãe corre perigo!!! ”
“ Naoku, você não pode falar assim, tudo vai ficar bem, você sofreu com a Maldição Cruciatus duas vezes, precisa descansar, você não pode ir atrás de sua mãe se não consegue nem parar de pé sozinha! “ Hermione dizia, e sobre ela, caiu o olhar orgulhoso da professora de transfiguração.
“ Mas eu não posso ficar sem fazer nada Grang... Hermione! “ respondia em tom de suplica a outra.
“ Não ficaremos sem fazer nada, isso eu lhe asseguro “ o diretor não se abalara com a gritaria da aluna, mas sentia que ela precisava se acalmar. “ Mas, por hora cuidaremos de vocês. “


Ouvindo as vocês mas não podendo distinguí-las ou entender o que elas dizem, Karolin, Lana, Amy e Yuna, resolvem se esconder em uma sala ao lado da enfermaria.
“ Quem será que está andando até agora nos corredores? “ pergunta Lana.
“ Devem ser professores, porque nesse horário, até os monitores deveriam estar nas camas! “ diz Amy.
“ Ei, fiquem quietas... “ pede Yuna, colando o ouvido a porta “ Acho que... não é a... “
“ A voz da Naoku! “ diz Karolin. “ Vamos lá! “ já com a mão na maçaneta, mas foi interrompida por Amy.
“ Mas e se ela foi pega por um professor!? Vamos ser pegas junto! “
“Mas e se... “
Yuna ia falar mas a voz de Naoku chegou até elas em alto e bom som. Ela gritava.
“...usem Vitasserium, usem o Feitiço Veritas, usem até Legimencia, mas eu não vou ficar parada enquanto a minha mãe corre perigo! “
“ Realmente aconteceu algo! “ completa Yuna.
Elas saem da sala e encontram sete pessoas paradas em frente à enfermaria., olhando para elas.
“ Naoku! O que aconteceu!? “ Karolin perguntava, enquanto as outras exclamavam algo, no mínimo, muito parecido.
Naoku, apesar de ficar um pouco feliz por ter suas amigas por perto, não está nem um pouco a fim de ter de explicar tudo a elas. Pelo menos por enquanto.
“O que fazem fora da cama há essa hora?! “ pergunta a professora indignada.
“ Creio que não seja hora para isso Minerva. Como disse a pouco, temos que cuidar das duas. “ o diretor após isso, abriu calmamente a porta a sua frente e chamou pela enfermeira. Que segundos depois aparecia com o seu uniforme, e nem um pingo de sono, como se fizesse plantão.
“ Cuide delas, sim. “ pede Dumbledore.
Madame Pomfrey cuida da monitora da grifinória primeiro, já que esta parece ainda estar sangrando, e Naoku, meramente parece ter alguns arranhões. A enfermeira passa algo no ventre de Hermione, murmurando algo como “ Vai ficar uma cicatriz querida... “, enquanto Rony e Karolin ajudam Naoku a se deitar em um dos leitos.
“ Mas afinal, o que aconteceu? “ pergunta Amy a amiga.
A menina não queria falar nada agora, virou levemente o rosto para a parede e fechou os olhos com força, sabia que logo iria chorar novamente.
“ Naok... “ Amy ia chama-la mas Lana a olhou com censura.
“ Tenho certeza de que tudo será esclarecido em breve. “ diz o diretor, apesar dele mesmo estar esperando ansiosamente por esse momento. Ele também queria a verdade.
“ Acho melhor você passar a noite aqui senhorita, provavelmente perdeu muito sangue e pode estar fraca. “ completava a enfermeira, encaminhando Hermione para um leito. “ Tome isso e durma que logo estará melhor. “ terminou a entregando uma poção com uma cor meio azulada que a garota fez uma careta antes mesmo de tomar, pois sabia que teria um gosto horrível, como todas as outras.
“ Papoula, quero que prepare uma poção especial para esta aluna ” o diretor apontou para Naoku, que chorava em silêncio, suas amigas perceberam, não ousaram perguntar nada, mas estavam ao seu lado, caso quisesse conversar ou precisasse de algo. “ ela sofreu uma Maldição Imperdoável, a Cruciatus e precisa se recuperar muito rápido. “
Dito isso, as amigas de Naoku ficaram espantadas, Rony fez uma careta de medo enquanto Hermione já quase dormia divido ao efeito da poção, Harry que estava ao seu lado, lhe segurando a mão, olhou para Naoku com uma expressão de compaixão, já havia sofrido uma maldição dessas e não desejava isso a ninguém, nem mesmo aos Durleys.
“ Meu Deus! “ exclamou a enfermeira “ Mas... são apenas crianças Alvo, não deviam passar por isso... “ andou até um armário e tirou alguns frascos de lá, começando a misturar seus conteúdos.
“ Concordo plenamente com você, Papoula... “ diz professora Macgonagall.
“ Eu também... “diz Dumbledore, agora demonstrando um semblante preocupado.
“ A... acho que... meu braço... acho que tá quebrado, ou algo assim... “ diz Naoku segurando o braço esquerdo, assim que a enfermeira chegou perto dela.
“ Oh! Devia ter me avisado antes, evitaria dor querida! “ se espanta Madame Pomfrey.
“ Hum... Alvo, temos alguns assuntos a resolver! “ chama a professora de transfiguração, em menção a Comensal que parecia dormir em um dos leitos.
“ É... é Bellatrix Lestrage! “ diz Amy.
“ Bella o que?! “ pergunta Naoku se levantando e sentando na cama com certa dificuldade.
“ Não. Trate de deitar mocinha! “ a repreende a enfermeira.
“ Mas eu... “ ainda tenta protestar.
“ Não! Tudo ao seu tempo senhorita! Já resolveremos tudo, agora, descanse. “ resolve o diretor.
“ Eu não acredito! Ela é Bellatrix Lestrage e eu não sabia!!! “ Naoku não sabia que a mulher que aparecia em seus sonhos era Bellatrix, é obvio que já ouvira falar da Comensal, mas nunca vira nenhuma foto dela.
“ Como é que eu posso ser tão desenformada! “ ainda reclamava.
“ Todos devemos ir e deixá-las aos cuidados de Pomfrey. ” Diz Minerva Macgonagall. Fazendo com que todos os alunos protestassem, menos Hermione que a essa altura praticamente dormia.
“ Sim, sim, sim!!! Elas ficarão bem, mas se ficarem aqui, não às deixarão dormir! E já passa muito do horário de vocês estarem dormindo! “ se exalta a enfermeira.
Depois de alguns protestos, eles finalmente saem da enfermaria, o diretor e a professora de transfiguração, levam a Comensal para a sala do primeiro. Não sem antes dizer para os alunos irem direto para seus dormitórios.
“ Queria ter pelo menos uma idéia do que aconteceu ! “ diz Amy depois de perder de vista o diretor e a professora.
“ É obvio que a Naoku e a Granger duelaram contra a Comensal! “ diz Yuna.
“ É, mas como ela entrou aqui!? “ pergunta Karolin.
“ Poção Polissuco! “ diz Rony “ Ela era um tal de Carla! “
“ O quê!? “ todas se espantam.
“ Isso já não é problema, o problema é o que ela queria aqui? “ diz Harry, enquanto todos começam a subir as escadas.
“ Você não ouviu ela falando? Tem algo haver com a Ordem da Fênix e com a mãe daquela menina, ela disse que o pai tá morto! “ diz Rony.
As meninas novamente se assustaram e tentam tirar mais informações de Harry e Rony, e nada mais descobrem, eles também não sabem com certeza o que aconteceu. Conversam até seguirem caminhos diferentes, Harry e Rony discutiram o assunto até altas horas, assim como Karolin, Lana, Amy e Yuna. Todos custavam a dormir.
Hermione dormia pesadamente devido ao efeito da poção, enquanto Naoku, que apesar de ter tomado uma poção parecida, para dormir, custava a fazê-lo e chorava a morte do pai e a preocupação com a mãe, até que, exausta e com o corpo dolorido, adormeceu, em meio a muitos pesadelos.


Em contraste com a noite anterior, o dia seguinte amanhecera, também nublado, mas muitíssimo calmo. Dumbledore, o diretor, andando pelos corredores de Hogwarts, olhava atento para os alunos que por ele passavam.
Todos estranhamente quietos com a passagem do próprio diretor perto deles, mas o esperto velhinho sabia que assim que saísse de vista a conversa e a bagunça recomeçariam.
Mas o que o velhinho de óculos meia-lua não sabia era que o ânimo dos alunos não estava exatamente muito alto, mesmo não sendo verão, e o dia estar nublado, o calor era maior do que qualquer um deles pudesse imaginar naquela época do ano, e o uniforme negro de Hogwarts não combinava em nada com o clima.os alunos esperavam ansiosamente pelo inverno que chagaria em aproximadamente dez dias. A bateria de deveres, que já começou a se acumular desde o inicio das aulas, também contribuía para o desanimo de todos.
Mas o que ele sabia, era que até á noite, todos os alunos teriam algo para se empolgar, comentar e se preocupar, já que de algum modo, todos ficariam sabendo do ocorrido na madrugada, antes mesmo do jantar.
E Dumbledore, pensando sobre isso, chegou á porta da enfermaria, e antes mesmo de poder abri-la, se vê rodeado de alunos. Karolin, Lana, Amy e Yuna , e próximos a elas estavam Harry e Rony, que vieram ver Naoku e Hermione, mas além disso, também para obter informações.
“ Professor Dumbledore…! “ cumprimenta uma das meninas, que vinha correndo, quase atropelando uma palavra na outra.
“ Olá! ” responde o diretor, nem um pouco surpreso em vê-los “ Vejo que estão preocupados com suas amigas, então vamos entrar logo sem rodeios, não? “ sem esperar a óbvia resposta ele abriu a porta a sua frente. “ Diretor Dumbledore! “ Madame Pomfrey diz, enquanto seis alunos passam por ela, indo para as camas mais ao fundo do local.
“ Infelizmente Papoula, vejo que você teve muito trabalho. “ ressalta o diretor ao ver que a enfermeira tem um ar cansado e sonolento.
“ Ah! Sim diretor, creio que tive sim, um pouco de trabalho. A senhorita Nadescico teve muitos pesadelos e acordava a todo momento, tive de preparar-lhe várias poções... “
Naoku ainda dormia, sob a efeito das poções, e tinha, agora, um sono tranqüilo e sem sonhos, ou pesadelos. Suas amigas estavam ao seu lado, e ouviam com atenção tudo o que diziam.
“ Creio que a senhorita Granger também tenha que passar mais um tempo aqui. “ a enfermeira anunciava.
“ Mas eu não quero perder as aulas, achei que já poderia ir embora... “ Hermione diz com um certo desespero.
“ Mesmo assim terá de ficar aqui, pelo menos até o fim do dia. “ põe um ponto final a enfermeira.
Harry e Rony que conversavam com a amiga, não puderam deixar de rir-se da expressão que ela fizera ao comentário da enfermeira.
“ Madame Pomfrey. “ chama Karolin “ Até quando a Naoku vai ficar aqui? ” e antes que a enfermeira pudesse responder. “ Acha que ela vai dormir muito tempo ?” pergunta Lana “ É, ela vai ficar bem, não é? “ pergunta Amy, e Yuna “ Será que... “
Mas antes que a última pudesse concluir a frase a enfermeira se exaltou. “ Se vocês não ficarem me interrompendo antes mesmo de começar a falar, talvez eu possa dar todas as informações! “
Interiormente, professor Dumbledore riu da situação.
Ajeitando o uniforme e contando até dez, a enfermeira suspira e responde.
“ Não tenho certeza de quanto tempo ela terá de ficar aqui. Acho que dormirá um pouco mais, já que não dormiu praticamente a noite inteira. E sim ela ficará bem... “
olhando para as alunas a enfermeira acrescentou “ Fiz tudo o que o meu conhecimento permitiu e o braço dela estará curado em breve. “
Agora que já sabiam que Naoku estava bem, elas começaram a pensar na razão dela estar assim, e passado algum tempo Karolin abriu a boca para dizer algo, mas o diretor foi mais rápido.
“ Senhorita Granger, se sente bem? “
“ Sim professor Dumbledore, obrigado. “ responde Hermione, tendo de novamente tomar uma horrível poção.
“ Então, por favor, poderia confirmar ou não algumas teoria minhas? ” ele pergunta como sorriso no rosto.
“ Claro “
“ Comece do inicio, sim? “ pede o diretor.

Hermione explica a todos o ocorrido, desde quando encontrou a suposta Carla pelos corredores, até quando todos entravam na enfermaria na noite anterior. Rony explicou que teve de chamar Harry para poder falar com o diretor, e o trio, Harry, Rony e Hermione, explicou as amigas de Naoku como ela reagiu depois de se encontrarem.
“ Ela ficou realmente irada! “ diz Rony “ Mas eu entendo muito bem, e teria feito a mesma coisa! “
“ Entende agora por que eu disse aquilo? “ pergunta Hermione a ele, referindo-se a frase que dissera para tentar acalmar Naoku.
“ É, entendo... “
Enquanto eles conversam, Naoku acorda, ninguém percebe. Ela não disse nada, não queria ter que contar parte da história. Hermione a poupara disso, e estava grata.
Tudo o que fez foi observar e escutar a conversa, vendo a expressão pensativa de Dumbledore. Quase podia ver o cérebro do diretor funcionando, as engrenagens movendo-se muito rápido. Uma ligeira preocupação passou pelo rosto dele e Naoku não se conteve.
“ Diretor... “ sua voz falhou, devido à gritaria do dia anterior e ao grande tempo em que ficou sem usá-la, limpou a garganta e continuou, ainda um pouco rouca. “ Diretor Dumbledore... o que o senhor fez com aquela Comensal? “
Todos olharam para ela, mas a monitora manteve o olhar fixo do diretor.
“ Oh! “ exclama o velhinho, abrindo um sincero sorriso para ela “ Bom dia! “
Naoku fez um breve gesto, aceitando o cumprimento e continuou a olhá-lo intensamente, esperando a resposta.
Dumbledore ponderou dizer algo, mas no último momento, pareceu a Naoku, mudou de idéia.
“ Está presa. E foi mandada para Azkaban, onde aguardará por um julgamento e cumprirá a pena adequada pelos seus muitos crimes “ Naoku abriu os lábios para dizer algo, mas o diretor foi mais rápido. “ Onde também será submetida a um rigoroso interrogatório e tentada a fazer um acordo de redução de pena, caso entregue seus companheiros Comensais. “ ele estava com as mãos cruzadas atrás de si.
“ Quem é ela? Sei que é Bellatrix Lestrage mas... “ pergunta Naoku.
“ Você não está muito informada! “ diz Amy.
“ Não faço parte do gênero que lê o Profeta Diário. “ responde num tom muito sério que raramente usava.
“ É uma Comensal da morte muito famosa, uma dos poucos que não negou que seguiam Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, quando... “ Lana fez uma pausa olhando para Harry “ após... a queda dele. “
“ O senhor a interrogou? “ Naoku mais afirmou do que perguntou.
O diretor olhou significativamente para Naoku, “ Receio ter que dizer, mas não. Deixei isso a cargo de quem está melhor preparado para isso, os Aurores. “
Ele pode ver o desapontamento e um certa raiva no rosto de Naoku, e aguardava um explosão de rancor, como na noite passada, mas ela não veio.
“ E como fica o fato dela provavelmente saber onde está minha mãe? “ elas estava tão calma que espantou o trio que se encontrava um pouco longe de sua cama e também ao diretor, mas suas amigas sabiam, era uma calma forçada.
“ Confirmei o fato de sua casa ter sido atacada e também o de seu pai ter, infelizmente falecido. Pedi para me manterem informado sobre o destino da Comensal, e acredite, tudo o que eu souber, você também saberá. “ aqui o Dumbledore fez uma pequena pausa “ Os preparativos para o enterro já estão sendo organizados, pela professora de transfiguração, já que, pelo que sei, você não possui mais nenhum parente. “ Dumbledore parecia muito calmo, o que irritou Naoku, muito mais do que qualquer pessoa ali pudesse perceber.
“ Tudo se resolverá ao seu tempo. “ o diretor acrescentou, ainda com as mãos atras do próprio corpo. “ Tenham um bom dia. “ dito isso, Naoku cerrou o maxilar. “ e melhoras a vocês! “ acrescentou o diretor olhando para Hermione, enquanto saia pela porta. Mas Naoku não ouviu isso, ela não ouviu nada depois de ‘ tenham um bom dia ’.
A enfermeira partiu para um aposento contíguo, não antes de dizer algo, “ Não fiquem aqui durante muito tempo, vocês tem aula, e elas precisam descansar ” e fechou a porta atras de si.
“ Tenham um bom dia? “ ecoou Naoku “ Tenham um bom dia?! “ disse novamente, mais alto de que deveria.
“ Não... “ Karolin não pode terminar a frase.
“ Como ele espera que eu ‘tenha um bom dia’, depois de tudo o que aconteceu... se ele arruinou toda a minha chance de saber de ao menos uma pista do paradeiro da minha mãe! Mandando aquela maldita Comensal embora! “ ela estava quase gritando. Ao contrário da maioria das pessoas que quando estão com raiva ficam com a pele vermelha, ela estava estranhamente pálida, como se tivesse ultrapassado o estágio da simples raiva.
Harry, Rony e Hermione assustaram-se, não esperavam uma explosão tão repentina.
“ Naoku! Calma, nós... nós vamos dar um jeito, vamos resolver isso com você! “ diz Lana.
“ Resolver! Como resolver!? O que eu posso fazer, a única pessoa que podia fazer algo parece que não pensa direito, o que o diretor acha que o Ministério vai fazer!? Vai me deixar de fora de tudo, igual a policia trouxa ‘não faça justiça com as próprias mãos’, mas nada é resolvido, tudo fica por isso mesmo, e quando eles conseguem resolver algo, é tarde demais! “
“ Como a Lana disse, ‘nós vamos dar um jeito nisso’!” disse Amy “ Não vamos ficar esperando o Ministério ‘tomar providências’, nós vamos agir! ” ela completa, olhando para Naoku determinada.
“ Isso... “ Lana começa, relutante, ela lançava um olhar confuso para Amy, ‘não era bem isso que eu tinha em mente’ pensa ainda olhando para a amiga “ Depois que você estiver melhor...”
“ Mas...” Naoku pensava em começar imediatamente.
“ Nada de mas, nós vamos resolver do seu jeito... mas só depois que Madame Pomfrey te der alta! “ diz Karolin.
Naoku ficou um pouco emburrada, mas não disse nada, ela realmente não se sentia muito bem.
“ Tá, só que... “ mas ela foi interrompida pela enfermeira que entrava de novo no aposento, com um olhar reprovador. “ O que a senhorita faz sentada!? Deite e descanse! “ obviamente falando com Naoku.
“ E vocês, não estão atrasados para algo? “ pergunta a enfermeira para os demais, com um tom um pouco estranho.
“ Ãh... er.. “ Rony ainda tenta argumentar, mas sobre os olhares da enfermeira e de Hermione, desiste.
“ Então vamos indo. “ diz Harry olhando para Hermione, e logo em seguida para Naoku. “ Sei que não nos conhecemos bem mas... converse com a Mione e qualquer coisa que eu possa fazer... sobre o seu... problema... me chame. “ apesar da insegurança com que proferia as palavras, qualquer pessoa poderia perceber o quão convincente ele tentava ser na sua intenção.
“ Tudo bem. “ responde Naoku, que apesar do tom ameno, ainda estava repleta de raiva. Mas começava a dar graças por ter amigos que estava dispostos a ajudá-la.
“ Estamos indo, mas voltamos na hora do almoço pra te ver. “ diz Yuna.
“ Isso! ” diz Lana, e as outras concordaram.
Todos partem porta afora, Madame Pomfrey pára perto da cama de Naoku, pegando algo numa gaveta no criado-mudo e entrega na mão dela, dizendo. “ Isso vai fazer você se sentir melhor. “
Naoku tinha o olhar carregado de raiva contida e indiferentemente, pega a poção e a leva a boca, sem conseguir evitar uma careta pelo gosto horrível.
“ Você devia tomar seu café da manhã senhorita... “
“ Não tenho fome agora enfermeira... “ ela não deixa a enfermeira terminar, e dito isso, deita-se na cama e vira para o lado oposto das duas pessoas que estavam no local.
Hermione ainda abriu a boca para dizer algo, mas não encontrando nada apropriado, desistiu.

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