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1. Verdade...


Fic: Salvação e Morte - um amor em vermelho Hiatos por enqnto


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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"A salvação e a morte não podem olhar nos olhos uma da outra".

Bom o que uma bruxa adolescente pode dizer de uma vida anormalmente normal? Isso é uma pergunta muito interessante e de difícil resposta. Eu sempre tive coragem e enfrentei todos os problemas em que eu, Harry e Rony nos metemos nos nossos 6 anos em Hogwarts e também enfrentei a guerra contra Voldemort ao lado do bem. Mais é claro que tudo isso não contou para que eu me tornasse o que sou hoje.
A história é confusa até para mim. Não me lembro de muita coisa, apesar de ter uma memória invejável até mesmo para um elefante. A guerra havia acabado Harry derrotara Voldemort, o lado do bem prevalecera no fim, e eu havia perdido meus pais. Depois de tudo o que eu fiz por eles eu acabei percebendo que os entreguei a morte sem mais nem menos, deixei eles sem proteção nenhuma enquanto pensava que dava TODA a proteção.
Eles foram mortos por alguns seguidores de Voldemort na Austrália, mesmo eles dizendo que não eram meus pais. Me culpo por isso toda hora e irei me culpar pro resto da minha eternidade e bom... Isso deve levar um bom tempo. Não você não esta lendo errado, eu fui ou não mordida por engano, ou seja, me tornei uma Vampira! Nada que uma simples adolescente bruxa que acabou de perder seus pais e tem que terminar seus estudos em um colégio LOTADO de pessoas com sangue correndo em suas veias e sendo bombeados por seus corações não resolva, não é?! Pois essa era a minha realidade.
Tudo ocorreu em um dia um pouco frio para a primavera em Laon, na França, onde meus avós paternos moram. Eu já havia me acostumado a andar sozinha pelas ruas daquela cidade. Era o último pedido dos meus pais serem enterrados lá, e eu como uma filha obediente assenti, não quis dar uma de chata e enterra-los em Londres como um dia eu falei. Depois do enterro meus avós se retiraram e eu continuei ali parada imóvel, não queria saber das horas só queria ficar ali e contemplar as fotos imóveis deles sorrindo pra mim, só sai de lá quando já era noite e estava bastante frio.
Voltei a pé, já que meus avós moravam próximos a um dos cemitérios da cidade. No caminho em que tomamos na ida era um pouco escuro, havia poucos postes e eram bem afastados uns dos outros, mas nada que eu não havia me acostumado, já que um dos meus tios que havia morrido de câncer estava enterrado lá também e sempre que vimos para cá eu voltava sozinha enquanto meus pais ficavam lá com meus avós, mas isso não vem ao caso.
Eu estava passando perto de um terreno baldio que, apesar de estarmos na França, tinha ali, eu não o ouvi e muito menos fazia idéia de que ele estava atrás de mim, só que aquela sensação horrível de que tem alguém te vigiando me assolava. É só impressão sua! Mais nada... Era o que eu me forçava a pensar e acreditar. Mais assim que eu passei por um poste de iluminação, tudo aconteceu rápido demais. Dois pares de olhos vermelhos apareceram na minha frente e com os dentes a mostra, os caninos maiores do que o normal, ele me puxou de encontro ao seu corpo que era muito frio e sem dizer nada me mordeu.
Foi a pior experiência da minha vida! Sentir os caninos furarem a pele do pescoço não é nada bom e eu não consegui gritar por ajuda, o grito morreu na minha garganta assim que ele me mordeu. Depois vem uma sensação de esgotamento incrível, parecia que eu havia corrido três maratonas e meia sem parar para respirar ou tomar água, depois eu tive uma sensação tão boa, parecia que eu estava fazendo algo prazerosa e acabei gemendo, acho que isso alertou ao meu ‘padrinho’ de que eu não estava morta. Ele parou de chupar o meu sangue e desapareceu, me deixou ali. Uma súbita vontade de tomar sangue tomou conta de mim. Foi quando percebi que estava com os caninos maiores, ouvi passos próximo de onde eu estava e me escondi alguns minutos depois passou um bêbado e eu o ataquei.
Quebrei facilmente o pescoço daquele moribundo e o mordi, o sangue desceu por minha garganta leve e suculento, mas ao mesmo tempo queimando por causa do álcool, que não fez NENHUM efeito sobre mim. Assim que tive certeza que não havia nenhuma gota de sangue dentro dele o soltei e um crack soou em minha cabeça: eu havia acabado de matar uma pessoa inocente! Chupado todo seu sangue! E para terminar havia gostado! Fique paralisada, chocada e transtornada... Como EU, Hermione Jane Granger, que sempre segui a risca todos os meus princípios poderia ter feito aquilo? Como? Por quê? Só tinha duas respostas: NECESSIDADE e INSTINTO. Sim, instinto. Pois agora sangue fazia parte do meu cardápio diário, já que eu havia me tornado uma Vampira sem querer.
Você deve estar pensando que eu aceitei isso facilmente e rapidamente, não é?! Que a partir daquele momento meus sentimentos para com os outros seres ‘humanos’ não existia mais?! Que eu simplesmente chegaria à casa dos meus avós e mataria eles chaparia o sangue deles e nada mais, não é?! Pois você está redondamente enganado! Eu NUNCA quis me tornar o que sou hoje. Fui uma vitima do desconhecido DESTINO. Uhmpf! Quem diria que um dia eu iria dizer que sou uma vampira que não gosta de ser vampira? Pois eu detesto! É muito difícil, pois você muda completamente. Sua visão, audição, olfato ficam muito aguçados, eu poderia ouvir o som de um assobio a quilômetros de distância.
Sem contar as mudanças físicas: meu corpo ficou mais sexy, minha pele mais clara, meus olhos também mudaram. Como eu sabia?! Pra que existe espelhos feitos por duendes?! São os únicos em que nosso reflexo aparece. É super estranho você olhar em um espelho normal e ver apenas o reflexo de sua roupa.
E com todos esses novos dons eu acabei percebendo que a minha roupa estava manchada de sangue. Me desesperei, como eu explicaria aquilo para os meus avós?! Como se eles não sabiam praticamente nada sobre a minha vida?! Tentei me acalma, respirei fundo sentindo meu organismo mudado. Não podia ouvir meu coração bater, ou seja, ele já não batia mais. Meus pulmões ainda funcionavam, ou seja, não era uma morta viva, se respirava e pensava não era uma morta viva, apenas agiria por instintos desconhecidos até então por mim.
Consegui me acalma parcialmente, me esforcei a andar e ponto pra mim consegui dar um passo, o que há minutos antes seria impossível! Com um esforço ainda maior me concentrei em ouvir os barulhos e normalizar meus caninos. Mais um ponto ao meu favor! Depois de um tempo caminhando percebi que meus passos, apesar de estar de salto alto, não fazia barulho nenhum, nem parecia que eu estava pisando na rua, cheguei a olhar pra baixo pra me certificar isso. Assim que me certifique que meu pescoço não correria mais nenhum problema sai correndo em direção a casa dos meus avós e quando dei por mim já estava no quarto que me pertencia na casa deles.
Foi uma sensação muito estranha ouvir a respiração baixa deles do outro lado da parede sem nem ao menos encostar o ouvido lá. Arrumei as minhas malas o mais rápido e silenciosamente possível, apesar de tudo o sono da minha avó é MUITO leve. Escrevi um bilhete rapidamente dizendo que eu precisava arrumar algumas coisas antes de ir par’A Toca, o que era uma mentira mais do que descarada, o que não precisaria deles, que queria fazer isso sozinha como uma despedida formal e pessoal. Peguei minhas coisas e sai silenciosamente, já fora da residência aparatei na minha casa aqui em Londres. Foi um pouco triste entrar em casa e saber que nunca mais veria meus pais de novo, mas de agora em diante eu tinha uma nova e desconhecida tarefa a ser resolvida, que era ser um Vampira!


N/A: minha segunda fic!!!\o/²² gnt foi mals pelo comprimento ai...eh ke 3rceirao ñ eh mole ñ...ai a gnt fik um poco atolado msm...+ o próximo (ke jah esta sendo escrito) vai ser maiorzinho...a Mione vai tah um poco + surtada prometo...rsrsrs...Bjoxxx e Comentem!!!

N/B: oi gnt!!!! Aki esta o primero capitulo!!! Fico um poço curtinho + eu juro q como beta dedicada vou pegar no pe da luh pra ela escreve os próximos maiores!!! Bjoss.... e por favor, COMENTEMMMM!!!!

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