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3. Largo Grimmauld, número 12


Fic: Harry Potter e a Resistência Final


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O casamento já estava todo preparado e os convidados não paravam de chegar, Gui estava mais nervoso do que nunca, Rony e Harry corriam de um lado para o outro a serviço da Senhora Weasley e Gina se escondia dentro da casa com a companhia de Hermione.

O casamento teve inicio logo que o sol começou a tocar o horizonte, deixando Fleur ainda mais deslumbrante do que ela estava e Gina tão deslumbrante quanto ela, esse fato só serviu para aumentar a dor que Harry sentia. Percebendo a tristeza que seu amigo sentia, Rony sentiu-se mais culpado do que nunca e sabia que tinha de consolá-lo.

-Olha cara, vai dar tudo certo, você vai conseguir voltar pra Gina, vai ficar tudo bem, eu tenho certeza. – Essas ultimas palavras soaram como um pedido de redenção nos ouvidos de Harry.

-O problema Rony é que eu já não tenho mais essa certeza, aliás, eu acho que eu nunca tive, pelo menos não desde que Dumbledor morreu.

-Harry nós estaremos ao seu lado, vamos conseguir, Dumbledor não teria nos deixado esta tarefa se ele não acredita-se que poderíamos completá-la. – Disse Hermione, agora sentada ao lado dos dois.

Harry não respondeu, mas saber que seus amigos estavam ao seu lado já era algo de grande conforto, saber que não estaria sozinho lhe dava mais confiança.

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O casamento foi um sucesso, Harry nunca tinha visto um casamento entre bruxos e apesar das semelhanças com a cerimônia trouxa, a cerimônia bruxa era muito mais bela e emotiva. A festa estava maravilhosa, todos dançavam e festejavam junto com o casal, sendo que por muitas vezes alguns bruxos mais exaltados chegavam a soltar pequenos feixes de luzes coloridas das pontas de suas varinhas.

Entretanto Harry ficou o tempo inteiro olhando as pessoas se divertirem e dançarem, ele simplesmente não estava com animo para uma festa naquele momento, a única coisa em que ele parecia realmente interessado era Gina, ele sabia que seu futuro com ela já não era tão certo quanto o que seus amigos achavam, mas mesmo assim não conseguia parar de pensar em como seria ter uma vida com Gina, em ter uma vida normal.

Hermione, aparentemente, era a única a notar que Harry era o único convidado da festa a não estar dançando, ela estava dançando com Rony, o qual estava fazendo de tudo para mantê-la o mais longe possível de Viktor Krum.

Após alguns instantes a amiga veio chamar Harry para dançar, rejeitando os incessantes pedidos de Rony para mais uma dança, ela odiava ver Harry naquele estado e não permitiria que ele ficasse daquele jeito.

- Venha Harry vamos dançar. – Agarrou a mão dele sem dar tempo para a recusa e o arrastou para a pista de dança.

- Harry você tem que ter amor próprio – aquelas palavras foram sussurradas na orelha de Harry, fazendo com que seu corpo inteiro se arrepiasse - Você tem que parar de olha para ela toda hora, não adianta você tentar protegê-la se isso só te causa mal, tente pensa em outra coisa.

- Eu tento, mas todos os meus pensamentos acabam caindo nela.

- Ai! – ele acabou pisando no pé de Hermione e pela sua expressão ela não estava nada contente.

- Desculpa – ele nunca soube dançar, ainda mais aquela musica lenta, cada movimento era uma aventura para ele.

- Tudo bem, mas eu não posso acreditar que toda a vez que você namorar ou se separar de alguém você vai entrar nessa depressão boba, foi o mesmo com a Cho quando vocês se distanciaram e eu não vou agüenta te ver assim com a Gina – Hermione parecia realmente preocupada com o estado de Harry.

-Vou fazer o possível para pensar em outra coisa, tudo bem? – ele já não agüentava mais falar naquele assunto – vamos só dançar esta bem?

-Ta bom – a amiga se aproximou mais de Harry e outra vez começaram a dançar.

A sensação de proximidade com Hermione fez com que mais uma vez Harry se arrepiasse todo, ele ficou confuso por esta nova sensação que brotou com a proximidade da amiga, estava se sentindo estranho por estar abraçando Hermione daquele jeito, ele sentia seu corpo ficar cada vez mais junto do da amiga e estava claro que a garota também estava confusa, já que os dois estavam um tanto quanto desajeitados.

A musica era bela e reconfortante, mesmo com seus passos duros e desajeitados Harry pode sentir o prazer de dançar. O garoto sentia-se bem abraçado daquela maneira por alguém e por alguns segundos esqueceu que esta era Hermione, de modo a abraçá-la mais forte e deixar seus rostos muito próximos.
Quando o garoto abriu novamente os olhos, ele e Hermione estavam com seus narizes praticamente colados, suas faces estavam próximas como nunca antes, eles haviam esquecido onde estavam e já não mais percebiam todos que estavam ao redor, estavam prestes a se beijar, cada segundo parecia uma eternidade na mente de Harry que não entendia o que estava acontecendo, mas mesmo assim não conseguia se controlar.

- Ei, acho que essa já é minha vez... Harry? Hermione? OI acho que já é minha vez de dançar com ela – Rony surgiu momentos antes de dos amigos se beijarem, os dois acordaram do transe que estavam e rapidamente se distanciaram.

- Harry você sabe que eu sempre vou estar aqui quando você precisar né? – Hermione falou isso enquanto era arrastada por Rony para a pista.

-Eu acho que eu sempre soube, só não tinha me dado conta. – A garota sorriu ao ouvir as ultimas palavras de Harry. Ele não sabia mais o que estava acontecendo entre eles, uma nova maneira de ver a amiga nascia em sua mente e em seu peito e isso o confundia mais do que nunca.

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Harry fazia força para não pensar no que havia acabado de acontecer, fazia força para pensar nas Horcruxes, em Sirius, tentava se lembrar da primeira vez em que colocou os pés na casa de Sirius há dois anos atrás, como foi bom estar naquele lugar com todas aquelas pessoas que o faziam feliz, entre elas Hermione, pensava em cada detalhe da casa número 12 do Largo Grimmauld, na mobília envelhecida e empoeirada, na aparência sinistra da casa, no irritante quadro da Senhora Black e em seu fiel servo, o Monstro.

Foi nesse instante que lembrou de algo que o fez dar um pulo, ficou alguns segundos parado para ter certeza de que sua memória não estaria lhe pregando uma peça, no mesmo momento ele viu o quanto estúpido era, como nunca pode perceber aquilo, estava claro agora, ele sabia que já havia visto aquela horcruxe antes e ele lembrou onde, na casa de Sirius.

Todas essas coisas que Harry precisava descobrir tomavam conta de sua mente e ele não conseguiu se controlar precisava ir para a antiga casa de Sirius imediatamente, estava tão absorto em seus pensamentos e nas hipóteses que formulava em sua mente que esqueceu de avisar Rony e Hermione da onde estava indo. Antes que pudesse perceber Harry já estava atrás de algumas arvores próximas para que pudesse desaparatar sem que ninguém percebesse.

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Alguns instantes depois Harry se viu em frente à porta do Largo Grimmauld número 12, conteve-se por um momento, mas encostou sua varinha na maçaneta, ouviu o barulho de trancas se abrindo e então entrou. Dentro da casa tudo estava igual, com exceção da quantidade de poeira que agora se acomodava sobre os objetos, fez o possível para não acordar a Senhora Black, já que não sabia se estava sozinho na casa e uma gritaria com certeza o denunciaria.

- Homenum Revelio – Nada aconteceu, dessa maneira Harry teve certeza que não havia ninguém na casa.

No mesmo momento Harry começou a procurar pela casa, mas não a horcruxe encontrou no lugar que havia recordado, passou então a procurar em todos os cômodos, revirou todos os quartos inclusive o de Sirius, mas não conseguia a encontrar, finalmente só restava um lugar onde ela poderia estar, foi até a toca de Monstro, mas dentro dela só encontrou trapos.

- Droga, bom só tem um jeito de descobrir onde aquilo está agora, Monstro!- no mesmo instante um elfo doméstico aparatou em sua frente, olhando um tanto quanto suspeito para Harry.

-Harry Potter chamou Monstro?

-Sim, eu preciso te fazer uma pergunta.

-Uma pergunta? – Um olhar um tanto quanto intrigado se revelou na face de Monstro.

-Monstro onde esta um medalhão dourado, um que possuía um S verde na frente?

-Monstro não roubou, Monstro salvou os objetos de sua senhora.

-Tudo bem, mas aonde você a colocou? Eu realmente preciso saber.

-Monstro não a tem mais.

-Como assim não tem? Com quem ela está?

-Com a minha senhora Bellatrix e sua irmã. – A face de Harry se contorceu com a resposta que Monstro havia acabado de lhe dar.

-O que?! Monstro, como você pode fazer isso? – A voz saiu tremula da boca de Harry, ele sabia que seu trabalho havia se tornado muito mais difícil e perigoso.

-Elas me pediram, a Senhora Bellatrix disse que seria ótimo me ajudar a preservar os pertences da minha senhora, ela realmente insistiu em me ajudar - Monstro parecia muito orgulhoso em ter salvado um pertence de sua senhora, mas ao perceber que havia feito algo que seu mestre não desejava começou a bater com sua cabeça no carpete da sala.

-Pare já com isso! – Por mais bravo que podia estar naquele momento os estampidos que a cabeça de monstro provocava ao acertar o chão não o ajudariam em nada – Monstro uma ultima pergunta, você sabe de onde aquele medalhão veio? Como ele chegou aqui?

-Meu senhor, Regulos chegou um dia com ele, disse que o havia encontrado e que gostaria de guardar para dar de presente à minha senhora, porem eu nunca o vi entregando. – Harry sabia que aquilo não poderia ser verdade, ele viu o quão difícil era para pegar aquela horcruxe, nunca que Regulos sozinho poderia tela recuperado, mas era visível que monstro realmente acreditava na versão que seu mestre havia lhe contado.

-Pode voltar para Hogwarts agora Monstro – Harry estava cada vez mais intrigado, sabia que havia muitas coisas para entender ainda e não queria nem pensar em como fazer para recuperar aquela horcruxe.

Após ficar sozinho Harry se acomodou em uma velha poltrona que havia na sala e parou um tempo para pensando em tudo que havia descoberto, ainda não consegui entender o envolvimento de Regulos com as Horcruxes e quais eram as intenções de Bellatrix com a mesma, será que ela sabia de algo? Esse pensamento não saia de sua cabeça, ele sabia que Voldomorte não tinha contado para ninguém sobre suas horcruxes, então porque Bellatrix desejou tanto possuir aquele medalhão?

Porém Harry foi retirado de seus pensamentos ao ouvir um estampido que ele sabia ser o barulho de alguém aparatando na entrada da casa. Era obvio que não estava mais sozinho, e que provavelmente já não estava mais seguro, antes que pudesse fazer qualquer coisa ele se deparou com um homem alto, de vestes negras e uma mascara no rosto parado na porta da sala.

-Potter, vejo que não resistiu em voltar para a casa de Black, que erro mais infantil, ainda bem que eu estava atento. – Harry conhecia essa voz, era uma voz pomposa e desprezível.

-Um covarde como você veio sozinho atrás de mim Lúcio?

- Não preciso de mais ninguém para me ajudar a capturá-lo e levá-lo para o Senhor das trevas! – Agora retirando a mascara Lúcio olhou nos olhos de Harry e viu que este não se entregaria facilmente – Entretanto vou me dar o luxo de me divertir um pouco com você antes de chamar o Lorde, acho que o Senhor das Trevas não vai se importar se você estiver um pouco machucado.

-Não vou ser eu que vou sair machucado daqui Lúcio!

-Eu não teria tanta certeza assim, o Lorde das Trevas vai ficar realmente feliz quando ver que eu o capturei.

-Você nunca vai por as mãos em mim.

-Você realmente acredita que tem alguma chance? – Lúcio estava com aquele sorriso desdenhoso no rosto, o qual Harry tanto odiava em Draco, pai e filho tinham o mesmo sorriso.

-Você não conseguiu me capturar da primeira vez e não vai conseguir me capturar agora. – A expressão no rosto de Malfoy se mudou por completo, agora um ar de irritação transparecia por sua face.

-Todas as vezes que você escapou de mim foram por sorte, você nunca me venceu, sempre precisou da ajuda de seus amiguinhos da Ordem, mas agora você esta sozinho, vamos ver como se sai. – Após falar isso Malfoy sacou sua varinha e Harry também.

No mesmo instante um duelo se iniciou, jatos de luz de diversas cores voavam pelo ar, Harry tentava a todo custo estupoforar Lúcio, enquanto este lançava a magia crucios em direção a Harry. Por alguns minutos o garoto conseguiu se esquivar das magias do comensal, sendo que a sala já estava praticamente toda destruída quando Harry, que ainda estava tentando se esquivava de um feitiço, o qual passara a milímetros de sua cabeça, foi atingido em cheio por um outro, caído no chão Harry viu quando Lúcio se aproximou.

-Crucio! - No mesmo instante Harry começou a se contorcer no chão, a dor fazia todos os músculos do seu corpo se enrijecerem, cada segundo que se passava a dor se tornava mais insuportável e a única coisa que conseguia ver era o sorriso vitorioso no rosto de Lúcio Malfoy, cada espasmo que percorria o corpo de Harry causado pela dor fazia Malfoy gargalhar, tudo aquilo era um grande espetáculo para ele. – O que você veio procurar aqui Potter, eu vi que você chamou aquele elfo doméstico, me diga o que você veio fazer aqui? – Percebendo que Harry não tinha a intenção de responder a sua pergunta ele resolveu reiniciar a seção de tortura.

Malfoy insistia em perguntar a Harry o que ele estava procurando na casa, mas não obteve resposta, isso somente lhe dava mais empolgação para torturar Harry. Após alguns minutos ele decidiu que já era hora de chamar Voldomorte e encostou um dedo sobre a marca que possuía no braço. No mesmo instante a cicatriz de Harry ardeu mais do que seu corpo inteiro que ainda estava sobre o efeito de maldição cruciatus. Ele sentiu a excitação que percorria o corpo de Voldomorte e percebeu que ele não tardaria a chegar na casa.

Harry já não agüentava mais a dor, já havia perdido a conta de quantas vezes Malfoy havia lhe feito à mesma pergunta e sentia que Voldomorte estava cada vez mais perto, estava a ponto de desmaiar quando ouviu um novo estampido de desaparatação, a certeza de que Voldomorte havia chegado tirou toda a sua esperança, mas para a surpresa de Harry a seção de tortura parou abruptamente, no mesmo instante Lúcio se voltou para a porta.

Era Lupin quem havia chegado e mais uma vez um duelo se iniciou, só que desta vez Lúcio estava atacando para matar e não para causar dor, a cada jato de luz verde que passava perto de onde Lupin estava Harry se sentia mais insignificante e inútil, o garoto não tinha forças para se esgueirar para sua varinha e assim poder ajudar.

Alguns instantes após o duelo ter se iniciado Harry não agüentou e sentiu sua vista ficar turva e depois tudo ficou branco, tudo que ele continuava a sentir era sua cicatriz doendo.

Quando acordou Harry estava na Toca, seu corpo inteiro doía, mas pelo menos estava vivo. Gina estava ao seu lado, estava dormindo em uma cadeira colocada ao lado de sua cama. Percebendo uma movimentação a garota acordou sobressaltada e ao perceber que Harry estava de olhos abertos ela agarrou seu pescoço e começou a chorar.

-Eu te odeio, como você pode fazer isso, você podia ter morrido, sabe quanta preocupação você causou? – As lagrimas derramadas por Gina molhavam a camiseta que Harry estava usando.

-Desculpa, mas eu tinha que procurar por uma coisa na casa de Sirius – as palavras custaram mais a sair do que Harry imaginava.

-Você deu muita sorte em Lupin ter visto você desaparatando, ele mandou cada membro da Ordem para um lugar, apesar dele saber onde você estava. – Gina já estava se acalmando, o choro cessara, poremos soluços continuavam.

-Foi uma tremenda burrada eu ter ido lá sozinho, mas eu precisava – mais uma vez Harry sentiu uma dor no corpo inteiro – Há quanto tempo eu estou desmaiado e o que aconteceu lá? Minha memória esta meio confusa.

-Você está desmaiado a umas quatro horas, nós estamos cuidando de você desde que Lupin te trouxe de volta. Lúcio Malfoy morreu e Lupin se machucou um poço, mais nada que mamãe não possa arrumar. – Só neste momento Harry percebeu o quanto àquela descoberta poderia tê-lo custado.

-Harry!!! – Hermione e Rony entraram no quarto após terem ouvido barulho – você está bem?? Meu deus você foi louco de ir sozinho! – Hermione não parava de falar e percebia-se que a amiga estava realmente preocupada com a situação de Harry, ela o abraçara e ele pode notar que ela estava com o rosto úmido, provavelmente estava chorando do lado de fora do quarto.

-Mas eu tive um bom motivo. – Parando um pouco para tomar fôlego, Harry então se dirige a Gina - Você pode nos deixar a sós por uns momento?

-Tudo que você tem a dizer eu posso ouvir. – Gina parecia estar realmente ofendida com o ultimo pedido de Harry

-Gina eu realmente preciso ficar a sós com a Hermione e Rony, por favor.

Gina não falou mais nada simplesmente se levantou e saiu batendo a porta. Harry contou tudo o que ele descobriu para os amigos, que ficaram realmente surpresos e revoltados com a sua estupidez. Hermione contou mais uma vez para Harry sobre a morte de Lúcio e disse que Lupin estava realmente bravo com o garoto.

-Bom eu tive um ótimo motivo para ir lá, pena que não vou poder me justificar para ele.

-E agora Harry o que faremos? – Rony parecia realmente intrigado com as decisões que eles teriam que tomar agora

-Nós vamos ter que entrar na casa dos Malfoy e roubar a horcruxe – disse Harry calmamente

-Você ta louco! – A cara de Rony se contorceu em um careta ao ouvir o plano de Harry - Os Malfoy devem estar querendo matar você mais do que o próprio Você-Sabe-Quem.

-Ele tem razão Harry, esse plano é suicídio.

-Eu sei, mas é a única maneira.

Antes que os amigos tivessem tempo para iniciar as discussões sobre um plano a porta se abriu e por ela entraram Lupin, Moddy e Shacklebolt.

-Saiam, precisamos falar com Harry – Moddy parecia extremamente bravo, vendo isso Hermione e Rony resolveram não contrariá-lo e se dirigiram para fora do quarto.

-Você sabe o quanto estúpido você foi? Sabe quantas coisas você poderia ter colocado a perder? – dessa vez era Shacklebolt que não dispensava palavras ásperas.

-Eu sei que cometi um erro, mas eu tive meus motivos para ir até a casa de Sirius. – Harry tentava se manter calmo sabia que um confronto com as pessoas que estavam tentando protegê-lo não poderia levar a nenhum resultado satisfatório.

-Ninguém tem motivos para se colocar em perigo Harry, muito menos você – Shacklebolt parecia surpreso por Harry não estar arrependido.

-Harry porque você foi até a casa de Sirius? – Lupin parecia mais curioso do que realmente furioso com Harry.

-Não posso contar, só posso dizer que estava cumprindo uma missão que Dumbledor me designou e que somente estou autorizado a contar para Hermione e Rony.

-Tenho certeza que Dumbledor não lhe enviaria para a morte. – O olho mágico de Moddy penetrava fundo em Harry após estas palavras.

-Concordo com você, mas acredito que qualquer missão que envolva Voldomorte não possui garantias de que haja sobreviventes, principalmente eu.

-Nós sabemos disso, mas não podemos permitir que você morra, você tem que entender, não se trata apenas da sua vida, mas sim de toda a esperança de um mundo bruxo. – As palavras de Shacklebolt só contribuíram para aumentar o peso que Harry sentia sobre si.

-Eu nunca pedi para ser uma insígnia da esperança. – Harry estava visivelmente irritado.

-Você não entend... - antes de poder completar sua frase, Shacklebolt foi interrompido por Lupin.

-Eu te entendo Harry e concordo que você tem uma missão muito importante a cumprir e não será a Ordem que vai dificultar a sua vida, mas sempre que precisar, por favor, peça ajuda.- Estas palavras soaram muito mais doces do que Harry poderia esperar.

- Obrigado Lupin, mas está missão é só minha e de meus amigos.

- Moddy, Shacklebolt deixem me um pouco sozinho com Harry. – O pedido de Lupin causou uma troca rápida de olhares entre os três, mas Moddy e Shacklebolt cumpriram o pedido do companheiro.

-Harry, eu juro que te entendo, mas não cometa mais erros infantis como este. Eu sei que o peso sobre você é grande, mas não se esqueça de todas as pessoas que se importam com você. Gina e Hermione quase desmaiaram quando eu entrei pela porta com você desacordado em meus braços, elas ficaram tão exaltadas que eu acredito que Molly teve mais problemas para acalmá-las do que para ver se você estava bem. – Harry não conseguiu falar nada após ouvir aquilo, simplesmente balançou a cabeça de um modo a mostrar que não retornaria a fazer aquilo.

- Quando você vai partir? – Lupin parecia preocupado com a resposta que Harry poderia dar.

- Não sei, mas não posso demorar, cada dia que passa Voldomorte fica mais forte.

Lupin já estava na porta quando se voltou para Harry.

- Uma ultima coisa antes de eu poder deixá-lo em paz. Tome muito cuidado com o que procura Harry, tudo o que tem envolvimento com Voldomorte acaba por despertar o pior nas pessoas e eu tenho medo do que possa ser despertado em você. A ligação existente entre vocês é muito forte e possui muitos mistérios, não a subestime. – Lupin parecia saber muito mais do que aparentava, poderia não saber das Horcruxes, mas certamente sabia de algo que Harry não sabia.

-Vou tomar cuidado Lupin e não vou estar sozinho, Hermione e Rony vão me ajudar a carregar este fardo.

-Harry, ninguém nunca vai poder dividir este fardo com você, ele é só seu, eles com certeza serão de grande ajuda, mas no fim tudo se resume a você Harry. – Estas palavras chocaram-se contra Harry como se fossem pedras, mas ele sabia que isto era a mais pura verdade.

-Eu sei – foi tudo que ele conseguiu falar.- Lupin, só queria te perguntar uma coisa antes de você ir, isto esta realmente me atormentando há alguns dias. Onde estão meus tios e da onde você conhece a minha tia Petúnia?

Lupin já estava com a porta aberta e meio corpo do lado de fora quando se voltou dando um sorrisinho e disse.

– Tudo ao seu tempo Harry, neste momento você tem que descansar – dizendo isso Lupin desapareceu na escuridão do corredor.

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