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2. Comprando Briga


Fic: Não é nada pessoal - dramione - posto essa semana sem falta


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Beco Diagonal. Um calor escaldante preenchia as ruas de forma desagradável tornando o lugar ainda mais cheio do que de costume. E, em frente ao Floreio e Borrões estava uma garota levemente apreensiva parada e se esforçando para não ser atropelada pelas pessoas que passavam apressadas.

  De repente a porta da loja se abriu bruscamente se chocando com o seu corpo fazendo com que ela caísse assustada no chão.

  - Olha quem está aqui.Granger...- comentou um loiro cuja voz fria e arrastada Hermione poderia reconhecer em qualquer lugar.

  - Malfoy. – ela disse se levantando sentindo a raiva surgir.

  - É uma surpresa.- ele disse fazendo com que ela franzisse a testa.

  - Surpresa por quê? Vim comprar meu material como qualquer um, aliás como você, não? 

  Ele riu fazendo com que por um momento ela se esquecesse da raiva. Não era um riso de zombaria, tampouco de deboche que por tantos anos ela havia sido acostumada. Era o mesmo riso que ela dividia com Harry e Rony.

  - Não precisa ficar toda irritada. Não te esperava aqui porque você é sempre tão certa em tudo que é estranho te ver na véspera das aulas.

  Hermione sorriu sem pensar com o elogio, mas logo depois se deteve. Qual era o jogo de Malfoy? Por que ele estaria sorrindo e sendo amigável logo depois do que aconteceu no Ministério? Afinal era em parte por causa dela que seu pai agora estava preso.

  Mas antes que Hermione pudesse dizer alguma coisa, sentiu duas mãos nos seus ombros, uma de cada lado.

- Algum problema, Hermione? – perguntou Harry estreitando os olhos para Malfoy. A garota parecia ter acabado de acordar.

  - Er...Não. Eu e Malfoy estávamos... Só...Só conversando. – ela disse provocando uma desconfiança em Harry e Rony que se entreolharam confusos.

  - Você e Malfoy, desde quando? – perguntou Rony cruzando os braços.

  - Ai Rony, não enche! Foi só uma conversa. – falou Hermione começando a ficar constrangida com a situação e com a presença de uma pequena multidão curiosa. Pensou até em dar as costas, mas esse seria o sinal que os garotos precisavam para liberar a testosterona e começar uma briga em plena rua.

  - É mesmo, qual é o problema Weasley? – debochou Malfoy rindo, logo parando quando Rony partiu com tudo pra cima dele. Harry mais rápido puxou o amigo de cima do loiro que exibira um leve corte no canto da boca.

  - EU NÃO SEI QUAL É O SEU PLANO, Malfoy, mas sei que está armando alguma coisa!

  - Rony, o que está fazendo? – sussurrou Hermione chocada ao ver o que parecia ser metade da rua apreciando a cena.

  - O que estou fazendo?- disse Rony se virando pra ela.- estou comprando briga com o Malfoy que é a mesma coisa que você deveria estar fazendo. Ué, ele não diz que não tenho como comprar nada? Muito bem, estou comprando briga. O que acha Malfoy?

  O loiro havia erguido as suas sobrancelhas ao ouvir aquilo, mas depois deu um sorriso sarcástico e respondeu:

  - Acho patético.

  - Acha, não é? É claro que acha, você e seu querido pai obviamente... – mas Rony não pode terminar a frase porque Hermione o puxou com força murmurando em seu ouvido.

  - Rony, vamos parar por aí. Ninguém mencionou o pai de Malfoy.

  - Ora, mas você nunca se preocupou com isso. Suponho que esteja com medo que ele chore na frente dos outros.

  - Ele não vai fazer isso.- de repente falou Harry surpreendendo os dois.

- Não? E como você sabe?- perguntou Rony cruzando os braços. Hermione encarava o amigo incrédula, sem antever o motivo da raiva repentina e violenta. 

  - Porque ele já foi embora. 

  Rony e Hermione se viraram, mas só viram o lugar onde antes havia Malfoy vazio. Pra onde ele teria ido?

  - Ou seja, minha reputação acabou em dois tempos por causa do maldito plano. 

  - Foi azar, alguém desconfiou de alguma coisa? 

- O Weasley, claro. E por incrível que pareça a Granger me defendeu. 

- Isso não é bom. Parece que você está com a guarda baixa. 

- Então o que sugere?

- Volte a ser o que era pelo menos por 24 horas. Isso deixará a sangue-ruim confusa. E deixará Weasley menos atento.

- Vou tentar. 

- Tudo está em suas mãos, não desperdice nenhuma oportunidade de ficar perto dela. Entendeu? 

- Sim.

- Boa Sorte filho, vai precisar.



 

 Perdido em sua solidão,Draco Malfoy lembrava da conversa sentado em sua cabine enquanto observava a paisagem verdes. Preocupado sem saber, sem notar, que a solução de seus problemas estava na cabine ao lado.

 



- Dá pra parar, Rony?

 

- Não, Hermione. Eu só quero saber porque estava protegendo o Malfoy daquele jeito.

 

- Eu não defendi nada, você que...

 

- Eu o quê? Só agi como ele teria agido se tivesse por cima, e você sabe muito bem disso!

 

- Para de ser teimoso, pessoas mudam.

 

 Harry e Rony se encaravam e começaram a rir quase que instantaneamente. O moreno esperou que sua respiração se regulasse para falar.

 

- Agora vou ter que ficar do lado do Rony, o Malfoy mudar? O que você anda bebendo?

 

 Hermione revirou os olhos com impaciência.

 

- Escutem vocês dois: primeiro, que fique claro que eu falo com que eu quiser! – Rony abriu a boca para interrompê-la, mas a garota não lhe deu chances para emitir qualquer som. - Segundo: Rony, você disse que agiu como ele agiria se estivesse por cima. Mesmo que eu esteja errada com o “pessoas mudam”, você também está pois se rebaixou a ele para enfrentá-lo – agora Harry que puxou ar para dizer alguma coisa mas Hermione novamente foi implacável – ah, e terceiro: o que há de tão errado em falar com o Malfoy?

 

- TUDO! – disseram os dois em uníssono.

 

 Ela desistiu de discutir com os garotos e voltou sua atenção ao livro que estava lendo antes de ser interrompida por Rony. Não deu um parágrafo de leitura que o ruivo tirou o livro do alcance dela perguntando:

 

- Você esqueceu quem ele é? Quer dizer, é o Malfoy. Você sabe; aquele que coloca defeito em qualquer grifinório, que faz o possível para arruinar nossas vidas, aquele filho de Comensal.

 

 Harry comentou aprovando as palavras de Rony.

 

- Hermione, você tinha razão: pessoas mudam. Pessoas, não Malfoys. Esses daí não podem nem ser considerados humanos.

 

 A garota se recusou em continuar a discussão.

 

- Vocês podem devolver meu livro?

 

- Você quem sabe. – disse Harry pegando o livro das mãos de Rony e entregando- o para Hermione – espero que saiba que Malfoy está tramando alguma coisa.

  Hermione se perguntou se a preocupação de Harry podia ser originária de ciúmes. Balançou a cabeça, não se permitindo sonhar tão alto.


-Muito obrigada, pai.

 

 Ela revirou os olhos cética, mas sorriu ao abrir o livro novamente. Mais alguns parágrafos de leitura e Rony a interrompeu.

 

- Se importa, Rony? – a castanha perguntou já cheia de má vontade. – O que é agora?

 

 O ruivo corou até a raiz dos cabelos.

 

- Sabe como é, a gente precisa trocar de roupa...

 

 Com raiva e uma sensação de estar sendo enxotada da cabine, ela rapidamente saiu entrando na cabine ao lado esperando ver algum conhecido.



 Mas o que ela viu não foi sequer um rosto mas um corpo cujo peitoral estava nu exibindo um abdome firme e poucos pelos loiros. Quando a pessoa se virou acabando de abotoar alguns botões, Hermione encontrou o cabelo loiro com alguns fios caindo tentadoramente nos olhos cinza que a encarava tentadoramente.

 Malfoy.

 
 Seguiu-se um momento desconfortável no qual Hermione tentou desesperadamente não pensar na cena que acabara de presenciar, mas falhando miseravelmente nisso. Tentando escapar do rosto intimidador de Malfoy encarou a blusa do uniforme recém-colocado. Foi um erro. Ela se lembrou do que se escondia por baixo do fino tecido e estremeceu. Sem graça, ela subiu os olhos para o rosto novamente e Malfoy a encarava levemente curioso mas também havia malícia nos seus olhos, o que significava que ela havia sido pega olhando pela segunda vez o corpo do loiro.

 

- Er... – ela começou a procurar uma desculpa plausível. – Er... Vejo que você já colocou o uniforme, eu só estava conferindo porque sou monitora. Então tenho que conferir se todos já se vestiram porque... Eu... É meu dever... Além... Porque sou monitora.

 

 Malfoy sorriu sacana.

 

- Eu sei Granger, também sou monitor, caso tenha esquecido.

 

 Ela corou se sentindo uma idiota, mas decidiu continuar a conversa. As palavras "pessoas não mudam" e "se recomponha" brilharam em néon na sua mente. 

 

- Er... Eu me lembro nas reuniões. É que eu não te vi lá hoje.

 

 Ele ergueu a sobrancelha.

 

- Eu estava do seu lado. Bem, de qualquer forma, não lembro de ter que conferir o uniforme dos alunos. – ela mudou de assunto. - Principalmente quando você mesma ainda não vestiu o seu.

  A observação deixou o rosto da garota rubro e ela resolveu mudar de assunto rápido.

 

- Tava procurando Harry e Rony, você os viu?

 

 Malfoy riu sarcástico.

 

- Claro, logo depois de termos jogado xadrez. E penteado o cabelo um do outro.

 

 Hermione desejou poder se socar por tamanha estupidez. Malditos Harry e Rony! Talvez se não tivessem enchido a sua cabeça, ela não estaria agindo assim agora. Apesar de tanta imbecilidade junta, Malfoy não ligou. Ou se ligou, disfarçou excepcionalmente bem. 

 

  - A propósito, obrigado pelo que fez por mim no Beco Diagonal ontem.

 

  Hermione o olhou chocada. Ele realmente estava a agradecendo por alguma coisa? Logo depois dela ficar encarando seu abdome ridiculamente atraente?

 

  - Er... De nada. – ela sentiu que estava mais do que na hora de ir embora. Provavelmente nem deveria ter entrado para início de conversa. – Então, eu vou indo.

 

  Ela se virou para trás andando depressa e esquecendo a porta atrás dela.

   Quando Hermione abriu os olhos de novo, só viu os olhos cinza de Malfoy a encarando preocupadamente.

 

  - Você tá bem?

 

 Ela se sentou sentindo uma dor forte na testa. Essa era uma boa pergunta, de fato. Pena que pela primeira vez, Hermione não sabia a resposta. 

 

- Vou sobreviver. Eu bati de cara na porta?

 

  Ele deu uma risada rouca confirmando com a cabeça. Hermione revirou os olhos sentindo a sensação de ódio próprio crescer cada segundo que passava ao lado de Malfoy. Ainda rindo, ele a ajudou a levantar.

 

- Só podia ser eu. – ela comentou mais para si mesma do que para ele.

 

  - Acho que não foi nada demais, só que quando chegar em Hogwarts você deveria ir na Ala Hospitalar.


 Ele parou de falar finalmente se dando conta da aproximação dos dois, ela também notou isso porque eles ficaram parados se encarando.


  Dentro de Malfoy acontecia uma batalha de sentimentos. Queria estar com a cabeça somente no plano, na missão. Mas, por que de repente ele se sentia mal por ela? Por que parecia haver algo novo nos seus olhos inocentes castanhos, algo que despertou-lhe a noção de culpa? Por que parecia estar encarando-a pela primeira vez se a primeira vez foi há cinco anos? Ele sempre quis acreditar que não era uma pessoa propriamente má, que ainda havia alguma esperança para ele, alguma partícula de moralidade reservada no círculo dos Comensais. Então que diabos estava fazendo ao enganar uma pessoa que nada tinha haver com seus problemas? 

  Só que ela tinha, uma voz soou em sua cabeça. Foi Granger que ajudou todos esses anos Harry Potter, o verdadeiro culpado pela encrenca que sua família se encontrava. Foi Hermione que deu grande parte do treinamento que os babacas da AD aprenderam. E provavelmente, eles nunca teriam chegado ao Ministério sem a sua inteligência. Lembrou da dor nos olhos de sua mãe quando soube da prisão de Lucius e algo dentro de si endureceu.

  É, ela merecia tudo que estava por vir

 Sem pensar, Malfoy se aproximou de Hermione e a garota também não se afastou. Quando os lábios estavam se roçando e seus olhos não conseguiam se desgrudar dos dela, a porta da cabine se abriu e a senhora que todo ano vendia doces colocou a cabeça para dentro da porta perguntando:

 

- Querem alguma coisa do carrinho, queridos?

 

 Malfoy pensou em bater a porta na cara dela e se virar para Hermione, mas apenas tirou o dinheiro do bolso e perguntou para Hermione que estava corada de vergonha:

 

  - Você quer alguma coisa? - perguntou casualmente, como se beijar fosse apenas uma atividade curricular.

 

 - Quero. Ir embora. – e foi o que ela fez deixando um Malfoy confuso e satisfeito para trás. Ele percebera o efeito que causou na inimiga.

 

 


  - Onde você estava?  - Rony exigiu saber perguntando com a boca cheia de sapos de chocolate.

 

  - Perguntando ao maquinista quando vamos chegar. – ela respondeu sem pestanejar.

 

  - Não é estranho os doces só virem agora? – comentou Harry fazendo carinho em Bichento que ronronava feliz ao seu colo.

 

  - Falta de sorte. – concordou Rony ainda falando com a boca cheia.

 

  - Eu que o diga. – lamentou Hermione pensando no que quase acontecera e logo depois se repreendendo.

 

  - Como assim? Você nem tava com fome! – exclamou Rony. 

 

  - Pare de falar com a boca cheia, Ronald! – ela ralhou comendo uma tortinha para enganar.

 

  - Hermione... – Harry a chamou – por que você não trocou de roupa?

 

  - Por Merlin, to indo. – a garota dizendo isso pegou sua bolsa e foi para a cabine de Gina, tomando cuidado para manter distância de Malfoy.

 

 

N/A: Era pra esse capítulo ser maior, em todo caso... O que acharam? O próximo é “O Bilhete”. Que era pra ser este.

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Comentários: 1

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Enviado por Fran Apple em 31/05/2013

Olá, olá! Estou començando a ler essa sua fic. Na verdade eu entrei só pra deixar um recadinho, mas acabei me interessando e aqui estou! Creio que muitas águas rolarão por aqui e estou empolgada para ver como o Draco fará para ganhar o coração da Hermione. haha. Primeiro eu vim pra reponder o comentário que vc deixou em CdP. Sério, acho que esse site tinha que desenvolver algum sistema de troca de mensagens entre os perfis. Anyway, vc me passou o link do seu facebook, mas eu desativei o meu perfil faz um tempo longo então não estou utilizando mais do site, hj minha vida se resume a troca de e-mails e texting. Bem mais objetivo e menos tempo jogado fora olhando a vida alheia no feed (Sério, vc fica aparentemente dois minutos olhando aquela página e quando se dá conta já se passaram 2 hrs e vc não fez nada!). Meu Gmail e celular tem sido minha comunicação com o mundo, portanto se estiver disposta a usar do artifício, aqui está meu endereço: rsvl1991 arroba gmail.com daí vc me explica melhor como funciona esse esquema de beta e tudo mais, ou senão só me mandar qualquer e-mail que eu respondo! :)

Nota: 5

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