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2. Capitulo 2 – Colocando o Plano


Fic: O Despertar das Sombras


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Capitulo 2 – Colocando o Plano em Ação

Na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, no mesmo momento em que Harry Potter despertava dentro da caverna do Destino, vários professores estavam em um pequeno jantar em comemoração ao inicio do novo ano letivo. Enquanto comiam e bebiam, conversavam amenidades e riam das piadas de Dumbledore. Era uma tradição aquela pequena festa acontecer sempre após os professores terem discutido os métodos de ensino para o ano letivo.
Estavam quase encerrando o pequeno jantar quando Sibila Trelawney, a professora de adivinhação soltou um berro estridente chamando a atenção de todos para ela, que começou a virar os olhos e tremer dos pés a cabeça. Passados alguns poucos segundos, levantou a cabeça, os olhos vidrados e falou com a voz rouca e sombria.
- Ele retornará hoje. Voltará do mundo dos mortos para trazer a vida e a morte a todos que o cercam, ele vai mudar o rumo da guerra, e o mundo mágico e trouxa se curvará diante de sua presença. Dor, Trevas, Sangue e Guerra, como um demônio, seu nome fará seus inimigos tremerem e seus amigos o reverenciarem. O amor decidirá a maneira com que ele lutará. Ele quer vingança, e não medirá esforços para consegui-la, tomem cuidado, pois com ele o próprio Imperador do Inferno retornará.
Os demais professores olhavam para ela completamente assombrados e assustados, enquanto lagrimas escorriam pelos olhos da professora de adivinhação que logo depois caiu desmaiada na frente dos demais professores.
- Rápido! Levem-na para a enfermaria! – comandou Dumbledore, enquanto pensava no que poderia significar mais aquela profecia.
Snape e Madame Pomfrey, a enfermeira, imediatamente conjuraram uma maca e a transportaram correndo para a Ala hospitalar, enquanto os outros professores aproximavam-se de Dumbledore para ver o que ele tinha a falar sobre o que eles tinham acabado de ver.
- Seja o que foi que aconteceu, acabou completamente com sua energia. Demos uma Poção para dormir sem sonhos e outra para que se fortaleça, mas acho que só acordará dentro de um ou dois dias. – falou Snape voltando da enfermaria depois de alguns minutos.
- Alvo... - chamou Flitwick depois de instantes de silêncio. – Acha que foi mais uma das previsões furadas de Sibila?
Dumbledore olhou-o com calma, embora seus olhos traíssem sua agitação e preocupação interior, depois passou seus olhos por cada um dos professores presentes que o olhavam com expectativa, então respondeu.
- Acho que não. Acho que esta é real. Terrivelmente real. Devemos nos preparar e... – neste instante alguns professores sentem um frio lhes atravessar a alma.
Assustados, olham-se em silêncio, até que Minerva diz em voz baixa e preocupada.
- Seja lá quem for, acho que acabou de chegar.
- Isto é mais uma preocupação para todos nós. – fala Snape com a voz fria, mas bem preocupada. – Acho que a questão central está na parte em que diz “Ele quer vingança, e não medirá esforços para consegui-la, tomem cuidado, pois com ele o próprio Imperador do Inferno retornará.” Acho que temos um novo jogador nessa guerra. Um jogador vingativo.
- Creio que devemos nos acalmar e pensar um pouco. – fala Dumbledore. – Pois se o que nos foi predito bater com o que acabamos de sentir, nosso novo jogador é muito poderoso e deve ser levado em conta.
Servindo-se de um pouco de cerveja amanteigada o diretor sentou-se novamente na mesa, enquanto analisava o que acabara de sentir, precisava descobrir quem era esse novo guerreiro que aparecera aparentemente do nada e precisava encontrar Harry Potter, mas todas as buscas pelo menino haviam fracassado até o momento, era como se ele houvesse desaparecido da face da terra, nunca se arrependera tanto de uma ação como aquela de colocar o menino na casa dos tios, pois resultara na fuga do menino e agora quem sabe onde estaria, talvez já estivesse morto, uma vez que sabia como as ruas trouxas eram cheias de bandidos e marginais, suspirando o diretor voltou seus pensamentos para o Lorde das Trevas.
Como seus informantes o contaram, o Lorde Negro também andava a procura de Harry Potter, desde o dia em que retornara ao poder, mas também não tinha obtido muito sucesso, o que era um alivio para Dumbledore. Mas os últimos movimentos de Voldemort o estavam preocupando sobremaneira, aparentemente ele estava tentando alianças com várias espécies mágicas, o que seria considerado lógico, mas deixava outras, que tradicionalmente eram partidários das trevas, totalmente de lado. Despreza-las como estava fazendo era um erro. E Voldemort não era conhecido por cometer erros. Não desta forma, pelo menos. Aquilo não fazia sentido. E isso o deixava preocupado. Sentia que algo estava errado com aquela atitude de Voldemort, mas não conseguira descobrir nada, o jeito era esperar para ver.
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Harry tomou um banho demorado no quarto em que ocupava na mansão, aproveitando para repassar o plano que ele havia formulado em sua cabeça, a primeira coisa que precisaria fazer seria infiltrar-se em Hogwarts. Até que não seria tão difícil, pensou com sarcasmo. No momento em que descobrira a verdade sobre si ele já começara a traçar um plano de vingança, na época tinha pouco mais de nove anos, por isso passou a pesquisar tudo o que encontrou sobre Hogwarts e descobriu como se era inscrito com apenas onze anos. Imediatamente ele pedira ajuda de Sterm, e juntos bolaram um plano que tinha tudo para dar certo. Depois de contratar um metamorfomago, eles o inscreveram em uma escola de magia africana com o nome de Harry Potter, tudo o que ele teria de fazer seria se passar pelo moreno recebendo uma fortuna por isso.
O moreno saiu do banheiro após vestir outra muda de roupa, também um sobretudo negro, e arrumar tudo o que possuía dentro de sua mochila para coloca-la nas costas e sair do quarto em direção a sala de jantar. Apenas Sterm encontrava-se lá naquele momento uma vez que todos já deveriam ter jantado e tinham ido dormir. Apenas seus mestres sabiam seu verdadeiro nome, aquela fora uma decisão do próprio Sterm, para os outros membros ele era conhecido como Hades. Todos os guerreiros recebiam o nome de um deus que os representava em campo de batalha, e ele ficara contente por receber o nome do deus da morte, aquele era um nome cobiçado por todos os matadores.
Após despedir-se de seu mestre Harry saiu para a noite fria e aparatou diretamente para Londres, surgindo em um beco escuro e sem pensar começou a caminhar rapidamente, continuou a andar quarteirão após quarteirão, e chegou a um bairro bem próximo ao centro da cidade. Estava tão distraído enquanto caminhava que não percebeu que alguns marginais haviam o cercado, em deles o agarrou por trás e prendeu seus braços de uma maneira que ele não pudesse reagir.
- Olha só o que nós temos aqui. – disse o que parecia ser o líder da gangue – Um rapazinho bem bonitinho. Com umas roupas bacanas e meio esquisitas também. Acho que você ta querendo se divertir não é mesmo frutinha?
- Me soltem e eu prometo deixar vocês vivos. Se insistirem todos morrerão. – disse Harry com a voz calma e sem nenhum medo.
Os membros da gangue olharam divertidos para o garoto que ousava ameaça-los e então sacaram facas e o líder da gangue retirou um soco inglês do bolso e colocou-o na mão e então aproximaram-se para mostrar ao garoto do que eles eram capazes. Quando eles estavam próximos o suficiente, o moreno levantou ambas as pernas e acertou o peito de dois marginais que voaram para trás caindo praticamente inconscientes no chão. O bandido atrás de si acabou afrouxando a pressão devido ao susto, o que deu a Harry a oportunidade perfeita e lançou a cabeça para trás acertando o nariz do marginal que o segurava que caiu berrando no chão, enquanto o sangue jorrava de seu nariz. O quarto marginal veio com tudo para cima dele tentando se aproveitar do fato de ele estar de costas, mas foi a ultima coisa que fez, pois teve sua cabeça arrancada por um golpe preciso da espada do moreno, o sangue espirrou para o alto como se fosse um gêiser, o ultimo bandido e o líder olhava apavorado para Harry, ele ainda tentou virar-se e sair correndo, mas o moreno fez um movimento com a mão esquerda e ele foi paralisado no lugar, em seguida aproximando-se o moreno enterrou a espada no peito do marginal, o sangue espirrou e o corpo dele caiu inerte no chão. Depois voltou-se aos outros membros da gangue que ainda estavam inconscientes e matou um a um, certificando-se de que não deixara nenhuma testemunha, essa era a única regra que os assassinos seguiam, sem testemunhas, nunca. Toda a ação não levou mais do que dez segundos, mas fora um estrago feio.
Olhando rapidamente em volta, Harry certificou-se de que ninguém tinha visto nada. Depois disso verificou os bolsos dos marginais e encontrou uma boa quantidade de dinheiro, além de uma quantidade grande de um pó branco. Pegou o dinheiro, mas deixou o pó. Não estava interessado em drogas, muito menos em cocaína.
Andou mais alguns quarteirões e conseguiu achar um hotel barato para passar a noite. Não era muito confortável, mas pelo menos tinha um teto. Chegando ao seu quarto, deitou-se na cama e relaxou profundamente. Estava cansado demais para quem apenas havia começado, embora na verdade tenha chegado há quatro horas atrás, a viagem ao mundo dos mortos durara quatro anos e ele sentia seu corpo esgotado tanto física quanto mentalmente, pois a última vez que fora pego por babacas daquele tipo ele ainda vivia nas ruas, estava na hora de descansar. Lançou feitiços protetores ao redor do quarto, se alguém perigoso chegasse perto ele saberia. Precisava de energia, por que amanha ele iniciaria seu plano. Amanha começaria a era de Harry Potter, o assassino mais letal que a Irmandade já treinara. A partir de amanha ele mudaria o mundo.
Antes de dormir o moreno ainda analisou a cidade, estava bem diferente da ultima vez que a vira, a tantos anos atrás. O cheiro de imundice e morte exalava por todos os lados, um sinal claro de que as trevas estavam sobrepondo a luz e vencendo a guerra. Um sorriso nasceu em seus lábios, mas em breve todos teriam uma surpresa, por que a guerra estava apenas começando e criaturas mais perigosas estavam para surgir. Seres tão perigosos quanto os próprios deuses.
Acordou no dia seguinte sentindo-se terrivelmente relaxado, olhou para o relógio e percebeu que já passava do meio dia, então rumou para o banheiro para tomar um banho, depois encaminhou-se para fora do hotel e rumou para um restaurante próximo, e pediu uma refeição, que embora estivesse com uma aparência duvidosa o moreno comeu sem reclamar. Após o almoço o moreno começou a andar a esmo pelas ruas de Londres enquanto olhava as lojas que ele passava até que parou em frente a uma loja de roupas e calçados masculinos. Pensando em suas roupas ele percebeu que a maioria eram roupas para combate e para suas missões, não possuía muitas roupas normais por assim dizer. Entrou na loja e logo foi atendido por uma mulher jovem que imediatamente lhe dirigiu seu melhor sorriso, enquanto os olhos dela deslizavam pelo corpo do moreno sem o menor pudor ou constrangimento, fazendo com que Harry lhe desse um sorriso de lado.
- Em que eu poderia ajudar-lhe senhor? – perguntou a jovem atendente com um sorriso sedutor.
- Boa tarde. Meu nome é Harry, eu sou novo na cidade, mas observei que não estou vestido de forma adequada aos ambientes que vou freqüentar. Quem sabe você não possa me ajudar? – falou o moreno com uma voz educada e bem clara, terminando com um tom sugestivo na voz que não passou despercebido pela moça que sorriu de volta.
- Será um prazer ajudar-lhe. – a atendente disse sorrindo – Meu nome é Carol. Terei o maior prazer em lhe ser útil. – a garota acabou colocando bastantes ênfase na ultima palavra.
- Bem... – disse Harry – Na verdade, eu quero roupas para todas as ocasiões, entende?
- Sim, eu entendo Harry. Desculpe, posso chama-lo de Harry? – Perguntou Carol com um sorriso no canto da boca.
- De maneira alguma. – respondeu Harry – Agora, que tal você me mostrar o que tem para mim?
A partir daí o moreno passou por todos os departamentos da loja, sendo atendido por um sorriso educado das outras atendentes e um simpático de Carol. Ao sair da loja Harry estava quinze mil libras mais pobre, embora tivesse roupas para varias ocasiões, no momento Harry vestia uma roupa esportiva. O restante das roupas ele deixara na loja, dizendo que mais tarde ele iria busca-las. Carol disse que faria a entrega pessoalmente com o maior prazer, o moreno apenas sorriu de volta sabendo muito bem o que a mulher queria. Acenou para um táxi que parou imediatamente ao seu lado, e em seguida disse ao motorista que queria ir ver as corridas de cavalos, após alguns minutos de viagem o carro parou em frente ao hipódromo, pagou o taxista e ainda lhe deu uma gorjeta de 50 libras, que o motorista aceitou muito feliz.
Harry dirigiu-se imediatamente ao local de apostas e pegou um folheto dos cavalos que correriam no dia e quanto eles estavam pagando por cada um deles. Ele acabou usando todo o dinheiro que tinha apostando, o que dava uma soma de umas vinte mil libras, todas devidamente apostadas nos azarões do dia, apostou em três corridas diferentes e após pagar dirigiu-se imediatamente a um lugar onde ele poderia assistir as corridas. Quando as corridas em que ele apostara começavam ele transferia um pouco de energia para o cavalo em que apostava, tornando-os mais rápidos para ganharem as corridas. Ao final das corridas em que ele apostava o moreno saiu do hipódromo com pouco mais de quatrocentas mil libras, em seguida aparatou diretamente a um beco próximo ao hotel em que estava hospedado e dirigiu-se ao interior do mesmo. Do quarto o moreno ligou para o auxilio a informações e pediu o numero de uma imobiliária, em seguida ligou para a mesma e disse que estava interessado em comprar uma casa grande. Marcou uma visita para amanha seguinte, onde um corretor mostraria para ele as casas que eles tinham a disposição.
Logo depois o moreno aparatou próximo a escola onde supostamente estudava na África, e após entrar e conversar com o diretor pediu transferência para a escola de Hogwarts, com uma pequena bonificação o diretor fez ele mesmo o pedido de transferência para Hogwarts em nome de Harry Potter. Não demorou mais que alguns minutos e a resposta de Alvo Dumbledore apareceu em um pergaminho aceitando a transferência, mas que ele deveria fazer um teste de conhecimento no primeiro dia de aula para saber se ele estava apto a cursar o sétimo ano. Nesse momento o moreno quase riu pensando no que seriam os tais testes de conhecimento, Poções, Feitiços e Transfiguração, pensou com uma pontada de sarcasmo. Agradecendo o diretor da escola o moreno aparatou novamente em Londres e decidiu procurar por alguém especializado em materiais especiais, afinal precisaria de prata e também de outras armas para muito em breve.
O moreno andou a noite toda a procura de alguém de confiança, a cada traficante de armas que ele encontrava o moreno invadia a mente deles para ver se seriam de confiança ou não, mas ainda não tivera sorte, todos eram desgraçados que o trairiam sem pensar duas vezes. Até que encontrou alguém em Liverpool, com uma rápida olhada na mente dele descobriu que o homem era casado e tinha uma filha e um filho e que ele amava a ambos, aquilo era o suficiente para garantir a lealdade de um homem, pensou o moreno e adentrou o lugar onde o homem encontrava-se assustando-o que rapidamente sacou uma pistola e apontou para a direção do recém chegado, o moreno nem sequer se importou e caminhou na direção do homem.
- Quem é você e o que quer aqui? – perguntou o homem com a voz fria – Responda logo ou vai levar bala.
- Pode me chamar de Harry. – falou o moreno calmamente – Quanto ao motivo de eu estar aqui, eu vim fazer negócios, é claro. Mas é melhor você abaixar essa arma agora ou então você será um homem morto.
- É mesmo, pois parece que sou eu que estou armado e não você. – o homem disse com arrogância e confiança na voz. – Mas já que você quer fazer negócios, acho que podemos nos entender. – falou o homem abaixando a arma – Então do que se trata?
- Eu preciso de algumas coisas, coisas que apenas alguém como você pode conseguir. Embora eu também possa conseguir por mim mesmo, vou estar ocupado demais por um tempo, por isso preciso dos serviços de alguém. – disse Harry vagamente e então sacou sua pistola e mostrou-a ao homem.
O traficante de armas analisou bem a arma daquele estranho que entrara em sua loja, viu o formato dela, parecia uma Colt, mas era de um estilo diferente, nunca havia visto uma arma daquelas, mas era uma obra primas e percebera que o estranho chamado Harry tinha outra na coxa esquerda. Retirou o pente e surpreendeu-se com o conteúdo, balas de prata, nunca vira uma arma que possuísse balas de prata.
- É magnífica. – disse com a voz cheia de admiração.
- Obrigado, eu mesmo a modifiquei. – declarou Harry – Eu preciso de alguém que faça as balas para mim, da mesma maneira e do mesmo estilo. Acha que consegue?
- É claro que sim. – respondeu como se a pergunta o ofendesse – Mas vai custar uma fortuna fazer essas balas, afinal prata não é fácil de se encontrar a venda.
- Sabe como consegui-la em conta. – Harry disse com frieza e o homem estremeceu – Também vou precisar de algumas outras armas e munição, afinal não posso ficar usando balas de prata onde não são absolutamente necessárias. – então passou ao vendedor uma pequena lista de armas e bombas que ele precisava.
- Pretende começar uma guerra? – perguntou o homem espantado vendo a listinha que Harry lhe entregara. Fuzis, pistolas automáticas, metralhadoras, granadas, Napalm e outras coisinhas, assobiou surpreso – Isso vai custar muito dinheiro. 100 mil libras.
Harry olhou-o por um segundo analisando o homem então retirou o dinheiro da mochila que carregava e pousou-a em frente o homem que arregalou os olhos aturdido com todo o dinheiro que aquele homem depositava em sua frente.
- Não tem medo que eu traia você e fuja com o dinheiro? – perguntou o traficante com a voz surpresa, era muito dinheiro.
- Eu acho que você não vai querer fazer isso. – sussurrou Harry com a voz baixa e lenta – Por que se fizer eu caço você e sua família pelo mundo, não importa onde você se esconda eu vou encontra-lo e fazer você se arrepender de ter me traído, matarei seus filhos e sua mulher bem na sua frente só pra você poder se arrepender do que fez.
- Quem você pensa que é para me ameaçar desse jeito? – perguntou o traficante com a voz tremula de medo. Harry sorriu de maneira fria.
- Eu sou Hades. – respondeu o moreno, o traficante arregalou os olhos enquanto empalidecia mortalmente, qualquer um que estivesse envolvido com o submundo do crime conhecia o nome Hades, o nome do maior assassino que já pisara a face da terra – E pelo jeito você sabe quem eu sou e do que sou capaz, então pense bem antes de me trair ou pagara com as conseqüências. E é melhor manter o bico fechado também. – ameaçou Harry, em seguida lançou um feitiço de proteção no homem, feitiço que impediria que ele dissesse qualquer coisa sobre si mesmo a qualquer outra pessoa.
- Não vou dizer nada, pode confiar em mim. – garantiu o homem – A propósito, meu nome é Steve. E não vou trair você. Prometo.
- Em breve eu venho buscar as minhas coisas. – disse Harry e então saiu para fora e aparatou novamente próximo ao hotel, indo em seguida para seu quarto e após tomar um banho gelado o moreno deitou-se na cama e dormiu.
Na manha seguinte logo depois de acordar o moreno verificou seus documentos trouxas e os bruxos, todos conseguidas a bastante tempo. Havia completado dezessete anos no final de julho, agora estavam no final de agosto, em breve teria de ir a Hogwarts para a seguinte fase do plano. Saiu do hotel e aparatou próximo a imobiliária trouxa e então seguiu no carro com o vendedor que o levou para conhecer as casas que estavam a venda, passaram boa parte da manha vendo uma casa após a outra, mas nenhuma interessou ao moreno até que próximo das 11 horas da manha eles pararam em frente a uma enorme mansão. Era muito bonita e serviria perfeitamente ao que ele queria, ouviu o vendedor falar sobre a mansão que fora construída no ano anterior e pertencia a um casal que estava se divorciando, a casa nem chegara a ser usada. O preço era de 20 mil libras, mas Harry aceitou na hora, e após duas horas assinando papeis e acertando o pagamento finalmente a casa estava em seu nome.
Voltou ao hotel e pagou por suas estadias lá, juntou todas as suas coisas e partiu pra sua nova casa, depois de se acomodar o moreno ligou para a loja e falou com Carol, entregando-lhe o endereço de sua casa. Quando ela chegou, meia hora mais tarde, o moreno percebeu a surpresa dela e também o olhar predatória, sem pensar invadiu a mente dela e percebeu as intenções nada comerciais que ela tinha, ela queria aventura percebeu com um sorriso malicioso na face.
Depois de entregar as compras que ele fizera a mulher convidou-o para jantar com ela, o que ele aceitou prontamente, o moreno ficou impressionado porque ela mesma cozinhou, tinha até mesmo trazido os ingredientes da própria casa. Após o jantar as coisas esquentaram e antes que Harry pudesse articular qualquer coisa já encontrava-se na cama com ela. Harry deixou de pensar e apenas aproveitou a noite com ela, depois de varias horas o moreno estava exausto e satisfeito. Que mulher, pensou ele enquanto adormecia. No dia seguinte colocaria a fase final de seu plano em ação.


N/A: segundo capitulo postado. Eu sei que ainda esta curto, pessoal, mas a partir do próximo os capitulo serão maiores. Mas eu postei antes. Abraços.
Agradecimentos especiais:
¢£³ Deco: os capítulos vão aumentando conforme a fic vai indo. Esse Harry será bem difícil de se conviver sim, por que ele pensa e age de uma maneira completamente diferente do as pessoas estarão acostumadas, o que vai gerar leves problemas. Abraços.
Trinity: que bom que gostou, espero que goste desse capitulo também, o Dumb vai penar na mão do Harry, isso sim. E o Harry não vai lutar sozinho não, mas isso fica mais pra frente. Quanto a vida passada do Harry, as informações vão surgir aos poucos no decorrer da fic. Beijos.


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