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4. cap 4


Fic: Até que o sexo nos separe Teminada 09.08


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/a: chateada com vcs... quase nnguem comenta... ç.ç mas eu posto mesmo assim.. só pra esclarecer... essa fic é do meu irmão oks!? se fosse por mim.... p Draco seria o namorado dela e o Rony o marido xD.. Continuem comentando /*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/* De mãos dadas, caminharam pelo corredor. - Este é o quarto dos meus pais - ela disse, mostrando uma porta fechada. Depois indicou a porta do quarto de hóspedes e a última porta do corredor era o do seu. Hermione abriu-a, mandando que ele entrasse primeiro. - Nada disso - ele disse e, abaixando-se, pegou-a nos braços. Ela sentiu-se frágil nos braços fortes do namorado, que a carregou para dentro do quarto, depositando-a com cuidado sobre um tapete felpudo ao lado da cama. Em seguida ele deu uma panorâmica completa e gostou do que viu. - então este é o seu quarto? - Onde eu durmo, sonho com você e passo a maior parte do dia. Aqui eu estudo, ouço minhas músicas e tambem falo com você pelo telefone. Sobre a mesinha de cabeceira ele viu o telefone e sobre um móvel uma grande quantidade de bichos de pelúcia, de todos os tamanhos. Caminhou até o móvel e pegou na mão o que lhe pareceu mais simpático. Era um urso, que estava levemente perfumado. Então ele o cheirou, comentando: - Ele tem o seu cheiro. - Também pudera, eu durmo agarradinha com ele! - Ah, é? E eu posso saber como a senhorita costuma dormir? - Ás vezes de camisola longa e ás vezes nuazinha, quando esta muito calor. Mas o baby esta sempre agarradinho comigo. - Ele tem mais sorte do que eu - comentou o rapaz, caminhando até uma porta. Chegando lá, abriu-a. Ali era o banheiro, com uma enorme banheira. - Nessa banheira você costuma tomar aqueles banhos de espuma... - Perfeitamente. Adoro. Fico quase duas horas mergulhada aí dentro, e chego até a cochilar. Ele fechou a porta e se dirigiu para a janela, fechada somente com o vidro. Puxou um pouco a cortina e olhou através da fresta. Via-se o quintal da casa vizinha, onde um rapaz, vestindo apenas um short, estava lendo, sentado em uma espreguiçadeira. - Quem é o mancebo? - perguntou Rony. Hermione se aproximou e, encostando-se ao namorado e espichando a cabeça por sobre um dos seus ombros, olhou com cautela e respondeu: - É o Draco. - você nunca me falou dele - comentou o rapaz, continuando a olhar o vizinho, que parecia absorvido na leitura. Rony observou que, do lugar em que o rapaz se encontrava, dava para ver perfeitamente a janela do quarto de Hermione, e ele até mesmo teria condições de vê-la se trocando, caso ela deixasse a janela aberta. - Não falei porque nunca entramos nesse assunto de vizinhos. Vizinhos existem em todas as partes do mundo. Draco é um bom rapaz. - Você conversa muito com ele? - a pergunta saiu séria. Hermione estranhou a atitude de Rony. Ele jamais se mostrara ciumento. Agora não tinha o mínimo sentido aquele questionário. - Ás vezes, nós nos cumprimentamos quando eu saio á janela e coincide de nos vermos. E tambem quando eu chego da faculdade... – Hermione abraçou a cintura do namorado, esfregando a cabeça contra seu tórax. - para mim Draco não significa absolutamente nada. Ele é apenas um vizinho. O meu homem é você, Rony. Mas Rony estava sério. Parecia aborrecido. - Sabe o que eu acho Hermione? Você ao menos poderia ter dito... - Hermione deu um passo para trás, desconhecendo Rony. - Eu não via sentido em falar sobre o Draco. A família dele se mudou para esta cidade há dois anos, muito antes de eu conhecer você. E, se quiséssemos namorar, não faltou oportunidade. Rony sentou-se na beirada da cama, e Hermione, pressentindo que a tarde estava estragada, sentiu uma forte dor no peito e não teve condições de segurar as lágrimas. Tinha raiva de si mesma, porque não queria fazer aquele tipo de cena diante de Rony. Mas não teve como evitá-la. As lágrimas escorriam livremente pelas suas faces, manchando o vestido. Arrependido, Rony se levantou apressado, limpando-lhe o rosto com o lenço e beijando-a em seguida. - Desculpe amor. Acho que agi como um garotinho ciumento. É que sou louco por você, garota. - E eu por você, seu bobinho - e ela forçou um sorriso. – não troco você nem por mil Dracos... Ele beijou-lhe os olhos, as faces e, finalmente, os lábios, e Hermione os entreabriu, para dar passagem á sua língua, que lhe perscrutou toda a boca, brincando com a sua própria língua e em seguida lambendo os seus dentes, e, pouco a pouco, foram se inclinando para a cama. Hermione correspondia ao abraço e ao beijo com todo o seu furor, sentindo que ele começava a lhe erguer o vestido. Repentinamente, ela começou a ser invadida pelo desejo, ao sentir a mão de Rony diretamente sobre a sua pele. Parecia que a região púbica estava começando a se incendiar e alguma coisa formigava em sua vagina, como se tivesse pequenos bichinhos a beliscá-la. - Me deixe tirar - ela pediu, então, com o corpo trêmulo, retirou o vestido por sobre a cabeça, jogando-o para o lado. Rony se levantou, ficando em pé ao lado da cama, mas, num gesto instintivo, Hermione cruzou as pernas, escondendo sua flor do sexo, ao mesmo tempo em que cruzava os braços por sobre o busto. - Descruze as pernas, amor, e os braços tambem. eu quero vê-la por inteiro, para saber como você é. - Não tem graça, Ronald. Eu tenho vergonha. - Deixe disso, querida. Vamos, abra as pernas, quero ver a maravilha que você esconde dos meus olhos, mas que eu já senti o paladar. Muito lentamente, Hermione foi descruzando os braços, e ele pode ver seus magníficos seios que, embora ela estivesse deitada, mantinham-se eretos, com os biquinhos endurecidos, como se pedissem caricias. Então Rony percebeu que Hermione estava excitada, pois a respiração dela estava um tanto descompassada e seu olhar estava meio esgazeado, e ele conhecia muito bem aquele tipo de expressão nas faces femininas. - Agora a parte de baixo - ele disse, fazendo um sinal com as mãos para que ela descruzasse as pernas. Como fizera com o busto, o descruzar das pernas tambem foi lento. Mas não o bastante, para que Rony se desse por satisfeito. - mais, amor... Mais... - pediu ele, fazendo um gesto com as mãos, indicando o que desejava que ela fizesse. Ela o atendeu e ele viu o bastante. A penugem triangular escondia no seu bojo aquela vagina que ele conhecia tão bem através do tato e do sexo oral, mas que jamais pusera os olhos. Inteiramente nua e exposta, Hermione era uma visão maravilhosa, quase um sonho. Seu corpo moreno, já branqueando devido à falta de sol, era perfeito. Parecia desenhado com um compasso por um exímio artista. O ventre achatado se afigurava a Rony como um repouso para sua cabeça. As coxas roliças, grossas e afastadas uma da outra, eram duas autênticas colunas gregas, sustentando aquele corpo de sonho. - Tire a roupa - pediu ela. - Aqui? - ele perguntou, começando a abrir o zíper da calça. - Sim, aí. Onde eu possa vê-lo por inteiro. Rony não se fez de rogado. Hermione tambem tinha todo o direito de vê-lo nu. Ele então tirou a calça, ficando somente com a cueca e a camisa. Depois a camisa foi retirada e jogada sobre a cadeira, em cima da calça, e ele sentou-se para tirar o sapato e as meias e, quando se dispunha a ir para a cama, Hermione interveio. - Nada disso. Agora tire a cueca. Só depois é que virá para a cama. Meio a contragosto os polegares se encaixaram na base superior da cueca, que formava uma grande protuberância a sua frente. E, pouco a pouco, ela foi descendo... Descendo, e Hermione estava com o olhar pregado naquilo que ele lhe revelaria ao retirar a cueca. lógico que ela já o tivera muitas vezes nas mãos e na boca, mas jamais o vira, a nu.. Quando o membro em ereção saltou para fora da cueca, com a grande cabeça apontada na sua direção, Hermione pode vê-lo em todo o seu esplendor. - E então? Já posso ir para a cama? - ele perguntou com malícia. - Agora pode - respondeu ela, tambem com malícia na voz. Ele deitou sobre o corpo de Hermione, principiando a lhe esfregar o membro endurecido contra a coxa, e depois contra seu sexo, e ela lembrou-se que aquela era a primeira vez que sua vagina, ou melhor, seus pêlos púbicos tinham contato com um membro masculino. A vagina ainda achava-se protegida pelo tucho de pêlos que a cobria. E, mesmo com Hermione estando com as pernas bastante abertas, não dera para Rony vislumbrar sua feminilidade. Muitas vezes Hermione sonhara com o momento de ter Rony em seus braços, em sua cama, ambos nus, um sentindo o corpo do outro, com seus seios amassados - exatamente como estavam naquele momento - contra o tórax largo e forte, e o membro cutucando-lhe as coxas e o sexo... Sem conseguir se conter, ela levou a mão até o membro, segurando-o entre seus dedos macios e trêmulos. - Me deixe vê-lo - ela pediu com a voz quase sumida. Rony então se afastou um pouco, atendendo ao desejo da namorada. Depois inclinou a cabeça e seus olhos viram o carinho com que ela lhe segurava o pênis, enquanto sentia a carícia suave daqueles dedos. - Ele é lindo, meu amor - ela comentou, abaixando a cabeça para aplicar um beijo de sucção na cabeça saltada e brilhosa. Rony sentiu o efeito da sucção e não reprimiu um longo gemido. - Você tem lábios de mel - elogiou ele. Mas Hermione, não suportando apenas beijar a cabeça, tomou-a por inteiro, afundando a cabeça e fazendo com que o membro fosse penetrando em sua boca. Como ele era um pouco grande, ela fez como sempre fazia, entortou um pouco a boca, de modo que a cabeça do pau de Rony se encostasse em sua bochecha. Ele o comprimiu e ela certamente ficou com a bochecha saltada, como se estivesse com dor de dente. Ela começou um movimento de vaivém com a cabeça. E, toda a vez que o membro avançava, se encostava com certa violência contra a bochecha de Hermione, mas essas estocadas eram provocadas por ela mesma, que delirava ao sentir a carne da glande de encontro á sua Bochecha. Ela não tinha intenção de prolongar por muito tempo a carícia, pois sabia, de experiência própria, que a ejaculação não demoraria nada, e era o que ela não queria naquele momento, porque não podia desperdiçar semên em hipótese alguma. Já desperdiçara demais, pensava ela, por isso parou com a fenação. Rony empurrou gentilmente o corpo dela, que se estendeu de comprido na cama, apoiando a cabeça no grande travesseiro. E desta vez, sem ele precisar pedir, Hermione afastou ao máximo suas coxas. Extasiado, ele ficou olhando para a penugem levemente úmida das secreções que Hermione já liberava com certa abundância. Depois se ajeitou entre as pernas dela e começou a acariciá-las com ambas as mãos, a partir dos pés. Foi subindo, passando pelos joelhos, e continuou a partir daí, mais lentamente. A coxa quente recebeu a pressão dos seus dedos e o alisar da palma de suas mãos, que, por sua vez, sentia a maciez delas. Inclinou-se para beijá-las e lambê-las, sentindo-as meio salgadas. Deu alguns beijos com um pouco mais de violência e arriscou ate pequenas mordidas, que foram recebidas com agrado por Hermione, que correspondia se remexendo toda sobre o lençol - Ai, meu amor... Beije-me... Morda-me inteira... - ela dizia a meia voz, enquanto não parava um só segundo com as nádegas de encontro ao lençol, que já começava a ficar úmido e amarfanhado. - lamba a minha pele... Lamba... - ele atendeu de pronto àquelas súplicas e era-lhe ate um prazer lamber, beijar e ate morder aquela parte carnuda das coxas, de onde já podia sentir o forte odor da vagina, que já se achava em ponto de bala. E depois de se fartar com as coxas, deixando-as indelevelmente marcadas pelas suas carícias, Rony continuou a escalada rumo ao túnel do amor. Mas não aconteceu aquilo que Hermione imaginava. Rony apenas lambeu por cima aquela penugem, continuando em direção ao ventre. E, no momento em que ele lambia os pêlos, a vagina deu sinal de vida, e ela não pôde conter as contrações dos seus nervos, que imploravam por receber pela primeira vez um membro em seu bojo. Hermione agora gemia um pouco mais alto, pois podia liberar completamente os seus instintos, uma vez que seus pais não estavam em casa e a casa vizinha, como a dela, ficava bem no centro do terreno. - Ai, amor... Como eu estou feliz... - ela murmurou, passando as mãos pela cabeça do namorado, desalinhando seus cabelos. - Ainda vou fazê-la mais feliz, Hermione - ele disse, se erguendo um pouco e olhando para a namorada, que mantinha os olhos fechados e a boca ligeiramente aberta. Os lábios de Hermione estavam mais grossos devido a tensão que a invadia naqueles minutos em que se entregavam as mais doces carícias. Eram as preliminares para o grand-finale, e Hermione, ao mesmo tempo em que estava inquieta, aguardando esse momento supremo,queria que ele se distanciasse ao máximo, a fim de gozar daquela doce intimidade do corpo do homem a quem amava e usufruindo suas enobrecedoras carícias. Rony lambeu e beijou o ventre liso, depois deteve-se sobre o umbigo, enfiando-lhe a língua, cavocando-o. Ela soltou um grito um pouco mais alto, uma vez que o ventre e o umbigo faziam parte de suas regiões erógenas. Depois Rony subiu em direção aos morros gêmeos, detendo-se um pouco mais, para poder dar um trato completo em ambos. Era a primeira vez que eles se ofereciam daquela forma a sua boca. Ele primeiramente tomou o seio da direita, como se quisesse engoli-lo por inteiro. Mas, por muito que se esforçasse, o que conseguiu foi que a pele sedosa escorregasse e seus dentes marcassem a pele tenra com estrias mais ou menos profundas. Foi então que se concentrou nos biquinhos, que chamavam a sua atenção, porque eles pareciam um pequeno seio em cima do outro. A protuberância dos mamilos era algo formidável em Hermione, que os tinha bem desenvolvidos. Rony se fartou neles e depois foi para os lábios, que, durante todo o tempo, mantinham-se entreabertos a fim de facilitar a respiração. Hermione lhe segurou as faces, aplicando-lhe um beijo violento, a ponto dele sentir o gosto de sangue. - Quero ser sua! - e ela mal conseguiu pronunciar as palavras, tal o estado de delírio em que se encontrava. - venha querido, entre em mim. Embora ele a cobrisse com seu corpo, não tomou nenhuma iniciativa. E Hermione sentia um fogo insuportável queimando-lhe a vagina, que implorava pela penetração. Ela alargou o quanto pode o campo de ação para o namorado, afastando ao máximo uma coxa da outra. Embora nunca houvesse praticado o coito, não era nenhuma ignorante sobre o assunto, afinal, vira casais se amando em revistas pornográficas, que tinham livre trânsito entre as colegas da faculdade. Foi com certa surpresa que ela sentiu que a cabeça do pau cutucava-lhe a entrada da vagina, suficientemente lubrificada. O membro assemelhava-se a uma seta incandescente que lhe estivesse furando as entranhas. Sabia que em breve ele lhe furaria a membrana que dividia sua vida entre moça e mulher. Para facilitar a tarefa de Rony, Hermione lembrou-se de uma posição que vira em uma das revistas, então cruzou as pernas em torno das costas dele, enquanto projetava o corpo para frente, como a intimar uma entrada mais rápida. Mas Rony estava sendo extremamente gentil, porque não queria causar nenhum trauma em Hermione, pois tambem desejava que aquele dia fosse lembrado com extremo carinho, e não como algo dolorido e grosseiro. Foi quando aconteceu o que não podia acontecer: o som de algo batendo na janela do quarto chamou a atenção de Rony, que parou de se movimentar e perguntou: - O que é isso? - viu que as faces de Hermione estavam brancas como o leite. - do que se trata? - ele perguntou sério, encarando-a. O membro dentro de Hermione pareceu murchar um pouco. E toda a tensão que a invadia ate momentos atrás pareceu desaparecer por completo. Estava ate um pouco fria. - Não... Não sei... - balbuciou ela. Nisso, outra vez. Uma pequena pancada, que agora Rony identificou bem. Era como se alguém jogasse pedrinhas no vidro da janela. - Estão jogando pedrinhas em sua janela - ele disse, saindo de cima dela. Hermione sentiu-se terrivelmente mal, como se, de repente, ficasse completamente vazia por dentro, e tambem sentiu-se ridícula por estar nua sobre sua própria cama. Era como se, de repente, caísse na realidade. Olhou para Rony, que estava de costas para ela, sentado na cama, com as pernas para fora, sem dizer nada, parecendo extremamente nervoso, passando a todo o momento a mão esquerda pelos cabelos. Hermione não sabia o que fazer, sentou-se no lugar em que estivera deitada e estendeu uma mão para tocar em Rony, mas parou a meio caminho e cobriu-se com o lençol ate a altura do busto. Nesse momento o ruído repetiu-se, e Rony voltou-se para ela. - Como é não vai ver o que seu vizinho quer? - Ora, Rony, por favor... - os olhos dele faiscaram. - Por favor, o quê, Hermione? O que você quer que eu diga? Então é assim que vocês se comunicam: quando ele quer lhe falar atira pedrinhas em sua janela e você corre prazerosamente para ver o que ele quer? O que Hermione iria dizer? Ela estava completamente muda. Era como se o seu mundo estivesse desmoronando. Aquela tarde, que deveria ser a mais feliz de sua vida, estava se transformando na mais terrível. - Atenda esse idiota! - ele exclamou, elevando um pouco a voz. - ou quer que eu mesmo apareça na janela? Mas cubra-se antes, porque eu imagino que você não esteja acostumada a aparecer sem roupa... Rpny mal terminou de falar e levou uma bofetada de Hermione, que pulou da cama, colocou ás pressas o vestido e correu para a janela, sentindo-se mais aliviada depois de esbofeteá-lo. Afinal, ele não tinha o direito de ofendê-la daquela forma e ficar tudo por isso mesmo. Daí, ela estaria admitindo tudo o que ele estava dizendo. Ela correu a cortina, ergueu o caixilho e forçou um sorriso. - Eu pensei que você não estivesse no quarto e ja ia para a frente da casa. - Ah, então o filho da p*** costuma vir aqui quando você não corre a atendê-lo. - Eu não estava mesmo - mentiu ela. - só ouvi esta pedrinha. Por quê? Você já havia atirado outras? - Sim... - Eu estava vindo para o quarto. - Isso não tem importância. Eu queria lhe dizer que estou adorando o livro que você me emprestou. O sangue desceu para os pés de Hermione. Rony andava de um lado para o outro, com vontade de aparecer na janela, e teve que se controlar bastante para não fazer um escândalo. De qualquer forma, ele não queria comprometer Hermione, pois a amava e não faria nada para prejudicá-la. - Tudo bem - ela disse, forçando um sorriso. - fico satisfeita que você tenha gostado. - Mamãe disse que seus pais viajaram e então manda convida-la para jantar aqui em casa. - Filho de uma p***! - resmungava Rony ao lado da janela. - diga a esse desgraçado que você já tem um compromisso com o seu namorado. Certamente Draco não estranhou o tempo que ela levou para responder. imaginou que ela estivesse refletindo. - Diga para dona Norma que eu agradeço muito, mas que já combinei jantar na cidade com o meu namorado. - Ah, é? – para Rony a voz de Draco pareceu meio decepcionada. - eu não sabia que você tinha namorado, Hermione. Então desculpe a minha ousadia, tá? - Tudo bem, Draco. Agora me da licença que eu preciso entrar. - Pois não, Hermione. Depois a gente se fala. Hermione abaixou o caixilho da janela e novamente fechou as cortinas. Voltou-se lentamente, encostando-se a cortina. Rony, que estava ao seu lado, olhando-a, viu que a sua reação não era a que ele esperava, pois ela ria gostosamente. Ele então ficou completamente descontrolado e desarmado. - Posso saber do que a senhorita esta rindo? - perguntou sério. Hermione agora olhava para ele, que estava nu e com o membro flácido, pois seu tesão havia ido para a cucuia. - Eu estou rindo do seu papel ridículo, Rony - ela disse. E, ato contínuo, atirou-se em seus braços, beijando-lhe a face esbofeteada. - desculpe, meu amor. É que você conseguiu me tirar do sério com esse seu ciúme besta. Então você acha que eu iria dar bola para esse maricas? - Maricas? Por quê? Ele não tem isso? - e segurou seu membro, que já começava a dar sinais de vida. - Deve ter, não sei, porque nunca vi e nem estou interessada. Draco é apenas bom vizinho. - Tão bom vizinho que nem sabia que você tinha um namorado firme. - simplesmente porque não acho que eu tenha que dar satisfações da minha vida íntima para vizinhos. Se um dia esse tipo de assunto tivesse pintado em uma conversa, é lógico que eu teria dito. - E esse negócio de jogar pedrinhas? É sempre assim? - É tão romântico, você não acha? É que um dia ele estava aqui em casa com os pais dele e na tv estava passando um filme em que dois vizinhos se comunicavam dessa forma. Só que a moça tambem jogava pedrinhas na janela do rapaz, mas isso eu jamais fiz. Hermione se ajoelhou diante de Rony e pegou nas mãos o pênis que ja estava mais ou menos duro. - Agora, que tal voltarmos para a cama e terminarmos o que apenas começamos? - Vamos, levante-se! - ele ordenou. Hermione foi se erguendo e raspando seu corpo contra o de Rony, sentindo através do tecido do vestido a potencialidade do membro que já havia alcançado sua total ereção. - sabe que você foi salva pelo gongo? - disse ele. - a estas horas o serviço já era para estar pronto. - Quem perdeu com isso fui eu. - Hermione tirou novamente o vestido, jogando-o longe. E, de mãos dadas, regressaram a cama. Deitaram-se um ao lado do outro, olhando-se intensamente. Hermione lembrou-se do pensamento que havia tido naquele momento: " o que ele estaria pensando?" como toda mulher, Hermione tinha um sexto sentido, e Rony não a enganava. Alguma coisa não ia bem. O caso Draco não estava encerrado em sua mente. Mas ela, pelo menos momentaneamente, procurou passar uma borracha em tudo aquilo, procurando gozar ao máximo aqueles momentos, que seriam os únicos em sua vida de moça.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Adorei *---*

Nota: 5

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