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3. Não desse jeito...


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


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A semana se passou rapidamente sem nenhum comentário a mais sobre o jantar e Hermione, apesar de não falar nada, sentia-se realmente curiosa com o que Malfoy queria falar num jantar! E pior, não falar mais nada como se tivesse desistido. Mesmo assim trabalharam em paz, fazendo um comentário aqui, um sorriso ali e na manhã de quarta-feira Draco não parava de olhar de modo indagador para Mione, pois ela estava com o cenho franzido, vários papeis na mão e falando baixo sem parar numa conversa consigo mesma que irritava qualquer um. – Eu não sei. Está tudo tão complicado. Aconteceu alguma coisa. Esses meninos... – e assim continuava falando, falando e falando.

- Granger?

- Eu não acho que esteja normal...

- Grangeeerrr?

- Oi, oi, o que foi?

- Você está me dando nos nervos com sua conversa interessantíssima.

- É que tem muita coisa estranha acontecendo.

- Tipo?

- Tipo umas crianças estão muito estranhas. Todas estão fazendo as mesmas coisas de errado.

- E o que é?

- Estão...torturando os pais!

***

A claridade adentrava o quarto iluminando a cama muito confortável com seus tecidos brancos como a neve. O quarto era bem arrumado e decorado com um espelho de moldura dourada em frente a porta de saída e uma poltrona de veludo na cor preta ao lado a cama. Possuía também almofadas espalhadas pelo tapete que circundava a cama e havia também uma outra porta em frente à poltrona que levava ao banheiro e ao closet. Era tudo muito tradicional assim como sua criação...

Abria os olhos bem devagar se agarrando ainda mais com o travesseiro e olhando para a janela se perguntou por que ainda não colocara uma cortina escura. Girou o corpo e fixou o olhar na poltrona lembrando de uma cena que não se lembrava há muito tempo.

Granger corria sem parar com os livros na cabeça para fugir da chuva forte que caía. Estava estudando nos jardim bem distante do castelo. Entrou sorrindo e ofegante fazendo um movimento com a varinha para secar os livros e a si própria. Andou mais um pouco e decidiu ir a cozinha para pegar algo para comer, era 10:30 da manhã e não tinha tomado café.

- Granger, se eu fosse você não iria pra cozinha agora não – falara Draco com uma expressão de dó. (Dó, como se fosse possível!).

- Por...? – Hermione olhara intrigada para o loiro.

- Você não vai gostar das pessoas que acabaram de entrar lá.

- Ah – suspirara baixando a cabeça.

- Vem comigo, eu tenho umas guloseimas aqui – Draco dera um sorriso de canto.

Hermione já se acostumara com o novo Draco e esboçou um leve sorriso acompanhando seu colega a uma sala vazia. O loiro abriu um saco contendo chocolates e outro com doces de leite, jogara para a morena enquanto ela sentava no chão.

- Ai! – alisava a cabeça na área atingida pelo chocolate.

- Você fica bem mais...atrativa com roupas pretas – ruborizara e Hermione engasgara-se com o doce.
Ela não respondeu nem o olhou para evitar maiores constrangimentos e ele... Digamos que ficara ausente. Queria se tornar um altista pelo visto, já que seu cérebro parou de vez de ser aliado a ele e agia por conta própria. Estava assim, ele mandava informações para a boca (Draco falava que nem percebia o que estava dizendo) e mandava para as pernas (só iam aonde Hermione se encontrava).
Depois de uns longos minutos...

- É...Malfoy?!

- Diga – ainda olhava para o teto.

- Só você mesmo pra me deixar assim. – ela nem se dera conta da vermelhidão e o suor que se formara no rosto do loiro.

“Pense em algo para dizer” resmungava mentalmente.

- Bem, já vou! – levantara do chão. – Obrigada mais uma vez.

- Você não tem o que agradecer – falara triste.

- O que foi que aconteceu? – Hermione notara o tom de voz abatido.

- Você já sentiu um arrependimento tão intenso que não quer nem lembrar do acontecido?

Hermione franziu o cenho.

- Não queria ter passado esses anos todos sem você. – Draco sentiu o coração quase sair pela boca.

Hermione continuava com o cenho franzido.

- Fala alguma coisa, ou então vai pra onde você tava indo agora a pouco. – tentou parecer displicente.

- Se alguém soubesse disso, – Hermione falara séria. – diria que você estava louco e mandava direto para o St. Mungus. E outra coisa, eu sempre estive aqui bem ao seu lado todos esses anos.

- Não desse jeito... – olhara para os lábios dela.

Hermione sorriu e abriu a porta da sala, Draco a alcançou e segurou na cintura dela puxando-a pra si e ela ainda de costas encostou-se nele virando somente o rosto para ficar cara a cara com o loiro. Ele logo a beijou devagar, aproveitando cada segundo, sentindo os lábios frios dela se aquecerem aos poucos com os lábios dele.

Fechou os olhos, dando um leve sorriso, triste, mas um sorriso.
Levantou-se e foi tomar banho. Desceu sem pensar em muita coisa, somente no trabalho pela manhã.

Aparatou no ministério – B-dia!
- Dia, Malfoy! – uma mulher de cabelos loiros encaracolados se encontrava a porta da sala de Draco. – Estava te esperando!

- Granger não chegou? – Draco olhava a sala preocupado. “Ela sempre chega na hora” pensava.

- Não é com ela que quero falar. – sorria fazendo charme – É com você mesmo.

Draco parou de arrumar a mesa, analisando a senhora.

- Comigo? Eu não tenho poder nenhum aqui, só faço o que me mandam.

- E é por isso que estou aqui. – deu uma piscadela.

Malfoy sentou-se e fez menção da cadeira a sua frente para a senhora sentar.

- Bem, eu me chamo Kika Kelvin. – pausou ajeitando-se na cadeira – Eu faço parte da Superintendência do Ministério. Sou encarregada de averiguar os trabalhos das pessoas que fazem parte do Ministério.

Draco ainda a analisava.

- Eu recebi uma correspondência do ministro dizendo que você estava trabalhando aqui e da...promoção da senhorita Granger. – sorriu ao ver a expressão do loiro que foi de uma desconfiança só. Draco olhava a porta inúmera vezes esperando a sua colega chegar.

- Calma Malfoy. Ela não irá chegar agora. Se ela estivesse aqui, não estaríamos tendo esta conversa. – ficou séria. Draco a encarou. – Acredito que a senhorita Granger esteja cumprindo suas atividades corretamente, porém eu tenho que garantir aos meus superiores isso. Então é aí que você entra... Ficará de olho nela pra mim.

- Nunca! – o loiro respondeu sem pensar fazendo a loira rir abertamente.

- Eu não estou pedindo. – bateu com a mão na mesa repentinamente. – Sei de tudo sobre você e sua mãezinha. Não me tire do sério... – retirou-se da sala.

Malfoy olhava a porta fixamente pensando no que aquela mulher seria capaz de fazer e por que logo ele tinha que olhar Hermione ou pior, o que ela estava fazendo que possa afetar a superintendência.

Bom dia, Malfoy! – Hermione entrou na sala assim que a mulher saiu.

Malfoy a olhou pálido e com um aceno de cabeça a cumprimentou.

Incrível, Malfoy! Casos e mais casos de crianças que torturam os pais estão chegando e o pior, todas alegam que não se lembram de nada.
Já mandou alguém para averiguar? – olhava os papéis sobre a mesa fingindo ler.
Claro. Temos pessoas especializadas nisso. – Hermione o olhava desconfiada. – Vai dizer que você não sabe que temos...humm..assim...agentes?

Draco a olhou sem levantar a cabeça permanecendo sério. – E quem seriam estes...agentes?
Ah! Isso não posso falar...eu não sei.

* * *

A ruiva estava sonolenta ao entrar na cozinha. Não viu ninguém em casa, só um bilhete havia em cima da mesa:
“Gina minha querida, saí para fazer compras. Hoje vamos fazer uma festa, é o aniversário de Harry.”

“Minha nossa! Esqueci.” – Gina despertou da sua sonolência.

Tomou café e saiu para comprar algo para dar de presente a Harry. Sentiu-se estranha em estar participando novamente da vida dele, afinal, desde que iniciou o namoro com Dino que ele não permitira mais a aproximação dos dois.

Gina estava apreensiva com o que comprar e logo que decidiu o objeto a ser dado, resolveu ir embora para casa. Tinha que estudar para um experimento, ela trabalhava em um laboratório de estudos para criação de poções e feitiços.

Chegando em casa, sua mãe já se encontrava na beira do fogão fazendo várias comidas, dentre elas estava o pudim de caramelo que Harry tanto gostava, ela aspirou o cheiro devagar sentindo uma sensação de alegria e pensava nos beijos que ela e o moreno haviam dado com este sabor quando outro odor a fez chegar para mais perto da pia onde se encontrava um recipiente sujo. O pegou e levou mais perto de seu nariz para cheirá-lo melhor, a senhora Weasley a observava pelo canto do olho.

- Isso... – cheirou mais um pouco. – Isso é licor da paixão? – estranhava.

A mãe sorriu afirmando.

- Faz tanto tempo que não vejo...

- E nem toma. – interrompeu a mãe – E ainda assim não esquece o cheiro, não é? – piscava um olho sorrindo. – Aposto que ainda consegue dizer todos os ingredientes!

Gina olhava a mãe desconfiada e envergonhada por lembrar da vez em que ela tomou uma dose desse licor e quase se jogou nos braços de um primo dela chamado Clemente, que não tinha beleza nenhuma para agrada-la – Mãe o que a senhora quer com isso? – perguntava desafiadora.

- Calma, Gina. Eu fiz para Carlinhos levar para a loja dos seus irmãos. – achava engraçada a postura da filha, sempre com uma pulga atrás da orelha. – Vamos minha filha diga quais são os ingredientes!

A ruiva levantou os olhos em sinal que queria se recordar e deu um sorriso triunfante. – Para cada litro de licor têm-se meia xícara de amoras, meia xícara de morangos, duas pétalas de rosa vermelha e uma pétala da branca, duas gotas de baunilha e um copo pequeno de mel das fadas. E se quiser deixar um pouco mais forte o efeito, coloca-se um copo e meio grande do mel e duas colheres de essência de pimenta.

Molly levou uma mão a cabeça e falou em tom baixo. – um copo e meio de mel e duas colheres de... – Gina fez sinal de legal com o polegar. – Ai Merlin!

- Mamãe?!

- Eu coloquei dois copos do mel e duas colheres de pimenta...

- Hahahahaha. A senhora deixou mais forte ainda o “fogo” que a pessoa sente quando toma. Onde estão as garrafas com o licor?

Carlinhos já levou. – falou preocupada.
Humm. E pra que os gêmeos queriam essa bebida?
Vão dar uma festinha depois do jantar lá na loja.
Ih mãe, esta festa vai pegar fogo! – Gina ria da preocupação da mãe.
É, quem sabe você toma de novo e se agarra com seu priminho Clemente, ele está vindo pra cá. – agora a mãe sorria ao ver o sorriso da filha se desfazendo.
Nem morta! – ela gritava – E logo no aniversário de... – virou-se para a porta e não completou a frase, Harry estava em pé a porta com um malão nas mãos.
Meu querido! – exclamava Molly – Que bom que chegou!
Ele tem o segredo para passar a nossa segurança é mãe? – Gina não se conteve por saber que ele tinha livre acesso e que ela teria que ter cuidado ao falar qualquer coisa em sua casa.

- Claro, ele é como meu filho também – Molly olhava com reprovação para Gina. – E além do mais, confio as nossas vidas a ele. Não tenho nada a temer.

Harry sorria com o modo que a senhora Weasley o tratava. Ele se sentia definitivamente da família, e por ele isso seria selado através da ruivinha geniosa que agora se sentava a mesa beliscando algo para comer. Harry sentou-se também deixando o malão no chão e se servindo de uns biscoitinhos de canela com geléia de damasco. Gina o olhou de esguelha ainda séria, mas seu coração transbordava de alegria. Sentia-se feliz novamente.

Logo a ruiva terminou o seu lanche e se pôs a ajudar sua mãe. Harry admirava os longos cabelos dela e suas pernas bem torneadas e limpas, livres de qualquer mancha.

- Minha querida vá estudar. – Molly pedia a filha.

- Não, primeiro eu a ajudo e depois dou uma olhadinha nos livros.

- Se fosse a Hermione, traria o livro para a cozinha. – entrou na conversa o rapaz.

Gina sorrindo se apoiou no balcão, virada para ele fez um floreio com a varinha e dois livros de capas roxas vieram parar na mesa. – Pronto! Agora você vai ler alto para mim, os capítulos dezenove e vinte do volume um e o capítulo seis do volume dois.

Harry abriu os livros com a expressão “quem mandou falar” e começou a leitura. Ele estava disposto a tudo para ter Gina de volta.

***

Draco lia rapidamente umas anotações que Hermione havia feito e que se encontravam espalhadas pela mesa. Ele aproveitava que Hermione tinha saído para falar com o chefe Klaus.

- Malfoy, algum problema? – Hermione tinha voltado rapidamente.

- N-não Granger – tentava disfarçar o susto e o medo sentando-se na sua cadeira.

- Eu esqueci de perguntar. – deu a volta na cadeira de visitantes e sentou a beira da mesa de Malfoy ficando bem perto dele – Quem era aquela mulher que falava com você assim que cheguei aqui?

Faltou ar a Draco – Ela...era...é da superintendência do ministério – resolveu falar a verdade nesta parte já pressentindo a próxima pergunta.

- Superintendência?! E o que ela queria?

- Bom, ela soube que eu estava trabalhando aqui então veio...vistoriar – tentou falar a verdade em parte mais outra vez.

- Humm...entendo – saía da mesa pensativa.

- O que resolveu em relação aos garotos?

- Nada. Só se sabe que tem alguém enfeitiçando os meninos mais nada.

- É uma pena...

- É mesmo, o ministro está uma fera. Disse que isso deveria ser solucionado logo, pois não podemos castigá-los e também não podemos deixar que mais e mais garotos torturem seus pais. E isso vai parar no profeta diário, daqui alguns dias.

- Que tipo de tortura eles fazem?

- Cruciatus! – respondeu com um tom de terror na voz. Draco percebeu que Kika Kelvin o colocou em algo perigoso.
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