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Fic: O Despertar das Sombras


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Capitulo 1 – O Despertar

Ele abriu os olhos. O lugar estava escuro. Isso era a única coisa que lhe vinha a mente, que estava num lugar escuro. Flexionou os dedos, sentindo e ouvindo-os estralar, os braços estavam estendidos, rentes ao corpo, sua garganta seca, sentia as costas doloridas, como se tivesse dormido mais do que de costume. Precisava levantar e tomar água. Quis erguer os braços, mas estava fraco. Em seguida a sentiu. Dor. Confusão mental. Onde estava? O estomago ardia e a garganta seca incomodava mais uma vez.
Não se lembrava onde estava, na verdade não lembrava de nada, tudo era um grande vazio... Uma sensação estranha de repente aflorou. Como aquelas de infância quando vamos dormir na casa de algum amigo ou parente e acordamos assustados de manhã olhando para o teto, encontrando um cenário tão diferente do nosso habitual. Nessas horas a gente leva um instante para lembrar... Lembranças. Sentiu medo. Tentou levantar-se novamente, mas a fraqueza impedia.
Começou a sentir espasmos musculares nas pernas e braços. Cãibras. Dor. Soltou um gemido entre dentes. Tentou pedir ajuda, mas a voz não saiu. O estômago queimava.
O medo veio novamente. Os olhos se arregalaram e os globos dançaram nervosamente. Onde ele estava? Não era seu quarto! Sabia que não... Aliais não sabia nem se realmente tinha um quarto, a única coisa que lembrava era a figura de um homem de cabelos longos e negros. Respirou fundo, repetidas vezes, com o peito subindo e descendo, parando de retorcer-se de dor e desespero por um momento. Engoliu em seco. O coração batia disparado. Tentou recuperar o controle da respiração. A mente clamou por calma.
Respirou fundo novamente. A mente novamente entrou numa tremenda confusão, e a respiração voltou a ficar desesperada. Seus olhos começaram a lacrimejar intensamente, a ponto de ter lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, descendo em direção dos ouvidos, posto que se encontrava deitado. Não conseguia nada além de flexionar os dedos doloridos das mãos. Suas juntas estralaram e também doeram na primeira flexão. Fechou os olhos. Abertos ou cerrados era indiferente. Nada tinha alem da escuridão absoluta e do desprazer da consciência. Uma única coisa diferia com os olhos fechados. Uma ponta de segurança. O medo diminuía com os olhos fechados. Era como mergulhar num canto seguro. Imaginar proteção. Voltava a um lugar conhecido. Voltava para dentro de sua cabeça. O peito doía.
Tentava lembrar-se do que havia acontecido e do motivo dele se encontrar deitado em um lugar estranho. Acabou caindo na inconsciência.
Despertou depois de algumas horas, tentou levar a mão à testa. Realidade terrível. Já conseguia mover as mãos, percebeu que estava molhado de suor. Sentia dor de cabeça. Tossiu. Garganta seca e dolorida. Fome. Uma fome de lobo. Uma fome dos infernos. Sede. Precisava de água. Puta merda! Dor nos músculos. Queria ficar de pé. Tentou levantar-se, mas uma tontura o fez desequilibrar e permanecer sentado no chão frio e levemente úmido.
De repente um barulho sobressaiu-se naquele silencio, um barulho de passos. Uma suave luz apareceu em meio a escuridão, tentou falar, mas tudo o que saiu de sua garganta foi um som seco e gutural, aquilo que seria um pedido soara como um resmungo mal humorado. Respirando fundo novamente, tentou conter a saliva em sua garganta, mas e se não fosse amigo. E se fosse um daqueles demônios aproveitando-seque ele estava fraco e debilitado... Os demônios, flashes de memórias inundaram sua mente. Seus músculos estavam doloridos e protestavam ao menor movimento.
Tentou levantar-se mais uma vez apenas para cair sentado novamente, arrependendo-se da tentativa, pois agora tudo mais doía. Ignorando a dor, procurou apurar os ouvidos, agora ouvia nitidamente os passos de uma pessoa ressoar pelo interior daquele lugar. Ele precisava lembrar o que acontecera, mas em seguida o medo chegou forte em seu ser, precisava se mexer, não podia ficar esperando contar com a sorte, mas a ardência em seus músculos doloridos o venceu e ele não conseguiu se mexer mais, apenas ficou parado esperando quem quer que fosse se revelar.
- Já estava na hora de acordar. – falou a pessoa que se aproximara. Era um homem.
O homem caminhou lentamente até um canto do recinto, parecia que conhecia muito bem o local ou então não precisava de luz para enxergar. Após alguns passos, que duraram uma eternidade para si mesmo, o estranho finalmente parou. Olhou para trás e com uma voz calma e serena disse:
- Mantenha os olhos fechados por mais alguns instantes ok?
Ele a principio estranhou o porque do pedido e também o fato do homem ter falado tão amigavelmente. Então novamente o rapaz sentiu aquele incomodo causado pela súbita claridade. O homem tinha acabado de acender uma tocha. Aos poucos ele foi abrindo os olhos e sentindo a luz do fogo em volta iluminando o teto e as paredes do que parecia ser uma caverna.
Ele piscou por alguns segundos até que os seus olhos foram se acostumando com a claridade. Parecia que era a primeira vez que estava enxergando na vida. Sentiu os olhos lacrimejarem. Aos poucos foi girando os globos e percebeu que se encontrava realmente em uma enorme caverna, mas não em uma caverna qualquer. Ela possuía vários desenhos pelas paredes, eram figuras de todos os tipos, pareciam retratar antigos guerreiros que batalhavam uns com os outros, foi observando o que a posição lhe permitia até encontrar em um canto da caverna um homem de cabelos azulados e longos, e de olhos azuis, então um flashe veio a sua mente reconhecendo aquele ser.
Tentou novamente se mover. Dor. Ainda sentia o corpo doer e tentou falar, mas a sua voz saiu em fraco sussurro.
- A... água... s-sede... – a garganta doía só de tentar pronunciar algo.
- Então finalmente você despertou... – respondeu o homem enquanto caminhava calmamente em direção ao rapaz. Parecia que ele nem sequer se incomodava com o sofrimento do rapaz. – Sabe, você realmente me surpreendeu, nunca achei que você fosse conseguir retornar.
Retornar? Pensou o rapaz. Mas o que diabos aquele maldito estava falando? Se sentiu mais incomodado ainda. Aquilo era humilhante. O homem puxou um pequeno acento de madeira e sentou-se próximo ao rapaz. Parecia analisá-lo. Lentamente ele aproximou a mão do rosto de Harry, que por reflexo tentou se afastar, causando assim mais dores por seu corpo. O homem ignorou o movimento do rapaz e colocou sua mão em sua testa. Após alguns instantes, no qual ele parecia averiguar a temperatura de Harry ele falou olhando nos olhos do rapaz.
- Pelo menos sua febre já passou. Sente sede? – perguntou enquanto retirava sua varinha de um bolso interno da jaqueta que usava. A principio ele arregalou os olhos assim que viu a varinha, mas depois que viu que ela acabara de conjurar uma jarra com água e um copo ele quase deixou seu queixo cair. Após conjurar a jarra o homem guardou novamente a varinha no bolso interno da jaqueta. Lentamente ele encheu o copo com água. - Quer? – perguntou enquanto mostrava o copo para o rapaz.
Ele tentou falar que sim, mas o que saiu foi novamente um som gutural semelhante a um resmungo. O homem entendeu que aquilo seria um sim e então o puxou com a mão direita, fazendo assim com que ele ficasse um pouco mais inclinado e numa posição melhor para poder beber a água sem se engasgar. Após ajeitar o rapaz ele pegou o copo e o aproximou da boca de Harry. Após longos goles, Harry já tinha bebido todo o tão esperado liquido. Imediatamente o incomodo na garganta sumiu, fazendo então que o sofrimento do rapaz diminuísse consideravelmente.
- Então? Já se lembrou de seu nome? – perguntou o homem enquanto fitava o garoto a sua frente de maneira curiosa.
A pergunta daquele homem despertou mais lembranças na mente do rapaz, que empalideceu um pouco, mas ele ignorou, estava mais atento aquilo que estava lembrando. Imagens de sua infância invadiram sua mente, o abuso dos tios, as surras, a descoberta de que ele era diferente quando tinha seis anos, sua fuga que acontecera logo após ele ser espancado de maneira violenta pelo tio. Os meses que ele passara na rua, roubando e brigando com os outros meninos de rua para sobreviver, todas as surras que ele levara, mas aquilo apenas o tornara mais e mais forte.
Finalmente o dia em que ele invadira uma casa afastada na colina, e acabara sendo pego por Sterm, que sentindo o poder que ele possuía acabou cuidando dele e apresentando ao moreno uma sociedade secreta de bruxos das trevas, que lutavam para manter o equilíbrio entre os humanos, os demônios, e todas as criaturas das trevas. O momento em que foi apresentado a ordem e o dia em que ele fora aceito para ser um integrante da sociedade deles, o moreno tinha apenas sete anos na época, mas estava cansado de viver na rua e apanhar para conseguir comida, sem contar que estava descobrindo um mundo novo, coisas novas, por isso aceitara fazer parte daquela ordem. Por fim os treinamentos que ele recebera a partir daquele dia.
Primeiro ele aprendera a lutar e a se exercitar, a parte física do treinamento o levava a exaustão, mas ele nunca desisti e nunca parava, apenas quando ficava inconsciente. As aulas teóricas começaram assim que ele já sabia lutar, ele tivera vários mestres diferentes, cada um o ensinou uma coisa diferente. Historia, guerras, Geografia trouxa e bruxa, as explicações sobre o mundo bruxo e trouxa, o mundo sobrenatural e a terra dos demônios. Ele tivera um treinamento pesado, fora treinado para ser um assassino letal e cruel, e correspondera as expectativas. Matara seu primeiro alvo com apenas duas semanas de treinamento.
Lembrou-se do dia em que seus mestres lhe contaram sobre a sua vida no mundo mágico, quem ele era e o quão importante ele era para os bruxos, enfim lhe contaram tudo o que sabiam, os comensais da morte, Voldemort e tudo que sabiam sobre o Lorde Negro, mas as informações sobre ele eram restritas, por isso ele precisava encontrar um jeito de descobrir os segredos que ele possuía, então Sterm, o líder da ordem lhe explicou o meio mais rápido e certeiro, e o moreno aceitou sem questionar, pois do momento em que descobrira que seus pais haviam sido assassinados por Voldemort e que o mesmo ainda estava vivo, ele quis a cabeça dele e também a do maldito desgraçado que o condenara a viver com seus tios, aquele também iria pagar e muito caro. A partir do dia em que descobrira essas coisas sobre sua vida seu objetivo de vida tornou-se a simples e boa vingança.
Por anos ele cumpriu as ordens da sociedade, matando pessoas que ameaçavam o equilíbrio dos mundos, até o dia em que completou treze anos, nessa época Voldemort já havia retornado e estava espalhando seu poder, e pelo que o moreno sabia procurando desesperadamente por si.
Fora nesse momento em que ele fora trazido para aquela caverna, a caverna do Destino como era conhecida, afinal aquele era o único lugar onde era possível ser transportado para o mundo dos mortos sem realmente morrer. Agora quatro anos depois de ter adentrado aos portões da terra das sombras ele estava de volta, com todo o conhecimento necessário sobre a vida de Voldemort e de muitas outras pessoas, afinal os demônios sabiam de muitos segredos, principalmente das pessoas que lhes interessava, e ele sabia ser muito persuasivo quando queria.
Demorara quatro longos anos naquele mundo cheio de dor e sofrimento, um lugar apenas para se sofrer, tanto que o garoto podia sentir na pele o que aqueles lá sentiam. Mas ele sobrevivera. Contra todas as estatísticas que existiam, ele sobrevivera no mundo dos mortos, onde viviam demônios sedentos por sangue. Finalmente ele estava de volta, pronto para cumprir seu destino e conseguir sua vingança.
- Meu nome. – sussurrou ele em uma voz lenta e perigosa que fez o homem sentir um arrepio de medo na espinha – Eu tenho vários nomes. – falou novamente dessa vez olhando diretamente nos olhos do homem sentado próximo a si. – Mas eu me chamo Harry Potter.
O homem sorriu abertamente e Harry devolveu com um sorriso sombrio e feroz. Lentamente ele levantou-se percebendo que estava com a mesma roupa que usara no mundo dos mortos, uma espécie de sobretudo negro cobria seu corpo, havia um capuz pendendo levemente para traz o que mostrava que ele escondia o rosto, sentia os volumes das duas pistolas automáticas com balas de prata, que tinha uma em cada coxa, sua espada firmemente presa em uma bainha negra como a noite. Desembainhou levemente sua espada e examinou-a por um momento, ela era totalmente negra, desde o cabo até a lamina, mas de um negro diferente do normal, ela era escura e sombria como se contivesse as próprias trevas, não era qualquer um que empunhava uma lamina morta, pensou com sarcasmo.
- Espada nova? – Perguntou o homem olhando com curiosidade para o moreno que ainda estava admirando sua arma.
- Sim, ela é especial. – sussurrou o moreno de maneira sombria.
- Está pronto para retornar para o mundo normal e entrar diretamente na guerra? – perguntou o homem de maneira firme e decidida.
- Sim, mas eu acredito que vocês também tenham algumas informações com relação a essa guerra, afinal ela irá englobar todas as raças.
- É obvio, nós estávamos apenas aguardando seu retorno para decidirmos o que faríamos com relação aos bruxos. – o homem disse de maneira tensa e pensativa.
- E o que foi decidido? – perguntou Harry sabendo muito bem a resposta apenas pela expressão que existia no rosto dele.
- A Sociedade não se intrometerá nessa guerra enquanto não houver uma presença clara de algum demônio ou de algo que prejudique o equilíbrio entre as raças. – o homem respondeu de maneira firme e direta. – Você estará sozinho Harry.
- Obrigado. – sussurrou Harry de maneira indiferente, não estava muito preocupado, sempre fora sozinho, mesmo enquanto morava com os tios ou no tempo em que treinara da sociedade o mudaram, ele sempre fora sozinho. Suas missões ele realizava sozinho, sempre solitário e isolado, até mesmo dos outros membros da sociedade, afinal ele era muito diferente da maioria deles, pois seu nível tanto de luta quanto de magia sempre fora o de um mestre, apenas precisava aprender a controlar aquele poder que despertara em seu ser.
Saiu daquela caverna em direção a mansão onde ficava a sede da sociedade, precisava de um banho e de um pouco de comida, para então partir para a Inglaterra onde ele poria em pratica o plano que ele traçara desde que se decidira a destruir Voldemort. Sorriu de maneira sombria ao lado daquele que o tirara da vida miserável que ele levava nas ruas, Sterm o acolhera quando ele tentara rouba-lo, o treinara e Harry matara por ele, agora ele estava seguindo seus próprios passos e lutaria sua própria guerra. E que os demônios tivessem piedade dos malditos que se atrevessem a cruzar seu caminho.

N/A: Galera, desculpe a demora para postar o primeiro capitulo, mas eu estava lendo umas fics que o ¢£³ Deco me passou o link, e eu acabei encontrando algumas semelhanças nos fatos que aconteciam com o Harry depois que ele fugia de casa, como o fato dele se tornar um mercenário e se aliar a Voldemort, por isso eu reformulei o capitulo e mudei alguns fatos, mas a história vai continuar no mesmo contesto. Abraços pessoal. E Comentem por favor, nem que seja para dizer que ficou horrível.
Agradecimentos especiais:
¢£³ Deco: fico muito feliz pela confiança, cara. Espero que com esse capitulo você não decepcione e que ele esteja altura quilo que você esperava. Ps: eu li essa historia que ele também foge dos Dursley depois que você me passou o link, realmente é muito boa, uma pena que esteja parada. Abraços.
Milton Geraldo da Silva Ferreira: obrigado pelo comentário, espero que o capitulo seja tudo aquilo que você espera. Abraços.
Kaos StoneHange: Essa história vai ser meio louca, pretendo colocar um pouco de tudo nela. Abraços, cara.
Trinity: fico feliz pela confiança e espero ter correspondido as expectativas com esse primeiro capitulo, ele ta meio estranho com informações incompletas, mas é assim mesmo. No decorrer da fic os segredos do Harry e do que aconteceu com ele vão ser mais detalhados. Beijos.
The Jones ;D: obrigado pelo comentário, espero que o capitulo tenha agradado. Abraços.

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