Capitulo X – A VINGANÇA DO DRAGÃO
Sarah sonhara novamente que estava n'A Toca, vendo seus filhos, viu o seu Carlinhos sentado na cama chorando, isso a entristeceu demais, Sophie, gargalhava toda vez que ela ia lá, estava tão linda, e Nick, estava mais magro e abatido, ele sorrira quando ela o beijou, mas eram sonhos apenas sonhos.
- Trouxe o café da manhã senhora. – disse educadamente a elfa.
- Obrigada Helga. – a loira saiu da cama com cuidado para não acordar Nathalia, ela havia ficado nervosa com o temporal da noite anterior. – como tem chovido ultimamente.
- Mais do que o normal. – disse docemente a criatura. – como à senhora esta?
- Ainda estou sangrando, o fluxo não diminui, isso não é normal. – a loira estava preocupada, nunca havia abortado antes, mas sabia por sua profissão que essa quantidade de sangue não era normal, oito dias estava com sangramento, constante.
- Como a senhora não foi a um hospital retirar o feto, nem esta com a varinha para fazer um feitiço e o retirar, seu útero esta se limpando, o máximo que posso fazer é continuar lhe ministrando a poção, para lhe manter forte. – disse a elfa consternada. – ele tornou a procurá-la?
- Todas as noites nestes oito dias, sai furioso quando vê que eu ainda estou assim. – disse a loira aliviada, sabia bem o que Robert queria.
- Pelo menos o sangramento a esta protegendo dele. - antes que Sarah pudesse responder Narcisa, começou a chorar e Sarah foi cuidar dela, pensando bem Helga tinha razão, noite após noite nestes oito dias, Robert vinha querendo ter relações à força com ela, isso a apavorava, sabia que ele era violento e ela nunca tivera outro alem de Carlinhos. Narcisa estava cada dia mais forte, lembrava com dor nas faces e nas mãos a briga que tivera na noite anterior com Lucio Malfoy, ele tentou matar a menina, ela era uma copia exata da avó, mesmo sendo tão novinha e prematura, sua pele era alva e os cabelos loiríssimos, Lucio carregava dentro dele o remorso de ter matado a esposa, e ver a neta, trazia essas recordações, como Sarah não tinha mais nada a perder, ela se jogou sobre ele e se engalfinharam pelo chão, como briga de colégio, ela sentia vergonha, afinal há anos não era mais criança, lembrava da dura que dera uma vez em Alan, James e Teddy por brigarem assim, as lagrimas tornaram a rolar, ela fora incapaz de salvar seus filhos, não cometeria o mesmo erro novamente, acariciou o rostinho da neném, era algo doloroso, sentia saudade da sua Sophie, e do filho que nem tivera, daria tudo para ver a cara de Carlinhos quando contasse que ele seria papai novamente, e tão cedo, dois anos antes do esperado, sentir novamente a ansiedade de saber o sexo, se era apenas um, já que eles sempre sonharam em ter um casal de gêmeos, ele não acreditaria quem fora o autor de tal feito, afinal o pequeno nunca em sua curta vida fora de fazer artes assim, ainda mais desobedecer a uma ordem do pai e da mãe, que juntos o proibiram de mexer no armário do banheiro, seu menino estava crescendo, apesar de ainda ser meigo, e tranqüilo, estava ficando sapeca, devia ser a convivência com Alan, James e Teddy, lhe doía imaginar que jamais os levaria a Hogwarts, seriam tantas coisas que ela perderia da vida deles, odiava Robert com todas as suas forças.
- Nestas horas eu agradeço de não ter uma faca comigo. – disse Sarah apenas pensando alto.
- Minha senhora cuidado. – a elfa mal fechou a boca à porta do quarto abriu e a figura gélida de Lady Asturia Lestrange se fez presente.
- A preguiçosa da Nathalia ainda esta dormindo, ela será punida mais tarde. – disse num tom ríspido, olhando a ruivinha que dormia pesadamente. – pelo visto teu leite é muito bom mesmo, afinal Amélia esta cada dia mais forte. – esse era o nome ao qual Asturia chamava a pequena Narcisa. – eu e Lucio iremos a Londres voltamos mais tarde, ao que parece há um modo de trazer o lorde de volta, queremos investigar isso a fundo.
- Os mortos não voltam. – disse Sarah preocupada, sabia exatamente qual era esse meio agora compreendia o por que deles estarem atrás do James, a gravidez de Gina teria que ser mantida em segredo o sangue do neném deles teria ainda mais forças.
- Sirius e Snape voltaram não é mesmo?
- Eles não estavam mortos de verdade estavam apenas em coma.
- Você sabe que há uma maneira, você não é uma bruxa medíocre, precisamos pegar o filhote do Potter antes dele completar seis anos.
- Isso é sórdido e cruel. – disse a loira assustada, era magia negra antiga e vil, fora totalmente banida da comunidade bruxa, eram poucos os que ainda a conheciam.
- Nos matamos os teus três filhos, você ainda duvida da nossa crueldade? – ela usava um tom de voz sarcástico. – eu li no Profeta Diário que a menina, Sophie sofreu muito até morrer sem ar, o menino Nicholas teve uma morte ainda mais dolorosa e lenta, todos os ossos quebrados e órgãos internos perfurados, hemorragia interna, você é medibruxa sabe bem quanta dor isso provoca, Lucio se livrou deste feto que nem bem se formou, sim minha cara somos cruéis, o frouxo do teu marido não agüentou a dor de perder toda família, sofreu um acidente fatal, parece que desatento esqueceu de por um dragão para dormir antes de se aproximar, e este cuspiu fogo, ele ficou uns dias no St. Mungus mas as queimaduras eram graves e ele morreu, minha cara você esta sozinha no mundo. – ao disser isso ela deu uma gargalhada maléfica, e saiu do quarto, Sarah se jogou na cama onde se encolheu num canto e chorou, não sabia se acreditava ou não no que aquela mulher estava lhe contando, imaginar a dor de seus pequenos era algo acima de sua capacidade, se fosse verdade que seu amor também estava morto, ela se manteria viva apenas para vingar todas as perdas, no momento estava inconsolável, seu coração parecia feito de pedra de tanto que pesava, chorou muito, até que sucumbiu ao cansaço e adormeceu, acordou horas depois com o choro insistente de Narcisa, que já estava no colo de Nathalia, esta de sentou na cama e ficou admirando a neném mamar.
- Como ela mama. – disse a ruivinha admirada, a neném mamava tão bem quanto Sophie.
- Você tinha que ver a minha menininha quando mamava, tinha vezes que ela ficava quase duas horas no meu peito. – ao lembrar disso um lagrima caiu de seus olhos, lembrava da mania que tirara a custo da filha, ela nem mamava esse tempo todo, mas adorava ficar no seio da mãe, brincando por um bom tempo.
- Nossa tia ela mamava tudo isso de tempo? – a ruivinha estava admirada.
- Nem sempre, mas as vezes ela mamava mesmo por uma hora, ela era gordinha e muito forte. – disse a loira saudosa de sua princesa, já estava colocando a neném no berço quando ouviu uma agitação no quintal, foi até a janela e seu coração não acreditou no que viu, mas aquela figura imponente, e ruiva só podia ser seu amor, junto a ele estava com um grande grupo de homens, eles lutavam com o grupo de meios trasgos.
- Helga! – chamou Sarah, apresada, Carlinhos não poderia entrar ali sem estar acompanhado por uma criatura mágica.
- Sim minha senhora?
- O meu marido esta com um grupo de guerreiros ele veio nos resgatar, o ajude a entrar, por favor. – ela implorou ao bom coração da elfa, que com uma reverencia aparatou.
- Será que ele vai confiar na Helga tia? - perguntou Nathalia ansiosa.
- Espero que sim querida, é a nossa única chance. – ela torcia para o bom coração do marido reconhecer a bondade nos olhos da elfa, ela estava aliviada, por que tinha ido ao banheiro um pouco antes e viu que não sangrava mais, isso lhe deu medo do que pudesse acontecer a noite.
- Eu não acredito que vou conhecer a minha mãe, tia eu vou poder ir na sua casa brincar com os teus filhos? – Sarah a olhou com dor nos olhos, mas uma tênue esperança surgia ali cada vez mais forte, antes de responder ouviu um estrondo violento e a porta do quarto foi aberta.
- Você vai ser minha agora. – disse Roberto que entrou no quarto abrindo o cinto da calça. – sai daqui Nathalia.
- Não! – esbravejou a garotinha agarrando as pernas de Sarah, Robert a pegou com raiva a puxou violentamente, ela soltou a loira com o susto, ele a jogou dentro do banheiro fechando a porta com um feitiço, a pobre criança gritava e chorava. Com um feitiço não verbal dele o som sumiu, ele baixou as calças ficando nu.
- Se afaste de mim seu monstro. – disse Sarah tentando se afastar dele, mas ele se aproximava cada vez mais com um olhar insano.
- Sempre te desejei, você é tesuda demais, pra ficara apenas com o Weasley, depois que teve a menina teu corpo ficou ainda mais voluptuoso. – ele espichou o braço e tocou o seio dela que deu um passo pra trás, sentindo a lateral da cama bater na sua perna. Ele avançou rápido, enfiou a não no decote e apertou com brutalidade o seio farto dela, a outra mão ele deslizava pelo bumbum, seus corpos estavam colados, ela sentia o membro dele pulsar contra si, Sarah estava desesperada, tentava fugir dele, mas ele a segurava com uma força brutal, ela viu uma daquelas criaturas de guarda na porta. – isso gostosa, quanto mais você me repudiar melhor será. Ele num gesto violento rasgou o frágil vestido branco que ela usava, ela ficou nua exceto pela calcinha que usava, ele logo a tirou com um feitiço. – agora estamos quase prontos para jogar. – ele a fez cair na cama e deitou sobre ela mordia o pescoço delicado dela, ela sentia uma dor violenta, no seu desespero, se contorcia tentando sair dali, mas ele era forte e pesado. Ele agora mordia o ombro dela, pela dor, sabia que ele estava a machucando pra valer.
- O Carlinhos esta no quintal, se ele entrar...
- Você pensa que ele vai entrar logo aqui, ledo engano minha querida. – disse com uma gargalhada, antes de tomar o mamilo dela entre os dentes, Sarah gritou de dor, quando ele a olhou sorrindo tinha sangue na boca, ela sentia uma dor lancinante no local. - Você jamais vai esquecer deste dia. – ele grudou os lábios nos dela e com os joelhos tentava separar as pernas da loira que usava toda a sua força para as manter unidas, Robert perdeu a cabeça, pois não estava conseguindo abrir suas pernas, resolver bater nela, lhe deu um tapa violento no rosto, seguido por um soco no olho, ela continuou firme, ele voltou a socar o rosto dela, ou a morder até ela sangrar, Sarah não se importava de apanhar, mas não seria violada, ela ouviu um urro, seguido de um silvo e logo um som oco de algo caindo no chão, a voz de Carlinhos se fez presente distante, ela gritou por ele, Robert lhe deu um soco no estomago, ela fraquejou a sua força e ele conseguiu abrir as suas pernas, ela fechou os olhos com força, não queria aceitar que seria penetrada por aquele animal.
- Para Robert, por favor. – ela implorou a ele.
- Nem em sonho minha querida. – disse desdenhoso daqui só saio saciado ou morto.
- CRUCIATUS - um raio cruzou o quarto atingindo Robert, que já estava quase começando a penetrar a loira, ele rolou o corpo caindo pesado no chão, Sarah reconheceu a voz do marido, essa foi a última coisa que ouviu, Carlinhos a viu desfalecer, e as marcas roxas e vermelhas pelo corpo dela, com isso se relaxou sua raiva, Robert ao sentir o alivio na tortura, ficou em pé, Carlinhos se deu conta do ocorrido. – seu monstro você sempre se satisfazendo ao bater em mulheres não é? – disse Carlinhos com nojo. – só assim que sente prazer? A força, na marra? Nunca aprendeu como se trata uma mulher, tenho pena de você Robert, te falei na vez que salvei a Ariadne que te pegasse agindo assim novamente te mataria, e você resolve me testar fazendo isso logo com a minha mulher?
- Não seja tolo Weasley, sempre quis a Sarah, a priminha dela foi apenas um bônus, ela sempre teve olhos só pra você, dês de Hogwarts, eu a queria. – o moreno estava frustrado, tão perto de ter o que queria, mataria o Weasley enxerido e depois ficaria com o premio maior. – cruciatus. – exclamou, Carlinhos foi mais rápido e desviou, com isso tentou estuporar o moreno que também rapidamente desviou. – Sectumsempra.
- Protego. – o feitiço refletiu no escudo atingindo a perna de Sarah e o peito de Robert que gritou de dor. – Sarah! – gritou Carlinhos ao ver o sangue jorrar da coxa de sua amada, num ato impulsivo desembainhou a espada a cruzando no peito, mirando com ódio seu oponente. Robert com raiva pelo corte em seu peito mirou a varinha em Carlinhos.
- Avad.... – gritou o moreno, mas...
- Expelliarmus! – tornou a gritar o ruivo, tão rápido que pegou o moreno de surpresa, a varinha dele voou longe para o outro lado do quarto. – você gosta de bater em mulher não é? Vamos ver se também gosta de bater em homem, só pra variar um pouco. – disse com os olhos fixos nele, largou a espada a sua frente, virou para Sarah, proferiu um feitiço e o sangue parar de jorrar da perna dela, largou a varinha ao lado da espada, e cerrou os punhos. – vamos brigar feitos homens seu maldito, bate em mim vamos! – Carlinhos provocava. – eu sou do teu tamanho. – olhou o oponente de cima a baixo era obvio que era mais forte. – ou quase, vem me bate seu monte de bosta de dragão, ou você só tem coragem de bater em mulher e em criança? - Carlinhos estava a menos de um palmo do moreno, este numa tentativa vã e cometendo seu maior erro deu um soco no rosto de Carlinhos, que revidou com uma fúria contida, ele tinha a intenção só de assustar o cretino, mas esse fora tolo de bater primeiro, aflorando toda raiva que ele guardava dentro si, Robert, logo estava com o rosto desfigurado, vários hematomas pelo corpo ele sentiu quando quebrou algumas costelas do oponente, assim como alguns dentes, Robert gemia e grunhia de dor, caiu no chão num ato de rendição, Carlinhos sentiu um mal estar ao ver o estado do corpo caído ao chão, odiava violência e brigar assim nunca o fizera, deu as costas ao seu oponente deu uns passos, para pegar a espada e a guardar, depois com um feitiço imobilizaria o responsável por tanto mal, se abaixou pegou o objeto, numa intuição se ergueu e ao se virar ainda com a espada reluzente a sua frente ficou espantando pois Robert o olhava com fúria e estava empunhado a varinha, proferiu tão rápido um feitiço que Carlinhos não reagiu.
- AVADA KEDRAVA! – gritou com ferocidade o raio verde saiu na direção de Carlinhos atingindo a espada e se voltando para o mandante, o corpo sem vida de Robert caiu ao chão. Carlinhos respirou fundo e pesado, não acreditava no que aconteceu, olhou com desprezo o cadáver que jazia inerte e sem vida, Robert mantinha em suas faces um sorriso vitorioso, jogou um pano sobre ele, antes de direcionar a sua atenção para a esposa, só então se deu conta de ouvir duas crianças chorando, os sons vinham de dois lugares distintos, do berço aos pés da cama e de trás de uma porta, mas não conseguia se mexer seus olhos estavam fixos no rosto inchado, machucado e onde se podia ver a pele pálido da sua Bruxinha.
- Merlin. – uma voz rouca tirou Carlinhos do seu transe, – Carlinhos! – Sirius o chamou alto, ele voltou as atenções para o moreno que olhava consternado o corpo nu e inerte de Sarah. – como você matou o Robert? – Sirius perguntou olhando firme para o ruivo, dependo da forma usada por Carlinhos ele teria que prender o amigo para averiguações.
- Eu não o matei, a maldição refletiu na minha espada, e voltou pra ele. – disse ainda admirado do feito, sabia que essa espada era especial, mas nunca sonhou que ela repeliria uma maldição de morte.
- Essa é a espada que eu te dei, não é? – disse Sirius com um sorriso de lado, o ruivo afirmou com a cabeça. – então ela faz isso mesmo, ela é feita de um aço mágico antigo e milenar muito forte e único, quando a comprei na China, o vendedor me garantiu que ela salvaria a vida do seu dono, além de ser ótima pra matar dragões.
- Muito obrigada mais uma vez pelo presente! - disse com a voz emocionada, se lembrou das crianças, com cuidado, cobriu o corpo machucado da esposa abriu a porta do banheiro de onde saiu uma ruivinha desesperada, ele se ajoelhou e a acalmou, até Sirius a pegar no colo, no momento que os demais amigos entravam no aposento.
- Tio Harry! – gritou Nathalia ao ver o moreno de olhos verdes.
- Você é a filha da Michele! – disse o auror emocionado.
- Cadê a minha filha? – perguntou Draco entrando no quarto desorientado, ao ver o berço se dirigiu a ele e pegou a filha no colo, aparatando dali mesmo, sem dar atenção a mais ninguém.
- A Sarah esta...? – perguntou Rony num fio de voz incapaz de terminar a pergunta.
- Não só esta desmaiada e machucada. – finalizou Carlinhos, agora se recordando da extensão dos ferimentos dela, tudo foi tão rápido e tão violento, que ele acabou ficando aéreo.
- É melhor você a levar logo para A Toca, a Luiza esta com as crianças, mas mando um patrono a ela, e quando vocês chegarem ela já estará esperando por vocês. – Sirius estava consternado com tudo.
- Obrigada meu amigo.
- Mas o que aconteceu aqui? - perguntou Tonks com a voz severa. – você não seguiu as minhas ordens não é mesmo Weasley?
- Desculpe Dora, conversamos depois. – disse pegando o frágil corpo da esposa no colo, nisso o lençol escorregou mostrando o corpo nu e machucado dela, Tonks levou as mãos a boca, Sirius se adiantou a cobrir sua amiga, Carlinhos o olhou agradecido, com ela em seu colo atravessou com passos firmes toda a propriedade, não estava em condições emocionais de aparatar, por onde passava todos o olhavam consternados, ele montou com cuidado em Benny, a mantendo firmemente junto a Si, quando o animal ganhou o céu ele a ouviu sussurrar.
- Tinha certeza que você viria, me desculpe não pude proteger nossos filhos...
- Meu amor, eles estão bem, esperando por você n'A Toca. – disse terno, mas ela parecia não o ouvir, lagrimas caiam dos olhos azuis que ele tanto amava, isso cortou o coração do ruivo que a apertou com força e ao ver que ela ainda tentava falar aproximou o ouvido da boca dela.
- Eu perdi o nosso neném, perdão meu amor. – e voltou a desfalecer. Deixando Carlinhos intrigado com aquelas palavras, instigou Benny a ir ainda mais rápido sentiu um alivio ao reconhecer as montanhas próximas A Toca.
- É dragão do Carlinhos. – disse Molly, aliviada, ela retornara para A Toca junto com Luiza não agüentava de ansiedade em rever a afilhada querida, Sirius mandou uma mensagem em código, assim as crianças não entenderiam, ela já estavam vasculhando os céus há alguns minutos quando ela avistou uma figura distante que se aproximava velozmente, as deixando num misto de alivio e temor.
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