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30. Que comece a confusão, graças


Fic: Rebeldes - Sobrevivendo no quinto ano


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30º capitulo – Que comece a confusão, graças a poção


-Onde você estava? Já são quase nove horas – Ásis perguntou assim que cheguei no quarto.

-Estava andando – respondi aérea – E o Matt?

-Está bem...A Nátysi está procurando você, o Stephen e o Jim também. Gina o que deu em você?

-Não é nada – falei baixo, eu sabia que iria chorar se continuasse.

-Gina me fala – aquilo parecia mais um pedido que uma ordem.

Mas eu não conseguia falar, estava me sentindo tão suja. Como eu poderia transar com um cara sem ao menos gostar dele. Era horrível, e eu estava traindo o Stephen. Que tipo de pessoa eu era?

-Nada Ás...Estou cansada, com sono. Vou dormir.

Nem esperei ela responder, apenas me virei e deitei na cama. Tirei minhas botas e puxei a coberta. Mawe pulou em cima da cama e se deitou do meu lado. Aquilo só me lembrava mais ainda dele.

***

Sai do vestiário e fui direto para a Sonserina. Eu sabia que uma festa me esperava. Com certeza eles pensariam que eu estava comemorando a vitória em algum lugar, com alguma garota.
Eu ainda não conseguia acreditar no que tinha acontecido entre mim e a Weasley. O que tinha sido aquilo afinal? E porque ela tinha ido embora sem dizer uma palavra sequer? Eu estava me sentindo frustrado e tinha descontado nela...Mas afinal...Porque ela tinha deixado que eu levasse aquilo adiante?

-Draco – Olívia disse enquanto se aproximava – Você sumiu. Onde esteve?

-Pensando Olívia.

-Parabéns pela vitória Draco...Vocês os arrasaram, todos eles.

Olívia passou a mão discretamente pela minha blusa. Seu olhar se intensificou e ela me olhou.

-Vamos dar uma volta Draco?

-Pode ser amanhã Olívia? Estou exausto por causa do jogo, só quero deitar e dormir um pouco.

-Claro – ela disse um tanto desapontada – Amanhã então.

Virei e sai de lá. Eu realmente só queria dormir.

***

Caroline estava em seu quarto lendo um livro atenciosamente. Kelly e Tiara entraram.

-O que é isso?

-Nada meninas...Só estou pesquisando umas coisas, contra a Weasley sabe? Só isso – ela disse calmamente.

-Você está levando isso muito a sério Caroline – Kelly falou – Daqui a pouco ela larga do Stephen e você fica com ele.

-Você não sabe do que está falando Kelly – Caroline quase gritou. Tiara assistia a cena apenas.

Na verdade Kelly sabia. Ela estava seguindo Gina há um mês aproximadamente. E sabia exatamente com quem a menina estava se encontrando. Ela pensava seriamente em contar tudo, mas resolveu por fim fazer proveito disso mais tarde. Quando pudesse realmente fazer alguma coisa.

***

Pansy e Harry estavam se beijando há uma hora pelo menos. Ele não sabia exatamente o que pensar. Sentia tesão por Pansy, mas só quando pensava em Hermione ele se sentia completo.

-Ah Harry... – ela suspirou enquanto sentia a boca dele passear por seu corpo.

Os dois estavam em uma sala deserta. Praticamente nus. Pansy se contorcia de prazer, ela estava adorando pelo visto.
Harry ergueu sua cabeça apenas para ver Hermione sorrindo amistosa e calorosamente para ele. Harry sorriu e mais uma vez beijou Pansy, ou como sua mente insistia em dizer, Hermione.

***

Eu estava andando pelo corredor com Ásis e Nátysi. Nós tínhamos que nos apressar para chegar nas estufas. Os meninos já deviam estar lá guardando nossos lugares e com certeza iriam reclamar.

-Weasley...Que desprazer – ouvi a voz dele logo atrás de mim.

Parei de andar e comecei a encará-lo. Malfoy estava com seus dois amigos. Dean me deu um sorriso e Trey estava olhando para as meninas.

-O que você quer garoto? – falei impaciente, enquanto pensava no horário.

-Na verdade só vim mesmo saber se a sua família já arrumou dinheiro? Suas saias só diminuem de tamanho.

-Jura Malfoy? Quer dizer que você assume publicamente que anda olhando para as minhas pernas, bunda e comprimentos das minhas saias?

Ele ficou completamente sem resposta. Dei um sorrisinho de vitória, joguei meus cabelos para o lado e em seguida falei.

-Imaginei Malfoy...Afinal, não é todo dia que você acha garotas lindas como eu.

-Se enxerga Weasley – ele falou.

-Não dá Malfoy, o seu cabeção tapa toda a luz do sol.

-Essa foi ótima Gina – Nátysi falou quando saímos de lá – Acho que ele vai demorar a digerir essa.

Chegamos na aula junto com a professora. Ela nos olhou feio e nós entramos.

-Que horas hein? – Stephen e Jim reclamaram.

-Isso mesmo – Matt tinha saído da enfermaria no dia seguinte. Já fazia dois dias desde o jogo.

-Gente vocês tem que prestar bastante atenção nisso...Essas plantas soltam veneno e um líquido que causa queimaduras onde toca. Vocês têm que retirar as folhas, cuidado com o resto. Elas se chamam Guarnicas.

A professora nos deu também protetores e nós começamos. A minha planta era bem feia até. Tinhas umas folhas amarelas bem compridas e vermelhas mais curtas. Uma das plantas mais feias do mundo.

-Gina! – Caroline chamou – Tudo bem com a sua planta ai?

Eu ia responder, mas me lembrei que não podia me distrair. Tarde demais, senti um liquido escorrer pelo meu braço e em seguida um fumaça vermelha cobriu toda a minha visão. Senti meu corpo ficando mole e desmaiei.

***

-Potter porque sua poção está amarela quando era para estar transparente? – Snape quase gritou na cara dele.

-Bem professor...Eu não sei – ele disse encarando Snape.

-Menos vinte pontos para a Grifinória e agora preste atenção na aula.

Potter fungou e voltou sua atenção para a aula.

-Hei Potter – chamei – Como vai com a Pansy? Já contou pra ela que gosta mesmo da sangue ruim?

Eu achava isso pela forma como o Potter sempre olhava para a intrometida. Eles se mereciam, um mais idiota do que o outro.

-NUNCA MAIS FALE ASSIM DELA! – Potter gritou enquanto apontava a sua varinha para mim.

Snape se virou para nós e ficou visivelmente confuso.

-Abaixa isso senhor Potter, a menos que queira perder mais pontos – Snape ameaçou o idiota.

-Eu não me importo...Vou acabar com você Malfoy.

Em seguida ele praticamente pulou do seu lugar e veio pra cima de mim. Comecei a revidar os socos, só que usando mais força. Nós caímos no chão. Chutes e socos eram distribuídos por ambas às partes.

***

-O que ouve com ela? – a professora perguntou.

-Não sei – Ásis falou quase chorando – Ela caiu dura...Só isso.

-Alguém leve a senhorita Weasley para a enfermaria. Mas depois volte aqui imediatamente.

Stephen a pegou no colo e foi para a enfermaria.

***

Entramos na enfermaria e a Madame Pomfrey veio com a cara de sempre até nós, ou seja, cara de preocupada. Como se ela realmente se importasse com os alunos de Hogwarts.

-O que houve? – ela perguntou a Snape.

-Eles brigaram.

Ele disse e saiu logo em seguida. Era isso que eu gostava no Snape, rápido e direto. Sem rodeios. Ela foi até o Potter.

-Meu Deus! – exclamou, que mulher exagerada – Olho roxo, possível braço quebrado – depois ela começou a me olhar – Senhor Malfoy fique aqui e em alguns instantes eu venho cuidar do senhor.

Ela praticamente arrastou o Potter até outra sala. Fiquei ali, parado perto de uma das camas. Eu só estava com alguns cortes no rosto. Sentei na cama e fiquei olhando aquelas paredes. Eu estava cansado de ir pra lá, por causa dos jogos de quadribol, a maioria terminava lá, enclausurado naquelas paredes.
A porta foi escancarada e entrou duas pessoas. Só então percebi que era a Weasley sendo carregada pelo namoradinho. Eu ia até perguntar, mas achei melhor ficar na minha.

-O que houve? – Madame Pomfrey surgiu da outra sala – A senhorita Weasley, mas o que houve dessa vez?

-Guarnicas, na aula de Herbologia.

Eu já tinha trabalhado com aquelas plantas feias. Pelo visto era sério, mas não tanto. Madame Pomfrey dispensou o garoto e começou a cuidar da Weasley. Depois de dar uma poção pra ela voltou a cuidar do Potter.
Quase meia hora depois levantei e fui ver a Weasley, no mesmo instante ela começou a se mexer e eu me sentei de novo na cama.

-O que houve? – ela perguntou enquanto analisava o lugar.

-Aparentemente você é péssima em Herbologia Weasley – disse ironicamente – Você foi medicada a tempo, senão ficaria uma semana aqui.

Ela se levantou e ficou me encarando. Eu não a encontrara mais sozinha desde o dia do jogo.

-O que é isso? – perguntou apontando para o meu rosto.

-O seu amiguinho, Potter...Felizmente ele saiu bem mais machucado e está naquela sala – disse orgulhoso.

-Ai, ninguém merece você garoto. Deixa eu cuidar disso...

Ela falou e foi até um armário. Em seguida voltou com algodão e um líquido na mão. Se sentou na cama, do meu lado.

-Você é bem espertinho não é Malfoy?

-Claro que...AI! – gritei quando ela começou a limpar meu machucado – Você é louca? Porque está tentando arrancar meu olho.

-Como você é criança – ela continuou limpando meu machucado – Parece um bebê sabia? Pronto!

Ela disse enquanto voltava para o armário, para guardar algumas coisas.

-Hei Weasley...Tem jeito dessa marca sair? – perguntei a contragosto, odiava pedir favores, ainda mais a uma Weasley.

-Claro...Mas eu não conheço o feitiço...Espera! Eu sei como resolver isso.

-E como?

-Maquiagem – ela falou feliz enquanto pegava um pote que estava na sua saia – Você nem vai perceber que está machucado. Você vai ver só.

-Eu não vou passar maquiagem Weasley – falei indignado.

-Tente me impedir – ela disse enquanto se aproximava de mim com aquela cara de patricinha dela.

***

Pansy andava de um lado para o outro no seu quarto. Ela não via Harry desde a desastrosa aula de Poções. Foi então que suas amigas, Marisa e Evelyn entraram no quarto.

-Nós temos uma informação Pansy – Evelyn disse enquanto se sentava na cama de Pansy.

-Fala.

-Olha, ninguém aqui gosta da Gina Weasley não é? – Marisa fez cara de nojo – Nós podemos nos vingar dela.

-E a Granger?

-Calma Pansy...Depois cuidamos dela, uma coisa de cada vez. E então? Quer acabar com aquela intrometida? Agora nós temos aliadas.

-Eu não sei...

-O que você nos diz Pan?

-Eu topo! – Pansy sorriu para as amigas.

***

Quatro dias depois...

Caroline estava no banheiro do segundo andar, o mesmo da Murta que Geme. Um caldeirão no chão e vários ingredientes espalhados.

-Agora aquela ruiva me paga!

***

Tiara esperou Gina e suas amigas saírem do quarto e entrou. Kelly ia ficar vigiando, caso alguém entrasse. Ela vasculhou a gaveta de Gina, achou varias coisas. Resolveu pegar uma blusa que ela não tinha visto mais a menina usar.

-Assim ela não dá falta – ela disse enquanto saia do quarto.

-Pegou Tiara? – Kelly perguntou enquanto olhava para os lados.

-Está tudo aqui.

-Vamos...Ou a Caroline vai ter um ataque...

As duas foram em direção ao banheiro.

***

Caroline viu a porta abrindo e em seguida três meninas entraram. Elas observaram o que a menina estava fazendo e se sentaram perto dela.

-Vejo que gostou da idéia Pansy – Caroline falou.

-Para acabar com a amiguinha da Granger, eu faço qualquer coisa.

-Certo...Só falta a peça de roupa...

-Não falta mais Caroline – Kelly e Tiara entraram no banheiro – Aqui está.

-Ótimo.

Caroline começou a jogar os ingredientes no caldeirão e a ler palavras do livro em voz alta.

-Joguem a blusa – ela falou.

-Agora todas façam um círculo em volta do caldeirão e repitam comigo...Todas vocês...Hone machi fitá coneto...Repitam...

Todas se ajeitaram e deram as mãos. O círculo delas foi instantaneamente envolto por um laço azul brilhante. Caroline ergueu a cabeça e seus olhos escureceram. Ela voltou a cabeça no mesmo instante para o caldeirão.
Dessa vez ela falou com a voz mais grossa, vento não se sabe de onde invadiu o lugar, todas estavam assustadas.

-HONE MACHI FITÁ CONETO...HONE MACHI FITÁ CONETO...HONE MACHI FITÁ CONETO...

Uma luz amarela começou a sair do caldeirão e as envolveu. O vento cada vez mais forte chacoalhava seus cabelos. Todas repetiam a frase sem parar. O vento aumentou mais ainda e a luz amarela se tornou vermelha...Depois azul.
Caroline olhou para o caldeirão e jogou duas fotos lá dentro. As fotos mergulharam no líquido e na fumaça.

-Demônio que rege nossos corações – ela começou a falar – Invoco-te aqui para pedir-lhe ajuda. Demônio dos amores impossíveis ajude esses dois corações tão impetuosos e frios. Faça que o amor surja sem nenhum desafio e dure por dois dias...

-O que ela está fazendo? – Pansy sussurrou para Evelyn.

-Você já vai ver.

-Peço que Gina Weasley perca o juízo e se apaixone...E esse menino a amará incondicionalmente também...Seu nome, Draco Malfoy.

Foi então que tudo parou, o vento. A luz cessou e a fumaça do caldeirão também. Agora era possível ver as fotos, em uma Gina estava acenando e na outra Draco estava jogando quadribol.

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