FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

3. Cap 3


Fic: Até que o sexo nos separe Teminada 09.08


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Os meses de namoro se prolongavam e a intimidade entre ambos já estava bastante avançada.
Costumavam se masturbar mutuamente, fazendo sexo oral, mas nada alem disso. Ela jamais ficara nua á luz do dia diante de Rony e nem ele diante dela. Tudo era feito no escurinho do cinema, naquele lugar de sempre, que se tornara mais ou menos exclusivo, que ficava no que denominavam de balcão, num recanto bastante afastado. Hermione se recordava de tudo com um sorriso saudoso.
- Como aquele tempo era bom - ela dizia para si mesma. - eu o aguardava ansiosa para sentir-lhe os beijos, e nos domingos lá íamos nós para os matinês, onde tudo acontecia, sendo que eu já não necessitava mandá-lo comprar pipocas, porque eu geralmente ia com roupas mais apropriadas, até que cheguei ao ponto de ir sem calcinha e sem sutiã...
Ela sorriu e se ergueu indo até o barzinho para servir-se de um licor. Eram duas horas da tarde e somente as quatro iria buscar Strella então pôs o licor num cálice de cristal e em seguida voltou para a poltrona. A saleta estava mergulhada numa gostosa penumbra e ela imaginou que estava vivendo... Sim, recordar era viver... Bons tempos aqueles da juventude, da puberdade. Hermione nunca fora de confidenciar suas intimidades com as amigas, e elas implicavam e viviam mexendo com ela, pelo fato dela ainda ser virgem. Mas ela não dava à mínima, porque o que importava mesmo era a sua vida, Rony, seu namorado, e as longas juras trocadas, sentados no degrau da escada de sua casa. Hermione morava numa pequena encantadora cidadezinha do interior, e sabia que havia vivido muito mais do que uma garota criada na cidade grande, onde sempre se estão em guarda contra tudo e contra todos. Se alguém pergunta as horas para outro na rua, pensa-se logo que se trata de um malfeitor...
Então ela levou o cálice aos lábios, bebericando o licor vagarosamente, saboreando-lhe o gosto. Depois passou sensualmente a língua na borda do cálice e aquele gesto ligou-a novamente ao passado.
Ela e Rony estavam sentados numa lanchonete, tomando uma coca-cola, e ela passou a língua sensualmente pela borda do copo, percebendo o olhar do namorado.
- Não faça isso, Hermione - ele disse num tom de censura. Então Hermione o olhou com uma expressão de malícia.
- Por que, tem medo que eu corte a língua e você fique sem ela?
- Não. É que eu posso perder a cabeça e agarrá-la aqui mesmo. - Hermione sorriu, deliciada, imaginando a cena: Rony agarrando-a, jogando-a sobre a mesa e erguendo-lhe a saia...
- Seria o maior escândalo da paróquia - comentou ela, olhando-o através do copo, enquanto bebia o refrigerante. - mas eu adoraria.
- Olha, não me provoque.
- O que é que você vai fazer? hã?
- Você sabe o quanto eu sou louco por você. - então ela ficou séria e o encarou. Pegou a bolsa e jogou-a para ele, por sobre a mesa. Rony então olhou para a bolsa e, sem entender nada, encarou Hermione.
- O que é isso?
- Ora, abra e veja - disse ela, com a expressão carregada de malícia e os olhos grandes fixos no rosto bonito do namorado.
Cheio de curiosidade, Rony apanhou a bolsa de Hermione e, desatarraxando o fecho, a abriu.
Começou a remexer no seu interior, mas não viu nada de anormal. Então voltou a olhar para a namorada, que estava séria e ainda o encarava.
- O que tem aqui, além 'de batom, lenço, carteira...?
- Olhe bem - murmurou ela. - você não esta reparando bem.
- A não ser que seja isto - disse Rony, pegando numa pequena caixinha retangular. Então ele tirou-a da bolsa e leu o que estava gravado: pílula anticoncepcional. - você esta tomando isto? - ele perguntou.
- sim. A partir de hoje. E eu até preciso esconder no meu quarto para que mamãe não veja, porque ela comeria a minha alma.
- Então a senhorita esta tomando a pílula? E eu posso saber com que intenção?
- Ora, um primeiro anista de medicina me fazendo uma pergunta tão besta como essa? O que você acha?
- Que você não pode estar bem intencionada...
- Ou estar bem intencionada, - comentou ela, sorrindo. Ele então estendeu a mão, segurou a dela e ficaram se olhando intensamente. Hermione colocou a outra mão sobre a dele, que continuava segurando a sua, e fez uma ligeira pressão.
- Você quer mesmo? - perguntou ele. Ela confirmou, balançando a cabeça. - Então você marca.
- Vai ser na segunda-feira á tarde. Ta bom?
- Tudo bem. Só espero que você saiba o que esta fazendo.
- Me guardei para você, querido. Eu sempre disse que pertenceria ao homem que eu realmente amasse.
- Eu a amo como a minha própria vida. Juro que a farei feliz, Hermione.

Hermione bebericou mais um pouco do licor e limpou uma lágrima indiscreta que teimava em toldar-lhe a visão. E foi nesse momento que o telefone tocou, fazendo-a sobressaltar-se, ligando-a ao mundo. Estendeu a mão para o telefone que estava na mesinha ao lado da poltrona, enquanto a outra segurava o cálice sobre o joelho.
- Alô?,.. Ah, é você, querido? Como, hoje você não virá jantar em casa? Lógico que eu compreendo... É o seu trabalho. Tchau. Um beijo.
Então Hermione depositou o fone no gancho, sentindo um vazio lhe invadir o peito. Outra noite que jantaria apenas com sua filha, pois Draco, seu marido, tinha uma reunião de negócios, como sempre acontecia. Ela já estava acostumada. Geralmente nessas noites ele chegava mais tarde, exausto, tomava um banho e lhe dava um beijo de boa-noite... Mas ela não podia se queixar, pois não lhe faltava nada. Tinha tudo o que uma mulher sonha do casamento. Uma casa ricamente mobiliada, carro do ano, todo o conforto, um marido bem sucedido, bonito... Mas... Faltava-lhe carinho. Ela era nova e sentia desejos que eram sempre mal aplacados. Quantas vezes tinha que recorrer á masturbação. Era deprimente, pensava Hermione, que uma mulher casada com um homem novo tivesse que recorrer á masturbação, simplesmente porque o marido não dava no couro. Percebera isso logo nos primeiros meses de casada, quando, geralmente, as relações sexuais entre marido e mulher são constante. Mas entre eles já eram espaçadas, as vezes ate com a diferença de uma semana!
Ela bebeu o resto do licor, colocando o cálice sobre a mesinha ao lado do telefone. Depois se recostou no espaldar da poltrona, sentindo o calor da bebida em suas entranhas. Era um licor forte que Draco havia importado da França.
Um ligeiro torpor começou a lhe invadir o corpo, e ela sentiu-se ate eufórica.
Desabotoou dois botões da blusa de seda e alisou os grandes e pesados seios por sobre o tecido. Depois os apertou, fechando os olhos, imaginando que estava sendo bolinada por Draco... Às vezes queria que realmente ele a desejasse tanto quanto ela o desejava.
Imaginava qualquer dia sair sem destino, para paquerar, e, quando encontrasse um homem que a interessasse, iria para a cama com ele, recebendo pagamento em troca. Ela queria sentir-se na pele de uma rameira, para saber qual a sensação sentida quando se é possuída por um estranho que, ao sair, deixa o pagamento sobre o criado mudo. E o hotel para onde iriam deveria ser um lugar bem sórdido, daqueles com corredores longos e encardidos, com luzinhas vermelhas, e que desse para ouvir os gemidos atrás das portas. Só em pensar nisso Hermione se molhava toda. Mas, certamente, era apenas uma fantasia. Na vida real ela não teria coragem de proceder dessa forma, simplesmente porque não fora educada para aquilo, e tambem porque, certamente, sempre teria diante de si a visão angelical de Strella, o seu pequenino anjo. Hermione soltou um longo suspiro. Ali estava ela: bonita, elegante, nova cheia de desejos, com o corpo palpitante por sexo... Trocaria de bom grado aquela vida por uma casinha modesta, onde aguardaria o marido todo o fim de tarde, que chegaria, a beijaria, jantariam juntos, depois assistiriam televisão e se amariam. Uma vida normal,como tantos casais de todo o mundo. Essa era a verdadeira felicidade. E um engano imaginar que só o dinheiro e a posição social tragam a felicidade. A felicidade é quase um nada, e reside nos corações simples. Ela soltou um novo e longo suspiro. O que iria fazer de sua vida? Não via nenhuma boa perspectiva no horizonte. Envelheceria, perderia sua formosura, e o que ganhou em troca? Só a riqueza e um marido invejado por todas as mulheres, porque ela sabia que ele era paquerado e assediado pelas mulheres, mas nunca tivera motivos para suspeitar de sua fidelidade. Na verdade, ela sentia pena de Draco. Certa vez encontrara uma receita médica em um dos bolsos do seu paletó, que indicava um estimulante sexual que ele tivera o cuidado de deixar no escritório. O excesso de trabalho estava transformando-o numa pessoa impotente. E para quê? Ela tentara conversar com ele, fazendo-lhe ver que a vida não se resumia somente em trabalho, mas, de nada adiantara. Ele herdara isso do pai, que, por sua vez, herdara do seu avô, que era um adorável italiano que tinha uma verdadeira obsessão pelo trabalho. Pobre Draco. Pobre Hermione. Ambos estavam enterrados naquele túmulo de raros objetos de arte. Tudo ali tinha valor, até mesmo a espátula de abrir correspondências era de prata e havia sido adquirida em um antiquário da cidade do Cairo. Mas Hermione não almejava nada daquilo. Queria um homem para si, que lhe desse carinho e que ela pudesse retribuir da mesma forma.
Então lembrou-se novamente daquela tarde na lanchonete, em que bebia coca-cola com Rony.
- Mal posso esperar até segunda-feira - ele lhe disse, alisando-lhe a mão.
- Eu tambem. Nesse dia meus pais irão ate uma cidade aqui perto e só voltarão tarde da noite. Por isso mesmo é um dia propício para que você ir lá em casa.
- Será na sua casa? - ele perguntou assustado.
– E daí? Que melhor lugar poderia ser? E na minha cama, porque ela é espaçosa para nós dois. Eu sempre imagino você lá comigo, e quero realizar esse sonho.
- Farei tudo como você quiser Hermione - ele respondeu com uma expressão apaixonada.
- E neste fim de semana nada de matinê - disse ela com firmeza.
- Tudo bem, senhorita. Eu já disse que farei tudo conforme a sua vontade. Você manda, garota.
Hermione recolheu a caixa de pílulas e guardou-a na bolsa.
Sentada na sala, ela recordava-se que naquela noite ficou um longo tempo deitada, olhando para o teto, imaginando-se a sós com Rony. E, naquela noite e nas subsequentes, teve sonhos eróticos. Não via a hora de chegar a segunda-feira para poder se entregar ao namorado, que a transformaria em mulher.
Na segunda-feira pela manhã, os pais despediram-se da filha, após mil e uma recomendações.
- Olhe, não abra a porta para ninguém. E, se precisar de alguma coisa, ligue para a sua tia.
- Ora, mamãe, a senhora se esqueceu que eu tenho dezessete anos? Eu não sou mais nenhuma menininha ingênua e sei cuidar de mim mesma. Depois, vocês vão voltar ainda hoje.
- É isso mesmo - o pai a apoiou. - sua mãe não aprende mesmo...
- A que horas pretendem voltar? - o pai pensou um pouco. Fez alguns cálculos.
- Mais ou menos por volta das dez e meia e onze horas.
Hermione os acompanhou até o carro, dando tchauzinho quando o carro dobrou a primeira esquina, em direção à estrada. Depois entrou para dentro, aprontou-se, e foi para a escola. Foi o período de aulas mais longo de sua vida. Não chegava nunca o meio-dia. Quando tocou a sineta, correu para casa. Então tomou um banho demorado, depois comeu uma salada de frios e resolveu fazer uma extravagância. Tirou do congelador uma cerveja bem gelada e saboreou dois copos. Logo sentiu os efeitos da bebida, porque não tinha o hábito de beber, a não ser refrigerantes. Depois fumou um cigarro, e tambem não tinha o hábito de fumar. Quis apenas fazer essas coisas, que lhe soavam proibidas, em uma forma de aumentar o seu tesão. Em seguida foi para o quarto e colocou um vestido longo, azul claro, que mais ou menos modelava-lhe o corpo, tendo o cuidado de não colocar absolutamente nada sob ele. Depois foi a vez de ajeitar a cama. Primeiramente pegou um plástico, colocando-o sobre o colchão. Era uma precaução que ela precisava tomar, porque não seria aconselhável sujar de sangue o colchão. Depois estendeu o lençol alvo de linho rosa, que comprara no dia anterior, e finalmente ajeitou os dois travesseiros. Então deitou-se para experimentar se estava tudo a contento. Aí, lembrou-se de uma coisa. Então levantou-se e, sorrindo, abriu a porta do guarda-roupa. Justamente aquela que continha um espelho grande, que servia para ela trocar de roupa, uma vez que pegava-a de corpo inteiro. Depois voltou para a cama e constatou que, se abrisse um pouco mais, ele refletiria a cama toda. Então abriu mais um pouco, e depois, com o coração aos saltos, desceu para aguardar Rony. Haviam combinado se encontrar às duas e meia, porque a aula na faculdade terminava á uma hora. Hermione sentou-se na sala e pegou uma revista, imaginando ler ate à chegada do namorado. Mas não conseguiu. Estava por demais excitada para poder se concentrar. Preferiu folhear a revista pura e simplesmente, varias vezes, do começo para o fim e do fim para o começo. De repente, a campainha da porta tocou, e então ela deu um salto da poltrona e correu para abrir a porta. Mas esfriou ao ver o homem parado diante da porta. Não era Rony e sim um desses vendedores de porta-em-porta.
- Permita-me fazer uma demonstração do nosso modelo de aspirador de pó? - Sinto informá-lo, mas em casa temos três aspiradores de pó e não estamos interessados em comprar mais nenhum.
- E, por acaso, uma enciclopédia do mundo animal não viria a calhar, numa época em que...
- Olha meu senhor, meu pai é veterinário e até no banheiro temos literatura sobre o assunto.
- então, queria me desculpar. Uma boa-tarde.
Hermione fechou a porta e caiu na gargalhada. Mas, quase que de imediato, a campainha tocou novamente, e então ela abriu a porta, imaginando dizer umas boas para o chato vendedor. Mas não era o vendedor. Agora era Rony que estava diante dela.
- Quem era aquele homenzinho com aquele estranho aparelho nas costas? - Perguntou ele.
- Imagine você, um vendedor de aspiradores de pó e de enciclopédias... - Entrou e caminharam para a sala.
- Quer uma cerveja? - perguntou Hermione.
- Até que eu aceito - respondeu o namorado. - então vamos na copa.
De mãos dadas foram ate a copa e Hermione apanhou uma garrafa na geladeira.
- Você não toma? - perguntou ele.
- Não - respondeu Hermione, que tivera o cuidado de bochechar após tomar a cerveja e fumar o cigarro.
- Beba apenas um gole - pediu ele, passando-lhe a garrafa que bebera ate a metade. Então Hermione bebeu um pouco da garrafa, devolvendo-a a Rony, que a esvaziou, com o olhar pregado nela, admirando-lhe as formas modeladas pelo vestido meio justo.
- Você esta linda nesse vestido.
- Obrigada. Escolhi-o especialmente para o dia de hoje.
Rony se aproximou de Hermione e a abraçou, procurando de imediato os grossos lábios que ela já lhe oferecia. Foi um beijo longo e um abraço apertado, em que Rony pode sentir o corpo de Hermione junto ao seu, e não foi difícil para ele perceber que ela não usava absolutamente nada sobre o corpo, a não ser aquele fino vestido azul claro de seda natural, da mesma cor dos seus olhos. Então alisou aquele corpo sedutor, mesmo por sobre o tecido fino, e sentiu que a pele de Hermione estava quente. Com ambas as mãos, ele apertou as nádegas dela, igualmente sentindo a sua maciez. Como o tecido era fino e não havia mais nada protegendo o corpo de Hermione, foi fácil para ela sentir a protuberância cutucando-a na altura do baixo-ventre. Então, safadamente, ela dobrou o corpo para trás, de modo a se encaixar completamente entre as pernas do namorado, que se esfregou gostosamente em suas coxas, que ficaram totalmente modeladas, uma vez que o tecido se entranhou.
- Vamos subir? - ela pediu.
Então subiram de mãos dadas os conduziam ao andar superior, onde degraus de mármore branco que ficavam os quartos.

N/Gabs: Oi genti.... Olha estou muito decepcionada com vcs... O cap estava pronto e teve poquissimos comentários.. Mas mesmo assim... Eu posto.. Pq eu sou Legal..
Cap 4. Só com coments.. Cap esta sendo escrito pelo meu irmão..
Agora eu prometo que me dedico mais a "Mais que irmãos"...
Dão uma passadinha lá depois oks!?

N/Cáh: Esse cap foi feito por mim.... Como vcs perceberam sem quase nenhuma perversão... Comentem oks!?

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Adorei *---*

Nota: 3

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.