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1. Hugo Edward Weasley


Fic: Hugo e Monica - capítulo 28


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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.:. HUGO EDWARD WEASLEY .:.
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Nesta manhã em questão, encontramos nosso protagonista deitado em sua cama, enrolado de maneira peculiar no lençol, dormindo com uma feição alegre no rosto. Tão alegre que nos anima a usar nossas prerrogativas de contador de histórias para entrar em seus sonhos.


Branco. Tudo estava branco ao redor dele, tudo levemente enevoado. Prestando melhor atenção, posso afirmar que ele estava no chuveiro. Uma mão tocou levemente seu ombro e ele se virou de supetão. Era uma garota loura e de pele dourada. Ela sorriu e encostou levemente seus lábios nos dele e então fomos arrancados de dentro do sonho por um apito estridente.


Ele esfregou preguiçosamente os olhos e alcançou o despertador, "Seis e vinte e quatro... Seis e vinte e quatro! Pra que despertador nas férias?", disse colocando o relógio novamente na mesa de cabeceira sem o mínimo de delicadeza. Continuou deitado em sua cama e fechou os olhos, tentando voltar ao sonho de antes...


"Sai da cama de uma vez, Hugo!", ele abriu os olhos e, de mau humor, encarou sua irmã que estava abrindo sua janela, "Papai vai arrancar teus cabelos se não levantares de uma vez!"


"Me deixa dormir, Rose! É sábado e eu estava sonhando...", ele então pegou o travesseiro e o colocou sobre seu rosto para cobrir a luminosidade.


"Pelo sorriso imagino que tenha sido com a Sarah...", disse ela tirando o travesseiro do rosto do irmão.


"Pois então imaginaste corretamente. E a gente estava apenas começando a tomar banho...", o sorriso começou a crescer novamente no rosto de Hugo.


"Seu pervertido!", ela riu e bateu nele com o travesseiro que ainda estava em suas mãos, "Mas vais ter que deixar pra depois, prometeste que ias ajudar na loja hoje. Papai tá só te esperando e está com cara de poucos amigos..."


"Merda!", disse olhando o relógio ao lado da cama e vendo que lhe restavam apenas 3 minutos pro horário combinado, "Merda, merda, merda!"


"Para de xingar e vai se arrumar. Vou lá avisar que já acordasse", disse Rose saindo do quarto e deixando um irmão desesperado para trás.


Ele se levantou num pulo. Não conseguia atinar em como havia esquecido que ajudaria o pai e o tio na loja. "Merda, merda, merda!" Tateava pela bagunça do quarto em busca de suas roupas. Camiseta, tênis, meia... Opa! Tira o tênis, bota a meia e depois o tênis. Correu para o banheiro e suspirou aliviado. Convenhamos que não há nada mais delicioso que aliviar uma bexiga cheia... Lavou o rosto e ajeitou o cabelo como pode. "Acho que tudo pronto então... Ainda um minuto pra conseguir comer alguma coisa."


"Meu caro, sem querer ser desagradável, mas acho que você esqueceu de vestir as calças..." sugeriu o reflexo dele no espelho. Correu de volta pro quarto. "Onde se esconderam as malditas calças? Porque minhas roupas se escondem de mim?" disse enquanto procurava desesperadamente no armário.


"30 segundos, Hugo!", soou a voz de seu pai do andar térreo.


Calças, calças... Encontradas! Saiu correndo tentando vesti-las enquanto descia as escadas. Perna direita dentro! Degrau, degrau, degrau. Perna esquerda... dentro! Degrau, degrau, degrau. Zíper fechado, botão na casa. Salto final! "Pronto!"


"Então vamos embora", disse o homem de cabelos ruivos ao levantar da mesa em seguida dando um beijo na mulher de cabelos ondulados. Hugo logo pensou que deveria saber que Rose estava mentindo, seu pai nunca se irritaria por um atraso...


"O menino nem comeu ainda, Ronald!", disse a mulher enquanto puxava Hugo para a cozinha.


"Eu arrumo alguma coisa pra comer lá no Caldeirão Furado, mãe".


"Pelo menos come uma torrada agora", disse ela entregando um pedaço de torrada com manteiga para ele. Engoliu a torrada, beijou a mãe e roubou um gole de café da irmã. Correu para o quintal onde seu pai acariciava Plump. Plump é o cachorro da família. Colocarei aqui um adendo, algo que todo o contador de histórias pode fazer quando precisa acrescer algo importante. Na verdade o nome do cachorro é Roderick Plumpton, em homenagem ao apanhador com o recorde por ter apanhado mais rápido o pomo, Hugo deu esse nome porque no mesmo dia em que o encontrou, conseguiu a figurinha de Roderick no sapo de chocolate. Mas devo dizer também que ele não tem nada de apanhador, ele não é nem um pouco rápido e nem gosta de pegar nada que joguem para ele. Alguns poderiam até dizer que é um preguiçoso de marca maior... Pode não ser uma informação importante, concordo, mas é sempre bom conhecermos todos os membros da família, e Plump é considerado um.


"Pronto, pai?", Ronald se levantou e deixou o Plump deitado no chão olhando pra ele, inconformado pelo fim do carinho.


"Pronto! Ah! Um instante", disse e então gritou para dentro de casa, "Te encontro pra almoçar, Hermione?"


"Sim! Nos encontramos no Caldeirão Furado mais tarde", disse a mulher de cabelos ondulados acenando da porta.


"Agora sim", Ronald e Hugo se aproximaram e aparataram para os fundos da loja.


Mesmo de longe era possível ver que o Beco Diagonal estava começando a encher. Não poderia ser diferente, ontem chegaram as cartas de Hogwarts, então a maioria dos pais viria hoje comprar os materiais do próximo período letivo. Exatamente por isso que Hugo se voluntariou para ajudar na loja. Já era considerado essencial, quase como um item invisível da lista de material escolar, os produtos da Geminialidades Weasley.


"Finalmente chegaram", disse tio Jorge jogando para Hugo o avental, "Vais ficar encarregado de repor o estoque Hugo, já sabes onde ficam as caixas", depois se virou para Ronald, "Ron, Angelina não vai poder vir hoje, ela não está se sentindo muito bem. Será que podias conseguir mais alguém pra vir ajudar a gente? Estou tratando com uns fornecedores lá em cima..."


"Pode deixar. Hugo, vá lá na frente ver se a Lucy precisa de alguma ajuda, vou tentar achar alguém que possa dar uma mãozinha aqui pra gente", disse Ron enquanto subia as escadas para o escritório.


"Claro", disse Hugo enquanto caminhava para a loja. Lá estava Lucy dançando com a vassoura. É bom dizer que esta é Lucy Sanders, que trabalha na loja já há cinco anos, e não Lucy Weasley, que ainda não conhecem, mas é prima de Hugo. Esta Lucy está sempre bem humorada, não importando a hora do dia ou da noite. Nestes anos em que a conhecem, os Weasley's nunca a viram com o semblante triste ou incomodada com alguma coisa. Hugo sempre a invejou... Queria ter a mesma disposição a esta hora da manhã.


"Menino Hugo! Como vão as coisas? Aproveitando as férias?"


"É... Tudo indo devagar... Me atrasei e nem consegui tomar café direito ainda".


"Bem, melhor ir acelerando o ritmo porque hoje parece que as coisas vão ferver!" e ela realmente parecia estar comemorando isto... Hugo deu uma olhada pelas prateleiras e viu que Lucy já tinha dado conta de arrumar tudo pra abertura da loja, então voltou pro escritório e encontrou seu pai se levantando da frente da lareira.


"Conseguiu alguém, pai?"


"Sim, sim... Victoire disse que se dispõe a vir. Porque o sorriso, posso saber?" disse Ron ao ver o sorriso que Hugo não conseguiu segurar.


"Bem, convenhamos que se já ia ser movimentado vai ficar ainda mais né? Alguns garotos ainda são afetados por ela... Sabe, a descendência de Veela e tudo mais..."


Ron riu e disse "Verdade... Bem, se eles vierem e comprarem não tem problema. Como tá a loja?"


"Tudo certo. Prateleiras cheias e Lucy está acabando de varrer. Será que posso ir lá no Caldeirão comer alguma coisa?"


"Vai, filho. Aproveita e já reserva uma mesa pra gente almoçar", disse já começando a rabiscar alguns números num pergaminho, "Ah!", disse levantando novamente o rosto e sorrindo, "Se tiver um pedaço daquela torta de maçã ainda..."


"Pode deixar que eu trago", Hugo sorriu de volta e tirou o avental pendurando-o na porta. Saiu da loja e foi caminhando rapidamente até o Caldeirão Furado, mas cuidando para desviar das pessoas que vinham distraídas em sentido contrário.


"Olá, Sra. Abott!", disse ao entrar no Caldeirão e encontrar a dona, Hannah Abbott, esposa de Neville Longbottom, um dos melhores amigos dos pais de Hugo, "Será que tem um café para um rapaz morto de fome?"


"E por acaso alguma vez não tive café pra te oferecer?", ela riu e entregou o cardápio ao rapaz enquanto continuava a limpar o balcão, "Como está todo mundo?"


"Estão bem. Papai pediu pra eu reservar uma mesa, a gente vem almoçar aqui", disse enquanto inspecionava o cardápio.


"Considere a mesa reservada. E agora vais querer o que?"


"Hum... Uma caneca caprichada de café e um sanduíche daquele ali da prateleira de baixo e... um pedaço daquela torta"


Hannah riu, "Só isso?"


"E uma fatia de torta de maçã pra eu levar pro papai", Hugo sorriu de volta e esperou seu pedido, que não demorou quase nada, e então resolveu se sentar numa mesa. Mas ao se virar em direção ao restaurante, se deparou com uma barreira inesperada e literalmente pôde sentir na pele como o café estava quente...


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N.A.: Essa história andava me atormentando a cabeça a algum tempo já então resolvi colocar ela em palavras. Dei uma re-estruturada, mudei a forma de narrar, mas a essência continuou a mesma. Vou tentar ficar o mais cannon possível, portanto me avisem se eu fugir do enredo original pra eu tentar voltar. Espero que gostem e que participem da campanha "FAÇA UM AUTOR FELIZ". Para participar é muito simples, basta deixar um comentário, por que é disso que autores gostam! :P Beijos!

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