FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

2. Meus neurônios, por favor!


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

- Como não quer falar...nisso?! – espantou-se – Mione, o que você está escondendo de mim?

- Nada demais, Harry, só acho que não é hora para isso. – Hermione pensava no passado, no que aconteceu no seu sexto ano em Hogwarts.

Hermione tinha saído frustrada ao ver Rony com Lilá aos beijos e saiu em direção aos jardins para pensar melhor, chegando ao portão principal, esbarrou em algo, melhor, em alguém, com quem nada ela se agradou nos primeiros minutos.

- O que foi, Granger? Precisando de ar puro? Com certeza sim, também com esse seu sangue-sujo é bom oxigená-lo de vez em quando.

- Sai da frente, Malfoy! Eu não estou para brincadeira hoje. – Hermione lutava para não chorar, não ali na frente daquele ser insignificante.

- Estressadinha, Granger? Precisa de uns beijinhos pra se acalmar. – a gota d’água para Hermione. Ela o empurrou com todas as forças que conseguiu reunir fazendo com que Draco fosse parar nas primeiras escadas do portão. Saiu correndo, mas não antes de Draco perceber uma lágrima escorrer pelo rosto da garota. E não sabendo o porquê sentiu-se mal ao ver aquela lágrima.

- Granger! – chamava Draco ao final da aula de transfiguração. Rony estava demasiadamente ocupado com Lilá e Harry pensando em Gina demais que saíram da sala tão rápido, sem nem se lembrarem de Hermione chateada lá dentro.
Draco não deixou de notar a indiferença de Hermione quanto a Harry e sua raiva quase mortal ao casal do ano e sentiu-se constrangido em vê-la assim, parecia que não era mais...ela.
Hermione levantou o rosto na direção ao chamado.

- Granger... É... – estava sendo pior do que ele esperava falar algo para ela, era bem melhor perturbá-la. – É... Não está se sentindo bem, está? – Hermione achou aquilo uma brincadeira desgraçada. Tudo bem que ele a xingasse ou aos meninos, mas ela estava acostumada as barbaridades por ele falada e não com um tratamento cínico daquele.

- Se eu estou ou não, não é da sua conta! – Malfoy bufou, mesmo assim tentou.

- Sério, Granger, você precisa da ala hospitalar.

- Quem precisa da ala hospitalar é VOCÊ, Malfoy! – saíra sem nem olhar para os lados, deixando Draco furioso.

Os dias passavam e Hermione continuava com sua indiferença e raiva caminhando juntas. E ninguém aguentava mais o humor daquela menina, não que ela explodisse com qualquer um, mas não chegava a agradar ninguém, o que era pior, fazendo algumas colegas suas se afastarem.
Era um dia ensolarado e Hermione aproveitava para ler um livro debaixo de uma árvore longe de tudo que pudesse irritá-la.

- Granger, você tem andando muito só ultimamente. – Malfoy não conseguira parar de observar a morena e só conseguiria dormir direito se falasse com a dita cuja. Ele mesmo se via brigando internamente, como se parte de seu cérebro tivesse criado uma rebelião e outra mantivesse sob as leis. Porém, a parte rebelde foi mais rápida comandando os pés do mesmo a ir até a morena.

- O que foi, Malfoy?! – Hermione só o olhou de relance, mas com uma curiosidade: o que aquele loiro aguado estava fazendo na cola dela?!!!

- Já disse, você está muito sozinha ultimamente. – repetiu sem pensar.

- E já falei que você não tem nada com isso. – disse enraivecida.

- Granger,...eu...tenho visto que você nem responde mais as perguntas na sala, não come com seus amigos idiotas, nem passa tempo algum com alguém e... – foi interrompido pelo grito seco de Hermione.

- Responde uma coisa, Malfoy: O que VOCÊ tem COM ISSO? O QUE ACONTECEU COM A “SANGUE-RUIM”?

- Não fa... - Draco tentou responder mas, ela quase pulara no pescoço dele e quando ele percebeu isso deu uns passos pra trás.

- Eu não sei o que deu em você, Malfoy, mas tenho certeza que não é boa coisa. Se você acha que pode me atingir mais do que antes quando me tratava de forma rude, está enganado porque nada que vem de você me atinge.

Em outras épocas o loiro se zangaria e a chamaria de um monte de nomes, um mais cabeludo que outro, mas ele sentiu que não queria isso, que na verdade estava cansado de tudo. Preferiu ir embora sem brigar. Hermione ficou olhando o garoto ir embora sem nada a responder e achou que ele devia ter tido um derrame ou algo parecido.

3 Dias depois...

Harry estava treinando quadribol e aproveitando para olhar Gina sem nenhuma culpa enquanto Hermione olhava toda situação. “Rony com Lilá, e eu...” parara de pensar na hora com medo com o que seu cérebro poderia completar a frase.
Terminara o treino e Hermione saíra novamente sem nem esperar companhia.

Draco estava parado encostado na parede esperando o início do jantar. Não era do feitio dele fazer isso, geralmente esperava que todos estivessem à mesa pra quando chegar escutar suspiros da maioria das meninas. Mas nesse dia não, ele sentia que deveria ficar ali sozinho. Pra sua surpresa, Hermione vinha a passos lentos em direção ao salão e ele sentiu um frio no estômago e um nervosismo que não sabia de onde tinha vindo, somente que estava ali para atormentá-lo.

- Boa noite, Granger! – Draco falara sem nem pensar no que estava falando. Começou a pensar seriamente o que ele tinha, ultimamente todas as vezes que chegava junto a morena, seus neurônios pareciam se desligarem e seu cérebro enviava informações sem nem ao menos questioná-los se deveria.

Hermione assustou-se com o cumprimento e mirando o rapaz resolveu por responder. – Boa noite, Malfoy! – ela sentiu como se estivesse entrando em um mundo novo, falando educadamente com Malfoy, pensou que estava sendo abduzida.

- Eu... – começou Draco sem pensar novamente – Acho que... – agora forçando seus neurônios a trabalharem – Você... – os neurônios insistiam em fazer greve – Precisa de... humm... - os neurônios ganharam a batalha – ... Um ombro amigo para conversar. – “pronto, agora deu! Virei escravo da minha insanidade mental!”

Hermione o olhou diretamente nos olhos e Malfoy sentiu o frio na sua barriga aumentar, parecia que ia sair gelo por seus poros. Hermione ainda questionando mentalmente o que o sonserino tinha, deu-se por vencida e respirando forte deu um meio sorriso e notou que o rapaz loiro correspondeu, o que a deixou totalmente alienada. “Que sorriso bonito!” A morena pensara. “Nem de longe parece com aquele sorriso cínico que ele habitualmente usa.”

As portas do salão se abriram e os dois foram diretamente para suas respectivas mesas. Logo o salão se encheu de conversas e murmúrios sobre o jogo que se aproximava - Grifinória contra Corvinal - mas Hermione não prestava atenção em nada, somente no loiro que agora estava de costas pra ela duas mesas à frente. Quando Rony e Harry chegaram, ela já tinha terminado a refeição e se pôs a ficar de pé, mas Harry parou em frente da castanha. – Sabe, ando preocupado com você! – Hermione deu um sorriso debochado e logo pensou num absurdo de ter trocado de lugar com Malfoy, ele ficara com seus sorrisos simpáticos e ela com os dele, debochados.

- Estou muito bem, Harry. Não quero conversar no momento. – saiu de perto, porém voltando na mesma hora e sussurrando ao ouvido dele. – Acho melhor você se preocupar com você mesmo, pois se Rony descobre seu mais novo afeto...hahaha. – outra risada debochada e saíra de vez de perto dele.
Harry congelara e olhava Rony frustrado. Sabia que ele era seu melhor amigo, o que o deixava na pior situação possível e entendera bem a risada de Mione, uma escolha, era o seu “novo afeto” ou a amizade de Rony.

Apenas uma pessoa acompanhava toda a cena e estava já virando rosto a posição normal quando uma voz feminina interrompeu seus pensamentos. – Não acha que vai ficar com um problema no pescoço desse jeito? Sente-se de frente. Ou seria melhor sentar-se logo na mesa de Grifinória? – Draco não olhou Pansy diretamente só mirou um ponto ao lado dela e sorrindo simpaticamente. – Eu não acredito que você saiba realmente o que acontecerá com meu pescoço, você não é medibruxa, e sinceramente não acredito que um dia se tornará. – foi em direção à sala comunal pretendia dar uma olhada nos deveres a fazer, entretanto algo chamou sua atenção. Uma juba castanha andava em direção a floresta proibida e sem nem se dar conta, estava o loiro correndo atrás dela. Mais uma vez seu cérebro travara uma batalha e a rebelião vencera. A castanha parou na entrada da floresta e o loiro finalmente a alcançou.

- O que você está fazendo aqui? – Draco falava arfando.

- Eu... – Hermione estava de cenho franzido. – Só queria ficar um pouco só.

- AQUI?! Sério, Granger, não é uma boa idéia. – ele ria agora – Acredito que aqui você não vai estar sozinha nunca. – Hermione sorriu sem graça.

- É melhor voltarmos para o castelo. – Draco assentiu com a cabeça.

Você está assim por causa do Weasley, não é? – “maldito cérebro! O que foi meus neurônios? Outra guerra?” pensou. – Se não quiser falar, vou entender. – tentou corrigir Draco. Ao lado, Mione parou balançando a cabeça como se estivesse estudando um assunto de nível exorbitantemente alto e que sua inteligência abençoada não conseguisse alcançar.

- Malfoy, o que te aconteceu? Bateu com a cabeça? – perguntou preocupada a castanha voltando ao castelo.

- Talvez sim. – disse divertido.

- É por causa dele – respondeu Mione antes que se arrependesse.

- Humm... Você...gosta dele? – sem pensar novamente. “Que bosta é essa?”

- Parece, não é? – falou uma triste morena.

- E por que está distante de Potter? – Draco revirou os olhos em protesto consigo mesmo. “Ótimo, greve indefinida. Desde quando que é só Potter?”

- Ele é que anda desligado de mim. – falou um pouco ressentida. O que não passou despercebido por Draco. – Na verdade, eu não quero contaminá-lo com minha chatice. – continuou enfatizando bem a última palavra.

- Entendo. Mas ele foi falar com você no jantar. E você... – Draco esperou um complemento para sua fala por parte dela, como não veio – Olha Granger, não ligue para aquele...cabeça de fósforo. – “ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ, alguns voltaram ao trabalho” – Isso um dia tinha que acontecer. Com Potter também! – “meus neurônios, por favor!!!”

- Sabe, Malfoy, sempre esperei estar nesse acontecimento.

Malfoy engoliu em seco e quando deu conta, já estavam no corredor que separa o caminho dos dois.

- Boa noite, Malfoy! – O loiro ficou parado prestando atenção à nova sensação de sua barriguinha, que agora estava dando saltos e mais saltos. “Que foi? É um canguru agora, é?” pensou. E sem responder o cumprimento da morena saiu depressa para a masmorra.

Malfoy demorou a dormir pensando na conversa com a castanha e naqueles sintomas que sua barriga insistia em dar quando estava próximo a ela, assim como o seu cérebro que parecia ter gostado de ficar ligado-desligado, ligado-desligado, numa hora estava ligadíssimo dando uma resposta a Pansy, um minuto depois desligou e seus pés estavam lá correndo.
Na manhã seguinte, tudo estava calmo. Um sol leve brilhava, e ao acordar, Draco estava exausto por conta de um sonho onde ele estava jantando em Grifinória e Hermione em Sonserina, de repente ficou tudo escuro e uma juba castanha dizia sem parar “sempre esperei estar nesse acontecimento” e virou tudo vermelho como estivesse pegando fogo e ele começou a pular feito canguru e saindo da floresta chegou a um grande castelo em forma de cérebro que tinha várias Hermiones de um lado e vários Dracos do outro travando uma guerra e ele percebeu que eram os seus neurônios. - Eu preciso de um bom banho.

****

- Eu tenho cara de quê? – falava Hermione indignada.

- Mas Mione, você pode me ajudar. – pedia Harry.

- Esqueceu que eu não estou falando com seu “amiguinho”? – Hermione fazia uma cara irônica. – Eu não tenho como ajudar, você nem sequer ficou ao meu lado quando estava precisando – “estava? Ainda estou” pensou Hermione – E além do mais, você nem sabe se ela está a fim de você. – parecia ter vencido a discussão.

- Por isso mesmo, Mi – Aqueles olhos verdes brilharam. – Você pode averiguar com ela primeiro e depois a gente ver como faz com Ron, e não fala que eu não estive do seu lado porque eu fiquei sim, conversei com você e tudo mais, mas você resolveu ficar me evitando. – falou mais severo - E como falou “estava precisando”, então deve estar bem melhor agora, não? Então é só deixar o surto dele passar. – Hermione teve vontade de bater nele quando lembrou da cena em que ela via pela primeira vez Rony com Lilá e saíra chorando para uma sala vazia e Harry viera em seus calcanhares consolando-a a todo custo e depois ela dizendo a Malfoy “eu não quero contaminá-lo com minha chatice”. – Malfoy – falou Harry baixo e Hermione tomou um susto pensando que seu amigo agora lia pensamento. Malfoy se aproximou da sala de aula se direcionando aos seus amigos Crabbe e outro rapaz de cabelos compridos negros e olhos azuis, chamado John. Draco lançou um breve olhar a Hermione cumprimentando e virou-se sem dar mais atenção.

-O que foi isso?

- Isso o quê? – fingia Hermione.

- Malfoy cumprimentou você? - Harry franzira o cenho.

- É, ele não me ridiculariza mais .– Mione riu.

- É, nem a mim .– confirmou Harry.

- NEM AO RONY! – falaram os dois juntos e seguiram-se risos. – Acredito que tomou um balaço na cabeça. – falou Harry sem parar de rir. E de repente ficando sério. – Será que ele está aprontando algo? – Harry pareceu levar bastante em consideração essa sua concepção que ficou olhando Malfoy desconfiado o resto do tempo.

A manhã transcorreu calmamente e a castanha estava bem melhor em seu estado emocional, lógico que quando via o casal do ano aos beijos e abraços, parecendo duas enguias, como falara Gina, ficava com vontade de azará-los ou lançar uma barreira invisível para os dois não se tocarem mais. Porém, logo superava este impulso, pensando na bendita frase de Malfoy “não ligue para aquele, cabeça de fósforo” e numa dessas superações se deu conta que estava pensando demais em Malfoy.

“Ele nunca mais veio conversar comigo”! – falou triste para si mesma, sentada na beira do lago. – “Até parece! O que deu em você, Hermione Jean Granger? Esqueceu que é MALFOY, SONSERINO, ABUSADO, RIDÍCULO, METIDO A MERDA, CHARMOSO, LOIRO, OLHOS CINZAS ou será que são azuis? Hã, aiiii O QUE EU ESTOU FALANDO? Mas eu não posso negar que ele é bonito, péssimo de caráter, mas bonito.”

- O que foi, Granger? Quem é péssimo de caráter, mas bonito? – era Draco perguntando um tanto cismado, em pé ao lado dela.

- E-eu...é... – Draco achou engraçado Hermione gaguejando – Eu estava falando de um rapaz aí... – disse Hermione pouco convincente. Draco sorriu triste.

- Era de Weasley? – Hermione indignou-se respondendo que não com a cabeça, Malfoy sorriu mais satisfeito. – Então quem era? – perguntou mais travesso, porém logo retomou a expressão triste. – Não era...Potter, era?

Hermione achou engraçada a forma que Draco perguntara. – Não, não era ele. Apesar de eu achá-lo um gato com aqueles olhos verdes, seus cabelos pretos bagunçados e seu sorriso... – Chega! – Draco a interrompera. A castanha sorriu de volta e disse: – Aí está o Malfoy que conheço! – Draco sentiu o rosto queimar, meio sem graça sentou junto de Hermione e olhou para toda a extensão do lago. Ficaram ali num silêncio que Hermione pensava ser “um inferno de silêncio” e resolveu logo quebrar.

- Você está mudado, Malfoy?

- Eu acredito que sim, Granger. Parece, não é? – olhou sorrindo ao usar a mesma frase da castanha.

- Eu estou achando tão estranho sua companhia, estava mais acostumada com suas birras para mim e meus... – ela parou em um instante pensando em Rony - ...amigos - completou por fim.

- Hã... Se você quiser, eu retorno a... – não terminou a frase ao deparar com a castanha totalmente desconfiada e entendeu que ela falou seriamente e estava levando a resposta a sério também, sorriu novamente pegou um punhado de folha e jogou nela se levantando para ir embora. Hermione ficara paralisada por um momento com a ação do garoto e em seguida saiu em disparada atrás dele também jogando tudo quanto era folha, galhos e pedra até uma passar de raspão nele o que o fez se virar brigando. – Está maluca? Pedra? Hermione rira do loiro e seguiu em direção ao castelo com ele atrás resmungando que ela pegara pesado, que ele só jogou folhas... Subitamente a castanha para. – Malfoy? Eu tenho algo a perguntar. – Malfoy ficou sério – Quer fazer o trabalho de poções comigo? – O sonserino ficou absorvendo uns instantes a pergunta da castanha e parecia estar com a cara muito engraçada, pois Hermione não segurou o riso. – Esquece, Malfoy, só estou brincando com você. – Draco respirou aliviado, sem saber por que lhe custara tanto responder. Pensando em algo como “se eu disser que não, ela vai ficar com raiva de mim e se eu disser que sim, a turma toda vai estranhar e vai ser aquele falatório, piadas do Snape, eu deixando de ser o exemplo da Sonserina, eu sendo internado no St. Mungus...”.
*************************************************

Agradeço comentários de Rayssa (florzinha do coração) e de Claudiomir (gênio)....rsrsrsrsrs
Comentem leitores tímidos! :)
Cheiro!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.