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7. CAPÍTULO VII


Fic: Casados por uma semana - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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camila de sousa: pediu, tah na mão (pena q só ví agora,neh...)

**RE**: é ótimo saber q vc ainda tah por aki... sei bem como é isso...

desculpem a demora...

tah ae...

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Hermione ainda pensou em se afastar uma última vez, mas desistiu ao sentir a mão de Harry sobre um de seus seios.
Ele a beijou com ardor, sem deixar de acariciá-la, enquanto ela correspondia ao beijo com a mesma intensidade. Não demorou muito para Hermione sentir os seios nus e expostos às deliciosas carícias dos lábios quentes de Harry.
— Você é linda, Hermione — sussurrou ele, olhando-a com ar de adoração.
Quando voltaram a se beijar, ela começou a abrir os botões do pijama dele. Harry logo se livrou da peça e deitou sobre Hermione, tocando os seios dela com seu peito nu. Hermione suspirou de puro prazer.
Deslizando as mãos pelas costas dele, foi descendo devagar, até tocar-lhe as nádegas firmes. Sorriu com satisfação, ao ouvir o breve gemido de Harry.
— Hermione, não agüentarei esperar muito... — avisou ele, ardendo de desejo.
Ela também o queria mais do que tudo naquele momento. O receio de desapontá-lo fez com que fosse ousada pela primeira vez na vida. Insinuou seu quadril sob o dele, indicando quanto o desejava.
— Não temos nenhuma proteção — lembrou Harry, de repente. — Você quer arriscar? Eu estou disposto, mas...
— Tenho dois preservativos na bolsa — avisou Hermione, ofegante. — Quando eu estava saindo com Rony, comecei a carregá-los comigo para o caso de... Bem, mas nunca foi preciso usá-lo.
— Não sabe quanto fico feliz por isso — afirmou Harry, com um sorriso.
Pouco depois, quando ele finalmente ficou pronto para possuí-la, Hermione conteve o fôlego, com um ar de expectativa.
— Não está pensando em desistir, está? — perguntou Harry.
— Não.
Seguro de que ela ainda o queria, Harry tomou-a para si. Hermione o recebeu com um gemido, mal contendo a satisfação de sentir-se completa afinal.
O ritmo de seus corpos foi se tornando cada vez mais intenso, até que uma verdadeira explosão de sensações prazerosas arrebatou-os a lugares onde os dois nunca haviam estado juntos antes. A partir daquele momento, suas vidas nunca mais seriam as mesmas, pois o mundo dos amantes finalmente se revelara para ambos.
Permaneceram abraçados durante um longo tempo, enquanto seus corações voltavam a um ritmo normal. Hermione nunca sentira-se tão feliz em toda sua vida. Até esse dia, não conhecia o que era experimentar tamanho êxtase nos braços de um homem. Pela primeira vez, sentia-se realmente livre.
Harry deitou de lado e olhou-a com um sorriso charmoso.
— Se eu soubesse que seria tão maravilhoso assim, teria tentado conquistá-la há meses — confessou. Deslizando a mão pelos seios de Hermione, acrescentou: — Você é ainda mais linda do que imaginei.
Ela sorriu, sentindo-se realmente sexy sob o olhar de Harry.
— Foi como se já houvéssemos nos amado muitas vezes antes — disse.
— Fizemos isso em nossas mentes — lembrou ele. — Mas pessoalmente é muito melhor.
— Sim — Hermione sorriu. — Estou mais do que convencida disso — ela o beijou no peito. — Você me fez muito feliz, Harry. Ensinou-me coisas que eu não sabia, por isso lhe devo...
Ele a interrompeu com um beijo. Quando o desejo se reacendeu em seu corpo, afastou-se um pouco, mantendo os lábios a centímetros dos dela.
Hermione pegou o preservativo que restara e colocou-o na mão de Harry.
— Ainda resta um — sussurrou. — Será suficiente para demonstrar minha gratidão?
— Está ficando mais provocante a cada minuto — afirmou ele. — Esta é a verdadeira Hermione que você estava ocultando todo o tempo?
— Acho que sim — ela sorriu. — Eu mesma estou tendo de me acostumar com essa nova personalidade.
Um beijo iniciou uma nova entrega ainda mais ardente do que a anterior. Quando finalmente adormeceram, boa parte da noite já havia se passado.
Hermione acordou de repente, sobressaltando-se ao notar que estava nua nos braços de Harry. Mais embaraçoso ainda foi se ver assim em meio a uma loja de departamentos.
Harry continuava adormecido, com os cabelos negros levemente desalinhados e o semblante vulnerável, semelhante ao de um menino.
Olhando o corpo másculo, lembrou-se da intimidade que haviam compartilhado. Fazer amor sob o efeito de champanhe e de circunstâncias inesperadas fora uma experiência muito excitante. E dali em diante? Será que tudo mudaria? Como Harry se sentiria a seu respeito quando acordasse e se visse com ela, na cama?
De súbito, uma certeza se apoderou de seu coração: amava Harry. Não sabia há quanto tempo o sentimento existia, porém ele estava ali, mais forte do que nunca.
No entanto, sabia que eram muito diferentes do ponto de vista social. Harry era um empresário bem-sucedido e ela uma simples funcionária da loja do pai dele. Talvez ele nem se importasse mais com ela quando acordasse.
Eles eram diferentes, e não havia como negar isso. Como seria possível haver um relacionamento permanente entre eles? Aquela história de manequim vivo saíra do controle e uma única noite de amor era tudo que provavelmente lhe restaria.
De repente, Harry abriu os olhos. Hermione conteve o fôlego, esperando ver uma expressão de choque no rosto dele. No entanto, ficou surpresa quando um sorriso sonolento curvou os lábios de Harry.
— Já amanheceu? — perguntou ele.
— Acho que sim. No meu relógio são seis e meia.
Harry olhou para o próprio relógio.
— Pelo menos acordamos antes da chegada dos seguranças — afirmou. — Como está se sentindo?
— Bem. Não dormi direito, mas recuperarei o sono depois.
— Você está maravilhosa — elogiou Harry. — A falta de sono pelo motivo que nos levou a isso combina com você.
Hermione sorriu.
— Eu desistiria de dormir na primeira oportunidade, para repetir o que fizemos.
Um brilho insinuante surgiu nos olhos de Harry.
— Então não está arrependida?
— Não. Você está?
— Não! — respondeu Harry.
— Eu deveria estar embaraçada, mas não estou.
— Ótimo — disse ele, tomando-lhe a mão. — Não quero que tenha nenhum arrependimento. De qualquer maneira, precisamos pensar no que diremos quando as pessoas descobrirem que passamos a noite inteira trancados aqui.
Hermione franziu o cenho.
— Mas você já pensou nisso ontem à noite — lembrou. — Selecionarei outra roupa no departamento feminino e...
Harry hesitou um instante e meneou a cabeça.
— Eu me dei conta de que esse plano não dará certo. Esqueci-me de que há câmeras em todos os setores da loja. Com certeza fomos filmados enquanto andávamos pelos outros andares. Portanto, acho que não adiantará dizer que você não esteve aqui. Os vídeos mostrarão o contrário.
Uma onda de pânico se apoderou de Hermione. Ouvira falar sobre o novo sistema de segurança da loja, mas não sabia que as câmeras já estavam funcionando. Deus, por que não pensara naquilo?
— Oh, meu Deus! — exclamou, olhando em torno de si. — Não há nenhuma câmera por aqui, não é?
Harry sentou-se na cama e a fez olhar para ele.
— O que aconteceu entre nós não foi filmado, Hermione. Pode acreditar em mim. Mas talvez tenhamos de seguir o plano original e contar a verdade ao chefe da segurança, tomando o cuidado de pedir segredo a ele. Mandarei que ele destrua todas as fitas de ontem à noite, para que não reste nenhuma evidência. Enquanto isso, aproveite para se trocar e apareça para o trabalho normalmente. Usaremos os dois planos ao mesmo tempo.
— Como sabe que não fomos filmados na cama? — indagou Hermione.
Ele a segurou pelos ombros, tentando tranqüilizá-la.
— Sou o presidente da empresa, não sou? Acha que eu não saberia como funcionam as câmeras de segurança?
— Você esqueceu até que a loja tinha câmeras — retrucou Hermione.
— Sei que foi idiotice da minha parte — admitiu Harry. — Acho que o champanhe e o fato de tê-la em meus braços me deixaram entontecido. Mas estou tranqüilo e muito sóbrio agora. Confie em mim, Ok?
— Ok — respondeu Hermione, com certa hesitação.
Escolheu um tailleur azul e outros acessórios na seção de roupas femininas. Em seguida, foi ao toalete executivo, onde havia um chuveiro disponível.
Depois de se arrumar, aplicou algumas gotas de perfume e desceu para o primeiro andar. Guardou a roupa anterior em uma sacola com o emblema da Potter Brothers e deixou-a em seu armário, para levá-la para casa depois.
O Sr. Neville e Ginny a cumprimentaram com a mesma animação de todos os dias. Depois de ser maquiada e penteada, Hermione foi direto ao encontro de Harry. Queria saber o que ele havia conseguido com o chefe da segurança. Um dos assistentes dele disse que o vira a caminho do escritório. Hermione pegou o elevador e foi ao encontro dele.
Encontrou-o no escritório de Remus Lupin, o homem de meia-idade que chefiava a segurança da loja. Ela parou um instante do lado de fora da porta, receosa de atrapalhar a conversa.
Ficou indignada ao ouvir os dois trocarem um riso de cumplicidade, antes de Remus entregar uma fita de vídeo a Harry. Deviam estar se divertindo a sua custa!, pensou, furiosa.
— Encontrei a fita que me pediu — disse Remus.
— Obrigado — Harry agradeceu. — Manterá nossa conversa em segredo?
— Pode apostar que sim, Sr. Potter — afirmou o segurança. — Não quero ver o senhor nem seu pai com problemas. Sempre tive muito respeito por vocês. Ainda bem que cheguei cedo essa manhã, antes que outra pessoa pudesse verificar as fitas.
— Sim, foi muita sorte — anuiu Harry. — Obrigado, Remus. Cuidarei para que receba um bônus extra nesse Natal.
Remus sorriu, satisfeito. Os dois trocaram um aperto de mãos e o segurança deixou a sala. De costas para ela, Harry começou a falar ao telefone antes mesmo de Hermione entrar no escritório. Mais uma vez, ela se manteve do lado de fora, esperando o momento em que pudesse conversar com ele.
— Aqui é Harry Potter. Preciso falar com vocês durante o intervalo da sessão de vitrine esta manhã. Tenho uma ótima idéia publicitária e quero que vocês a analisem. Se der certo, dessa vez conseguiremos chocar a imprensa e até conseguir um horário na tevê. Podemos nos encontrar? Ótimo, então até mais tarde.
Quando Harry desligou, Hermione se perguntou que idéia seria aquela e o que teria a ver com a fita. Ele lhe garantira que não havia nenhuma câmera próxima à cama onde haviam ficado juntos.
Sentiu um aperto no estômago. Em vez de entrar no escritório, saiu em silêncio e foi até o terceiro andar. Quando se aproximou da cama onde ela e Harry haviam passado a noite, olhou em volta, à procura de alguma câmera.
Qual não foi seu espanto ao ver um funcionário da empresa limpando uma câmera apontada na direção da cama! Harry mentira ao dizer que não haviam sido filmados!
E, como se não bastasse, ele iria se aproveitar da fita para obter publicidade! Teria Harry planejado tudo aquilo de propósito? Deus, era monstruoso demais...
Tomada por uma onda de náusea, sentou-se na cama por um momento. Lembrando-se da facilidade com que se entregara a Harry, sentiu os olhos se enchendo de lágrimas. Como pudera haver sido tão idiota?
Furiosa, desceu até o térreo e dirigiu-se à vitrine, onde Harry provavelmente deveria estar. Teria de detê-lo antes que ele colocasse em prática aquele plano maldoso.
Ao entrar na vitrine que mostrava a cozinha, notou que ele ainda não havia chegado. Do lado de fora, algumas pessoas já se encontravam reunidas, esperando por alguma novidade. Hermione retribuiu os acenos sem muito entusiasmo.
Encontrou uma folha com instruções sobre a mesa. Depois de lê-la, pegou ovos, queijo, tomates e pimentas verdes, que seriam usados na preparação de uma omelete.
Enquanto manuseava os ingredientes, não conseguia parar de pensar no que acontecera. Como Harry tivera coragem de fazer aquilo com ela? E como ela conseguira ser tão idiota a ponto de fazer amor com ele?
Havia acabado de quebrar um ovo quando ele entrou na cozinha.
— Ótimo, pelo menos um de nós chegou pontualmente — disse, em um tom de voz animado. — Tive de dar alguns telefonemas antes de vir para cá.
Hermione se virou para ele, com o ovo na mão.
— Maldito!
— Hum?
— Como teve coragem? — bradou ela, jogando o ovo nele.
Harry se desviou a tempo de não ser atingido, mas arregalou os olhos, estupefato.
— O que aconteceu?
— Disse que não havia nenhuma câmera nos filmando ontem à noite!
— E não havia mesmo — confirmou ele.
Ao ouvir aquilo, Hermione atirou outro ovo nele. Harry conseguiu se livrar novamente.
— Fui até lá ainda há pouco — afirmou ela. — E vi um homem limpando uma câmera apontada bem para a cama!
A expressão de Harry mudou de repente.
— Joguei uma torrada com patê na direção da lente — explicou. — Por isso o funcionário a estava limpando.
— Jogou uma torrada na lente? — perguntou Hermione, incrédula.
— Sim — afirmou Harry. -— Fiz isso enquanto você não estava olhando. Sempre fui bom de mira — brincou.
— Então, o que havia na fita que Remus lhe entregou? — questionou ela.
— Como sabe disso?
— Fui falar com você, mas encontrei vocês dois no escritório. Riram com ironia, antes de ele lhe entregar uma fita. Depois você falou ao telefone que tinha uma nova idéia publicitária. Como explica isso?
Harry enrijeceu o maxilar.
— Hermione, deixe-me explicar...
— Explicar o quê? — bradou ela. — Que me seduziu na frente de uma câmera para se aproveitar das imagens como meio de publicidade? Será possível que não consegue pensar em outra coisa? Como pôde me humilhar dessa maneira? — jogou outro ovo nele.
Dessa vez, Harry conseguiu pegá-lo, sem que se quebrasse contra a parede do fundo.
— Hermione, quer me ouvir, por favor? Abaixe esse tomate! — gritou. — Quando falei com Remus, a primeira coisa que ele me contou foi que meu pai havia desligado as câmeras de segurança, ontem à noite, antes de mandar todos para casa. Remus perguntou se eu sabia disso, e eu disse que não. Expliquei que havíamos ficado presos na loja, e Remus falou que imaginava como tudo deveria ter acontecido.
— E por que o Sr. Potter faria isso? — indagou ela, confusa.
— Não tenho a mínima idéia. Francamente, eu e Remus observamos que meu pai anda agindo de um modo estranho ultimamente. Por isso, pedi segredo a ele. Não quero que comecem a comentar por aí que meu pai não anda muito bom do juízo.
— Oh. Então, as câmeras estavam todas desligadas?
— Sim. Contei a Remus que havia ficado preso na loja, mas nem mencionei seu nome.
— Então, por que pediu a fita?
— Porque queria ter certeza de que aquela câmera não havia filmado nada.
Hermione não teve certeza se deveria mesmo acreditar nele.
— E quanto a tal "idéia publicitária"? Ouvi quando falou com sua equipe ao telefone.
— Oh, é uma idéia promocional que tive para o mês de maio. Não tem nada a ver com a fita. Pensei em algo ontem e quero que o pessoal comece logo a desenvolver o projeto — ao notar o olhar ainda desconfiado de Hermione, acrescentou: — Fique com a fita que Remus me entregou. Eu a trouxe justamente para entregá-la a você. Quero que a veja em casa essa noite, para ter certeza de que nada foi gravado.
— E como saberei que você não a trocou?
Harry pareceu furioso.
— Não troquei a fita, droga! Que tipo de homem acha que sou afinal?
— A vitrine viva foi idéia sua, assim como os beijos que aumentariam a publicidade. Não duvido de que tenha pensado em algo parecido ou até mais diabólico.
— Quando tive a idéia da vitrine, não sabia que nós acabaríamos sendo os modelos. Imaginei que seriam pessoas desconhecidas. Foi meu pai quem... — Harry se interrompeu de repente. — Ei, pensando bem, acho que meu pai anda tendo mais influência nessa história do que estamos percebendo.
Hermione se viu obrigada a concordar com ele. Algo lhe dizia que fora o Sr. Potter quem os escolhera para ficarem juntos na vitrine. Como se não bastasse, ele também os deixara trancados na loja na noite anterior, tomando o cuidado de desligar as câmeras.
Só então Hermione se lembrou de que tivera a impressão de tê-lo visto do lado de fora da vitrine na noite anterior.
—Acha mesmo que seu pai está tentando nos unir, Harry?
— É bem provável.
— E por que ele escolheria logo a mim? Sei que ele gosta de mim, mas não pertenço a nenhuma família tradicional nem tenho estudo superior. Não sou da mesma classe social que vocês.
Harry sorriu com charme.
— Terei de perguntar tudo isso a ele quando o vir. Enquanto isso, porém, acredita quando digo que não fomos filmados?
Hermione hesitou, mas acabou assentindo. Por algum motivo, a atenção de Harry se voltou para o lado de fora da vitrine. Ela olhou na mesma direção e avistou algumas pessoas posicionadas com máquinas fotográficas, gritando algo para eles.
— Joguem mais ovos!
Hermione finalmente entendeu a frase.
— Agora querem que atiremos ovos um no outro, em vez de nos beijarmos — ironizou Harry.
— Aposto que será a manchete principal do noticiário dessa noite — falou Hermione, com um suspiro. — Ficarei feliz quando tudo isso terminar — desabafou.
Queria voltar à sua vida normal. Estava cansada de ser quase uma celebridade.
— Lamento que não esteja mais se divertindo com isso — disse Harry.
— No início até gostei, mas meus quinze minutos de glória estão ficando longos demais. Gostaria de voltar a trabalhar normalmente no setor de eletrodomésticos.
— Longe de mim, é o que você quer dizer?
Hermione hesitou, mas acabou assentindo.
— O que aconteceu ontem foi um erro, Harry. Tive receio de que tudo parecesse diferente à luz do dia, e foi o que ocorreu. Eu estava até atirando ovos em você, minutos atrás!
— Aquilo foi apenas um mal-entendido que já foi solucionado — argumentou ele. — Por que querer acabar com tudo assim?
— Porque já está acabado. A magia se foi, será que não entende? — perguntou, explodindo em lágrimas.
Sabia que estava realmente apaixonada, embora não tivesse intenção de admitir isso para Harry nem para nenhuma outra pessoa.
Mesmo que o pai dele estivesse bancando o cupido, e com certo sucesso, ela tinha noção de que seu romance com Harry não passaria de uma aventura passageira. Ele parecia mais preocupado em pensar na próxima campanha publicitária do que no relacionamento dos dois. A noite que haviam passado juntos fora apenas mais um encontro amoroso na vida dele, nada mais.
Tratou-o com frieza durante o resto do dia. Precisava se manter a distância, para seu próprio bem, pensou.
À noite, quando estava vestindo a camisola com a qual iria para a vitrine, uma colega lhe entregou um jornal. Logo na primeira página havia uma foto do momento em que ela atirara um ovo em Harry. "Amantes da vitrine declaram guerra", dizia a manchete sensacionalista.
Ao se encaminhar para o último turno da noite, trajando a camisola de cetim preto e um robe, encontrou Harry no corredor, prestes a entrar na vitrine. Mostrou o jornal a ele.
— "Amantes da vitrine" — repetiu Harry. — Como eles sabem...?
Hermione estreitou os olhos.
— Só se você contou a algum jornalista...
— Não — disse ele, de imediato. — Por que eu faria isso? Ninguém sabe a nosso respeito. Esse foi apenas um truque sensacionalista — tirando uma fita de vídeo do grande bolso do robe, ele acrescentou: — Fique com isso. Assista em sua casa, logo mais, para ter certeza de que falei a verdade.
— Não precisa se preocupar, Harry. Acredito em você.
— Quero que assista mesmo assim — insistiu ele.
Ela pegou a fita, com certa relutância. Ficou sentada na cama, lendo, durante o resto do expediente. Dessa vez, porém, tomara o cuidado de selecionar livros sobre pesquisas e ficção científica. Nem pensar em romances!
Ao fim do dia seguinte, o último em que ficariam na vitrine, não existiria mais nada entre eles. Harry voltaria a ser o presidente da empresa, e ela uma simples funcionária sem importância.
Quando chegou em casa, por volta das dez e meia da noite, Hermione colocou no videocassete a fita que ele lhe entregara. Pensou que ela estaria em branco, mas qual não foi sua surpresa ao se deparar com o rosto de Harry.
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Continua...

o próximo capítulo jah é o penúltimo...

algo me diz q a camila vai gostar da escolha da minha próxima fic...

...


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