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2. Cap 2


Fic: Até que o sexo nos separe Teminada 09.08


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Genti... Essa cap num fui eu quem fez... Foi meu irmão... Gabriel(Biel).... Ele é meioi pevertido sabe!?!? Então quem me conhece sabe que ue nunca escreveria umas coisas cabulosas desse jeito... Mas segundo meu irmão... Se não tive num tem graça... Comenta tá meus amados leitores.... Agradecimento a Cáh... Josy... e o Claus... Brigada a vocês três :D Comentem mais..... Claus: eu estou quase terminando de lê apollyon e renascido é DEMAIS! PeTaCuLaR! Josy: não perco nenhumas das suas fic's.. Cáh: melhor miga... cuidado com seu namorado... Meu irmão anda muito pevertido.... ( a Cáh namora com ele ou pelo menos ele acha que ela ta com ele.. Mas ela num que ele... vamos Cá!?!? Me irmão é lindo.. Se vocÊ fala que ele é feio eu te mato... Ele é meu irmão gemeo ¬¬°) /*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/ Quando a boca de Rony tocou de leve o mamilo esquerdo, Hermione soltou um pequeno grito, que só não foi ouvido em boa parte da sala de projeção, porque houve uma explosão em uma fábrica exatamente naquele momento. Ou talvez porque Hermione tivesse liberado o grito reprimido exatamente naquele momento. O fato é que ela gritou enquanto os lábios de Rony comprimiam o seu mamilo. Depois os lábios em forma de bico avançaram um pouco mais e se apoderaram de uma boa parte do seio. Então Hermione remexeu-se toda e, a partir daí, enquanto ele chupava alternadamente os seus peitos, não mais parou sobre a poltrona; pois estava completamente inquieta, como se estivesse sendo acometida de comichões. Suspiros baixos e cautelosos acompanhavam a sinfonia do corpo de Hermione, e Rony estava maravilhado em poder sentir o sabor dos seus peitinhos tenros e virginais. Hermione já estava completamente tomada pelo desejo e ele teria que faze-la gozar, porque não seria justo manda-la para casa daquela forma. Ele pensou que somente em chupar seus peitos já lhe daria a satisfação que ela necessitava e ansiava. Mas percebeu que tinha que ir mais alem e tornar-se mais arrojado, só que não sabia como ela iria receber o próximo passo. Percebendo que Hermione havia atingido um alto grau de excitação e que seria desumano não proporcionar o alívio que o corpo dela pedia e necessitava, Rony lentamente começou a afastar o corpo dela. Primeiramente liberou os seios, que estavam molhados pela sua saliva e pelas suas caricias. Como a pele dos seios é sensível e tenra; devia estar marcada pela pressão de suas mãos e tambem dos seus dentes, que tentaram abocanha-la por inteiro. Depois, aos poucos, Rony foi conduzindo Hermione para a sua poltrona. E, com suspiros prolongados, em que seu busto subia e descia, ela se acomodou na poltrona. No segundo seguinte, Rony já estava colocando uma das mãos no joelho dela, enquanto seus olhos estavam cravados na blusa aberta e desconjuntada, visão possibilitada graças a claridade que vinha da tela. Então a mão pouco a pouco começou a subir através da saia um pouco curta e justa, levando consigo a barra da saia de Hermione, que não fez o menor movimento de desagrado, pois devia estar aguardando as novas iniciativas de Rony, que já podia sentir a pele lisa e quente da coxa grossa. Depois, indo um pouco mais alem, na direção da virilha, ele logo tocou na rendinha que adornava a calcinha. Então Hermione soltou um gemido e seu corpo se revirou na poltrona, enquanto aconchegava-se mais ao namorado, e devido à saia estar erguida, possibilitou-lhe abrir um pouco as pernas. Percebendo aquilo, Rony se encorajou a prosseguir, uma vez que a namorada estava acenando com o sinal verde. A mão de Rony então desceu para o vértice da calcinha, sentindo que ali o tecido era mais reforçado e que tambem estava muito úmido. Então passou os dedos de leve sobre a superfície do tecido, indo e vindo várias vezes, e esses movimentos foram suficientes para baratear ainda mais Hermione, que suspirou longamente e tambem soltou alguns gemidos. Os dedos de Rony se afundaram não encontrando resistência, e ele sabia que exatamente ali marcava a feminilidade de Hermione, que devia estar liberando seus sumos com maior abundancia, uma vez que a calcinha se encontrava completamente encharcada. A pressão continuou e o tecido foi cedendo, ate não mais haver como se aprofundar naquela caverna de prazer. Depois os dedos de Rony voltaram para a lateral da calcinha e, com um pouco de pressão, começaram a desalojá-la, jogando-a completamente para um dos lados. E Hermione se ergueu um pouco da poltrona, a fim de, mais uma vez, colaborar com a intenção do namorado. Quando a calcinha já estava completamente fora do lugar, os dedos dele, lentamente, começaram a se dirigir na direção da vagina encontrando-a bastante úmida. Rony passou levemente os dedos sobre a carne quente e lisa, e Hermione gemeu, abrindo um pouco mais. Depois os dedos do rapaz alisaram e sentiram a carne lisa dos grandes lábios, para, em seguida, irem brincar com os pêlos pudicos, puxando-os devagar, por toda a extremidade. Os pêlos não eram muito longos, porque Hermione devia ter se depilado, pois, como estavam no inverno, eles haviam crescido, mas, como ela adorava freqüentar a piscina do clube, tinha que se depilar. Rony imaginou como seria aquela região sem nenhum pêlo. Devia ser uma gracinha, ligeiramente erguida na vulva, lembrando o peito de uma pombinha. Daí tambem ser conhecida como "pomba", entre os inúmeros nomes que se dava a região do órgão feminino. Rony passou a mão, inicialmente de leve, e em seguida colocando toda a palma da mão, abrangendo-a e começando a fazer pressão. Hermione não se agüentava, soltava longos gemidos, o mais baixo que sua tensão permitia, ao mesmo tempo em que, de quando em quando, liberava um gritinho, abafando-o com a mão. Mas o que ela não conseguia segurar era o próprio corpo. Este nem por um minuto acalmava-se na poltrona. A todo o momento ela movimentava-se de um lado para outro, ou então chegava até a se erguer. – Aí... Rony... - Hermione disse, e ele percebia que nesses momentos, em que a tensão dela devia atingir um alto grau de intolerância, ela liberava uma verdadeira enxurrada de sumos vaginais. Enquanto recordava-se dessa passagem, que já havia se decorrido há muitos anos, Hermione tambem lembrava-se que sempre fará fértil nas questões de secreções, e isso muitas vezes a tinha deixado em situações difíceis, como aquela em uma festa de casamento de uma de suas amigas, em que se excitara dançando, a ponto de manchar a frente da saia, que era vermelha, deixando-a com uma mancha escura. Até aquele dia, em que se recordava dessas passagens eróticas, ela não sabia se o rapaz havia ou não desconfiado. Lembrava-se que o sujeito era um verdadeiro pão e devia ter um senhor membro, uma vez que sentia-o entre as coxas, cutucando-a pra valer, como se ele tivesse uma vela de uns quarenta centímetros no bolso da calça. Ela estava se deliciando nos braços dele e seus corpos estavam colados, como tantos outros casais que estavam dançando, e a festa fora no salão de um hotel, onde havia uma excelente pista de dança a meia luz. Hermione não se controlou e abandonou-se gostosamente nos braços do rapaz. Ela havia perdido a virgindade recentemente e ainda não tivera nenhuma outra transa, e sua vagina ardia de desejo somente em ver um homem. E agora ali estava um em seus braços, com um pau duro como um pedaço de cano, que a cutucava bem no ponto, e ela até podia sentir a cabeça do pau dele no início da vagina, forcejando por sobre o tecido. Os dois não falavam nada. Falar o que num momento daqueles? O que importava era a sensação do momento. Era o prazer de um sentir o corpo do outro. E ela podia sentir o rapaz por inteiro, e ele estava com ambas as mãos um pouco abaixo da sua cintura por pouco não atingia suas nádegas proeminentes, que estavam realçadas pela saia justa, e comprimia fortemente o seu corpo contra o dele. Por sua vez, Hermione muitas vezes encaixava as coxas contra as dele, e nesse momento o pau apertava ainda mais, como se quisesse vencer a barreira imposta pelo tecido e entrar no corpo que praticamente se oferecia a ele. só que, no momento de ir embora, quando o rapaz fizera menção de leva-la em seu carro, Hermione polidamente saltou fora. Ela havia vindo com um casal amigo e com eles voltaria. Mas sempre ficou pensando no que teria acontecido se ele a tivesse levado. Certamente eles teriam feito amor no banco traseiro do carro. Ou será que o carro dele tinha aqueles bancos que praticamente se transformam em cama? De vez em quando Hermione se lembrava desse episódio e a frustração tomava conta dela. Talvez ela tivesse perdido a oportunidade de ser possuída por um órgão acima do normal. Sim, Hermione tinha certeza que o membro do rapaz não se parecia em nada com aqueles que ela conhecia. Sua lembrança novamente retrocedeu para o matine, com Rony ajoelhado diante de seu corpo. Hermione estava com as pernas bastante abertas e Rony estava a uns poucos centímetros de sua vagina, que aparecia por completo, uma vez que ele afastara ao máximo a calcinha. só que, devido a escuridão, ele não podia vê-la, mas podia sentir-lhe o perfume. Mas Hermione não se importava, pois morreria de vergonha se ele tambem pudesse vê-la. Os dedos dele entravam através da abertura, que na época ainda era bastante apertada, e Hermione fechava os olhos e trincava os dentes, e, ás vezes, apertava tanto o lábio inferior que chegava a sangrar. Isso tudo para não liberar a plenos pulmões todas as sensações que Rony lhe transmitia. O que ela esperava mesmo era o momento supremo em que ele deveria chupá-la. Sim, porque ela sabia que, minutos mais, minutos menos, ele acabaria chupando-a, e então, ansiosa, aguardava por esse momento. E só temia não agüentar e dar um escândalo no cinema. Mas Rony não se decidia, parecia encantado com o brinquedo que seus dedos tocavam, mas que seus olhos não viam. Ele apalpou a vulva e separou os grandes lábios, passando a ponta dos dedos em ambos, sentindo como eram lindos. Eram duas membranas frágeis e ao mesmo tempo de grande consistência. Depois, com dois dedos, apanhou o lábio da direita, a principio, apertando-o devagar, e em seguida com um pouco mais de força, e então percebeu que Hermione gemia baixinho, enquanto a respiração dela tornava-se ofegante. Ela então abaixou a cabeça para lhe falar em voz baixa. - Não faça assim, querido... você me enlouquece. Mas Rony, lembrava-se Hermione, pareceu pouco se importar com o que ela lhe dissera. Continuou apertando, agora, o lábio da esquerda, dando-lhe o mesmo tratamento que havia dado ao da direita. Foi somente depois disso que ele resolveu agir oralmente. Então aproximou a cabeça, sentindo o forte odor contra suas narinas, e aquilo pareceu acender ainda mais o seu desejo. Primeiramente começou a distribuir beijos na parte interna das coxas, enquanto suas mãos tambem agiam, sem parar um só momento, acariciando o joelho e as coxas, indo e vindo. Foi quase sem aviso prévio que Rony atacou a vagina. Primeiramente sua língua lambeu um dos lábios da vagina, para, em seguida, toma-lo entre os - lábios e chupa-lo como quem chupa uma ostra. A sensação que se tem é a mesma, porque ambas são lisas e quase chegam a nos escapar. Só que, lógico que ele não conseguia engolir os lábios, mas chupava-os com violência. Dali a língua passou para a vulva, e a lambeu de cima para baixo e de baixo para cima, repetindo a tarefa umas dez vezes, enquanto Hermione mal suportava ficar sentada. Seu desejo mesmo era se levantar, para permitir que ele se enfiasse por inteiro dentro dela. Sentada, a vagina ficava um pouco comprimida, e isso dificultava a penetração da língua. Mas Rony não se queixava. Fazia o que podia. Então introduziu a língua no interior da vagina, começando a cutucá-la no mais fundo que a posição permitia. E Hermione dava sinais de que estava no auge de sua tensão, e sabia que a qualquer momento iria explodir, mas não sabia de que forma. Foi mesmo arrebatador, lembrava-se Hermione. Foi o maior gozo que ela tivera em todo o seu tempo de virgem, e não se recordava de outro igual aquele. A língua áspera de Rony cutucava-a no mais fundo do seu ser, enquanto ela chegava mais para a borda da poltrona, a fim de que o canal vaginal não ficasse muito comprimido. Rony tinha muita habilidade em usar a língua, como ela não encontrou em nenhum outro. Talvez isso tambem ficasse por conta do fato dela ser virgem e aquela ser a sua primeira vez. Porem fosse pelo motivo que fosse, Hermione jamais pôde esquecer a performance de Rony. A língua dele, um pouco áspera, trabalhava no interior do seu corpo, como se quisesse aprofundar ainda mais o canal vaginal. Hermione sabia que Rony já havia atingido o maximo, uma vez que os lábios dele já se encostavam aos lábios da vagina, comprimindo-os. Aquilo era enlouqecedor, e, de repente, ela sentiu como se algo se desprendesse do interior do seu útero e se irradiasse por todo o seu corpo, ao mesmo tempo em que todo o seu corpo era sacudido sobre a poltrona. Era o orgasmo, explodindo em toda a sua plenitude. E, pouco a pouco, a língua de Rony foi se acalmando, enquanto ele engolia os sumos daquele êxtase. Depois Rony retirou a língua do interior da vagina de Hermione quando percebeu que ela havia se acalmado, mas, quando quis voltar a calcinha para a sua posição correta, ela fechou as coxas. Era evidente que ela não queria, pensou Rony, sentando-se na sua poltrona para aguardar os acontecimentos. Era evidente que Rony deveria estar bastante excitado, pensava Hermione, que logo passou a mão sobre a braguilha da calça, indo encontrá-la erguida, conforme imaginava. Então ela apertou o membro duro com os seus dedos longos e suaves, mas de grande força, e foi à vez dele se agüentar. Os dedos de Hermione logo procuraram o zíper, abrindo-o até o fim. Depois tatearam a cueca, em busca da abertura, que ela sabia existir na frente da mesma. E não foi difícil para que ela descobrisse a tal abertura. Então seus dedos erraram através dela e logo encontraram o objeto de sua busca: o pau de Rony. Então os dedos dela se fecharam em torno da carne túrgida e, com um pouco de jeito, ela tirou-a para fora. Rony ficou um pouco de lado, uma vez que sabia que Hermione queria masturbá-lo, e abriu as pernas, para que o sêmen não lhe sujasse a calça. Então os dedos ágeis da namorada começaram a subir e a descer, só que ela não percebeu a cabeça através do tato, porque a mesma estava encoberta pela pele fina. Então ela parou e, com cuidado, abaixou a pele do prepúcio, sentindo que ela cedia, e, não contendo a tentação, passou um dedo sobre a cabeça, sentindo o quanto a pele era macia ali, e tambem percebeu que havia qualquer coisa escorregadia e gosmenta, lubrificando-a. A partir de então, Hermione começou a friccioná-lo, apertando fortemente com os dedos a carne completamente dura. E tinha a impressão que friccionava um pedaço de ferro quente, uma vez que vinha um calor intenso do órgão masculino. Ela sabia que, se prolongasse por certo tempo aquele movimento de vaivém, ele acabaria gozando, por isso, não prolongou a carícia, deixando Rony meio desconcertado. Ele havia atingido um alto grau de excitação e se ela o parasse ele prosseguiria até a ejaculação. Hoje Hermione esboçava um sorriso, lembrando-se de como tudo acontecera. Tão logo ela retirou a mão, uma vez que imaginava retribuir a altura o carinho que ele havia lhe proporcionado, percebeu que Rony pegou o próprio órgão com a mão e começou a se masturbar. Então foi a vez dela se abaixar ante o namorado, que estava sentado. E, como ela estava com a saia erguida, não lhe foi difícil se abaixar. - o que você vai fazer? - perguntou Rony, também abaixando a cabeça para poder lhe falar baixinho. - pissil... - fez Hermione. - fique bonzinho. Ele então ficou aguardando o que ela pretendia fazer, embora já tivesse uma idéia, só que ainda não acreditava que ela fosse capaz disso. Mas Hermione, provando que era, segurou o membro dele com ambas as mãos, percebendo que ele dava pequenos estremecimentos. Era a tensão que tomava conta de Rony, ainda mais sentindo aqueles dedos suaves tocando-lhe a pele sensível. Ela voltou a acariciá-lo, passando a mão pela cabeça lisa. Depois experimentou abaixar ainda mais a pele, puxando-a toda para baixo. E, ao passar os dedos logo abaixo da cabeça, sentiu que a carne estava meio ondulada em várias divisões. Então seus dedos desceram ao longo do membro até alcançarem os testículos, que estavam pendendo, uma vez que Rony se colocara bem para fora da poltrona, apenas se apoiando na beirada do corpo. Foi então que Hermione aproximou a boca daquela carne tentadora, a princípio tomando-a apenas entre os lábios, pondo somente a cabeça para dentro. Em seguida sua língua percorreu toda a extensão da cabeça, sentindo o pequeno orifício, detendo-se ali um pouco e cutucando-o com certa força. Depois a língua voltou a brincar em toda a cabeça, limpando-a do líquido que a lubrificava. E Rony soltou pequenos gemidos, que apenas chegaram como uma suave melodia aos ouvidos de Hermione, que estava abaixada e sabia que estava retribuindo todo o prazer que ele lhe proporcionara. Hermione engoliu um pouco mais do pênis, mas sabia que não teria condições de colocá-lo por inteiro na boca, simplesmente por ele ser comprido demais, podendo se engasgar. Então começou a sugá-lo com todas as forças dos seus pulmões, a ponto de suas bochechas doerem. E, enquanto sugava, sua língua não parava um só instante. Em pouco tempo, Rony percebeu que iria gozar, só que não queria fazê-lo na boca de Hermione, e então tentou lhe afastar a cabeça com a mão. Mas Hermione agiu depressa: ela se abraçou firmemente as suas pernas com ambas as mãos, continuando a chupá-lo cada vez com mais força, sabendo que a qualquer momento ele iria ejacular. Ela estava mais tensa do que ele, porque queria ter a sensação de sentir o sêmen da vida em sua boca, para saber-lhe o gosto. Então Rony soltou pequenos gemidos e, de repente, seu pau, que se mantinha dentro da boca de Hermione, se avolumou um pouco, e ela então sentiu os jatos quentes e gosmentos lhe atingirem o céu da boca e a garganta. Rony gozou com abundância e Hermione manteve-se firme em seu posto, até ter a certeza de que não restava mais nada, pelo menos daquele êxtase, no interior do membro, sugando e engolindo tudo, como se fosse o mais saboroso iogurte. E não abandonou logo aquela deliciosa carne, que já começava a se tornar algo flácida. Ela se afastou a cabeça quando percebeu que o membro havia murchado por completo. Então segurou o pênis com ambas as mãos e depositou um beijo carinhoso em sua cabeça. Depois voltou a cobrá-la com a pele e guardou o membro dentro da cueca. Então puxou o zíper e só ai se ergueu, voltando para sua poltrona. Como ela ainda estava descomposta, a mão do namorado buscou-lhe uma vez mais as coxas grossas e quentes, e, ao aproximá-la da vagina, percebeu o quanto ela se encontrava escaldante e ainda destilando secreções. Hermione estava novamente excitada, pensou ele. Então Hermione se lembrou o quanto Rony foi carinhoso naquele dia. Quando deixaram o cinema, saindo para a luz do dia, ela o achou ainda mais maravilhoso e jurou para si mesma que ele seria o único homem da sua vida. E, durante toda a caminhada, que fizeram de mãos dadas e felizes, do cinema ate sua casa, ambos não falaram nada. Haviam conhecido, juntos, momentos de infinita paixão íntima, e, se Rony lhe pedisse, ela se entregaria a ele naquele dia mesmo. N/a: Cap3 em breve... eu prometo... Se houver coments, claro,, Meu irmão escreveu dinovo... e ta meio..... é né! esperem pra vê.. depende de vocÊs

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Adorei *---*

Nota: 5

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