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6. Reações inesperadas.


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


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No segundo que os lábios finos de Draco encostaram nos de Hermione, houve quase que um choque-elétrico entre eles. No começo Hermione se mantinha relutante, mas não havia como fugir com Draco imobilizando-a. Na realidade, ela não queria fugir, tudo no corpo de Draco era convidativo, o olho cinzento profundo, os lábios finos perfeitamente delineados, o maxilar anguloso, o cabelo cuidadosamente desarrumado: tudo.


Definitivamente, fugir era a última coisa que Hermione queria fazer, sua vontade era de se entregar àquele beijo tão cheio de urgência que Draco lhe dava. Em alguns dos filmes à que ela assistia com sua mãe, havia cenas em que o ator encurralava a mocinha e a beijava com desejo. Secretamente sempre ansiou por isso, mas Rony nunca foi capaz de ser autêntico nem corajoso o suficiente para fazer isso.


Agora ela estava sendo beijada por Draco, exatamente do modo à que mais ansiava, além disso, ele beijava muito bem. “Dane-se” foi o pensamento de Hermione quando decidiu se entregar ao beijo de Draco.


Agora ela o beijava com urgência, era um beijo tão cheio de desejo que até sua varinha foi largada ao chão. O barulho da varinha caindo no chão fez Hermione parar, como se voltasse sua consciência.


Aquilo estava errado. Muito errado.


Como Hermione Granger, a auror respeitada em todo mundo bruxo, dona de várias condecorações e de uma reputação inquestionável, estava aos beijos com um ex-prisioneiro, dentro de uma missão? E se isso tudo não fosse ruim, o ex-prisioneiro em questão, era nada menos que Draco Malfoy.


Hermione desvencilhou-se de Draco e saiu correndo pela porta. Talvez lá fora, com o ar noturno, ela conseguiria colocar as idéias em ordem. Saiu tão apressadamente que nem notou que havia deixado sua varinha no chão da casa de Malfoy.


Hermione corria, como se o vento pudesse apagar o que ela tinha feito. As lágrimas que escorriam pelo rosto pareciam estar em brasas e a culpa que sentia pesava sobre seus ombros. Seu casamento estava ruim, mais isso não era desculpa para ela se atracar com o primeiro canalha que encontrasse na rua, principalmente se esse canalha em especial fosse Draco Malfoy.


Draco olhava para porta perdido, confuso, principalmente com ele mesmo. O que tinha acabado de acontecer? Draco Malfoy, vindo de uma das famílias mais tradicionais do mundo bruxo, beijando uma sangue-ruim?


- É só porque você é homem e aquela sangue-ruim é gostosa. – Argumentava para ele mesmo em voz alta, tentando se convencer.


Mesmo argumentando isso por inúmeras vezes, ele não conseguiu se convencer. Mas, se era só isso mesmo, então por que sua respiração estava tão acelerada e o coração ainda batia tão descompassado em seu peito?


No momento em que Hermione parou de correr, percebeu que essa não foi a idéia mais brilhante que teve na vida. Apesar de conhecer bem o Beco Diagonal, o lugar onde estava agora era totalmente desconhecido, devia ter entrado sem perceber em alguma travessa na hora da corrida. Seus olhos começaram esquadrinhar a escuridão à procura de algo conhecido.


Passado alguns minutos Hermione tinha certeza pelo menos de uma coisa: estava perdida. O pavor começou brotar no fundo do seu peito quando seus ouvidos apurados detectaram um som vindo de trás dela. Involuntariamente, virou o rosto à procura do som. Dois homens vinham em sua direção. Mesmo para uma bruxa, estar em uma viela escura, deserta e com dois homens vindo na sua direção não é algo muito bom. Vasculhou os bolsos à procura da varinha, mas ela não estava lá. Lembrou-se da varinha caída no chão da sala do Malfoy.


- Ei! Psiu! Gracinha!- chamou um deles, parecia ser um pouco maior do que o outro.


- Não foge não, lindinha. – falou o outro menor.


Hermione correu, mas de repente seu corpo deu solavanco, parecia até que havia batido em um muro, alguém havia jogado um feitiço nela.


Hermione estava petrificada, seu rosto estampava espanto e pavor, podia ouvir agora com mais clareza passos e risadas vindos em sua direção.


- Essa aí foi difícil hein? Corre bem a danada.- comentou animado um dos homens para seu amigo.


- Corre mesmo, só com Petrificus Totalus é que ela parou. – falava o outro com humor.


- E aí, o que vamos fazer?- perguntou o maior.


- Precisamos fazer o que o chefe mandou. – Disse o menor.


- Mas ele não disse nada sobre não nos divertimos um pouco antes né? –Perguntou o maior aproximando a mão nojenta do rosto de Hermione.


- Verdade, não disse nada. – Disse o outro, avaliando Hermione. – E essa aí vale a pena. -Os dois riram.


- E aí como vamos fazer?- perguntou o maior. - Eu seguro primeiro e depois você segura ela pra mim?


O pavor percorria todo o corpo de Hermione, estava perdida, sabia disso, era menor que eles e estava sem varinha, não tinha como fugir. De repente, a cena do filme que ela queria tanto viver não era assim mais tão atraente, na verdade só tinha graça com o Draco. Fechou os olhos esperando pelo pior quando ouviu uma terceira voz.


- Ei babacas, larguem-na.- Falou uma voz grave cheia de autoridade. Era a voz de Draco, uma sensação de alívio percorria o peito de Hermione agora.


- Ou você vai fazer o quê? – Falou um dos homens.


- Quebrar a sua cara e fazer se arrepender de ter nascido.


- Uuuh!  Que medo.- Zombou o homem.- Vem pra cá mané, que a gente acaba com você. Assim a gente pode se divertir logo com a gracinha ali.  


 - Eu avisei. – Disse Draco e com movimento rápido de varinha os dois homens estavam no chão se contorcendo de dor.


- Você está bem?- Perguntou Draco logo depois de ter livrado Hermione do feitiço.


Hermione assentiu positivamente, mas ao tentar se levantar constatou que suas pernas não conseguiam sustentar seu peso. O românico seria Draco ter pegado Hermione em seus braços e carregá-la até sua casa, exatamente como um herói faria, mas ele não era um herói e nem romântico então pegou novamente sua varinha e com o feitiço Levicorpus transportou Hermione até sua casa.


 


 *********


 


Hermione tremia dos pés a cabeça, não sabia ao certo se era o frio ou o medo que tinha passado, o fato era que seu corpo tremia sem parar. Draco olhava espantado: mesmo deitada em seu sofá e com cobertas, Hermione tremia.


-Granger como você está? – Perguntou Malfoy com cautela.


Não houve resposta. Hermione mantinha seus olhos vidrados em um ponto da sala.  Preocupado, Malfoy se abaixou e colocou a mão em sua testa para verificar sua temperatura. Aquele toque pareceu ter lhe dado um choque e Hermione, imediatamente, começou a chorar.


- Aqueles...homens...- balbuciava Hermione entre seu choro e soluços.


- Eu sei... – Disse Draco secando com uma das mãos uma lágrima do rosto de Hermione. – Tente não pensar nisso agora.


- E-e-eles... – Gaguejou Hermione, mas não conseguiu completar a frase, pois seus soluços a interrompiam.


Draco decidiu se sentar no sofá junto a Hermione. Por mais que não gostasse dela, não era educado deixar uma pessoa naquele estado sozinha. Nunca havia visto Hermione tão frágil; aquela pessoa trêmula, com cara de assustada; em nada parecia com aquela mulher forte, decidida e mandona que conheceu. Isso o assustou.


- Hermione...- Disse Draco cauteloso, mas nem mesmo à menção do seu primeiro nome fez Hermione sair do estado que estava. Aproximou-se um pouco mais e começou passar a mão na cabeça dela de uma forma paternal.- Hermione. – Tentou Draco novamente.


Dessa vez, a atenção de Hermione foi chamada, virou seu rosto pela primeira vez e seus olhos encontraram os de Draco. A imagem que Hermione via estava um pouco borrada devido aos seus olhos ainda estarem cheios de lágrimas, mas mesmo assim ela nunca tinha visto nada tão lindo. Sentou-se no sofá e subitamente abraçou Draco, não queria pensar em nada naquela hora, só queria um abraço protetor. Malfoy olhava perplexo para Hermione abraçada em seu peito, não era nem um pouco confortável para ele ficar com ela daquele jeito, não porque a posição fosse desagradável ou estivesse machucando, mas porque seu estômago insistia em dar cambalhotas de um modo estranho todas as vezes que ela ficava perto dele. Além disso, sua respiração descompassava quando ficava ao seu lado e ele nem sabia explicar o motivo.


 


******* 


 


Os primeiros raios de sol apareciam no horizonte quando Draco acordou sobressaltado, percebendo que não estava em seu quarto, olhou a sua volta tentando descobrir onde estava.  Era sua sala, estava tudo normal, mas quando olhou para baixo percebeu mais alguém com ele no sofá, uma mulher de cabelos castanhos estava dormindo apoiada em suas pernas. Com o susto acabou movendo as pernas, acordando Hermione, tinha esquecido que ela estava hospedada com ele.


- Granger?


- Humm.. . – Respondeu Hermione com sono.


- Acho que acabamos dormindo aqui. – Disse Draco.


- Acho que sim. -Disse hermione despertando. – Eu dormi aqui com você? – disse com um leve tom de histeria na voz.


- Ao que parece, sim.


- De-desculpe. _ Disse Hermione atrapalhada levantando-se rapidamente. – Posso tomar um banho?


- Claro.


- Certo. – Disse Hermione ainda mais atrapalhada e embaraçada com a situação.


- Granger?


- Sim.


- O banheiro é naquela outra porta, esse aí é meu quarto.- Disse Malfoy sinalizando.


- Claro, desculpe. – Disse Hermione baixando ainda mais a cabeça.


 


 


***********


 


- Malfoy? –  Disse Hermione séria com os cabelos ainda úmidos pelo banho.


- Sim. – Disse Malfoy ainda sentado no sofá.


- Queria te agradecer e pedir desculpas pelo meu comportamento ontem.


- Não precisa agradecer, só fiz aquilo pro Ministério não pegar no meu pé. – Ele já havia pensado em uma desculpa para justificar o porquê de tê-la salvo. – Não pegaria bem uma auror sumir justamente quando está hospedada em minha casa. 


- Que bom que foi só por isso, tava com medo que estivesse tendo idéias erradas sobre nós. –Disse Hermione. Mesmo sabendo que isso era verdade, sentia-se estranhamente incomodada por ser apenas aquele motivo.


- Que tipo de “idéias erradas”?


- Ah... – Começou dizer Hermione já ruborizando.- Coisas erradas do tipo nós dois... juntos.


- Nós dois juntos? –Disse Draco rindo.- É brincadeira, né, Granger? Quando que Draco Malfoy iria ficar junto com uma sangue-ruim?


Hermione bufou em desagrado.


- Nada contra você sabe Granger, você até que é jeitosinha, mas...


- Cala a boca. – Interrompeu Hermione.


- Ta, vamos esquecer o que aconteceu ontem então, ok? – Perguntou Draco.


- Ok. – Disse Hermione. – Como se eu quisesse lembrar. – Resmungou Hermione tentando alfinetar Malfoy.


 


 


*****


 


Malfoy havia acabado de sair do banho quando encontrou Hermione sentada no sofá a sua espera.


- Onde posso colocar minhas coisas, Malfoy?


- Bom, eu não tenho quarto de hóspedes. O jeito é ficar aí mesmo, no sofá.


- Certo. – Apesar de achar falta de educação da parte dele, não quis dizer nada, já havia dormido em lugares piores que um sofá em suas missões.


- Vou pegar roupa de cama, essas coisas pra você. – Disse Malfoy.


- Obrigada. Tem alguma coisa pra comer aqui? Não como desde ontem, to morrendo de fome.


- Não tem muitas coisas pra se comer aqui, não sei cozinhar quase nada, mas deve ter qualquer coisa lá na cozinha.


- Ta, obrigada. – Disse Hermione rabugenta.


- Na hora do almoço eu volto, preciso ir trabalhar. Não se preocupe, deve ter algum macarrão instantâneo no armário, quando eu chegar eu faço pra gente. – E ao dizer isso, foi saindo da casa.


 Hermione olhou a sua volta. Nunca havia visto uma casa tão feia e tão mal-cuidada. Decidiu que ia dar uma arrumada nela, afinal se ela ia morar lá também, queria que as coisas estivessem, no mínimo, ajeitadas.


A cozinha era uma visão desoladora, parecia o resto de um cômodo depois de um ataque aéreo, nada estava no lugar. Havia copos, pratos e talheres por toda parte, embalagens de macarrão instantâneo amontoavam-se sobre o lixo e na geladeira não havia nada, literalmente. Comeu um pedaço de pão amanhecido que estava sobre mesa, mas percebeu que não havia modo de continuar vivendo daquele jeito. Lavou os copos, pratos e talheres, jogou fora o lixo e pegou um pouco de seu dinheiro e saiu às compras.


Comprou pouca coisa, mas o suficiente para que pudesse sobreviver por um tempo. Preparou uma comida simples, arroz, feijão e filé de frango, mas sem dúvida melhor do que comer um macarrão instantâneo.


Ao meio dia em ponto, Draco voltou. Estranhou o cheiro gostoso de comida que vinha da cozinha e ao entrar nela deparou-se com a mesa posta e tudo arrumado.


- Ora, ora, ora, quem diria que a senhorita sabe-tudo também consegue cozinhar e arrumar a casa. – Disse Malfoy com petulância. – Se soubesse que ganharia uma empregada abrigando você, já teria feito isso há mais tempo.


- Empregada é a tua m... – Mas Malfoy olhou feio e ela e desistiu de xingar a mãe dele. – O que faz você pensar que fiz isso pra você?


- E não fez é? – Perguntou desconfiado.


- Não. Eu fiz isso pra mim, se vou ter que morar aqui, por um tempo, quero ter o mínimo de conforto. – Disse Hermione com uma expressão triunfante.


- Ah. – Resmungou Malfoy.


- Vai sentar e comer ou não vai? – Perguntou Hermione de um jeito mandão.


- Vou. – Disse Malfoy sentando-se a mesa. – Quanto gastou?


- Por quê?


- Para eu te pagar, ué. – disse Malfoy com cara de quem explica algo óbvio.


- Não foi nada. – Disse Hermione pousando a garfo sobre o prato.


- Claro que foi. – Disse Draco pousando o garfo também. – Diz logo.


- Não precisa pagar. Eu sei que não tem muito dinheiro e já que vou ficar hospedada aqui, quero ajudar com as despesas também.


- Você está insinuando que não posso pagar nem umas comprinhas dessas? – Malfoy estava possesso.


- Na verdade estou. – Hermione também estava irritada com essa atitude arrogante do Malfoy. – Olha só onde você mora, está na cara que você não tem muita grana.


- Muito mais grana que o pobretão do Weasley. – rugiu Malfoy.


- Se enxerga Malfoy! Olha isso aqui onde você vive! O Rony tinha muito mais grana que você e agora ele trabalha no Ministério, você realmente acha que ele ganha mal?


- Então foi por isso que você ficou com ele não é? Agora que ele não é mais um pobretão, que pode te pagar as coisas, você fica com ele.- Disse Malfoy num tom acusatório. – Não sabia que você era desse tipinho.


- Que tipinho? – Hermione perguntava furiosa.


- O tipinho que fica com alguém pelo dinheiro, meio vagabunda. – Hermione estava vermelha de raiva. As palavras de Malfoy traziam um ódio à tona que ela nunca havia sentido. – O que foi Granger? Quem sabe você também não é do tipo que curte caras como os de ontem, do beco? Quem sabe, eu não deveria ter interferido? –


Era maldade falar sobre isso, e Malfoy sabia disso. Ele viu o estado que Hermione estava, falou sobre isso sem pensar, com o único propósito de magoá-la, pois ele sabia que ela não era desse tipo. Hermione estava perplexa com o que tinha acabado de escutar, ainda não havia se recuperado bem do que tinha acontecido na noite anterior e antes mesmo que conseguisse perceber, estava chorando novamente. Ela apertada as mãos contra o rosto vermelho, tentando inutilmente fazer as lágrimas cessassem. Não obtendo resultado, saiu apressada para a sala, aninhando-se no sofá.


Draco se arrependeu de ter falado aquilo para Hermione no mesmo momento, afinal, ela não havia feito nada, na verdade havia sido gentil de ir cozinhar mesmo sem ter obrigação. O arrependimento martelava em sua cabeça, mas ele não sabia o que fazer para se desculpar.


- Desculpe.- Disse Draco, aproximando-se de Hermione. – Fui um grosso insensível, não tinha direito de falar daquele jeito.


- Como você pode pensar aquelas coisas de mim? – Disse Hermione num tom choroso. 


- Foi na hora da raiva, não queria ter dito aquilo.


- Raiva? Isso é motivo? Eu só disse que você estava pobre e você faz o quê? Me chama de interesseira e vagabunda, ainda tem coragem de dizer que eu poderia gostar daqueles monstros de ontem. – e recomeçou a chorar.


- Por favor, não chora. Eu fui um imbecil, me perdoa, nunca mais vou falar daquele jeito. 


- Me deixa um pouco sozinha, por favor.


 


****


- Malfoy! – Chamou Hermione do sofá da sala.


- Oi. – Disse Draco ainda constrangido pelo que tinha dito há pouco.


- Eu desculpo você pelo que disse, apesar de não esquecer. Quero manter o mínimo de cordialidade aqui, já que estamos obrigados a morar juntos.


- Obrigado, não irei mais falar desse jeito com você.


- Tá.


- Hermione? – Ela levantou o olhar, espantada por ele a chamar pelo primeiro nome.


- Sim.


- Qual é afinal a sua missão e por que estou envolvido nela?


- Acho que está na hora de você saber. – Disse Hermione com um ar derrotado. – O que você sabe sobre o Bordeaux? 


 


 


 

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