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1. Maldito Sonho


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aviso aos leitores: Tudo que estiver em itálico está no passado, porém está fora de ordem! Mais adiante o passado toma rumo. kkk. Abraços a todos, boa leitura!
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- Não vá, Lucius, não vá!

- Eu vou embora, vocês preferem trair o lord! Já eu prefiro morrer...

Lucius saíra correndo numa tentativa de fuga dos aurores nos jardins de Hogwarts.

- Pai, não!

Uma luz vermelha e outra verde, duas cabeleiras no chão, uma loira e outra castanha.

****

Draco acordara assustado assim como todas as vezes que sonhava esse mesmo sonho. – “Maldito sonho.”- pensou.

Ainda era cedo, o sol estava nascendo e havia muito que fazer naquele dia, Draco pensava em como o tempo passava rápido e como as coisas mudavam, antes era um aprendiz de comensal hoje estava indo pra Inglaterra novamente aceitar um trabalho no ministério. Morava com a mãe nas terras da Alemanha onde a família Malfoy tinha uma casa para caso precisassem um dia sair de sua mansão e após Narcisa ter dito que se arrependia de seus atos relacionados com as artes das trevas foi para lá viver mais tranquilamente.

Porém, para Draco viver ali sem ter nada o que fazer, afinal vivia da magnífica herança dos Malfoys, era uma tortura, sentia falta de algo que, não sabia ao certo o que era, simplesmente sentia. Tomou um banho pensando se sua mãe ficaria bem e logo que chegou à porta encontrou-a no sofá à sua espera.

- Draco não posso fazer com que você fique, então, se por um...acaso...você quiser voltar... - falou a chorosa mãe.

- Mãe. Sempre virei aqui te ver... - estava sem palavras para falar.

Mãe e filho se abraçaram numa despedida triste.

****

Hermione acordou cedo naquela manhã, seria seu primeiro dia como subsecretária na seção de restrição do uso de magia por menor. Apesar de ser muito nova, sua inteligência e determinação ajudaram-na a chegar rapidamente ao novo cargo. Olhou-se no espelho e pensou, achando muita graça, que o tempo realmente tinha passado rápido, e ela agora estava com cabelos longos diferentemente dos tempos de escola, estava um pouco mais descontraída e com um corpo de não deixar nada a desejar a quem quer que olhe. Era verdade, o tempo passara e a tinha transformado em uma mulher.
Aparatou diretamente no ministério.

-Dia!

- Dia, srta. Granger!

- Senhor Klaus, gostaria de saber onde será minha mesa.

- Em frente a sua antiga mesa, e daqui a pouco deve estar chegando quem ocupará o seu antigo lugar fazendo os relatórios. – falou o agitado chefe de seção.

Neste mesmo instante, ouve-se uma batida na porta e logo em seguida abrirem.

- Dia. Senhor Klaus?

- Pois não, senhor Malfoy. Entre, entre, por favor! – um barulho forte de cadeira caindo – Tudo bem, srta. Granger?

Hermione que se encontrava com a cabeça baixa naquele momento ao escutar aquele nome levantou-se num pulo derrubando a cadeira na qual estava.

- Tudo bem sim, é... Como vai, Malfoy? – Hermione estava levemente ruborizada com o acontecido e desconfortável com aqueles cabelos loiros.

Por outro lado, Draco estava com a expressão vazia, fitando a garota. – Vou bem, Granger.

- Bom. Já se conhecem. Deixem-me só falar uma coisa: vocês irão trabalhar juntos. – falou Klaus sorridente com a cara de espanto dos dois. – Srta. Granger, este rapaz fará os relatórios e sr. Malfoy, esta é a subsecretária da seção.

- O QUÊ! – gritou Malfoy em uma mistura de raiva, surpresa e alegria “Hã! Alegria?” Como assim?!” pensava Draco vendo o semblante de Hermione ficar rígido.

- É, Malfoy.

- Eu não vou receber ordens de... de...

- Anda Malfoy, estou louca pra ouvir o que tem a dizer, de o quê? – indagou Hermione furiosa.

- De uma colega de escola. – respondeu Draco um tanto cauteloso, surpreendendo Hermione, pois esperava aquela famosa ofensa “sangue-ruim”.

Senhor Klaus entendia perfeitamente aquela reação de Draco e com aqueles olhos especuladores não deixou de notar o espanto de Hermione, apenas sorriu e mandou os dois para suas respectivas mesas.

Enquanto isso, no outro lado na cidade, trava-se uma “guerra”. - Eu quero que você me perdoe Gina, fui um estúpido! – falava Dino Thomas sem parar.

- Não! Dino me dê um tempo, preciso ficar só. – Gina respondia sem nem olhar para o rosto do namorado.

- Será que você não pode entender que eu só quero ficar ao seu lado?

- Claro. E acabar com todas as minhas amizades com esse seu ciúme idiota. Não aguento mais, Dino. Primeiro o Harry, depois o Colin, o Neville e agora o Simas seu melhor amigo, hein? – gritava Gina ironicamente.

- É... Mas...

- Não tem mas...! – Gina deu as costas e foi embora aparatando para sua casa.

Dino estava desconsolado com a briga. Ele era apaixonado por Gina, mas seu ciúme era terrivelmente descontrolado e Gina não conseguia conviver com isso.
A ruiva bateu a porta do quarto e caiu em sua cama chorando onde adormeceu. Horas depois despertou com uma explosão de alegria que vinha da cozinha.

- Harry! – Falava sra. Weasley chorando emocionada, tinha Harry como um filho.

- Harry! – Gritava Jorge abraçando-o.

E assim foi sr. Weasley, Percy (agora era um doce de pessoa com todos) e Rony.

Gina desceu a escada vestida em seu suéter azul claro e uma calça preta dando um contraste muito bonito com seus cabelos vermelho fogo. Ao entrar na cozinha, sentiu um frio na barriga ao ver Harry, o mesmo frio que sentiu ao olhá-lo quando tinha seus dez anos.

- Olá, Harry!

- Oi, Gi – Harry a chamava assim desde que namoraram no sexto ano dele em Hogwarts.

Eles terminaram por causa da guerra e após um ano, Gina aceitou namorar Dino novamente e assim foi nestes últimos quatro anos. Porém, era uma batalha toda vez que saíam. Dino não podia ver ninguém olhando para sua amada e vice-versa que começava a barulheira e Gina tendo que contornar a situação, servindo-se da mesma ladainha “ele vai melhorar, só precisa de tempo”. Mas agora não consegue pensar como viveu nestes últimos tempos ao lado dele e terminou por olhar bem em Harry e pensou “sou uma santa e louca, santa por aguentar Dino e louca por não ter dado uma segunda chance a Harry”.

****

Essência de Malfoy

Geralmente relacionamos tortura com agressão física, verbal, mas podemos usar também o silêncio como tortura. Pelo menos foi isso que Hermione pensou.

“Agora vou ter ficar nesse inferno de silêncio.”

Malfoy nem olhava para Hermione neste segundo dia de trabalho, ainda não se conformava por ter que seguir ordens dela, porém, o pior era o sentimento de estar bem novamente, como se tivesse preenchido uma parte do vazio que sentia quando ainda morava com a mãe.

- Malfoy, poderia me dar o relatório de Jimmy Koul à tarde?

- Claro srta. Granger! – respondeu sem levantar a cabeça e colocando um cinismo na frase.

E assim seguiu o resto do dia somente com “sim”, “não”, “claro” e nada a mais até que...

- Malfoy?! – perguntava um Harry incrédulo.

- Oi, Harry, que saudades! – interrompeu Mione.

- Oi, Mione, mas...

- Ele está trabalhando aqui no ministério.

- Que bom! - falou duvidoso. - Vem aqui fora comigo, por favor.

Draco só olhava para os dois se dirigindo a porta, e pior, sem nada a declarar.
Harry estava muito nervoso, porém com uma ansiedade boa.

- Mione, preciso de sua ajuda.

- O que aconteceu?

- É Gina. Acabou o namoro, você sabe o quanto eu gosto dela ainda.

- Ah, quer que eu junte vocês de novo.

Harry apenas sorriu com o jeito simples dela falar. Eu morro de saudades suas e Rony também. Hermione ouviu aquilo e notou o que Harry queria dizer.

- Você sabe o quanto amo Rony, mas não posso dizer que é a mesma coisa. Acho que é mais como amigo, sabe?!

- Bem que você poderia tentar.

- Sei, e depois ele sai correndo atrás de Lilá.

- Não é bem assim, Mi.

Ela só o abraçou e beijou-lhe o rosto convidando para jantar com ela. Nesta mesma hora Draco saiu pra chamá-la e entregar o relatório. Girou nos calcanhares e voltou para sala.
Hermione despediu-se rapidamente de Harry e voltou para sua mesa.

- Bom, o que foi Malfoy?

- Desculpe atrapalhar seu namoro! – ele estava irritado.

- Ele não é meu namorado. – estava dando explicações? A Malfoy? – Só fazia tempo que não nos víamos. Sabe, ele sendo jogador profissional, viaja muito e fica difícil da gente se ver.

- E o que eu tenho de haver com isso, Granger? – Hermione viu que ele tinha a mesma essência: arrogante, chato, prepotente e...lindo. Lindo? Devia estar ficando louca mesmo.

Ela saiu sem dar resposta, não queria conflito com aquele loiro. Mas antes que pudesse chegar ao corredor principal escutou a voz arrastada.

- Granger! – ela virou-se franzindo a testa.

- É... e-eu queria, aliás eu quero conversar com você.

- Certo, fala logo. – colocou sua bolsa no chão, esperando.

- Não aqui, quer jantar comigo?

Hermione não esperava um convite, começou a pensar na hipótese que Draco deveria estar sofrendo da cabeça. Primeiro não a chama de sangue-ruim, olha para o Harry não o insulta, e agora a chama para jantar. Só poderia estar louco.

- Sem resposta, Granger?

- Eu já marquei de jantar com Harry. – falou sem graça.

- Hum, deixa pra lá então.

****

O jantar foi agradável com toda a narração dos jogos e todo o trabalho de Mione e quando se viram estavam em outro assunto: Malfoy.

- Sabe Mi, estranhei Malfoy não se dar ao trabalho de nem me xingar!

- Hã? Ah! Malfoy mudou muito mesmo, nem me trata mal, aliás, desde que chegou fala tão normal comigo que às vezes acredito ter perdido algo na história. Além de que ele mudou também fisicamente...

- Mi!

- Ah, Harry eu só estou falando que ele está mais bonitinho...

- É?! Deixa o Ron saber dessa historinha...

- E o que ele tem com isso?!

- Mi, por favor, dá uma chance para o coitado. Ele é louco por você.

- Hahahahaha. Até parece! Ele é louco por todas. Não pode ver um rabo de saia que já vai atrás. – já demonstrando irritação.

Harry ficou pensativo uns minutos e falou baixinho. – Parece que ele mudou desde... – hesitou um momento e Hermione respirou fundo. – desde o final da guerra quando... – Hermione o interrompeu.

- Eu sei, Harry, o que você pensa. – balança a cabeça num sinal de protesto – Acredito que ele tenha mudado bem antes disso.

- Hum, sei. Só falta você me explicar! – lembrando de uma cena, em que Malfoy cumprimentou Mione e passou um bom tempo sem importuná-lo e nem ao Rony.

- Ai Harry, eu não quero falar nisso.

- Como não quer falar...nisso?! – espantou-se – Mione, o que você está escondendo de mim?
*****

Pronto, criei coragem pra colocar uma outra fic...
Por favor, comentários!
Aí vcs vão dizer: Mas já?! No começo?!
E eu vou responder: Sim! Ficaria muito feliz e disposta para postar o cap 2
rsrsrsrsrs
Cheiro a todos!

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