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1. Cap 1


Fic: Até que o sexo nos separe Teminada 09.08


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione Granger era uma mulher bem casada. Tinha uma casa muito bem montada, um carro do ano, boas roupas, uma criada para os serviços domésticos e uma filha de quatro anos, Strella, que já estava freqüentando o balé e o pré-primário.
Draco, seu marido, era proprietário de uma firma de acessoria de imprensa.
Casaram-se por amor e ambos se adoravam. Agora, sentada em sua sala-de-estar, Hermione refletia sobre a sua vida.
E então se lembrou de Rony, que fora seu primeiro namorado e tambem o primeiro homem que conhecera. Quando dizemos o primeiro homem, queremos dizer que fora com Rony que ela dormira pela primeira vez.
O defloramento não fora algo que Hermione guardava como uma recordação agradável. Ela já namorava Rony há três meses e era louca por ele. Beijavam-se a todo o momento, pois ela adorava beijar e sentir seus lábios amassados pelos dele. Então ela sorriu ao se lembrar da primeira vez que ele lhe pegou nos seios, em uma matine de um cinema de bairro.
Como sempre acontecia, Rony passou um dos braços, em torno dos seus ombros, puxando-a mais para junto dele, e ela inclinou a cabeça.
Nesse dia, pouco a pouco, a outra mão começou a se insinuar, primeiro apoiando-se sobre a saia e permanecendo ali por algum tempo, fazendo um pouco de pressão, porque ele devia estar sentindo o calor que emanava da coxa.
A saia dela era mais ou menos justa e de um tecido fino, e a blusa era branca, de Jersey.
Pouco a pouco a mão começou a subir, acompanhando o braço de Hermione, até chegar à altura do ombro, quase tocando a outra mão que estava sobre a nuca dela. Do ombro, começou a descer lentamente em direção ao busto de Hermione, que ficou na expectativa. Seu busto já era bem desenvolvido desde os quatorze anos e aos dezessete já estava praticamente formado e se constituía no seu orgulho, uma vez que sabia que era para ali que se dirigiam os olhares gulosos dos rapazes. E ela abusava: usava vestidos decotados, mostrando a profundidade do sulco que dividia os seios polpudos. Blusas justas que estufavam o peito e não raro eram marcadas pelos biquinhos que formavam duas protuberâncias no tecido. E naquele domingo, ela vestia uma blusa de gola, com botões de madrepérola fechando-a na frente.
E Rony pouco a pouco foi se dirigindo para frente da blusa, não sobre o seio, porque ele tivera o cuidado de contorná-lo e descer ate a altura do umbigo. Dali ele subiu muito devagar e concentrou os dedos no sulco divisório que estava bastante profundo, porque a blusa era demasiadamente justa, e o sutiã um modelo que amparava o seio somente na parte inferior, - deixava-o praticamente livre e maior, uma vez que ele ficava todo concentrado. Então os dedos de Rony começaram a brincar naquele vale divisório, subindo e descendo, fazendo-a sentir um prazer inusitado, pois era a primeira vez que um homem tocava-a naquele ponto. Em seguida, aqueles dedos tornaram-se mais ousados, tentando abrir um dos botões da blusa, mas estava difícil, porque o botão era um pouco grande e a casa era pequena. Ela estava quase dando uma risada ao perceber a dificuldade que o namorado estava enfrentando, quando teve uma idéia.
- Você não quer ir comprar pipocas? - pediu ela.
- Salgada ou doce? - perguntou ele, recolhendo ambas as mãos.
- Salgada.
Tão logo Rony saiu, o que ele fez com certa facilidade, uma vez que haviam escolhido um lugar tranqüilo, sem ninguém nas imediações, Hermione desabotoou os dois primeiros botões da blusa, a fim de facilitar o que ele pretendia fazer. Quando Rony voltou com o saquinho de pipocas, entregando-o a Hermione, certificou-se da manobra que ela havia feito, e então entendeu - que era um sinal aberto para as suas pretensões. A mão dele então entrou lentamente pela abertura da blusa, com a precaução de quem entra num cômodo escuro. Então tateou devagar, aqui e ali, e brincou no tecido rendado que sustentava os seios. O que ela aguardava mesmo era o momento em que Rony se apoderaria deles. Então cruzou as pernas, sentindo uma comicho a altura das coxas, e sua calcinha começou a ficar molhada, e para ajudar a disfarçar a tensão que principiava a invadir seu corpo, ela comia uma pipoca atrás da outra. Quanto Rony, prosseguia no seu reconhecimento, sem pressa. Ainda estavam nos primeiros quarenta minutos da sessão, que, ao todo, teria duas horas de duração. Mas Hermione já começava a ficar inquieta; mexendo-se um pouco na poltrona, e isso não passou despercebido por Norman, que percebia que o desejo começava a invadir o corpo dela. Afinal, era a primeira vez que ela sentia os dedos de um rapaz em seus peitinhos, e isso não é uma coisa que se receba com tranqüilidade, a não ser que ela fosse frígida. Mas ele sabia que não. Quando ele a beijava, percebia que ela se controlava para não se entregar completamente. Então Rony passou a ser mais atrevido e subiu e enfiou um dos dedos por sob o tecido do sutiã que sustentava os seios de Hermione e cobria uma parte deles, mais ou menos ate os biquinhos, numa espécie de concha, ficando em contato direto com a carne tenra e a renda da peia intima. Depois o dedo começou a andar de um lado para outro, e então subiu fazendo a meia-lua, para, logo em seguida, retornar. E ele brincou desse modo por uns dois minutos, percebendo que Hermione soltava alguns suspiros muito velados. Mas em nenhum momento Rony chegou a tocar no biquinho, ou sair alem dos domínios do sutiã do seio esquerdo, que era o que estava lhe facilitando a bolinação. Então Hermione aconchegou o corpo mais junto ao dele, e ele sentiu a perna dela esbarrando na sua e ficando colada a ela. Mas ele estava mesmo interessado no busto dela, que subia e descia, numa respiração um tanto descompassada. Após aquele primeiro jogo de sedução, Rony pensou em fazer uma trégua, porque queria deixar a namorada em expectativa e em ponto de bala, pois aprendera que com as mulheres não pode haver afobação, tudo deve ser feito com a maxima tranqüilidade.
Com o rosto encostado ao de Hermione, esfregou-o, sentindo a pele lisa da face esquerda dela, que tambem correspondeu, começando a movimentar a cabeça para cima e para baixo, tomando o cuidado de deixá-la bem junto a de Rony, que, com a mão direita, que se mantinha em torno dos ombros dela, acariciava-lhe a outra face, comprimindo-lhe um pouco a cabeça de encontro a sua. Embora os dedos não se movimentassem no seio de Hermione, a mão dele continuava no interior do sutiã, comprimida entre o tecido e a carne, e ele podia sentir o forte calor que emanava do corpo dela e os pequenos suspiros que ela disfarçadamente soltava. Não se agüentando, ela voltou um pouco à cabeça, oferecendo os lábios a Rony, que os tomou em um beijo prolongado, cheio de paixão, e logo tambem sentiu a pontinha da língua da garota. Era o jeito de Hermione, que jamais abria a boca. Ela começava abrindo-a apenas o suficiente para que a ponta de sua língua aparecesse e lambesse os lábios dele, que se deliciava com aquilo e ficava aguardando o passo seguinte dela. Então ela libertava um pouco mais a sua língua, passava-a de encontro aos dentes da frente de Rony, seguia até entre a gengiva e a boca, e só então entrar por inteiro, passando-a ainda pelo céu da boca. Era um beijo arrebatador, de quase tirar o fôlego, mas, como Hermione era uma examinadora, ela controlava a sua respiração para o tempo que quisesse, mas ele quase perdia o fôlego. Só que Rony jamais se queixou disso, pelo contrário, ele se deliciava com os beijos de Hermione. E, embora ela dissesse que era virgem e que ele era o primeiro homem a quem tambem beijava, ela fazia-o de uma forma quase profissional, e poucas mulheres com quem Rony transara beijavam como ela. Rony adorava Hermione e imaginava faze-la sua esposa, ele estava no primeiro ano de medicina e, tão logo se formasse, se casariam. Não que não pudesse se casar de imediato. Seu pai dava-lhe uma polpuda mesada e ele já tinha sua própria casa, ganha quando entrara na faculdade, que alugara, obtendo uma razoável renda. Mas é que combinara com Hermione que se casariam tão logo ele se formasse. O que contava a favor é que suas famílias se conheciam desde longa data e aprovavam a união.
Depois do beijo, Rony pensou em continuar a bolinação, adorando aquele contato com a carne tenra da mulher que ele adorava. Era a primeira vez que tocava em uma da suas partes íntimas.
Namoravam há três meses, mas Hermione mostrava-se um pouco arredia. O máximo que consentia era ser beijada da forma como ele bem entendesse, sempre correspondendo a altura.
Os dedos dele foram se atrevendo e entrando mais para o interior, até a mão ficar toda ali. E, com algum custo, porque o sutiã era bem justo, ele conseguiu desalojá-lo, liberando o seio por completo de sua prisão. Por um momento ele não fez nada, a não ser ficar brincando como a renda do sutiã, sentindo a maciez e a delicadeza do tecido, passando os dedos nas rendas, indo e vindo. Depois foi a vez de se concentrar no outro seio - e Hermione teve que torcer levemente o corpo, a fim de lhe facilitar a tarefa como aconteceu com o anterior: primeiramente Rony introduziu um dos dedos na parte interna, começando a movimentá-lo no pequeno semicírculo, e então notou algo. Ele imaginava que, libertando uma das partes do sutiã, a outra ficasse praticamente flexível, ou seja, quase desalojada. Mas não foi isso que aconteceu. Ela continuava firmemente segura ao seio. Então ele imaginou que o sutiã funcionasse como algo que aderia a pele. Era um modelo novo, e então se lembrou de ter visto um anúncio num jornal, que dizia que o modelo tambem servia para realçar o busto feminino, erguendo-o, ao mesmo tempo em que o deixava quase liberto, tirando-o, assim, da incomoda prisão e do aperto que, geralmente, são os sutiãs tradicionais. Então Rony sorriu ao se lembrar que as mulheres desejam se libertar do rotulo de objetos sexuais, mas não deixam de usar, o mais depressa possível, tudo que os homens lançam para deixá-las mais desejáveis e apetitosas. E ali estava um exemplo. Aquele sutiã valorizava o busto feminino, mas ele sabia que Hermione não necessitava daquilo, pois já a tinha visto com biquíni e sabia que ela possuía um busto invejável. Mas havia as que necessitavam. Só que, no momento em que elas o tiravam para se entregarem a seus namorados ou companheiros, eles teriam a decepção de estarem diante da realidade. Então, por que não se mostrar tal qual se é, para se evitar decepções? Mas o que importava a que Rony já estava forçando a peça para baixo, tentando desaloja-la. O que não lhe foi difícil. Logo os dois seios estavam libertos, e Hermione, praticamente com o corpo todo voltado para Rony, permitia que as mãos dele a acariciassem, e então ele pode senti-la através do tato. Sem se conter, Hermione colocou suas delicadas mãos sobre a dele, pressionando-as, a fim de que elas comprimissem as carnes gêmeas com um pouco mais de força. Os biquinhos estavam totalmente endurecidos, e Rony podia senti-los de encontro as palmas das mãos. Então os apertou, para, em seguida, trazer as mãos ate a superfície, passando-as de leve sobre os mamilos, sentindo-os cutucar-lhe as palmas das mãos. Hermione agora suspirava um pouco mais alto, tambem soltando pequenos gemidos alternados, enquanto mantinha a cabeça ligeiramente inclinada para trás. O pacote de pipocas, que fora apenas um pretexto, estava totalmente abandonado na poltrona ao lado de Hermione, que estava adorando ser acariciada daquela forma.
- Ai... Querido... - ela soltou em um dado momento, traduzindo em palavras os seus legítimos sentimentos.
As mãos de Rony não paravam um só momento de se movimentarem sobre o busto de Hermione, que ele não podia ver, mas podia sentir em todo o seu esplendor. Então Hermione fez algo inesperado. Ela aconchegou-se um pouco mais e colocou uma das mãos - com a outra ela se apoiava no espaldar da poltrona de frente, cuja carreira estava totalmente vaga - na nuca de Rony, forçando a cabeça dele na direção do seu peito.
Então Rony logo compreendeu que ela desejava que ele a chupasse. Mas ele não fez isso de imediato, porque queria sentir um pouco mais aquelas bolas de carne. Então brincou, apalpou, alisou, deu pequenos e indeléveis beliscões nos mamilos, e só aí resolveu fazer o que ela queria, uma vez que a pressão da mão dela em sua nuca era cada vez mais forte.


N/a: Bem... ta sem betar...
Algum erro ignorem..
E comentem... Ou eu num posto o cap 2..
Que por sinal ta pronto!
<3

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Comentários: 2

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Adorei *---*

Nota: 5

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Adorei *---*

Nota: 5

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