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5. Capítulo 5;


Fic: Teardrops


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Primeiro, Parabéns pra Bruna, que fez 15 anos hoje, e pra Anna, que ta fazendo 16 e que comemoraremos quarta-feira! Amo vocês ♥ Segundo, segurem as periquitas, mocinhas. O James é MEU loiro lindo, e se ela não quiser, eu sou a primeira da lista! HOHO. Eu posso dividir o Brian e o Harry. Aliás, alguém aí ta afim de pegar o Brian ou o Harry. Interessadas deixem um comentário \o HAIUSDHASUIDHUh Vããão ler o capítulo, que hoje tem coisas interessantes. Beijos ;* 
Capítulo 5
              Não é difícil explicar por que alguns adolescentes desocupados, com uma casa sem adultos por perto, resolvem fazer uma festa numa sexta feira à noite. Porém, alguém consegue achar algum sentido no fato de eu estar de salto alto, com uma blusa que eu raramente uso, terminando de me maquiar no espelho do meu quarto para estar presente na tal festa de pessoas que eu costumava mal conhecer? Sim, no passado. Agora eles são meus companheiros de almoço, por livre e espontânea pressão de James e Martin todos os dias, com uma ajudinha de Alice, que mais metida a cupido impossível. Ela realmente não se importou quando eu liguei para ela hoje a tarde para cancelar nossos planos para a noite.
- O que? Você ta me dizendo que vai trocar uma noite com filmes que fazem mel escorrer pela televisão, a base de brigadeiro e coca-cola com sua amiga em sua casa, cuidando do seu irmão mais novo por uma festa cheia de garotos super-hots do terceiro colegial? – ela falava, com uma voz de falsa indignação.
- Erm.. eu posso cancelar a festa, não me importo. – em outras palavras: “eu realmente não quero ir, apenas diga que você quer ver filmes”.
- De jeito nenhum. Você vai nessa festa sim senhora! – pronto, a Alice mandona estava ali. – E digo mais, eu se fosse você, já teria parado a tempos com essa besteira de “só amigos” pra cima do James. O garoto ta super-afim de você, muié, faz alguma coisa rápido, antes que ele mude de idéia. – É, sempre direta.
- Alice, não é tão fácil... – tentei argumentar.
- É fácil sim, você é que esta fazendo isso complicado. Eu sei o que você sente pelo Martin, mas ele está com a Kate, e não com você. Ao invés disso, tem um outro garoto lindo, que te trata bem pra caramba ali, do seu lado, e você não quer ele por que vai ficar eternamente esperando pelo tapado do Martin notar que você é uma menina?
- Alice, eu não acho certo eu ficar com o James gostando de outro.
- Então eu sugiro que você entre em um convento de uma vez. – ficamos em silencio por um instante. – Acorda pra vida, meu amor. Você tem 16 anos, não pode simplesmente ficar vendo o garoto que você gosta com outra, e deixar assim, você tem que seguir com a sua vida também.
- Eu não quero...
- Então você ta me dizendo que quer ficar vendo o Martin agarrando a Kate? Que é isso que te faz bem?
- Não...
- Então que o James iria te tratar mal? Que ele não iria te fazer feliz?
- Eu não sei...
- Você sabe sim. Você sabe muito bem a resposta. E convenhamos, o James voltou muito hot, garota. – ela voltou a conversa a um tom mais suave, me fazendo rir. Ok, o que ela tinha falado era verdade, eu realmente não podia esperar por Martin eternamente, mas ao mesmo tempo, seria justo com James? Para ser sincera, eu não sabia seus reais sentimentos, não sabia o quanto ele estava levando aquela história a sério. Tanta coisa parecia ter mudado. Eu mal conseguia me lembrar de qual fora a ultima tarde que eu passara com eles, sem mais ninguém. Não, eu não estou sendo egoísta, eu consegui passar um ano sem James, e estou suportando o fato de Martin estar namorando, mas isso não me impede de sentir saudades das tardes inteiras em que eles esqueciam que eu era mais nova, quando eu dava conselhos e os ajudava a escolher qual a roupa que usariam. Eu ouvi a campainha tocando, e me apressei a terminar de ajeitar o cabelo. Desci as escadas na velocidade mais rápida que meus saltos permitiam, e cheguei a cozinha, encontrando Martin mexendo uma panela, enquanto minha mãe cortava alguma coisa.
- Eu não posso deixar vocês dois sozinhos nem por um instante, não? – falei, balançando a cabeça. Martin virou-se para mim, abrindo um grande sorriso.
- Você está linda. – ele falou, e de novo involuntariamente, eu senti minha respiração falhando. Sem conseguir formular uma resposta rápida, apenas sorri de volta.
- Vamos? – perguntei, mais para dar a deixa para minha mãe reassumir a panela.
- Obrigada, Martin querido. – ela falou, pegando a colher de sua mão.
- Foi um prazer cozinhar com a senhora. – ele falou, piscando um olho para ela. Eu dei um tapa em seu ombro assim que saímos da porta.
- Martin, é a minha mãe! Guarde seu charminho para as garotas do sétimo ano, ok! – eu falei, fazendo ele rir.
            James Blunt tocava no radio do carro, tão baixo que eu mal escutava, mas não tão baixo que eu não pudesse reconhecer a musica. Ele tamborilava os dedos no volante, cantando baixinho, e eu acompanhava as partes que eu conhecia.
- Cadê a Kate? – perguntei, depois de uns minutos de silencio.
- Vai com Brian, já deve estar lá. – ele respondeu, sem dar muita importância.
- Hm... – o silêncio se instalou entre nós de novo, mas não era algo desconfortável. Essa era uma das coisas que eu mais gostava em estar com Martin, ele não via necessidade em estar falando o tempo todo, nós ficávamos muito bem em silencio. Eu pensava em que desculpa arranjaria caso a festa estivesse muito chata para mim e eu quisesse voltar para casa, quando ele falou, como se estivéssemos continuando uma conversa já antiga.
- E o James?
- O que tem ele? – Não olhei para ele pra responder, continuei encarando minha imagem no espelho retrovisor.
- Ele parece estar bem afim de você. – ele parecia estar esperando outra reação, mas manteve a conversa no mesmo tom. Eu ri, balançando a cabeça.
- Não acho que seja algo sério. – falei.
- Eu o conheço há anos, e nunca o vi olhando pra outra como ele olha pra você. – OK, o que está acontecendo aqui? É um complô? Eu pareço desesperada por um namorado, que todos estão tentando me fazer ficar com James a qualquer custo?
- Martin, por que isso agora? Nós sempre fomos só amigos... – tentei.
- Justamente por isso... Isso tudo é medo de que não de certo? – eu não respondi. Eu não podia falar a verdade, então, escolhi permanecer em silencio. – Escuta, conhecendo vocês dois como eu conheço, eu acho que não há outro melhor para você. – Essa doeu. – Sério, será que você não pode ao menos tentar? – eu balancei a cabeça, suspirando. Ok, eu poderia pensar no caso. Ficamos o resto do caminho em silencio.
            Uma festa como aquela é razoavelmente fácil de se descrever. Muitas bebida, pouca comida, música de baixo nível em volume alto, objetos de valor escondidos, e muita gente. Vimos Kate, James, Harry e Brian, com um outro menino que eu nunca lembrava o nome, conversando nos jardins, e fomos até lá. Todos estavam mais bonitos, apesar de não saírem do jeans e camiseta de todos os dias. Brian e Harry estavam ainda mais elétricos que o normal, o que me deu um pouco de medo, e até Kate estava linda, com seus cabelos ruivos presos e maquiagem bem feita. James sorriu ao nos ver, e Martin me lançou um olhar de “eu disse”, que eu preferia não ter visto. Eu não podia negar, ainda era estranho ficar com os amigos de Martin e James. Eles sempre tinham sido “amigos de Martin e James”, nunca “Meus amigos”. Não que eles alguma vez tivessem me tratado, ao contrário, sempre eram queridos em simpáticos, mas ainda assim, não deixava de ser estranho ser incluída nos programas deles dessa forma, mas eles nem se importavam. Ou se se importavam, não deixavam isso transparecer.  Harry e Brian eram dois palhaços, e eu adorava estar com eles, e até mesmo as garotas eram divertidas, um pouco estranhas, mas divertidas. O outro garoto, que eu lembrei se chamar Dougie, mal falava, mas ria das brincadeiras também. Martin e Kate entraram na casa, James foi atrás de alguma bebida, e Harry de alguma garota, me deixando com Brian e Dougie. Ficamos um segundo em silencio, pensando em algum assunto para voltar a falar, quando Brian colocou uma mão no meu ombro, me chamando para uma conversa.
- Então, pequena. Dougie está querendo saber onde está a sua amiga. – assim que ele falou, Dougie, mais vermelho que minhas unhas, lançou-lhe um olhar de quem poderia matar. Eu olhei para ele com as sobrancelhas levantadas.
- Alice? – ele deu ombros no maior estilo “eu nem sei seu nome”, me fazendo rir. – ela ta em casa, cuidando do irmão.
- Own, Dougie, você tem um cunhadinho. – Sério, Brian tem um cupido interior e não é nada discreto.
- Cala a boca, Brian.
- Eu posso te apresentar a ela, se você quiser. – falei, entrando na brincadeira de Brian. Alice teria que me agradecer, o Dougie é BEEM o tipo dela.
- Hum... sei lá, se quiser... – ele ainda fingia não se importar. Brian mandou uma piscadinha cúmplice pra mim e eu ri.
            James voltou logo depois, com uma cerveja numa mão e uma coca na outra. Brian tirou a mão do meu ombro rapidamente, e James fingiu olhar feio. Senti minha orelha queimando e lembrei do que ouvi de Alice e de Martin hoje. Eles estavam certos, eu sabia. Eu só conseguia pensar em uma pessoa que era melhor que James, e essa pessoa encontrava-se, no momento, agarrada com outra no interior da casa. James me entregou a coca. Brian e Dougie logo arranjaram alguma coisa para fazer, e todos entenderam que era só uma desculpa para nos deixar sozinhos, o que me fez ficar muito vermelha, mas eles só achavam graça. Odeio esses momentos.
- Você ta linda. – ele falou com voz baixa, e eu sorri pra ele, indicando com a cabeça uns degraus onde poderíamos sentar. Eu precisava conversar com ele.
- Erm... James...  – tentei pensar na forma mais fácil e menos constrangedora de falar o que eu precisava, mas nenhuma das minhas opções parecia excluir “vergonha” das conseqüências. Ele parecia já pressentir isso, por que não olhava pra mim. Ao invés disso, encarava as pedrinhas no chão - Sobre esse negócio... nós dois... – ARGH, odeio, odeio, odeio.
- Hum...
- Não é sério... é? – Diz que não. Diz que é brincadeira, por favor. Diz que é só Harry e Brian fazendo onda. Ele não respondeu. Continuou encarando as pedrinhas, sem responder. Droga, ele ta pensando. Ele levantou a cabeça e olhou pra mim. Pra pedrinha, James. Olha pra pedrinha!
- Poderia ser sério... Se você quisesse. – Ok, não era essa a resposta que eu queria, mas não posso dizer que ela é totalmente inesperada. Eu desviei o olhar.
- Então você realmente quer ficar comigo... – Sou masoquista, gosto de colocar as coisas em palavras. Ele riu, parecia ter chegado a mesma conclusão.
- Desculpa... É bobagem... Só amigos, já sei. – Ele falou, tentando deixar a conversa num tom mais suave, mas não conseguindo esconder sua falta de felicidade.
- Só me da um tempo pra eu me acostumar com a idéia, ok? – falei, segurando sua mão.
- Eu não quero forçar nada. Nós podemos esquecer isso agora e... – ele falou, mas eu o interrompi.
- Eu não quero esquecer. – lembrei das palavras de Martin, e do que eu tinha prometido a ele. – Eu quero tentar.
- Tem certeza? – eu balancei a cabeça, com um meio sorriso. Ele sorriu, levantando-se e me puxando para que eu ficasse de pé também. – Vamos voltar pra festa. – falou, e eu o segui para a música alta.

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