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17. Novo Emprego???


Fic: Hermione Granger Está Morta e Vivendo em Nova York


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Novo Emprego????


Eu não queria trabalhar eternamente para Alastor Moody e tinha muitas razões. Eu tinha que passar o dia inteiro em frente a um computador e isso já era razão de sobra. E eu não encontrava nenhum homem no trabalho. Um monte de Esquilos, mas homem que é bom, nada. Eu já morava em NY há dois anos e nada acontecia.
Comecei a procurar emprego e olhava todo os anúncios. Precisa-se de moça com nível superior. Eu não tinha aprendido a lição e voltei as agencias de emprego. Conheci um monte de novas Srta. Trewlaney, para quem eu disse que não queria usar o computador o dia inteiro. Nem Andrômeda Black conseguiu alguma coisa para mim. Andrômeda tinha se casado com um bilionário do petróleo texano e ficou toda metida, ou pelo menos é isso o que minha mãe tinha dito. Ela e minha mãe se falavam pouco e a única maneira de conseguir contato com ela seria ir até o Texas e tentar esbarrar com ela.

Pensei em ir a Califórnia sondar o mercado de trabalho por lá...
“Sr. Diretor Famoso, Hermione Granger está vindo para cá a procura de trabalho...” “Não é possível! Vamos usá-la em nosso próximo filme. Pode trabalhar como assistente de direção e ser também a protagonista”.
Não consegui me convencer a ir. Não estava fazendo nada aqui, mas podia também ficar sem fazer nada lá. Minha vida social não era grande coisa, mas quem disse que poderia ser maravilhosa lá?
Se minha mãe quase teve uma aneurisma quando eu me mudei a 70 quilômetros de distancia, imagine o que aconteceria se me mudasse para 5 mil quilômetros? Isso resolveu a questão. Fiquei. Afinal, do que seria Nova York sem mim?
“Eu, o prefeito, gostaria de agradecer pessoalmente a Hermione Granger por ficar em Nova York.” Flash dos fotógrafos.

Finalmente, apareceu um emprego. Minha prima Andrea, que viaja muito, conheceu um escritor a bordo de um navio ou coisa assim e ficou com o número de telefone dele. Andrea ligou para ele um dia e ele a convidou para um chá. Andrea, abençoada seja, disse que tinha uma prima muito inteligente (eu) e o escritor disse que estava procurando alguém naquele momento para fazer pesquisas para seu próximo livro.
E a prima Andrea “que viaja muito” (é assim que tudo mundo da família se refere a ela) disse a minha mãe para a Hermione ligar para o escritor e foi o que a Hermione fez. O secretário (um homem) do escritor disse que o Sr. Dumbledore, o escritor, me receberia na quinta as quatro. E como explicar isso a Sra. Sprout e a um bando de Esquilos?
-Sra. Sprout, preciso sair mais cedo na quinta porque vou me casar. – Forçado demais.
-Sra. Sprout, preciso sair mais cedo na quinta porque tenho hora no médico – Nunca, ela faria perguntas.
-Sra. Sprout, preciso sair mais cedo na quinta porque estou procurando um outro emprego. – Honesto, mas estúpido.

Na quinta, ao telefone:
-Sra. Sprout, acordei com uma terrível dor de cabeça, estomago embrulhado, a garganta doendo e 38 de febre. Estou com manchas no rosto, vomitando e com laringite. Acho que o médico talvez me mande para o hospital... Sim, amanhã estou ai.
Sr. Dumbledore, lá vou eu! Lá vou eu, com pesquisas sobre o senhor e sua obra.
Dumbledore, Alvo. Escreveu um monte de livros sobre viagens. Obras mais famosas: Espanha: terra dos sonhos; França: o país da beleza; Itália: Realidade e fantasia; Suécia: um país quente de clima frio.

A Caminho de lá, no metrô, fiquei pensando (é difícil pensar com todas essas candidatas a Miss Metrô me avaliando).
Então, eu finalmente tinha chegado lá. Já posso imaginar. Cosmopolitan, Glamour, Vogue... Sim, as pessoas estão comentando sobre Hermione Granger, co-autora do último livro de Alvo Dumbledore. Co-autora talvez não, mas dedicado a... “Este livro é dedicado a Hermione Granger, meu amor e minha esposa. Nunca poderia ter escrito sem ela”. As dedicatórias cresceriam à medida que tivéssemos filhos. “Este livro é dedicado a minha querida esposa, Hermione Granger Dumbledore e aos nossos queridos filhos, Taylor e Alfred”.
Imaginem a minha surpresa quando eu descobri que ele morava numa legitima casa nova-iorquina. Toquei a campainha.
-Srta. Granger? – disse o secretário baixo e magro.
-Sim, ela mesma. – eu respondi, tapando com a bolsa um botão que faltava no meu casaco.
-Sente, por favor. O Sr. Dumbledore vai recebê-la em um minuto.
Será que eu devo tirar o casaco? Quando alguém nos convida para sentar, significa que devemos tirar o casaco? Fiz várias tentativas e depois me decidi a continuar com o casaco. Foi então que o secretário voltou e me ajudou a tirar o casaco e viu, com certeza, que faltava um botão. Deve ter pensado “Mas que desastre. Meu namorado ia morrer de rir se visse isso”.
A sala em que eu estava era cheia de antiguidades. Objetos do mundo inteiro. É, o homem fazia muitas compras.
-Oi, Sr. Dumbledore. O que vai ser hoje?
-Tem por ai algum relógio de seis mil dólares? E vou levar aquele elefante de jade. Vai ficar ótimo junto à caixa de prata inglesa.
Ele era um consumista. Antiguidades devem ser herdadas e não compradas.
Mas de meia hora mais tarde, o secretario me pediu para eu o seguir até o andar de cima ao estúdio do Sr. Dumbledore. Então, ele tinha um estúdio. Não um estúdio em forma de cubículo, mas um de verdade. Imagine se, quando ele morrer, ele se lembrar de mim no testamento... “E a minha querida amiga e assistente pesquisadora Hermione Granger deixo o elefante verde de jade e 35 milhões de dólares.”
Ele estava sentado atrás de uma enorme escrivaninha numa enorme cadeira de couro. Tive uma sensação de déjà vu . talvez, em outra encarnação, eu tivesse sido uma mulher rica... Ou uma candidata a emprego.
-Srta. Granger, encontrei Andrea em minha última viagem e ela lhe fez muitos elogios. [Fiquei em silencio. Ele era feio, velho e tinha a pele ruim. Mas ainda intimidava.] Eu estou procurando uma pesquisadora para o meu próximo livro “ Lichtenstein: um pequeno grande país ” e preciso de uma pessoa criativa [Criativa - Isso é comigo mesmo. Finalmente, você me encontrou]. E naturalmente, preciso de alguém que entenda bem de computador [Meeeerda!]. Tenho certeza que você vai achar o trabalho interessante. Por que não fala com o meu secretário para acertar os detalhes?
Fui conduzida a outro escritório. Já tinha acabado a entrevista? Era tudo isso? O secretário, Sr. Henley-Jones (mas de onde vinha aquele hífen?) disse que eu podia começar em duas semanas, as quatro da tarde do dia 25 de outubro. E até logo, Srta. Granger, obrigada por ter vindo.
Sai de lá confusa. Será que eu estou empregada? Acho que sim. Será que eu disse que eu aceitava o emprego? Acho que não. E que tipo de trabalho é? Quem vai trabalhar às quatro horas da tarde? Não sei. Qual é o salário? Ai, meu deus, não sei, não tenho a menor idéia. Deve ser alto. Pense em todas aquelas antiguidades. Mas ás vezes as pessoas ricas são pão duras. É melhor eu telefonar para o senhor Henley-Hífen-Jones. Será que ele vai me achar uma idiota por perguntar? Será que eu deveria simplesmente me apresentar na data marcada? Era o tipo de trabalho que eu estava procurando. Mas sou uma moça solteira que se sustenta, preciso saber quanto pagam.
-Alô, é o Sr. Henley-Jones?
-Quem deseja falar com ele?
-É a srta. Granger.
-Um momento, por favor. [Será que o secretário tem um secretário? Ou é um mordomo?]
-Aqui fala Henley-Jones.
-Sr. Henley-pausa-Jones, estava imaginando se precisaria de mim para alguma tarefa antes que eu comece a trabalhar.
-Não será necessário, Srta. Granger.
-Não seria nenhum problema para mim, me ligue se for preciso. Então, meu contador [eu não tenho um contador] me perguntou quanto eu vou ganhar. Ele tem que saber, já que se ocupa de toda a minha parta financeira. Eu não preciso, mas ele sim.
-Pode dizer a ele que seu salário é 100 dólares por semana. E agora, srta. Granger, me desculpe, mas eu tenho vários assuntos a tratar.
-Certo, Sr. Henley-Pausa-Jones.
CEM POR SEMANA. MERDA. PUTA QUE O PARIU. VIADINHO. BOSTA.
Três anos em Nova York, três aumentos, já ganhando 300 dólares por semana e de volta a 100. aquele puto do Dumbledore. Ele tem dinheiro, com toda aquelas antiguidades. Pois que empregue aquele elefante. Não vou trabalhar por 100 dólares. Não posso. Tirando todos os gastos, isso significa que eu vou levar para casa apenas 30 dólares por semana e eu não posso ter só isso de dinheiro extra. Sou solteira, sabem. Tenho que sair e comprar roupas, maquiagem e sapatos. Alastor Moody é legal e talvez as coisas melhorem por lá. Ouvi algo sobre os Esquilos fazerem um especial de Natal. Talvez eu possa participar, conhecer algumas pessoas e ir trabalhar na televisão. Ai, meu deus, de volta a Alastor Moody e os anúncios classificados.

Prezado Sr. Dumbledore,

Lamento informá-lo que não posso aceitar agora o emprego que o senhor me ofereceu. Talvez algum dia eu possa trabalhar para o senhor.

Sinceramente,

Hermione Granger.


Merda.


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