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1. “ALCANÇANDO AS ESTRELAS” part1


Fic: “ALCANÇANDO AS ESTRELAS” NC17..... comentem


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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oi bem gente.. primeiro... deixa eu explicar, não é bem uma fic
é mais uma pequena parte de algo q eu tento escrever a uns 2 anos mas to enrrolando por varios motivos, mas ja escrevi essa parte e resolvi postar pra ver opnioes do publico *autora cheia de vergonha*, queria pedir pra vcs analizarem essa parte.

1- desculpe os provaveis erros de portugues, sou pessima na materia.
e vamos a fic....


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“ALCANÇANDO AS ESTRELAS”


Estavam prestes a entrar no quarto, Charles abriu a porta, Anna esperou que ele se afastasse para entrar, como ele sempre fazia, com seu cavalheirismo.

_ Espere um pouco. _ Exclamou o ruivo. Pegou a valise que a garota tinha nas mãos e entrou no quarto.

Anna estranhou um pouco, não era do feitio de Charles fazer coisas estranhas como aquela, de entrar no quarto com as malas e deixar a esposa esperando do lado de fora. Mas mesmo assim esperou, estava nervosa e receosa de fazer algo errado.
Quando Charles voltou para junto de Anna ele tinha um olhar nervoso, como se tivesse travando uma batalha interna. Ele deu a volta, se postando as costas da esposa.

_ Com licença. _ Sussurrou ele em seu ouvido, fazendo-a se arrepiar, e soltar uma exclamação de surpresa ao ser erguida pelos braços fortes do marido. Por medo de cair Anna passou os braços em volta do pescoço ficando ainda mais próxima dele.
Charles caminhou ate o meio do quarto e depositou Anna no chão, mas continuou abraçado a ela.

_ Desculpe pelo modo repentino que a fiz entrar, mas dizem que um casamento só dará certo se a noiva entrar no quarto sendo carregada pelo noivo na noite de núpcias. _Disse ele.

_ Um casamento só é bom quando as duas partes estão interessadas em fazer tudo em que estiver ao seu alcance para fazê-lo dar certo, não apenas por causa de uma superstição. _ respondeu Anna.

_ Pois será isso o que faremos, eu te amo demais minha branquinha, não posso mais imaginar minha vida sem você.

_ Nem eu consigo me imaginar sem você.

Os dois sorriram. Ao ver o sorriso desenhado nos lábios carnudos de sua esposa Charles voltou a ficar serio, tomado por um desejo quase incontrolável de se apoderar deles.

E assim o fez, inclinando vagarosamente a cabeça ate que seus lábios se encontrassem. O beijo no inicio era carinhoso e tranqüilo, mas foi ficando possessivo, exigente. Os dois dominavam no beijo, explorando a boca um do outro. As mãos de Charles passeavam pelas costas de Anna, e a trazia ainda mais para si. Anna mergulhou os dedos nas madeixas ruivas e aprofundou os beijos colando-se ainda mais ao esposo. Iam se acariciando de forma lenta, despertando os sentidos.
Charles começou a descer uma trilha de beijos desde o canto da boca de Anna ate o colo, enquanto ela segura seus cabelos com força. Devagar, ele se afastou, e a virou fazendo com que ela ficasse de costas pra ele.

Anna ficou apreensiva, pois não sabia muito sobre a arte do amor, tinha imaginado muitas vezes como se portaria quando estivesse com seu marido. Mas agora nada lhe vinha à mente, só os trechos da conversa deles com seus amigos: “Não se preocupe meu amor, quando nós dois estivermos prontos, teremos uma noite juntos, e ela será mágica. Não fique preocupada em como deve se comportar, apenas viva o momento, sinta os desejos, e faça o que tiver vontade. Deixe-se guiar pelo instinto, ele fala pelos nossos próprios sentimentos”. Essa havia sido a fala de Charles, e era isso que Anna pretendia fazer, ia ser guiada pelo instinto, mesmo sendo tímida do jeito que era, ia se deixar levar por tudo o que sentia.

Charles começou a desabotoar a longa fileira de pequenos botões do vestido de sua esposa, e a cada botão que abria ele ia dando leves beijos, que iniciaram na nuca, percorrendo depois ao longo de sua coluna. Anna se arrepiou e respirou fundo, e Charles sorriu, ele sabia que essa era uma das áreas que mais afetavam sua amada quando era beijada.

Após desabotoar todos os botões ele foi passando as mãos pelas costas quase nuas de Anna, retirando pelos braços e abaixando o vestido, primeiro ate a cintura, enquanto acariciava seus braços, cintura e barriga, depois passou o vestido pelos quadris deixando-o cair no chão. Soltou os pequenos enfeites que ainda prendiam o cabelo de Anna fazendo com que os cachos definidos e sedosos se soltassem em seus ombros. Charles conteve o suspiro de satisfação ao ver a esposa de costas, quase nua, somente com um conjunto de lingerie brancos. Ela era a personificação de todos os seus desejos. Não era magra, longe disso, mas tinha tudo no seu devido lugar, com o corpo cheio de curvas tentadoras, e era dele. E de mais ninguém. Isso o envaidecia.

Ele se abaixou, com a desculpa de remover o vestido do chão, e aproveitou para observar e acariciar as longas e torneadas pernas de Anna. Foi acariciando o corpo da esposa ate chegar aos seios. Esse era um dos pontos que Charles mais desejou tocar desde que a vira como mulher, moldou suas mãos em volta dos seios de Anna e suspirou alto, era surpreendente como se encaixavam perfeitamente, do tamanho exato para serem acariciados pelas mãos dele, Charles massage-os por cima do tecido, fazendo Anna gemer. Depois soltou o fecho frontal da peça intima, colocando por cima do vestido esquecido em uma cadeira próxima.

Às costas nuas de Anna, Charles foi tomado por uma súbita apreensão, sabia que no momento em que tocasse a esposa de forma mais intima não seria mais capaz de se controlar por muito tempo, ou pensar em algo que não fosse estar com ela, não queria assustá-la, alias, quando começou o beijo só tinha a intenção de tranqüilizá-la. Mas deixou o desejo tomar conta de si, e de repente se deparou com a esposa quase nua a sua frente, com ele prestes a tomá-la nos braços e fazer loucuras, que ela com certeza gostaria. Mas talvez não estivesse preparada logo na primeira noite. E Charles não queria que ela apenas gostasse, mas que a noite fosse perfeita . Para ambos.

Anna também percebeu a hesitação do esposo, ficando ainda mais nervosa. Em sua cabeça voavam mil e uma indagações, um combate interno se instalou nela para saber o que fazer:

“Será que depois de ver meu corpo, ele não me quer mais?”
“Mas ele suspirou de satisfação quando me tocou, não pode ser isso.”
“Mas ele está tão quieto, será que esta esperando uma atitude minha?”
“Mas eu não sei o que fazer...”.


Nesse momento lhe veio à mente a frase de Charles novamente: “deixe o instinto falar por você”, “faça o que tiver vontade”. Então era isso que iria fazer, decidiu Anna. Só precisava descobrir como, e rápido.

Anna sempre tivera vontade de descobrir como seria tocar seu namorado. Descobrir locais onde ele se arrepiaria de prazer. Como suas colegas costumavam contar.
Mas no momento se sentia exposta, afinal ela estava nua na frente dele, enquanto ele estava totalmente vestido. Tinha certeza que se ela se virasse para tirar-lhe a roupa ele veria o forte vermelho que lhe tomava o rosto, e com toda essa vergonha ela, com certeza, não seria capaz de fazer nada. Quanto mais de despi-lo sob o olhar atento e cheio de desejo de Charles.

Mas Anna teve uma idéia, se Charles não olhasse para ela, não se sentiria tão envergonhada, então poderia fazer qualquer coisa. Antes que Charles pusesse novamente as mãos em seu corpo e lhe tirasse o poder de raciocínio Anna se virou, se postando as costas de Charles, sem deixar que ele a visse de frente.

Charles se assustou com o movimento, e tentou se virar, mas Anna não permitiu dizendo:

_Há alguém nesse quarto que ainda está muito vestido, você não achar?

_Acho, por isso vamos logo tratar de nos igualarmos, sim? _ afirmou ele tentando tirar o terno e se virar de frente para Anna, que novamente o impediu, pos as mãos em seus ombros e disse suavemente em seu ouvido.

_Vamos, sim, resolver isso, mas EU faço questão de resolver, do mesmo jeito que você fez.

Anna começou a tirar o terno de Charles acariciando seus braços fortes no processo, tanto quanto a barriga devida e o peitoral firme, sentindo o cheiro dele na camisa branca. Logo depois se pos a desabotoar a camisa, deixando propositalmente a gravata no lugar.

Ela foi desabotoando botão por botão, sentindo o calor do corpo do esposo, a rigidez da musculatura. As mãos de Charles se juntaram as dela no meio do caminho, tudo era novo e maravilhoso para Anna, sempre soube que seria maravilhoso toca-lo, mas não podia imaginar que a realidade estava à frente se suas expectativas. Anna tirou a blusa e a deixou de lado e analisou o dorso do marido. Ele era lindo! Os cabelos ruivos que desciam a nuca para dar lugar à pele clara, mas bem bronzeada, as costas largas, a cintura mais fina. Se apaixonar por ele era inevitável.

Charles gostou quando Anna teve aquela atitude de surpreendê-lo para tirar-lhe a roupa, mas agora, sentido-a tocá-lo, o corpo dela tão perto do dele. Tinha um certo tipo de receio. Não, o de não gostar do que ela estava fazendo, pelo contrario, tinha medo de gostar de mais. Sempre soube que a namorada era tímida, mas quando estavam a sós ele via um fogo em seu olhar. Sabia que o dia que ela percebesse o poder que tem com os homens, em especial com ele, e quisesse seduzi-lo, estaria perdido. Seria como um capacho aos seus pés, pronto a obedecer por qualquer momento de prazer com ela. Ou perder o juízo se não pudesse mais se controlar.
Foi em meio a esse pensamento que Anna o surpreendeu mais ainda, colando seu corpo ao dele, ela começou a afrouxar a gravata, mas a tarefa que poderia ser feita em segundos, não parecia ter hora pra terminar. Anna o abraçava e se insinuava colando o seu corpo ao de Charles.



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NA: a segunda parte semana q vem
bjus pros q lerem...
ficarei imesamente feliz se tiver comentarios ^^

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