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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

13. Férias turbulentas (parte 1).


Fic: Harry Potter e O Valor da Amizade.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Demorei bastante pra terminar esse capítulo, ainda há algumas coisas que estava na dúvida se mudava ou não, até que decidi deixar assim mesmo, espero que comentem! Respondendo aos comentários:

Katy Lestrange:
Querida me perdoe por demorar tanto, pois é ainda estou de férias e não postei, tem todo o direito de querer me matar, só que já sabe néh?! Se fizer isso, fica sem o resto da fic!!! =P Quanto ao que perguntou, o Tom matou sim o Lúcius e isso será de estrema importância mais tarde, quanto ao que tiraram da tal casa ficará curiosa, só será explicado mais tarde! Também não posso dizer se aquela cobra era ou não a Nagini e porque levou o Harry até lá, terá que continuar lendo pra saber!!! Mas pelo menos vou te aliviar a barra contando o que houve com o Fred e a Jheny aquele dia, enrolei até agora só pra te deixar curiosa! Kkkk... Continue lendo e comentando viu, e brigadim pelo apoio, não sei o que seria da minha fic se não fosse você!

Queridos, estou muito triste por vocês não comentarem, já pensei até em abandonar a fic [que a katy não me mate por isso =P], mas sou persistente. Quando vi que tinha 330 leitores fiquei super feliz, mas destes só a Katy comenta, puxa vida... O que custa vocês comentarem heim? Nada, não custa nada gente, então for favor, vai lá rapidinho e digam o que estão achando, perguntas, digas e até críticas! MAS POR MERLIN COMETEM!!!

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Capítulo 13: Férias turbulentas (parte 1)



Era apenas mais um dia de aula, os alunos como de costume estavam nas salas de aulas ou na biblioteca. Uma tarde simplesmente bela, não fazia muito frio, embora já começasse a nevar.

Na biblioteca, rondava pelos corredores feitos por enormes prateleiras de antigos livros, o grupinho quase inseparável, pelas janelas podiam ver que Hagrid arrastava uma enorme arvore de natal, verde e ao mesmo tempo branca, coberta de neve.

__ Hoje é nosso último dia aqui na escola antes das férias. _ disse Hermione bastante animada __ O que vão fazer, quer dizer. O que vão fazer nas férias de vocês? _ perguntou à Jheny.

__ Não sabemos ao certo o que faremos quando chegarmos a Paris, mas o meu Reveillon passarei aqui na Inglaterra. _ respondeu o mais rápido que pode enquanto recolhia os livros de cima de uma das cadeiras.

__ Um minutinho, por favor. _ pediu Rony a entrar na biblioteca _ A professora Mcgonagal pediu que eu informasse a todos os alunos o novo método de regresso às casas nessas férias, mas antes quero desejar boas festas caso não voltemos a nos ver.

__ O que, não retornaremos pelo expresso Hogwarts? Seja qual for o método levará muitas horas. _ disse Gina.

__ É verdade, Gina tem razão. Levará varias horas até todos os alunos saírem da escola. Não vai dar tempo. _ disse Jheny saindo de trás de uma das prateleiras.

__ Tudo bem, suponhamos que dê tempo de transportar todos os alunos. Que método seria esse? _ perguntou um aluno do terceiro ano que estava um pouco atrás de Harry, que folheava incansavelmente um livro de couro.

__ A rede de Flúor. Usaremos a rede extensiva do Ministério da Magia para enviar com segurança todos para suas casas, sem riscos nem dificuldades.

Por um instante o silêncio invadiu a sala enorme da biblioteca, mas antes que pudesse novamente ouvir o respirar, houve uma explosão de vozes. Vozes que se perguntavam como seria viajar de forma tão inusitada. Porém não muito depois uma outra voz singular ecoou ainda mais alta.

__ Silêncio. _ ecoou após novamente a paz reinar no local __ Onde pensam que estão? Em um campo de quadribol? É bom que fiquem quietos, porque do contrário jogo a todos para fora. _ vociferou a bibliotecária.

__ Parece que ela chupou limão. _ disse Rony em tom zombeteiro. _ O uso das lareiras já esta liberado para quem quiser partir, apesar de ainda ser dia vinte. _ continuou Rony reduzindo bastante sua voz.

__ Bom pessoal, então fica assim. Vou subir e arrumar as minhas coisas. Quanto antes terminar, mais cedo posso ir para casa. _ disse Hermione, saindo da biblioteca ao devolver à prateleira central um enorme exemplar do livro Enciclopédia Bruxa.

__ Hermione espere, quero tirar umas duvidas com você. _ disse Harry correndo atrás dela.

__ Vou aproveitar que estão subindo vou com vocês. _ disse Rony também saindo.

Alguns alunos permaneceram ali, outros saíram após receberem a noticia. Jheny, ao sair pelos corredores até a sala das escadas, encontrou-se com Cho que até então não havia visto Tom.

__ Hey Jheny, você viu o Tom? _ perguntou a garota olhando para trás.

__ Acho que está no corujal. _ disse Jheny desviando se dela _ Se me dá licença tenho que arrumar as minhas coisas, partirei ainda hoje.

__ Obrigada...

O dia logo chegou ao fim e a temperatura agora baixa os fazia usar casacos e cachecóis, luvas, enfim estavam preparados para o frio intenso que enfrentaria ao chegar à capital Inglesa. Muitos alunos já haviam partido para suas casas.

__ Pessoal então até mais, quando chegarmos, escreveremos. _ disse Jheny se referindo a ela e a Tom que ficava impaciente pela demora da prima.

__ Anda logo. _ disse Tom amargamente como sempre fazia ao estar aborrecido.

__ Tom... _ chamou Cho ao chegar correndo na sala de Minerva. Mas já era tarde, ambos já haviam sido engolidos pelas chamas verdes que eram contínua ligação entre Hogwarts e o Ministério.

As chamas verdes na sétima lareira dentro do ministério acenderam revelando aos ali presentes, os dois recém chegados. Jheny estava bastante nervosa por ter sido literalmente arrastada para dentro da lareira de Mcgonagal. A sala do Ministério estava repleta de alunos aguardando seus familiares irem buscá-los, por isso foi fácil encontrar uma lareira livre.

__ Você vem comigo ou depois de mim? _ perguntou Tom já entrando na lareira.

__ Vou depois.

__ Casa de Pierre Augusth em Paris... _ disse Tom em bom tom. As chamas o fizeram desaparecer em fração de segundos. Em seguida Jheny repetiu os atos do primo e assim desapareceu.

Na casa de Pierre Augusth os preparativos para a grande noite natalina estavam cada vez mais próximos do fim, embora faltasse grande parte da ornamentação, que fora deixada para que Jheny planejasse como seria.

__ Olhem só quem acaba de chegar. _ disse Pierre ao ver Tom sair da Biblioteca _ Mas que coisa boa, só os esperávamos na antevéspera de natal.

__ E aí vô? Fomos liberados mais cedo esse ano por que não usamos o expresso como no início do ano. _ disse Tom virando-se para a escada _ Vou tomar um banho, logo desço pra conversamos.

__ Onde está Jheny? _ perguntou Miguel _ Ela não vem hoje?

__ Já deve estar... _ naquele momento Jheny apareceu dentro da lareira. Ao sair, correu e abraçou o pai _ Aí está.

Tom subiu as escadas e se ausentou da companhia dos demais. Quanto a Jheny, essa permaneceu ali abraçada ao pai e somente o largou quando viu sua mãe. Abraçando-a sentiu se novamente amparada, segura e terna.

__ Senti tanta saudades de vocês, muitas mesmo. _ disse ela novamente abraçando o pai, ficando entre eles _ Vovô. Como está?

__ Muito bem minha querida, mas você é quem não está nada bem. É notável o quão está cansada e com essas vestes escolares. Vá, suba e tome um banho relaxante e se produza.

__ Só você mesmo, heim, vô? _ brincou ela sorrindo do comentário do avô, posteriormente seguindo seu conselho.

A noite caiu sobre a Cidade Luz e assim como o nome já indica, toda ela se resplandeceu. Havia luzes natalinas em todas as lojas e árvores nas calçadas. Pessoas circulavam por toda a grande Paris fazendo compras e olhando entre as lojas algum presente legal para dar a um amigo ou ente-querido.

Tom estava escorado na cama lendo quando Jheny passou para seu quarto, simplesmente a olhou passar. Da mesma forma ela o fez, apenas o olhou por um instante ao passar de frente à porta semi-aberta. Após tomar o relaxante banho sugerido pelo avô a jovem sentou se no parapeito da janela e ficou pensando no que daria de natal ao namorado Fred. Porém seu olhar lentamente tomou outra expressão mudando drasticamente de feliz ao estado permanente e profundo de tristeza. Porém com o som de batidas à porta é trazida novamente à realidade.

__ Posso entrar filha? O jantar está servido, você vem? _ perguntou Louise ao entrar.

__ Não, mãe, estou sem fome e com muito sono, acho melhor me deitar e tentar dormir um pouco.

__ Tudo bem então... Se precisar de alguma coisa é só me chamar. _ continuou com um sorriso.

Perdida em seus pensamentos e lembranças, ela permaneceu ali até surgir em sua mente algumas dolorosas lembranças.


**Flashback**

Estava parada em frente uma casa humilde, em um bairro de classe média baixa em Paris, tranqüila abre o portão de madeira branca e cruza o pequeno jardim alcançando a campainha.

__ Jheny... Achei que não viria mais. _ disse Pietro melancolicamente.

__ Que isso, eu te disse que viria. _ disse ela entrando a convite dele.

__ Senta.

__ Como está? Você disse que ficara doente, sente-se melhor?

__ Agora sim, agora me sinto melhor... Bem melhor!

__ Mas o que te fez ficar assim? O que sente realmente?

__ Bom... _ disse colocando a mão na coxa de Jheny. _ Sou homem, tenho necessidades que quando não supridas causam dor, estresse e um contínuo suor frio.

__ Ahm?! Não estou entendendo, juro que não. _ disse realmente surpresa. _ Explique melhor...

__ É o sexo, tô esse tempo todo sem, por você. Mas...

__ Já falamos sobre isso. _ falou olhando-o caminhar até a porta e trancá-la. _ O que vai fazer?

__ Nada, vô apenas atender a um desejo do corpo...

__ Você está me assustando.

__ Não, não tô! Você também quer, mas teme pelo que seu vô vai pensar.

__ Pietro, por favor! _ pedia já apavorada e de pé atrás do sofá.

__ De hoje não passa, será minha. Te farei mulher, mesmo que não queira. _ gritou pulando por cima do sofá e jogando-a no chão.

__ Pare, me solta. _ gritava, sendo pressionada no chão pelo corpo forte do rapaz. _ Não...

__ Vai ser minha, sim. _ afirmava enquanto rasgava a blusa da moça indefesa. _ Sei que está gostando. _ continuou forçando a abertura das pernas dela.

__ Pára, Pietro, está me machucando!

__ Mesmo?! Então espera só quando eu penetrar em você.

Jheny entre a raiva e o receio, sente o rosto afogueado e lágrimas descerem pelas faces. Colérica, disse com voz que lutou por tornar firme:

__ Deixe-me! Tenho nojo de você. Jamais serei sua!

Suas forças não eram suficientes para expulsar aquele pesado corpo de cima do seu. Pietro já sem camisa, mordiscava o pescoço da garota enquanto desabotoava a própria calça. O maior erro da garota foi ter deixado a varinha em casa, nunca poderia imaginar que ele agiria dessa forma. Esgotada sabia o que aconteceria, em sua mente não via nada que pudesse ajudá-la. No auge do desespero chama pelo primo intensamente:

__ Tom, socorro.

Com a saia suspensa e o rapaz prestes a conseguir o que queria, um barulho no portão lhe tira a atenção, dando a Jheny o tempo exato de se colocar de pé e distante dele.

__ Volta aqui, sua vaca. _ disse fechando o zíper da calça.

Jheny desviou o olhar dele para a porta, que se tornou reluzente segundos antes de voar contra a parede, revelando Tom parado, olhando para Pietro com terrível asco.

__ O que aconteceu aqui?

__ Tom ele...

__ Responda-me você... _ disse dirigindo-se ao rapaz 4 anos mais velho e bem mais corpulento. _ Anda, não tenho todo o tempo do mundo.

__ Desgraçado, como entra em minha casa... _ gritou Pietro correndo para agredir Tom, que o transforma em um simples camundongo que insistiu em ir ao encontro do garoto.

__ Que modos são esses mocinha? _ perguntou Tom tirando a própria camisa e entregando à prima para que vestisse. _ Não precisa dizer nada agora, se não quiser. Vamos embora. _ continuou, abraçando-a.

Antes de saírem, porém, Jheny pega a varinha da mão de Tom e com um leve acenar cria uma gaiola em volta do camundongo, prendendo-o dentro de si.

**Fim do Flashback**



Logo em seguida, lembrou-se também do incidente ocorrido entre Fred e ela há algum tempo atrás.


**Flashback**

Jheny olhava para Fred, mas não o via realmente, o que passava em sua mente era a cena que vivera há alguns anos atrás. Revivendo aqueles momentos aterrorizantes, se desespera.

Seus esforços em sair dali eram em vão, não possuía forças suficientes para competir com um rapaz, praticamente um homem. Não queria ser resgatada por Tom novamente, teria de se livrar dessa situação sozinha. Em um pequeno instante de raciocínio lógico, percebe o que hoje tinha em favor e que antes não.

Fred a beijava no pescoço e alisava sua coxa quando percebe que havia algo errado, confuso vê se formar entre os dois uma massa de ar denso, intransponível, que o afasta da garota. Completamente atordoado observa o rosto dela e não a reconhece, julga impossível decifrar o que via naqueles olhos. Sem reação, se deixa levar até que o bloco de ar se dissolve e ele cai; ao se recompor, tenta procurá-la com o olhar e a vê correndo, adentrando o castelo.

**Fim do Flashback**



Ao deitar não demorou que Jheny dormisse e mergulhasse no mundo dos sonhos. Embora a noite tivesse passado quase voando, somente pela manhã os pensamentos angustiantes voltaram a atormentá-la em forma de pesadelos.



***



Ao acordar desesperada e com um aperto forte no peito, a única coisa que passava pela cabeça da jovem era procurar pela mãe e pedir-lhe conselhos, desabafar um pouco. Porém ao procurar por ela no térreo apenas encontrou um dos empregados da casa.

__ Bom dia. Sabe onde está minha mãe?

__ Bom dia Senhorita, a Sra. Louise está no quarto de costuras com sua Tia.

__ Obrigada. _ disse a mocinha passando pelo jardim de inverno que ligava a grande casa ao anexo externo.

O clima estava diferente, o céu não estava mais bonito. Uma terrível tempestade parecia estar por vir e uma forte ventania fazia com que cabelos e vestes da garota flarfanassem enquanto subia as escadas em espiral.
Tom havia ido ao Ministério com seu avô, que foi requisitado de emergência ao local; enquanto Magnus e Miguel assistiam a uma partida de futebol trouxa. Aos poucos Jheny se aproximava do quarto de costura e quando mais alto chamava, mais o vento levava sua voz em sentido contrário aonde ia.

Ao entrar na primeira sala antes de chegar às maquinas de costuras ela pode ouvir com clareza a conversa de Louise e Heloise, embora não fosse costume seu ouvir conversas, achou necessário saber do que falavam antes de entrar por completo no mesmo ambiente que estavam.

__ Minha irmã, por que não revela isso de uma vez? _ ecoou a voz de Louise _ Se tem tanto medo que descubram, conte a verdadeira ligação entre eles e pode ser que seja mais fácil de aceitarem.

__ Louise, você não entende. Pode ser que Jheny entenda melhor as coisas do que Tom. Ele nunca aceitaria isso...

__ Como pode ter tanta certeza, eles se gostam muito e... Pode ser que não aceite mesmo, mas não conseguiria ficar muito tempo sem estar com ela.

__ Mas Louise, a questão não é essa. O que me preocupa é a reação deles ao descobrirem...

O som em volta de Jheny desapareceu e a única coisa que podia realmente ouvir era aquela palavra repetidamente, como se fosse um eco. Em estado de choque saiu correndo desesperada sem saber ao certo aonde iria, somente queria sumir.

Ao descer pela escada espiral e novamente chegar ao centro da casa grande voltou ao seu quarto e rapidamente trocou de roupas. Ao retornar na sala de visitas trombou com Miguel e Magnus, sem satisfação correu pelo jardim até ganhar a rua e por ela caminhou o dia todo. Apenas perambulou pelas lojas, nada em especial lhe despertava curiosidade nem interesse em particular, somente queria ficar sozinha.

Ao passar do dia Tom e Pierre retornaram e ao saber que Jheny havia saído e não retornado desde cedo o rapaz preocupado saiu a sua procura. Pegou as chaves do carro de seu pai e sua carteira sobre um móvel e partiu. A noite caiu e com ela a chuva gélida de inverno, o sinal estava fechado quando do outro lado da avenida viu Jheny passar rumando à Torre Eiffel.
Encostando o carro o rapaz desceu e correu por entre os carros parados esperando o sinal ser aberto. Trovões e relâmpagos a todo o momento, os flashes davam a ele a visão precisa de sua prima entrando no parque onde a Torre Eiffel se localizava.

O vento ainda soprava forte e os raios luminosos que cortava o céu eram cada vez mais intensos e contínuos. Ainda desnorteada seguiu ao elevador da Torre para subir até o restaurante, queria que estivesse aberto àquelas horas. Ao chegar ao ponto mais alto e ver a cidade por cima apenas suspirou, no findo não queria acreditar que tais palavras teriam saído da boca da mulher que seria sua mãe.

__ Ora-ora se não é a senhorita Willer. Amiga de Potter. _ disse um homem vestido com um jaleco preto, muito semelhante aos de médicos.

__ Quem é você? _ perguntou ela com o olhar um pouco mais agressivo.

__ Muita sorte minha te encontrar, embora não seja suficiente para meu divertimento...

Ao franzir da testa Jheny enfia a mão nas vestes e nota estar sem a varinha e pelo que sabia de suas condições em uso de magia sem varinha, o vento que produzia não seria forte o suficiente para detê-lo. Sua única saída era correr e se esconder, se possível, mas ao tentar fugir teve suas chances retiradas quando mais bruxos apareceram e de imediato se transformaram em lobisomens.

__ Matem-na e me tragam a cabeça... _ gritou Grayback caindo em gargalhadas.

Na tentativa de fuga, Jheny cai passando por cima da bancada de proteção. Consciente que se realmente tocasse o chão morreria e sem varinha estava completamente desprotegida. Fechando os olhos em sinal de desespero total lhe veio o aparatar em mente como último recurso para se salvar. Já estava ficando sem tempo e, ao abrir pela última vez os olhos antes de tentar verdadeiramente, ela pode ver descer pelas ferragens uma matilha de lobisomens famintos e sedentos por sangue jovem.

Um último suspiro a fez desaparecer explodindo em fumaça pouco antes de tocar o chão de pedras esculpidas. Não muito distante da torre ela reapareceu, estava cansada e fraca, mas não foi o bastante pra se ver livre deles. Permanecendo no parque Tom a alcança finalmente.

__ Jheny você está... _ as palavras lhe foram sugadas quando seguiu o olhar da prima e viu a matilha se aproximar _ Confesso que de todos não consigo me livrar, mas posso ganhar tempo até ganharmos a rua novamente.

__ Tom... _ sob terrível exaustão ela desmaia antes de dizer qualquer coisa.

Com ela no colo Tom pensa em aparatar diretamente para o carro, mas não achou totalmente viável, pois a prima estava cansada ao extremo e poderia não lhe fazer bem essa aparatação de última hora.

__ Morbidus Petros. _ uma luz em forma de arco envolve alguns lobisomens em pleno ar dando a eles um peso descomunal, levando-os ao chão de forma impactante.

__ Mas que diabos foi aquilo? _ Grayback perguntou a si mesmo. Enquanto Tom corria com a prima nos braços.

Próximos ao portão de saída, Jheny desperta e vê que está sendo carregada; pede para ser colocada no chão, se agarrando forte ao braço de Tom e sugere o aparatar. Ao mover a varinha uma ou duas vezes Tom a sente ser arrancada bruscamente de sua mão.

__ Jheny corre. _ gritou Tom ao ver o lobisomem Grayback na sua frente.

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Katy: amor, você tem todos os motivos do mundo pra ficar com raiva de mim, não tem nem desculpa que me livre disso! Realmente fiquei sem postar é porque voltou as aulas e eu estou estudando dobrado, de manhã no colégio e a noite no cursinho, o pior é que é em outra cidade, então chego à meia noite e acordo as 6h30min... mas prometo que vou sempre arrumar um tempinho pra postar viu!? Nem que seja só no final de semana!!!

Joy Black: maninha, brigadim por ler e comentar viu!? Que bom que está gostando... e obrigada pelos elogios também!!! Te adoro viu!!? Continue comentando!!! Bjimm

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