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3. Capítulo 03


Fic: Desejo-te DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3

Capítulo narrado por Draco
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Sai do banheiro dos monitores após um banho relaxante. Tinha que fugir logo daquela bobinha que logo viria atrás de mim. Sequei meus cabelos e desci para o café. Zabini já me esperava com um sorriso no rosto.

- Como foi a noite, Draco? – ele perguntou.

- Boa... Já tive melhores... – falei debochadamente e rindo. Estava concentrado em passar manteiga na minha torrada quando senti um cutucão de Zabini. Ele apenas apontou com a cabeça um ponto mais adiante do salão. Segui a direção apontada. Merlin do céu. Na hora meu corpo reagiu. O que aquela maldita grifinória estava aprontando? Era impossível eu ignorar como ela estava linda e sensual. E aquelas pernas?

- Draco Malfoy babando por uma grifinória sangue-ruim? – as palavras de Zabini me tiraram do ar.

- Cala a boca – eu respondi olhando para o lado. Ele entendeu o recado. Fechou o sorriso que se abriu e tratou de conversar com o aluno que estava do outro lado. Voltei meu olhar para ela que não desviou por uns instantes. Sentou-se de uma forma que eu desejei ser aquele banco. Depois, ela começou a conversar com os amigos idiotas. Menina babaca. Por mais que eu tentasse concentrar-me na torrada, minha curiosidade falou mais alto e olhei novamente para a maldita sangue-ruim.

Por que fiz isso?

Ela estava tomando suco quando uma pequena gota escorreu pelo seu queixo. Rapidamente ela enxugou com seu dedo e depois o lambeu. A língua percorrendo o dedo e os lábios carnudos delicadamente definidos. Ela olhou rapidamente para mim e, distraído, derrubei o copo de suco que estava a minha frente. Senti que começava a ficar excitado. Era impressão minha ou a Granger estava fazendo aquilo especificamente para mim?

Não.

Ela não teria coragem. É uma sabe-tudo. Uma sangue-ruim que só sabe ler e ficar atrás do cicatriz e do pobretão.

Merda. Não pude segurar a reação do meu corpo. Precisei pensar em outras coisas para que pudesse levantar e ir para as aulas.
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Durante as semanas seguintes dediquei meu tempo às lições e, claro, transar com garotas de diversas casas pelas salas da Escola. Xingava-me por que invariavelmente a boca e a língua da Granger povoam meus pensamentos.

Eu sou Draco Malfoy. Foda-se a sangue-ruim.

Porém,... quem quero enganar? Quando ela entrava na sala, no salão, nos jardins com aquele rebolado... Usando aquelas botas... Toda minha racionalidade sumia.

Até que a vi dando um beijo em Potter. Era um simples selinho, mas não sabia que estavam namorando... A notícia espalhou como fogo em palha no Salão Comunal da Sonserina.

- Ei, a Granger está mesmo com o Potter?

- É, quem diria que o grande Potter estaria pegando a ex do Weasley!

- Também... Viram como está gostosa? Deixou a caçula Weasley no chinelo!

- Só tem cara de santa! Já deve ter passado pela mão de toda Grifnória.

Esses eram os comentários. E por mais que eu não quisesse olhar, meu corpo tinha outros desejos. Nessa hora, uma outra cabeça comandava e não havia muito o que eu pudesse fazer. Via com raiva como as mãos do maldito Cicatriz acariciavam a coxa que, na minha mente, era macia como veludo. Muitas vezes vi que ela me encarava. Afinal, aquilo era alguma provocação ? Pois, se fosse. Ela estaria perdida. Ninguém joga dessa forma com Draco Malfoy e sai ganhando.

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Finalmente chegou a data de ir para Hogsmead. Eu não agüentava mais ficar naquele Castelo. Queria sair. Beber alguma coisa. E tentar, a todo custo, ficar bem longe da sangue-ruim. Vesti uma roupa simples e convidei a primeira garota que estivesse dando bola para mim.

Desci e encontrei uma garota do sexto ano. Uma loira gostosa, bonitinha , mas muito sem graça.

Merlin realmente não tem um pingo de piedade de mim. Logo vejo a sangue-ruim com o testa rachada. Entramos na carruagem e arrependi-me de não ter vindo sozinho. A menina não parava de falar. E, ainda por cima, era burrinha... Não entendo como chegou ao sexto ano. Logo consegui me livrar dela e fui dar uma volta por Hogsmead.

Resolvi afastar-me de toda aquela movimentação. Estava andando com as mãos no bolso quando eu a vi. Maldita. Estava sentada sozinha. Notei que ela puxou o cachecol, desenrolando-o do pescoço. Vi o contorno dos seios dela. Lindos. Mas, que porcaria era aquela que ela estava tomando?

Não sabia. Só sabia que era extremamente sexy. Olhei para os lados e não havia ninguém. Aquela maldita estava fazendo tudo aquilo para me provocar. Sorri de lado. A filha da puta não sabia com quem estava mexendo.

A língua dela percorria aquela coisa estranha com precisão. Ela saboreava. Não sei que merda era aquela, mas eu sabia muito bem que queria estar no lugar daquilo. Eu estava começando a ficar excitado. Ela olhou para mim.

Porra.

- Perdeu alguma coisa, Malfoy? – ouvi a voz da Granger, mas demorou um pouco até que eu voltasse ao normal. Andei na direção dela.

- Quem te deu o direito de conversar comigo, sangue-ruim? – retruquei, mas ela não respondeu. Voltou a comer aquela porcaria. A cena mais sensual que eu já havia visto em toda minha vida - Que porcaria é essa que está comendo? – não contive a pergunta.

- Decidiu conversar com sangue-sujo? – jogo de perguntas! Caralho... Nada seria respondido? Dei mais dois passos na direção dela. – Sorvete. – ela respondeu - Um bruxo tão bem conceituado como você não conhece uma simples sobremesa? – Irritado com aquilo, acabei com a maldita distância entre nós de forma muito rápida e sei que isso a surpreendeu. Puxei-a com força pelo braço. Ela tremeu. Granger tremendo ao meu contato? Sorri debochadamente. Então, tudo tornou-se tão claro para mim... Sorri o mesmo sorriso da noite em que ela me pegou com a Pansy.

- Não consegue apagar certa imagem da cabeça, Granger? – tornei a perguntar num tom que eu sabia: deixa as mulheres loucas. Ela ficou alguns segundos sem reação. Então, ela aproximou seu corpo do meu. E aqueles malditos seios encostaram em mim. Mesmo sendo por cima da roupa senti a firmeza deles e olhei rapidamente para baixo. Lembrei quem eu era. Quem ela era. Ela estava jogando comigo e, tinha que declarar, eu estava perdendo.

Ela levou o braço que segurava aquele tal de sorvete até os lábios. Como me segurei para não beijá-la naquele instante. Então, ele tornou a ficar perto de mim e sussurrou no meu ouvido:

- De que cena está falando, Malfoy? – Sentia a língua fria dela passar pelo meu pescoço. Fechei os olhos e um tremor atravessou meu corpo. Involuntariamente. Merda. Perdi o controle. Senti o braço dela desprendendo-se da minha mão. Agradeci a separação. Meu pinto já estava novamente endurecendo. Ela sentou-se... O decote. A filha da puta está realmente jogando comigo.

Não. Isso não podia ficar assim! Aproximei-me dela novamente.

- Você não sabe com quem está brincando, Granger.

- Malfoy, Malfoy... Estou aqui, tranquila, tomando meu sorvete... Não sei do que está falando... – cara de pau! Cínica. Fiquei puto!

- Sangue ruim maldita. Não se faça de sonsa. Acha que não percebo? – quem ela está pensando que ela é? Sou Draco Malfoy!

- Malfoy... Estou apenas seduzindo Harry... – só consegui rir diante daquela resposta falsa.

- Você ainda vai se arrepender desse jogo... Já disse: você não sabe com quem está brincando.

- Não sou uma daquelas sonsas da Sonserina. – ela voltou a chupar o maldito sorvete. Encarei aqueles lábios com uma certeza: ou eu ia embora ou eu a possuía ali mesmo.

- Sangue ruim maldita.

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Voltei para o salão comunal depois daquela reunião sem acreditar que a Granger havia proposto saídas para bares bruxos! Mesmo contra a minha vontade, a cada instante ela me impressionava mais. Ela havia mudado após a guerra. Impossível negar. Uma coisa que me incomodava profundamente era o modo como o Potter olhava para ela. Por mais inteligente que a sangue ruim fosse, parecia que ela ignorava um certo brilho que aparecia nos olhos do testa rachada.

Como eu sabia?

Simples: sou homem.

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Para evitar o fiasco do encontro que tive em Hogsmead, resolvi não convidar ninguém para a nossa primeira saída noturna. Iria sozinho. Deitei em minha cama com a mente atolada em pensamentos impróprios para alguém do meu nível. Estava sozinho há muito tempo. Muito tempo para o padrão Malfoy de ser. Tudo que eu via na minha frente era a Granger. Era aquela maldita língua descendo e subindo por aquele doce. Tudo que eu sentia era a língua dela roçando meu pescoço. Um tremor percorreu meu corpo e percebi que a simples lembrança daquela imagem deixou-me completamente excitado.

As cortinas já escondiam minha cama. Lancei um feitiço. Fechei meus olhos. Lembrei da língua dela percorrendo o sorvete e minha mão direita desceu até meu pinto. Pensei na boca gelada que tocou meu pescoço e sorri. Aumentei a velocidade com que me tocava. Aliás, ela aumentou a velocidade do beijo que me dava. Ela sabia usar a boca como ninguém, eu tinha certeza disso. Os seios. Deveriam caber em minhas mãos. Lembrei da sensação do roçar deles em meu peito. Tracei a imagem que teriam sob a roupa. Minha respiração estava acelerada. Ela chupava-me com volúpia. Os cabelos caiam pela minha cintura. Vi o rebolado dela sobre mim. Ela usava aquelas botas. Eu lambia o suco que escorria pelo queixo. Eu beijava os lábios com sabor de chocolate. Sem poder me conter, senti um último estremecimento. O líquido quente e viscoso entre meus dedos. Tive uma certeza: aquela maldita grifinória estava me deixando louco.

Soquei a cama, resignado. Ainda excitado. Abri as cortinas e agradeci por estar sozinho. Fui tomar um banho para tentar apagar as sensações que sentia com a simples lembrança daquela maldita sangue-ruim.

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O bar era bom. A decoração digna de alguma aluna sem ter o que fazer estava piegas. Cores e mais cores de Hogwarts. O povo insistia em estar no castelo, mesmo quando estávamos fora dele.

Encostei numa pilastra com meu copo de bebida. Algumas garotas tentaram se aproximar, mas usei toda a minha “simpatia” para afastá-las. Interesseiras filhas-da-puta. A pista enchia e vi quando a Granger foi puxada para a pista pelo Testa Rachada. Cruzei os braços e fiquei esperando pelo próximo showzinho dela. Ela acha que pode me provocar com ele ?

Sim, ela pode.

Ao ver a língua que há pouco dominou minha imaginação passar pelos lábios daquele idiota metido a herói, mexi minha cabeça e sai. Precisava ir ao banheiro. Jogar uma água no rosto e recobrar meu autocontrole.

Não sei quando tempo demorei para sair, mas quando voltei ela já estava mais com o Potter. Foi fácil acha-la na multidão. Não eram poucos que admiravam as curtas e os movimentos insinuantes. Movimentos que tinham um objetivo: provocar-me.

Vi quando o tonto do Finch-Flechley passou a mão pela cintura dela. Respirei fundo. Como ele ousava? Ela dançava para mim. Por um instante queria ter a coragem de mandar tudo para puta que pariu e beijar aquela maldita grifinória no meio daquela pista.

Ela se afastou do lufo e voltei ao banheiro para tentar organizar pensamentos e sensações que eu sabia: estavam totalmente foram do meu controle. No instante em que abri a porta para sair, percebi que ela havia entrado no banheiro feminino. Só podia entrar uma pessoa por vez. Então, ela estava sozinha...

A porta abriu e rapidamente eu a empurrei para dentro.

- Granger...

- Que susto, Malfoy... – não escapará tão fácil assim... – Sai da frente.

- Não... Falei que era arriscado brincar comigo, Granger – era um jogo. Estava cansado de perder. Puxei-a pela cintura e meus lábios foram diretos para o pescoço longo e suado. Queria sentir o cheiro dela.

- Solte-me, Malfoy! – quem está no poder agora, filha da puta? Subi meus beijos e sussurrei:

- Tem certeza que quer que eu te solte, Granger? – fui traçando um caminho com meus lábios e língua. Ela tremeu nos meus braços. A pele dela era melhor que meus sonhos mais realistas. Cheguei até a borda do sutiã. Tinha desejo de tomar para mim aquela boca. Mas, lembrei-me do jogo que ela estava me envolvendo e era a minha vez de estar no poder. Sorri. - Eu jogo esse jogo há muito mais tempo, garota. Não brinque comigo... – sai batendo a porta atrás de mim.

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As provocações continuaram. Nesse terreno ela levava vantagem. Muitas vezes tentei me aproximar, mas ela sempre estava acompanhada. Muitas vezes a segui até o quarto da monitoria.

Muitas vezes fiquei escondido esperando os amigos dela saírem. Tentava ouvir conversas para saber do afastamento dela com o Potter. Boatos não faltavam. No fundo, bem escondido, senti um alivio por não vê-la sendo tocada por aquele boçal.

Quantas vezes fiquei parado à porta dela? Querendo entrar, invadir. Mas eu sabia. Se eu entrasse, eu perderia. A razão? Não, essa eu já havia perdido há muito tempo. Eu perderia o jogo que ela me forçou a entrar. E ela não poderia saber que uma sangue-ruim estava ganhando de um Malfoy.

Quantas vezes voltei para minha cama irritado? Quantas vezes me toquei pensando naquela maldita? Na cama, embaixo do chuveiro, em alguma sala vazia... Flashes de sabores e cheiros. Sei que meu “ataque” no banheiro mexeu com a maldita grifinória, mas experimentar um pouco do gosto dela, fez com que eu quisesse mais.

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Cena retirada do capítulo 2

Draco acompanhava todos os movimentos da grifinória que ele odiava, mas não conseguia parar de admirar. Ela estava provocando-o e ele caindo no jogo. Desde que a prensara no banheiro seus desejos tornaram-se ainda mais fortes. Ansiava a cada dia para saber o que ela faria. Depois, saía irritado consigo mesmo por ter se deixado envolver. Ia para seu quarto, entrava embaixo de banheiro e se tocava pensando na maldita sangue-ruim.

O sonserino sentiu arrepiar-se ao vê-la lamber o dedo de forma deliciosa. Não entendeu o porquê dela tirar a cadeira, mas quando ela voltou para o lugar em que estava sentada notou que tinha ampla visão das pernas da grifinória. O que ela vai aprontar? , ele perguntou-se.

Hermione voltou ao seu lugar. Olhou para os lados antes de encarar Draco. Ele estava sério. Apreensivo e não tirava os olhos dela. Constatando que não havia ninguém Hermione abriu dois botões de sua blusa. O contorno dos seios era visível. O loiro piscou repetidas vezes. Não acreditava no que via. Fechou o livro definitivamente e deixou sua atenção voltada simplesmente para a morena à sua frente. A mão dela passou superficialmente por cima da blusa, mas de forma sedutora. Ela encarava Draco com um sorriso nos lábios. Aquela mão! Mérlin! Se ela descer dois centímetros... Por que diabos ela faz isso? Notei que é só comigo! Mas que Droga! Até Você??? - pensa Draco olhando para seu pênis já duro - É só a Sangue-Ruim!!! Controle-se. Está numa biblioteca...¹

Os dedos de Hermione correram até a barra da saia e os olhos do loiro acompanharam tudo. Merlin... Ela não fará isso... O que houve com a Granger? O sonserino viu as pernas dela abrindo-se lenta e sensualmente. Ajeitou-se mais uma vez, na esperança de disfarçar o volume cada vez maior no interior de sua calça. Olhou para o lado e notou madame Pince preenchendo pergaminhos distante dali. Volta sua atenção para Hermione. A outra mão dela estava abrindo mais um botão. Já era possível para o loiro divisar a cor do sutiã que ela usava. Draco torna a olhar para baixo da mesa. Ela havia levantado um pouco de sua saia. Mais alguns centímetros e ele poderia ver a calcinha. No entanto, o loiro sabe que não vai aguentar por muito tempo. Então a mão delicada, no entanto ousada da morena para de subir a saia. A expectativa mata o loiro a cada segundo e a cada segundo o desejo toma conta de si. Ele sabe que logo agirá por impulso. Sabe que falta pouco para pular sobre a mesa e possuí-la. Ali mesmo.

O dedo médio torna a subir contornando todo o corpo, o seio, até chegar aos lábios. Chupou-o de maneira obscena. Hermione consegue reconhecer um lampejo nos olhos do loiro. Ela então percebeu: havia ido longe demais. Antes que pudesse se recompor, viu o loiro levantar com a varinha em punho.

Draco sempre foi suscetível aos prazeres da carne. Sempre teve a mulher que quis, na hora que quisesse e na posição que quisesse. No entanto, aquela grifinória estava o levando à loucura. Sem pensar, levantou-se com a varinha em punho e lançou um feitiço que fez Madame Pince cair num sono profundo. Estamos realmente sozinhos??? - pergunta-se Draco enquanto caminha e salta sobre a mesa como se fosse um tigre em busca de sua presa. - Foda-se se tem alguém olhando! Eu a quero! Agora! ¹

Hermione só tem tempo de levantar-se rapidamente. A cadeira cai para trás num baque surdo. Draco a puxa pelo pulso.

- Eu te avisei, Granger – seus movimentos são calculados. A cintura dela vai de encontro ao pênis já duro. Hermione não pode conter um suspiro. – Era isso que você queria, não é? – sem resposta - Não é, Granger?

- Sim, Malfoy... – entregue. Dominada. Era assim que Hermione se sentia ao estar envolvida pelos braços de Draco. Sem perceber já estava encostada na mesa. A cadeira havia sido desviada com um chute do loiro.

- Granger... O que está fazendo comigo, garota? – ele parou a milímetros da boca dela.

Fim da cena
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Muito tempo desejando isso. Nada mais me interessava. Ganhar, perder. Queria apenas ter aquela morena ali. Naquele instante. Queria continuar o jogo. Provocação apenas. Ambos estávamos perdidos. Já havíamos ido longe demais. Muito desejo guardado. Velado.

Aproximei minha boca da dela e eu não precisava ler a mente dela para saber que estava sendo xingado.

Ela também estava jogando. Senti a língua quente dele contornar meus lábios e gemi baixinho.

- Granger... – a maldita voz rouca. Coloquei-a na mesa de forma possessiva. Ela seria minha. Não do Potter. Não do Weasley. Não sei quem tomou a iniciativa do beijo. Apenas sei que senti o que há tanto desejava: os lábios dela nos meus. A língua dela dentro da minha boca. A maldita pela macia e as coxas mais deliciosas que minhas mãos já haviam tocado – Era isso que você queria, não era? Desde o dia que me flagrou com a Parkinson. – sorri. Ela não conseguia responder. A maldita sabe-tudo sem palavras. Fechei os olhos ao ter novamente a língua dela tocando meu pescoço. Ela estava próxima o suficiente para sentir meu membro duro.

Porra. Eu transaria com ela ali mesmo. Mas... Um barulho nos interrompeu.

- Madame Pince?

- Cuidei dela, Granger. Fique aqui. – sai para verificar. A varinha em punho – Não vi ninguém.

- Melhor eu ir... – ela já estava recomposta e eu lá... duro. Virei-a e disse nervoso:

- Isso não acaba aqui, garota.

- Pode ter certeza que não. – um simples beijo. Ela foi embora. Depois de toda aquela euforia. Bufei. Passei a mão pelos cabelos e apoiei minhas mãos na mesa. Como uma maldita sangue ruim consegue exercer tamanho poder sobre mim?

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Um.

Dois.

Três...

... Quinze dias sem sentir novamente o gosto dela .

As provocações continuavam, mas nada, nada se comparava com as sensações que senti quando a tive em meus braços.

Eu estava enlouquecendo de desejo longe dele. Enlouquecendo de tesão. Não sabia lidar com isso. Sempre fui eu quem dominava a situação. Filha da puta.

Entrego os pontos.

Já havia traído minha família ao aliar-me à Ordem mesmo.

Não seria nada eu bater naquela porta e ter aquela garota gemendo sob mim. Sai decidido do meu quarto e fui a procura dela .

Não podia negar o nervosismo. Será que ela abriria a porta ou eu teria que que derrubar?

Mas, chegando lá vi que a porta estava entreaberta. Entrei e perguntei baixinho:

- Granger? – sem resposta, ouvi vozes vindo do quarto. Andei hesitante até lá. Potter. A raiva me dominou. Então, aquela vaca fica de joguinhos comigo e depois para o corno do Potter???

Filha da puta!

Tomei o caminho por qual eu entrei e estanquei quando ouvi um estalo agudo. Era impressão minha ou estava acontecendo alguma briga lá dentro. Nunca ouvi a tão controlada Granger falar da forma que ela falava. Retomei a direção do quarto andando o mais silenciosamente possível.

A porta do quarto estava aberta e a cena que eu vi fez com que eu congelasse alguns instantes antes de agir.

Potter segurava Granger com violência. Vi quando ela tentou escapar pelo outro lado da cama, mas ele a puxou.

- Harry! Acorde!

- É só para você entender que é minha... minha Mione. – Que merda estava acontecendo? E que merda eu estava fazendo parado olhando aquele trasgo machucar a amiga?

- Saia de cima dela, Potter. – os dois olharam espantados para mim. Encarei aqueles olhos e vi o brilho que vi nas vezes que ele olhava para ela.

- Você não foi convidado para a festinha, Malfoy. É mel... – não sei o que ele pretendia falar. Com um feitiço silencioso atirei-o para o outro lado do quarto. Granger continuou no lugar. Vi que estava com o rosto marcado e os olhos cheios de lágrimas.

- Venha, Granger. – ela hesitou, mas eu sabia de uma coisa – Ou saímos daqui agora ou eu acabo com seu “amiguinho”. – era só o que eu precisava. Um motivo para socar a cara daquele imbecil. Mesmo lutando contra Voldemort nunca fui com a cara daquele maldito garoto metido a herói. Ela saiu da cama. Percebi que ela tremia. Fiz a única coisa que podia ter feito.




O que acharam???
A fic está caminhando para seus últimos capítulos e decidi por uma votação para me ajudar no final da fic. Tive algumas idéias, mas essa é uma das primeiras fics que escrevo em que o final já não está pronto na cabeça. Pensei em um essa semana, mas quem sabe com a ajuda e opinião de vocês eu não possa mudar ou até melhorar o que pensei? Comentem dando a opção que querem como final.

1 – Terminando a Escola, cada um toma seu caminho e não ficam juntos.
2 – Eles se apaixonam e ficam juntos.
3 – Eles não se apaixonam, mas os encontros “carnais” continuam acontecendo.

A partir da resposta continuarei....

P.S.: agradeceçam a Lyra este cap ter sido postado..... ela que tanto insistiu por MSN.....

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 15/09/2013

2 e 3! ;)

Nota: 5

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