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6. Delilah


Fic: Os Marotos e a Marota Herdeira de Godric Gryffindor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Já fazia um mês que as aulas começaram. Os alunos já estavam acostumados com o ritmo, até mesmo Evy. A garota havia aprendido bastante coisas desde que começou a frequentar as aulas. Já conseguia produzir um patrono com forma, coisa que se orgulhava bastante. Mas algo havia mudado... Há um certo tempo, a garota havia notado uma mudança no comportamento de Mellanie. Ela ficara mais distante, mais distraída. Evy poderia jurar que isso tinha algo a ver com as aulas particulares que a garota tinha com Remo.

- Não é nada, Evy! Eu juro, eu tô normal, é paranóia sua! - Mellanie falou, enquanto caminhava rápido pelos corredores rumo a Biblioteca, onde tinha as aulas junto a Remo.

- Até parece! - A outra tentava acompanhar o passo, quase correndo - Eu sei que não sou tão sua amiga quanto a Lily, mas está me incomodando! Me diz, por que você tá tão distante da gente? Você senta longe nas aulas, dorme cedo, não vai jantar... É alguma coisa com a gente?

- Não! - Mel parou de andar e se voltou para a amiga - Não é nada com vocês, é... Comigo. - Ela apertou o livro junto ao corpo.

- Me diz então, o que foi? - Evy suspirou.

Mellanie se aproximou da garota e sussurou em seu ouvido: "É o Remo." Evy ergueu a sobrancelha, sem entender, e ela continuou: "Eu acho que gosto dele." Evy gargalhou brevemente, parando ao ver o olhar de censura que a amiga lhe dava.

- Não entendi. E por isso se afastou da gente?

- Vocês iriam me zoar! - Mel fez cara de coitadinha, obrigando Evy a rir - Eu, apaixonada pela pessoa mais nerd de Hogwarts!

- Ainda não entendi que mal tem nisso!

- Evy, eu sempre preferi garotos que não valem nada! Aqueles galinhas, que mesmo dizendo que te ama, faz questão de olhar pra bunda da primeira gostosinha que passar. - Evy arregalou os olhos, espantada com a sinceridade de Mellanie - Eu sempre achei que todos os garotos certinhos eram uns babacas sem graça. E agora, eu estou perdidamente apaixonada pelo Remo Lupin! No mínimo Lílian iria dizer que eu faço bem, que ele vai mudar meu jeito, que eu tomei vergonha na cara... - Ela suspirou.

- Não acho que a Lily esteja errada, mas... - Evy riu - É verdade que você sempre gosta de garotos assim, rebeldes?

- É! Por isso que namorei com Sirius!

Evy abriu a boca, sem acreditar.

- Você... E o Six?

- É. Namoramos por 1 ano, Evy. Eu gostava tanto dele... Mas ele me traía sempre e eu acabei terminando. Demorei meses pra superar, mas aqui estou eu!

- Ah... E quando foi isso? - Evy mordeu o lábio.

- No quarto ano. Mas já passou, quero esquecer isso. Hoje só somos bons amigos... Claro, já demos alguns amassos depois de terminar, mas nada sério. - Mellanie riu e Evy a acompanhou, com um sorriso amarelo nos lábios. - Bem, agora que nos resolvemos, posso ir pra minha aula particular? Sabe, é a hora que eu mais gosto do dia.

- Hahaha, claro! Desculpa atrapalhar com aquilo, é que eu estava preocupada.

Mellanie sorriu e voltou a andar.

- Não, relaxa! Até mais tarde, Evy!

- Até! - Ela acenou.

Evy caminhava pelos corredores, rumo ao Pátio. Já estava anoitecendo, provavelmente não haveria ninguém por lá. Olhou rapidamente pelas janelas e viu que as árvores se movimentavam fortemente, provavelmente ventava muito e estava frio. Apertou o casaco contra o corpo antes de sair pela porta, chegando ao Pátio. Sentiu o vento gelado cortar suas bochechas, mas não se importou, sentou em um dos vários bancos vazios.
Pensava no que Mellanie havia dito. Ela e Sirius, era inacreditável! Imaginava porque nenhum dos dois haviam contado a ela isso antes. Talvez porque não quisessem relembrar, ela pensou. Evy sentia algo diferente... Não sabia se era decepção com os amigos ou ciúmes.
Uma pequena folha se soltou de uma árvore e, levada pelo forte vento, pousou aos pés de Evy. A garota se abaixou, pegou a folha e ficou a observando distraidamente, até que seus olhos foram tapados por duas geladas.

- Ouch, mãos geladas! - Ela riu - Ok, quem é?

Só obteve uma risada baixinha como resposta. Colocou suas mãos sobre a do desconhecido e as tateou, buscando identificar quem era. Eram mãos masculinas, ela tinha certeza.

- Sirius? - Ela sorriu instantaneamente.

A pessoa grunhiu em sinal de negação.

- Não? Hm... Tiago, então?

O dono das mãos grunhiu novamente.

- Pedro? Remo? Espera, o Remo não, ele tá ocupado. Hã... POR DEUS, SNAPE? - Ela praticamente gritou.

A tal pessoa riu baixinho novamente ao ver o desespero aparente da garota, mas grunhiu negativamente, outra vez.

- Oh, droga. Não vá me dizer que é Dumbledore?

O tal homem gargalhou abertamente agora. Evy não reconhecia a tal gargalhada, então se arrepiou.

- Se arrepiou de frio ou foi o medo de estar com os olhos tapados por um desconhecido, Evy Stooker? - O homem tirou as mãos dos olhos da garota.

Evy se virou no mesmo instante, encontrando Mark, o auror, com um sorriso debochado no rosto.

- MARK! Erm... Digo, Oi! Você me assustou, ok? - Ela fez um bico, obrigando Mark a rir novamente.

- Ah, foi legal ver seu pânico, Evy. - Mark admitiu, rindo - Mas como você está, pequena?

Evy sorriu timidamente. Agora que havia se acalmado do susto de ter 'os olhos tapados por um desconhecido', reparou bem em Mark. Ele vestia roupas trouxas, uma calça jeans escura e uma blusa de moletom vermelha. "Oh meu DEUS! A cada dia que passa o Mark fica ainda mais hot!"

- Eu, er... Estou bem! - Ela exclamou, sorrindo - E você?

- Também estou bem. - Ele se sentou ao lado da garota, no banco - O que faz aqui? Está bem frio.

- Vim aqui pra pensar. E eu gosto de frio, então nem me importo muito. - Evy deu de ombros - E você? O que faz em Hogwarts?

- Resolvendo uns assuntos pendentes com Dumbledore. E aproveitei pra ver como você está. - Mark sorriu abertamente.

Evy sentiu as bochechas esquentarem, provavelmente por timidez. Ela apertou ainda mais o casaco contra o corpo, usando isso como desculpa para desviar o olhar de Mark.

- Esperei a sua coruja.

- O quê? - Ela se virou para ele novamente, sem entender.

- Você não me mandou, como eu lhe pedi. - Ele a olhava firmemente, sério.

- Você pediu? - Evy estava confusa - Quando?

- Não leu o bilhete preso à Delilah? - Mark ergueu uma sobrancelha, tinha suas dúvidas sobre ela não ter mandado a coruja. Talvez ela não quisesse falar com ele e estivesse mentindo...

- Delilah? Mark, você tá delirando? - A garota fez uma careta.

- É, Delilah... A coruja que eu te dei. - Ele respondeu, de cabeça baixa, parecendo chateado. Evy teve que se segurar para não dizer 'Ownn' naquele momento.

- Você me deu uma coruja? JURA? - Os olhos dela brilharam do mesmo modo do dia em que foram comprar as varinhas - Onde ela está?

Mark ergueu a cabeça e passou a fitar a garota, também sem entender.

- Eu te dei ela há um mês. Ela está, ou pelo menos estava, no Corujal. Pedi seu amigo pra te dizer isso.

- Amigo? Que amigo? Ninguém me disse nada! - Evy fez uma cara de triste que Mark teve que se segurar para não abraça-la ali mesmo.

- Não sei o nome. Ele tem pouco menos altura que eu e estava entrando na Sala Comunal da Grifinória. Ele tem os olhos escuros, cabelos grandes e negros...

- Black.

- Hã?

- Black, Sirius Black. Foi pra ele que você deve ter dado o recado. - Ela bufou.

- É, deve ser. Mas ele não te deu o recado mesmo?

- Não. Ah, mas aquela ameba vai se ver comigo! - Evy disse, fazendo Mark rir.

- Evy, o que você acha de ir ver a Delilah agora? - Ele se levantou, esticando a mão para a garota.

- ÓTIMO! - Ela segurou a mão de Mark e se levantou.

Os dois caminharam por alguns minutos, até chegar à torre onde o Corujal estava. Lá em cima ventava bastante e Evy apertou ainda mais o casaco contra o corpo. O vento era cortante, Evy sentia que congelaria a qualquer momento. Ao terminarem de subir todas as escadas, eles se depararam com um lugar enorme, aberto e arejado, várias corujas estavam ali empoleiradas. Mark se colocou à frente de Evy:

- Delilah! - Ele esticou o braço.

Alguns segundos depois, uma coruja pequena e em um tom de creme desceu até eles e se colocou em cima do braço esticado de Mark. Ele passou o dedo sobre a pequena cabeça da corujinha e ela piou baixo.

- Boa menina.

Evy se aproximou lentamente, olhando a coruja. Ela era uma das menores corujas que haviam ali! Era tão pequena, tão frágil, tão bonitinha...

- Não se engane. Ela é pequena, mas consegue viajar por grandes distâncias! - Ele se virou para Evy, como se adivinhasse o que ela pensava. Esticou o braço em direção à garota - Vamos, pegue a Delilah! Tem algo preso aos pés dela pra você. - Mark sorriu, parecendo tímido.

A garota esticou o braço do mesmo modo que o outro, e a pequena coruja voou, pousando em seu braço delicadamente. Ela esticou a perna para Evy, que soltou o pequeno pergaminho com sua mão livre. Delilah piou novamente e voltou para seu poleiro, voando graciosamente. Evy abriu o pergaminho e leu as letras pequenas e inclinadas, que pareciam ter sido escritas com pressa: " Não sei explicar, mas você me encanta, Evy. Espero que goste da coruja, ela é tão pequena e tão delicada que me faz lembrar você. Me mande um recado por Delilah assim que recebê-la! Carinhosamente, Mark. "
Evy tentou disfarçar o enorme sorriso que estava em seu rosto, em vão. Ela riu baixinho e Mark se alertou.

- O que foi? Oh Merlim, sabia que tinha ficado exagerado demais! - Ele disse rapidamente.

- NÃO, não! Ficou lindo, eu adorei! É que você me comparou com um coruja! - Ela gargalhou, fazendo Mark corar levemente.

- Me desculpe, é que...

- Hey, eu gostei! - Evy interrompeu - Obrigada, Mark, de verdade! - A garota deu um passo em direção a ele com os braços abertos, e ele se aproximou também e a abraçou. Sentia o cheiro delicioso de flores emanando dos cabelos castanhos, sorriu involuntariamente.

- Por nada, pequena.

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Estava escuro e Lily Evans permanecia na Sala Comunal. A garota fazia suas tarefas de História da Magia e Transfiguração, já que não pôde fazer mais cedo graças à ronda de monitoria. Ela bocejou, sentia muito sono. Mas as responsabilidades não poderiam deixar de serem cumpridas, certo?
Ela terminava o dever de Transfiguração quando um Tiago Potter aparecia de pijamas, pelas escadas do dormitório masculino.

- Você não dorme? - Ele disse, sua voz levemente rouca.

- Quando termino minhas tarefas, sim. - Lily respondeu seca, sem parar de escrever.

Tiago não disse mais nada por um bom tempo, nem Lily. Só se ouvia o barulho da pena arranhando o pergaminho.

- Insônia? - Ela perguntou repentinamente, fazendo Tiago se voltar para ela. Ele concordou com a cabeça - Deveria tomar alguma poção do sono.

- Se for pra ficar acordado e ver você, não ligo pra insônia. - Ele respondeu, rindo. Lily corou.

- Potter... - Ela o censurou, segurando o riso.

- Certo, parei. - Ele se levantou e ficou por trás da cadeira em que Lily estava sentada, vendo a tarefa da garota por cima de sua cabeça. Lílian, por sua vez, se manteve imóvel. - Não sei porque a Prof. Minerva pede essas 'teorias' sobre tranfiguração. Temos que saber na prática e não na teoria, não acha?

Lílian só balançou a cabeça, afirmando. Não sabia porque, se sentia diferente com Potter tão perto assim... Usando a mais clichê das descrições, ela sentia as tais borboletas no estômago. Talvez fosse o sono que a deixasse assim. Tiago apoiou as mãos no encosto da cadeira e Lílian sentiu todos os pêlos de seu corpo se arrepiarem. Ele desviou o olhar da tarefa de Transfiguração para a nuca descoberta da garota. Como que por um impulso, ele se abaixou e deu um beijo rápido e leve em sua nuca.

- POTTER! FICOU MALUCO? - Lílian se levantou rapidamente e se afastou de Tiago, seu rosto lívido.

- Me desculpa, ruivinha. É difícil resistir a você. - Ele sorriu, maroto.

Lily cometeu o pior dos erros: Deixou escapar um sorriso, ao ouvir a última frase de Tiago. O maroto o percebeu e se aproximou novamente de Lily, a pegando pelos braços antes que ela pudesse fugir. Ele olhava para a garota e mordia o lábio inferior, como se analisasse algo.

- Você vai me odiar ainda mais por isso, Lily. Mas eu tenho instintos, me perdoe.

Ao terminar a frase, Tiago puxou Lílian para perto de si e selou os lábios da garota com os seus, fortemente. Lily se debateu, desferindo socos e chutes em toda parte do corpo de Potter que alcançava, mas era em vão, ele não iria a soltar. Tiago iniciou um beijo forte e violento na garota, mas assim que ela parou de resistir, o beijo se transformou em lento e até mesmo carinhoso. Ele não segurava mais os braços de Lílian com força, agora suas mãos deslizavam pela costa da garota, que correspondia o beijo com vontade e bagunçava os cabelos do maroto. Não se faz idéia de quanto tempo exatamente durou o beijo, mas para Tiago (e secretamente, para Lily) não foi o tempo necessário.

- Potter, eu poderia te socar, gritar, dizer que você me assediou! - Lílian disse assim que os dois se desgrudaram. Os lábios da garota estavam vermelhos.

- Você não vai fazer isso. - Tiago sorriu marotamente e se sentou na poltrona mais próxima.

- Como você tem tanta certeza? - Ela quase gritou, ofegante.

- Você gostou, ruivinha. - Ele encostou a cabeça no encosto da poltrona, com o mesmo sorriso nos lábios.

- CONVENCIDO! PREPOTENTE! ARROGANTE! - Lílian gritava, sem se importar que já era madrugada.

- Shiiu. Não grita. Vai acordar todo o castelo. Para de fingir que não gostou e vem aqui me beijar de novo. - Ele mordeu seus próprios lábios, enquanto sorria para Lily.

Lílian olhava para Tiago incrédula. Não era possível que ele estivesse falando sério! Ela respirou fundo e passou direto por Tiago, indo rumo ao dormitório.

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Alguns minutos após a ruiva ter subido para o suposto dormitório, o garoto dos óculos também foi para o seu. Logo as chamas da lareira do Salão Comunal se tornaram verdes e um homem surgiu. Ele trajava uma capa preta grande, que se arrastava pelo chão, seus passos eram rápidos e silenciosos. Subiu as escadas enfeitiçadas sem a menor dificuldade e abriu a porta lentamente, evitando fazer algum barulho. Atravessou o dormitório feminino em milésimos de segundos e chegou até a última cama. A garota respirava pesadamente, as sobrancelhas unidas, numa expressão quase que de seriedade. Ele passou o indicador pela testa da garota, retirando uma mecha de sua franja que insistia em cair em seu rosto. Ela resmungou, mas não acordou. Ele sorria.

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- Droga, Mellanie! - Lílian gritou, acordando a amiga de um sono pesado. Mellanie se levantou tão apressadamente que esqueceu de retirar as cobertas presas em seus pés, caindo da cama com um baque.

- O QUE FOI? - Mellanie gritou do mesmo modo que a amiga, se levantando rapidamente.

- NOS ATRASAMOS!

Lílian já estava com metade da saia vestida e a camiseta aberta, enquanto procurava os sapatos. Melanie colocou a capa por cima do pijama e a fechou.

- Espera, você vai com o pijama por baixo? - Lily perguntou ao perceber o que a garota havia feito.

- Sim! Não temos tempo, droga!

- Você me dá medo! - Ela disse e calçou os sapatos recém achados em um segundo.

Talvez nem um minuto tenha se passado até que elas terminassem de se vestir. Olharam rapidamente para a cama de Evy, que estava vazia. "Ela acorda e não nos chama! Tudo bem, ela vai se ver comigo!", Lily pensava. As duas desceram as escadas em disparada até o Salão Principal, engolindo suas torradas tão rapidamente que mal sentiram o gosto. Afobadas e sem fôlego, chegaram à sala de Transfiguração.

- Ora, Evans e Taylor. Nunca imaginei que logo vocês chegariam atrasadas em uma aula minha! - Minerva exclamou, assim que viu as duas garotas paradas à porta - Sinto em ter que fazer isso, mas tirarei 20 pontos da Grifinória. Atrasos não são tolerados!

Mellanie bufou e foi em direção à mesa vazia ao lado de Remo. Ele sorriu timidamente, e a garota retribuiu com um aceno de cabeça. Estava cansada demais, até para sorrir para Remo. Lílian se sentou ao lado de David Hooper, que a cumprimentou exageradamente com um aperto de mão frenético. Tiago e Sirius estavam algumas mesas atrás, rindo das garotas. A aula seguiu normalmente, hoje tentavam mudar as cores de seus próprios cabelos. Alguns minutos depois a aula acabara. Tiago decidiu que ficava bonito com os reflexos loiros no cabelo realizados na aula e resolveu adotar o visual, arrancando suspiros e elogios das garotas.
Os Marotos caminhavam rumo à aula de História da Magia, conversando sobre o jogo de Quadribol que aconteceria no dia seguinte.

- A gente TEM que ganhar, Pontas! - Sirius disse, animado.

- E nós vamos! - Tiago disse confiante - Treinamos bastante pra acabar com os Corvinais!

- Yeah! - Pedro gritou, surgindo de algum lugar qualquer. Tiago ergueu uma sobrancelha e Sirius deu de ombros.

- Hey... A Evy não estava na aula da Minerva. E ela não chegou com a Lílian e a Mellanie... - Sirius disse repentinamente, fugindo totalmente do assunto principal.

- Saudades da Stooker, Almofadinhas? - Tiago brincou - Você tá amarradão nela, não adianta negar!

- Estúpido, cala a boca. Ela é minha amiga! Eu só fiz uma pergunta, porque ela pode ter se perdido de novo, não pode?

- Talvez. - Remo respondeu, distraído.

Sirius tirou um pergaminho dobrado de suas vestes, o abriu e sibilando "Malfeito, Feito", o pergaminho vazio revelou um perfeito mapa de Hogwarts, com pontinhos que se movimentavam. Sirius correu os olhos rapidamente sobre o pergaminho e abriu a boca, incrédulo.

- Ela não está em Hogwarts! - Ele gritou, de repente - Olha, Pontas, ela não tá aqui! - Ele praticamente enfiou o mapa do maroto sob o nariz de Tiago.

- Hei, calma, calma, eu vi! Ela deve ter saído com Dumbledore, não?

- Espera, vou ver. - Sirius correu os olhos pelo mapa novamente, encontrando o escritório de Dumbledore vazio. - É, acho que sim. Não o vejo também...

- Desesperado. - Remo riu.

Os marotos entraram na sala do Prof. Binns e se sentaram. Não havia mais ninguém ali por enquanto, muito menos o professor. Tiago se voltou para Sirius:

- Almofadinhas, aproveitando que aqui tá vazio e que estamos entre amigos, diz pra gente... O que rola entre você e a Evy?

- Nada, seus idiotas! Eu já disse, ela é só minha amiga! - Sirius olhou para a porta, fugindo dos olhares inquisidores dos amigos.

- Você nunca teve 'amigas', Almofadinhas. As garotas sempre foram diversão pra você.

- Eu mudei, Remo! As pessoas podem mudar, não podem? Então! - Ele parecia nervoso.

- Em nome da Sociedade Marota de Hogwarts, jure.

- O quê?

- Jure que ela só é uma amiga e que você não a beijaria sob circunstância alguma! - Tiago completou.

- Eu...

Nesse exato momento, alguns alunos chegaram e se sentaram próximos a eles. Tiago sussurrou:

- Anda, Black!

- JURO! - Sirius disse finalmente, sob pressão.

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