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1. A Reunião da Ordem


Fic: *Harry Potter e o Poder que o Lord das Trevas desconhece*


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Faltava uma semana para o retorno à Hogwarts. Mesmo com todos aqueles acontecimentos, decidiram que a escola permaneceria aberta. Segundo Hermione, era melhor adquirir novos conhecimentos para destruir todas Horcruxes, Harry, mesmo contra a vontade decidiu que retornaria à escola.
Ele sempre estivera animado e aguardando ansioso para voltar a Hogwarts. Mesmo sendo horrível as férias na casa dos Dursleys, era a primeira vez que ele desejava ficar por ali mesmo. Não queria olhar pra todos o lados e lembrar em Dumbledore.
O que o deixava mais feliz era o casamento de Fleur e Gui que estava próximo. Estava ansioso aguardando o convite e não via a hora de ir a Toca e rever seus amigos, Rony e Hermione. E Gina.
Ele sabia o que era melhor para os dois. Terminara com a garota no velório de Dumbledore, mas ainda a amava muito. Não queria deixa-la como alvo à Voldemort. Todos aqueles que ele mais amava partiram. Seus pais, Sirius, Dumbledore... não queria que Gina fosse a próxima da lista. Nem Rony e nem Hermione. Ele tentara afastar os amigos e buscar as horcruxes sozinho. Mas eles recusaram.
Estava tão perdido em seus pensamentos que demorou a perceber Pichí na janela. Levantou depressa, acariciou a coruja e leu:

Harry Potter,

Fleur Delacour e Guilherme Weasley convidam a vossa excelentíssima pessoa a comparecer no próximo sábado, às dezoito horas, á Toca, onde se realizará a cerimônia e a comemoração da união de ambos. Desde já agradecemos a sua presença e a aguardamos ansiosamente.


Sorriu ao ver a decoração do convite. Com certeza deveria ser obra de Gina. Quando ia se despedir de Píchi notou um pequeno pergaminho amarrado a sua perna que dizia:

Harry,

Como estão as férias? Cara, você já deve ter recebido o convite do casamento. Mamãe disse que você poderia passar os últimos dias das férias aqui em casa, sabe.
Me envie uma coruja dizendo a resposta, pode ser por Píchi mesmo. Aí você vem na quinta feira. Hermione já está aqui.

Até,
Rony


Píchi ainda aguardava, enquanto comia junto a Edwiges próxima a gaiola. Rapidamente, pegou um pergaminho e escreveu:

Rony,
Adoraria passar o resto das férias aí. Então estarei aí na quinta de manhã.
As minhas férias estão um tédio, bem, é o que se espera ao lado dos Dursley não é mesmo? Mas parece que eles estão me dando mais liberdade agora que fiz 17 anos. Não vou continuar mais aqui, amanhã estou levando minhas coisas pra Ordem e fico por lá mesmo.
Até mais então,

Harry



Observou Píchi ir embora e começou a pensar nas Horcruxes. Teria que destruir todas para vencer Voldemort. Será que ele conseguiria? Quantas pessoas não estariam correndo risco por sua causa? Ele não se importava com sua vida, queria apenas livrar a comunidade bruxa de um mal que os atormentava a anos. Queria se livrar do culpado de ele ser órfão, do causador daquela bagunça toda. Desde que fora a Hogwarts nunca tivera um ano normal. Sempre no fim ele acabava parando na Ala Hospitalar, enfrentando Comensais da Morte, ou até mesmo Lord Voldemort. Repentinamente, lembrou-se em Snape. Sentiu um ódio tão grande pelo seu ex professor que achou que pudesse superar ao ódio que sentia por Voldemort. O professor que ele tanto odiava, havia enganado à Dumbledore, o havia matado.
Lembrando que no dia seguinte finalmente deixaria a Rua dos Alfeneiros, começou a arrumar as malas. Jogou todas as roupas dentro do malão, os seus antigos livros, objetos, cartas de amigos, presentes de aniversário e achou uma coisa que havia tempo que não via: a falsa Horcrux.

“ Ao Lord das Trevas:

Sei que há muito estarei morto quando ler isto, mas quero que saiba que fui eu quem descobriu o seu segredo. Roubei a Horcrux verdadeira e pretendo destruí-la assim que puder. Enfrento a morte na esperança de que, quando você encontrar um adversário à altura, terá se tornado outra vez mortal.
R.A.B “

Ficou analisando o bilhete por vários minutos. Sentiu um mal estar ao lembrar que, toda aquela aventura com Dumbledore na caverna foi á toa. Só servira para enfraquece-lo, e ele, Harry não pôde fazer nada.
“Ao Lord das Trevas...” Deveria ser um comensal, já que só um deles o chamava assim, aliás... um ex-comensal.
“Sei que há muito estarei morto...” Provavelmente, era UMA pessoa só.
“Roubei a Horcrux verdadeira e pretendo destruí-la...” Uma Horcrux a menos.
“...quando você encontrar um adversário à altura, terá se tornado outra vez mortal”
Então isso fora antes de ele nascer... “quando você encontrar um adversário a altura” mentalizou mais uma vez. Era óbvio, que nos dias atuais esse adversário era ele, o Eleito. De acordo com a profecia, Voldemort o marcou como seu igual.


Estava próximo a Floresta Proibida. Podia ouvir duas vozes que ele sabia muito bem de quem era.
_Mas Dumbledore _dizia a primeira voz _ Eu não posso fazer isso, não posso. Já fiz muito de ainda não ter abandonado o lado negro para ser espião da Ordem.
_Snape, sou muito grato pela sua gentileza de me ter feito tantos favores, mas lembre-se que eu confiei em você, se não fosse eu você teria ido pra Azkaban. O que eu peço agora é um simples favor que ainda o vai ajudar para enganar Voldemort. Acredite, é melhor sem eu, as coisas vão ser mais fáceis. Já mostrei muita coisa a Harry, e com esses conhecimentos vai ser mais fácil ele derrotar Vold...
_POTTER! Eu não estou preocupado com POTTER _ continuou a primeira voz _ O que está em risco é a SUA vida Dumbledore, não, é antiético fazer isso, não vou fazer, simplesmente não vou Dumbledore...

Acordou assustado. Sua cicatriz estava formigando. O que seria aquele sonho? Teria isso acontecido? Ele se lembrava de quando Hagrid disse que Snape e Dumbledore estivera discutindo... seria esse o motivo da discussão? Mas que motivo exatamente era esse?
Juntou suas coisas e desceu para o café da manhã.
_Dia _ disse aos seus tios de má vontade.
_ É hoje que você vai né, moleque? _ disse Tio Válter com um brilho estranho nos olhos.
_Sim _ respondeu Harry.
Tia Petúnia estava anormalmente quieta neste café da manhã. Duda, estava sentado no sofá assistindo televisão e comendo um pedaço de pão de frios.
Enquanto comia, Harry pensava ainda no sonho. Deveria contar aos seus amigos? Não. Eles iriam achar que é bobagem. Snape, definitivamente é um assassino, pensou com raiva.
Levantou-se da mesa, pegou suas coisas e disse:
_ Bem, adeus.Er...obrigado por todos esses anos agradáveis_ enfatizou a última palavra.
Não esperando resposta saiu pela rua afora.
Ergueu a varinha e o Nôitibus Andante apareceu.
_ Bom dia jovem _ disse um homem gorducho _ Sou Peter Bright. Seja bem vindo ao Nôitibus Andante o ôni...
_Certo_ interrompeu Harry _ Largo Grimmauld.
_Hum, ok _ disse ele sem graça _ Oh, mas quem eu vejo!HARRY POTTER? O Eleito! O menino-que-sobreviveu! O invencível! Quero um autógrafo! Me dá?
_Não, desculpe.
Entrou depressa no ônibus, antes que aquele bruxo maluco dissesse mais alguma coisa. Estava vazio, pelo fato de ainda ser de manhã. Nos vidros tinha muitos folhetos que diziam:
“10 maneiras de proteger a si e sua família”
“Na próxima edição do Semanário dos Bruxos: o bruxo do olho mais bonito: Jean Bush”
Quando ia ler um título de um outro folheto: PUM. Bateu a cabeça com tudo no vidro.
_Oho, Potter cabeça rachada! Não está querendo mais uma cicatriz pra coleção, eh?_ disse Peter _ Brincadeira, brincadeira...engraçada essa né?
_ Ô, muito _ disse Harry emburrado
Quando ia começar a cochilar, subitamente o ônibus parou e o motorista anunciou:
-Largo Grimmauld!


Entrou em silêncio para não despertar o quadro da Sra. Black. Como aquela casa lhe trazia lembranças. Tudo lhe lembrava seu padrinho. Assim que achasse uma casa de seu gosto iria ter que se mudar. Decididamente era insuportável ficar ali. Estava querendo muito comprar uma casa em Godric’s Hollow. Assim, sempre poderia visitar seus pais e pesquisar algo sobre quem poderia ser R.A.B. Sim, este seria o primeiro passo: descobrir se realmente o medalhão de Slytherin foi destruído pelo possível ex-comensal. Voltando a realidade ele viu Tonks e Lupin sentados no sofá provavelmente lendo o Profeta Diário:
-Harry! – disse Lupin – Sabíamos que você viria! Rony nos avisou e viemos aqui dar as boas vindas e resolver algumas coisas sobre a Ordem!
-E aí Harry? Beleza? – cumprimentou Tonks
-Olá pessoal – respondeu ele tentando sorrir – Que coisas sobre a ordem? Ainda não tiveram uma reunião?
-Não – respondeu Remo Lupin ficando mais sério – Ainda não conversamos depois de...eh...você sabe.
-Certo – disse Harry tentando encerrar o assunto – Vou subir e arrumar minhas coisas.
-Depois desça para comer algo! – disse Tonks


Escolheu um quarto do segundo andar. Arrumou suas coisas e ficou pensando se deveria contar para a Ordem sobre as Horcruxes. Dumbledore confiara a ele, Rony e Hermione esse segredo. Mas ele precisava de ajuda. Acho que devo contar para os membros mais confiáveis, pensou ele.
Depois de organizar tudo desceu e se encontrou com Olho-Tonto Moody:
-Como vai Potter? – disse ele.
-Olá – respondeu ele – Quem mais da Ordem está aqui?
-Por enquanto só eu, Lupin e Tonks. Desça que eles querem conversar com você
Seu estômago deu um solavanco e percebeu que estava com fome. Desceu as escadas correndo e foi na cozinha.
-Sente-se e coma alguma coisa, Harry – disse Lupin – Estávamos pensando em marcar uma reunião com alguns membros da Ordem. Para decidir o que vamos fazer antes que seja tarde.
-Mas, - continuou Tonks – precisamos de... hum, informações. Tem certeza Harry, de que não tem nada para nos falar?
-Bom – respondeu Harry bebendo suco de abóbora – de qualquer forma preciso contar algumas coisas para...er...alguns membros da Ordem. Rony e Hermione já sabem.
-Ótimo – continuou Lupin com um brilho nos olhos – Além de nós e Olho- Tonto, podemos chamar os Weasley e McGonaggal também.
-Certo – disse Harry pouco á vontade.



A tarde passou tranqüila. Harry não conseguia parar de pensar em como falar com eles sobre as Horcruxes. Será que algum deles teriam alguma idéia de quem seria R.A.B?
Decidiu que precisava afastar um pouco esses pensamentos e começou a pensar em como seria o casamento de Gui e Fleur, lembrando repentinamente que nem havia comprado um presente! Levantou rápido e avisou ao pessoal que precisava ir ao Beco Diagonal.
Nada estava diferente, porém as lojas estavam mais vazias. Nas vitrines só se via cartazes com nomes de comensais foragidos e alguns folhetos que falava sobre segurança familiar.
Entrou por algumas ruas que nunca tinha estado antes, viu algumas lojas diferentes, interessantes. Tinha uma com artigos de quadribol que ele nunca vira antes! Fascinante!
Uma loja lhe chamou atenção: “ Olhos de Veela, tudo para presentes “.
Era uma loja bem organizada e delicada. Tinha algumas jovens bruxas bonitas que estavam desesperadas atendendo várias bruxas que, achava ele, queria comprar presente para seus namorados. Uma das atendentes, assim que o viu, veio direto ao seu encontro:
-Boa Tarde, jovem – disse ela sorrindo – Sou Teena Flint. Em que posso ajuda-lo?
-Olá, gostaria de comprar um presente de casamento – respondeu ele – Mas não tenho idéia do que...
-Ah! – interrompeu a tal de Flint – Beleza, siga-me.
Seguiu a moça por um corredor estreito cheio de objetos decorativos para casa e foi observando um a um. Tinha um porta retrato que lhe chamou a atenção: era bonito, com uns detalhes de ouro que tinha uma foto amostra de um casal de bruxos que dançavam animados e sorridentes.
-Este porta retrato faz alguma coisa diferente?- perguntou ele lembrando do relógio dos Weasleys.
-Ah, sim. É um porta-retrato musical, veja – disse ela dando um toque com a varinha e imediatamente o Porta Retrato começou a brilhar e cantar uma musiquinha que combinou com o momento da foto e o casal começou a dançar mais animado ainda.
-Genial! É esse que vou levar!

Depois de sair da loja de presentes, que na sua opinião era muito ‘melada’, passou em vários lugares: comprou novas vestes de gala na Madame Malkin, alguns livros sobre quadribol, alguns doces e foi beber algo no Caldeirão Furado.


Todos já estavam presentes quando ele retornou ao Largo Grimmauld.
-Oh, querido! – disse a sra. Weasley – como você está magro! Coma alguma coi...
-Obrigado, sra. Weasley – interrompeu Harry- Estou sem fome...eh...como vai?

Seu olhar encontrou o de Gina. Ela estava linda como sempre. Estava sorrindo, porém um brilho triste era visível em seus olhos claros.
-Oi Harry – cumprimentou ela docemente e o abraçou. O garoto sem jeito respondeu com um resmungo que Gina entendeu como um ‘olá’
Quando o banquete terminou de ser servido para os recém-chegados Molly anunciou:
-Gina, querida... Você é menor de idade, suba com Bichento e Arnoldo e aproveite descansar...
-Ah, mamãe! Deixa eu ficar, eu também quero saber! – respondeu a ruivinha irritada
-De jeito nenhum Gina! Um dia vai chegar sua hora! Respeite assim como seus irmãos também respeitaram.
Aqui os gêmeos trocaram um olhar cúmplice. Mas nem deu tempo de Gina retrucar pois Harry interrompeu:
-Na verdade, sra. Weasley, eu gostaria que ela ficasse...sabe...não tem problema ela saber.
Gina sorriu encantada para uma Molly que concordou emburrada.
-Bem, todos ou quase-todos devem estar se perguntando o que eu e Dumbledore fomos fazer na noite do ataque na escola – disse olhando para Rony e Mione, que retribuíram um olhar encorajando o amigo. Então ele continuou:
-Estive, desde o início do meu sexto ano, tendo aulas particulares com Dumbledore – aqui todos olharam com uma expressão de espanto e dúvida – Nessas aulas estivemos vendo muitas lembranças de pessoas que passaram no caminho de Voldemort quando ele ainda estudava em Hogwarts. E concluímos, graças á uma lembrança do professor Slughorn, que Voldemort dividiu sua alma em 7 partes: chamadas Horcruxes, ou seja, enquanto não destruirmos esses pedaços de almas, Voldemort será imortal.
Se já ficaram espantados pelas aulas com Dumbledore, aqui ficaram mais ainda. O olho de Moody girou em sua direção e voltou rapidamente para Lupin que disse:
-Sete partes?? Sei o que são Horcruxes e não sabia que existisse algum bruxo capaz de fazer uma, quanto mais sete
-Bem, estamos falando de Você-Sabe-Quem – disse Gina que escutava tudo atentamente
-E em que objetos estariam essas horcruxes? Vocês tiveram alguma pista? – perguntou Alastor Moody
-Sim, o medalhão de Slytherin que vimos em uma lembrança, o diário de Riddle que já foi destruído por mim mesmo com as prezas do basilisco, a taça de Hufflepluff, alguma coisa da Grifinória ou Corvinal, o anel de sr. Gaunt (destruído por Dumbledore), Nagini, a cobra de Voldemort e o próprio Voldemort
-Ou seja, - Hermione, até então quieta se manifestou – Pelo que entendi, eles concluíram que Você-Sabe-Quem gosta de relíquias que tenham alguma considerável importância para transforma-las em horcruxes
-Então – disse Lupin – teremos que destruir essas horcruxes para depois enfrentar Você-Sabe-Quem
-Eu acho que devemos recrutar alguns membros da Ordem e dividi-los em grupos: alguns eliminam comensais, outros pesquisam aonde poderiam estar as horcruxes e alguns vão atrás delas... – propôs Gina meio envergonhada
-Sem essa Gina, você está fora disso! – retrucou Rony
-É verdade Gina, você ainda é de menor e não quero você envolvida nisso – concordou Harry
-Você não tem que querer nada, Potter! – respondeu ela friamente
-Na verdade – interrompeu Moody – eu acho que a garota Weasley deveria participar sim, ela tem forte potencial para azarações. E com a guerra lá fora, com Dumbledore morto, não importa se é menor de idade ou não, o que importa é ser fiel á Ordem e ter vontade de lutar para o bem de todos e sem medo de morrer!
-Belo discurso! – Gina bateu palmas – E aí, quando vamos começar?
-Eu tenho uma idéia – disse Lupin pensativo – acho que vocês irão gostar.

N/A: Eu sei q esse cápitulo ta horrível. Mas o segundo ta melhor. Em breve, atualizarei!
Comentem!
;*

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