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11. Sonhando acordada


Fic: Tudo tem seu preço - Quando se quer vingança


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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11º Capítulo
Sonhando Acordada



-Gin... nós vamos nos atrasar.

Draco terminou de fechar as abotoaduras de sua veste de gala e se sentou na poltrona de veludo vinho da sala. Imaginando o quão atrasado eles podiam estar.
A porta de correr que dava privacidade ao quarto do casal se abriu de uma vez, trazendo a atenção de Draco apenas para a visão que vinha em sia direção. Os cabelos ondulados ruivos, jogados estilosamente para apenas um lado, caindo pelos ombros alvos da pele sedosa de Gina. Seu vestido vermelho vivo, farfalhou ao atravessar a sala indo se sentar no colo de Draco.
Ele respirou fundo, ainda desnorteado. Tentando adivinhar se aquela era realmente Virgínia Malfoy. Com os lábios leve mente entreabertos, Gina esticou seu dedo indicador e empurrou delicadamente o queixo dele para fechar, sorrindo travessa para ele.

-Eu sabia que não tinha perdido o meu encanto.

Ele engoliu com dificuldade, trazendo sua voz mais sexy para ela enquanto apertava sua cintura.

-Você tem certeza que quer ir à essa festa? Com certeza você vai ficar entediada. - Ele falou acariciando com seus dedos gelados o decote de Gina que a fez arrepiar.
-E perder a oportunidade de todos ficarem com inveja da gente? Hum... eu acho que não.
-É, todos aqueles velhos tarados, secando a inocente Sra. Malfoy. - Ele olhou fingindo estar chocado – Alguém terá um ataque cardíaco essa noite.

Gina riu da piada. Afinal, tudo que ele tinha acabado de dizer era verdade. A imprensa a taxava de inocente e sonhadora e Draco era visto como um aproveitador de moças indefesas, por conta da história dos dois em Hogwarts. Mas todos que conheciam bem o casal, sabia que Draco realizava todas as vontades de Gina e vice-versa.

Os dois aparataram no jardins da mansão. Iluminada por pequenas lanternas presas as árvores que ladeavam o caminho para agrande entrada da festa. A noite, manchava o gramado em um verde escuro, onde crianças corriam distante dali, próximo a uma fonte. Gina parecia encantada com aquela atmosfera, tudo era mágico e além de sua imaginação. Bandejas de champanhe flutuavam por entre os convidados, servindo-os sem parar. A entrada da mansão, dois lacaios vestidos em trages antigos de gala, recebiam com toda pompa cada um que passava pela grande porta de madeira maciça.
Gina adentrou pelo hall de mármore branco puro, observando no topo abobadado um imenso lustre de cristal iluminado por algum tipo de mágica que refletia luz dos próprios cristais.

-Esse brilho vêm dos cristais, - Draco envolveu a cintura de Gina, tentando-a guiar enquanto ela observava o suntuoso lustre – o cristal vem de uma mina ao norte da Escócia chamada, Cooltrim.
-Ele são tão...lindos. - ela suspirou admirada.
-É... é lá que as veelas nascem. - Ele disse a contra gosto, ignorando o lustre.

Ela olhou sem graça para ele, disfarçando o ridículo que estava passando, quase que hipnotizada com o cristal.

-Não se preocupe, acho que boa parte dos convidados fizeram o mesmo que você. - ele a beijo na bochecha, fazendo-a relaxar e dando um sorriso malévolo para ela – Agora, pronta pra festa?
-Você me prometeu que ficaria do meu lado. - Gina falou com uma pontada de urgência.
-Pode ter certeza que alguém vai tentar te roubar de mim, esta noite.

Os dois entraram no salão de baile amplo, repleto de figuras importantes do mundo bruxo. A Ministro da Magia da França e o Rei da Espanha Mágica conversavam, quando os Malfoy passaram por eles e Draco os cumprimentou como velhos amigos. Gina nem teve tempo de perguntar sobre a Sra. Tissou – Mulher do Ministro da França – e logo foi chamada para uma conversa de uma alta roda de personalidades italianas. Draco se distanciou por um momento, observando Gina conversar com as pessoas. Ela conseguia ver os desejos dos homem que estavam por perto, mas as mulheres. Ela conseguia cativar cada uma delas. Ela irradiava alegria. A mesma Gina de Hogwarts, que corria apressava, pulando sem parar ao seu lado e rindo de suas piadas sem graça. Era a mesma, mas agora ela era uma mulher, completa e maravilhosa.
Ele atravessou o salão, indo ao seu encontro. Era obvio que estava enciumado, mas não transformaria aquilo em uma tempestade. Sussurrou no ouvido dela, tirando da roda de conversa. Os dois caminharam para o segundo andar, onde muitos convidados perambulavam por lá. No final de um grande corredor havia uma sacada, ampla e decorada com a típica vegetação da região.

-Isso aqui é lindo. - Gina sussurrou quase que para si mesma, observando o grupo de crianças brincarem e correndo de um lado para o outro. - É como um sonho.

Ele olhou em direção as crianças e viu que o cenário era mágico. Foi quando percebeu a presença de uma pequena de cabelos vermelhos cor de fogo, brincando ao redor das outras crianças. Era a menininha que havia se machucado no hall do hotel no dia anterior.

-Veja quem está lá. - Draco chamou a atenção de Gina para a menina e ela logo identificou.
-Oh! Você se importa se eu descer um pouco. - Olhou com uma cara de criança sapeca irresistível para ele.
-Ok, vá brincar, mas não demore.
-Certo. - Ela beijou os lábios dele rapidamente e saiu correndo escada abaixo.

A noite continuava agradável. A primavera tinha suas vantagem em Roma, o clima era propício para o romance e aventura, mas Draco estava disposto apenas para o romance e tranqüilidade. Coisa que a muito tempo ele desejava desde que conheceu Gina.
Os convidados entravam e saiam do terraço o tempo todo, sem que ele desse alguma importância a isso. Apenas quando ouviu passos se aproximando dele, junto a grade ele se virou, achando que seria um dos convidados ilustre querendo puxar conversa.
Com os olhos estreitos de terror, ele viu a imagem do homem que mais odiava. Lucius Malfoy.

-Se divertindo? - a voz de Lucius saiu arrastada e maliciosa .
-O que você está fazendo aqui? - Draco quase cuspiu as palavras.
-Eu te convidei. - Lucius falou obviamente. - Espero que a sua a Weasley não tenha dado nenhum vexame na festa.
-Ela é minha mulher. É uma Malfoy agora. - Desafiou Draco.

Lucius estreiou os olhos para ele. Seria capaz de arrancaria o coração do próprio filho se repetisse um absurdo daquele em sua frente.

-Ela-nunca-será-uma MALFOY!
-Onde está minha filha? - Draco o interrompeu.
-Sua filha? - ironizou – Ela acha que os pais morreram heroicamente na guerra. Não e lindo? Você devia me agradecer.
-Você roubou minha filha e quer que eu agradeça!? Você é algum tipo de monstro que é incapaz de perceber que o próprio filho está sofrendo.
-Ela amoleceu seu coração. - Lucius olhou enojado – Fraco! Essa menina tem muito mais poderes que você pode imaginar. Ela é forte e determinada. Não é como um pai, um tolo. Ela tem a melhor educação mágica que uma criança, com os poderes dela, terá. Ela será uma líder. Uma que você nunca pode ser.

-Ela é uma criança! - Draco urrou para ele, como uma leão feroz, pronto para atacar. - Onde ela está?

O olhar de Lucius pousou sobre o jardim onde Gina e as crianças brincavam e depois voltou para ele cinicamente.

-A Weasley está segurando-a.

Draco focalizou Gina, em sua lindo vestido vermelho, se destacando entre as criança. Ele viu a criança em seu colo. A linda garotinha ruiva do hotel. Era ela, sua filha. Sua garotinha esteve tão perto e ele nem se deu conta.

-Emily. - Draco sussurrou, com a voz abraganhada.
-O nome dela é Angelique. - Repreendeu Lucius – Igual ao de seu avó.

Ele saiu deixando Draco em completo pânico. Mas antes que ele tivesse alguma idéia fantasiosa de tirar Angelique da mansão Lucius antecipou.

-Nem pense em tirá-la daqui ou você nunca mais irá vê-la. - Lucius deu as costas e voltou ao salão de convidados.

Draco desceu as escadas, indo atrás de Gina no jardim. Foi quando a encontrou com Angelique em seu colo. Ela lhe contava histórias sobre fadas e princesas, que faziam a menininhas rir. Aquele sorriso familiar, que lembrava Gina. As duas notaram sua presença sorrindo para ele e aquilo o tocou profundamente. Tentado segurar o choro para não desabar. Ele se ajoelhou de frente para Gina, ficando cara a cara com Angelique. Acariciou sua bochecha rosada pelas brincadeiras e ela falou.

-Ele parece o príncipe da sua história.
-Ele é o príncipe da minha história. - Afirmou Gina, dando um selinho em Draco – Draco, essa é...
-Angelique. - Draco interrompeu Gina, deixando-a impressionada por ter acertado o nome da garota.
-Como você sabia? - A menina perguntou impressionada.
-Eu consigo ler pensamentos. - ele sorriu, beijando a testa dela como se fosse o próprio pai.

Quanto tempo ele havia perdido! Ela já havia aprendido a andar e a falar com outras pessoas. Será que Lúcius havia ensinado isso? Aquilo o deixava triste, mas sempre que se sentiu assim na festa, ele apenas precisava olhar para Angelique e tudo ia embora. Ela nos braços de Gina, era sua melhor recompensa em anos de perseguição do seu paradeiro. O que aconteceria amanhã, quando ela não estivesse com eles? O que aconteceria a Gina quando souber que a sua nova amiguinha era sua filha. Ele se calou. Por uma noite inteira ele apenas observou as duas brincarem e conversarem.

A festa já estava acabando e Angelique estava adormecida nos braços de Gina. A governanta permitiu que ela colocasse a criança na cama por ordens de seu patrão. Draco quase não acreditou no que ele estava fazendo, mas não reclamaria depois de cinco anos. Gina estava feliz e cansada. Aquilo bastava para uma noite tão mágica que eles tiveram com sua filha.

-Ela é tão fofa. - Gina falou sonolenta em sua suíte no hotel, enquanto Draco ajudava a tirar o vestido. - Dá vontade de levá-la pra casa, sabe?

Aquilo o matou por dentro, quando ela soubesse talvez não agüentasse a emoção. Gina o preocupava.
-Ela tem o rosto de um anjo. - Draco suspirou enquanto abaixava o zíper do vestido.
-Desse jeito eu vou ficar com ciúmes. - Brincou Gina.

Foi a gota d'água. Ele segurou Gina pelo braço e pediu que ela se sentasse na cama. Ele queria ter certeza que nada pudesse machucá-la. Ajoelhou em sua frente, segurando as mãos delicadas dela e falou.

-Gi, você sabe que, mesmo estando aqui em Roma eu continuo procurando por nossa filha. - Ela acariciou o rosto dele, permitindo que ele continuasse -Essa festa... o dono daquela casa, era o meu pai.

Gina fica assustada e ameaça se levantar.
-Aquele monstro!
-Não, Virgínia! - ele a segura na cama – Eu preciso te contar. Isso está me matando e me matou a noite inteira por esconder isso de você. - ele a olha nos olhos, a sorte será lançada – Gina, - ele beija sua mão com devoção – Angelique... Ela é nossa filha.

As lágrimas rolam sem parar pelo rosto de Gina, seu peito explodi ade tanta emoção. Ela pensava em toda aquela noite que a teve em seus braços, sem saber que era sua verdadeira filha. Seu olhar ameça Draco.

-Por que não me disse?! - Ela começa a bater contra o peito de Draco, esmurrando com raiva – Ela é minha filha! Devia estar com a gente agora.
-Ele ameaçou sumir novamente. Não podia perder a chance.
Nós temos que voltar. - Gina se levantou em direção a porta, amarrando seu roupão de seda-Temos que salvá-la.

Ele a segurou antes que abrisse a porta.

-A mansão já deve estar protegida agora. Temos que pensar em outra coisa, ver o por que ele está fazendo isso: deixando que a gente se aproxime de Angelique.

Gina o abraça forte, envolvendo seu delicados braços em volta do pescoço de Draco. Acariciando seus cabelos ruivos como uma criança.

-Está cansada. - com um impulso ele a coloca em seus braços e a acomoda na confortável cama. - Boa noite, meu amor. - ele a beija nos lábios.


Na manhã seguinte, a campainha da porta toca logo pela manhã, acordando Gina e Draco assustados. Draco se levanta e abre a porta. O mensageiro entrega a carta a ele e sai em seguida sem dar tempo de fazer qualquer pergunta.


Ao Sr. Malfoy,

Comunico que Angelique, estará esperando às 9:00 da manhã no saguão de seu hotel para um passeio pela cidade. Ela terá o dia livre, mas será acompanhada pela sra. Sprooge, sua babá.

Aproveite o dia.

L.Malfoy.


O loiro precisou de dois segundos para processar a idéia. Gina e ele, passariam o dia com sua filha.
Draco quase tropeçou pelos móveis, correndo até o quarto onde Gina estava.

-O que foi!? O que aconteceu!? - Gina se aprumou entre os lençóis.
-Vista-se. - Ele sorriu, com os olhos brilhantes, depois a beijando com desejo – Nós vamos passear hoje.
-Mas...

Antes que ela perguntasse alguma coisa, Draco já estava embaixo do chuveiro, cantarolando. Deixando Gina curiosa. Todos prontos, os dois desceram para o saguão, enquanto Draco era alvejado de perguntas sobre o misterioso e animado passeio que ele estava tramando.

-Draco, eu exijo que você me diga o que está acontecendo. - Ela segurava o braço do esposo determinada a não largar – Aonde nós vamos?

Ele olhou nos olhos dela, como uma criança. Eles brilharam de tanta emoção.

-Não é onde, mas com quem nós vamos.

Ele caminhou pelo saguão movimentado de hóspedes e foi até o centro. Gina pode ver as mechas avermelhadas de sua pequena e secreta filha acompanhada pela sua desagradável babá. O coração de Gina quase não coube em seu peito, batendo descompassado bem perto de seu ouvido. Ela juntou forças em suas pernas bambas e correu até Angelique.

-Gina! - a menina gritou feliz, pulando nos braços dela.
-Oh! Minha querida. - Gina deixou escapar, afagando os cabelos ruivos dela, sem conter a emoção - senti tanto a sua falta.
-Eu também. - Angelique disse dengosa em seus braços.

Draco se aproximou das duas, beijando a bochecha de Angelique para chamar sua atenção.

-Será que eu posso ganhar um abraço também?

Ainda nos braços de Gina, ela o abraçou, alisando os cabelos de Draco.

-Sentimos sua falta, princesa. - Ele falou baixo.
-Eu pedi ao vovô se eu podia ver você de novo. - Ela soltou o abraço para olha-los – E ele deixou.
-Seu avô não deixa você ver outras pessoas? - Draco sondou.
-Não, eu só posso brincar com outras crianças quando eu vou numa festa. - ela falou quase triste.
-Oh querida, mas hoje, nós vamos conhecer Roma. - Gina tentou animá-la. - Você sabe como Roma surgiu?

As duas saíram, com Angelique nos braços de Gina, enquanto Draco finalmente teve que encarar a presença da Sra. Sprooge.

-Acho que a senhora vai nos acompanhar. - Draco quase teve que engolir o veneno que continha em suas palavras de tão ácidas.
-Eu estarei de olho se tentarem alguma gracinha.
-Não faremos nada que ponha em risco a presença de minha filha.
-Ela não é sua filha, - corrigiu a mulher enigmaticamente – ela é neta do Lorde Malfoy. Para todos os efeitos, seus pais estão mortos.
-Não abuse da sorte sra. Sprooge, ou eu posso esquecer qualquer acordo.

Os dois se calaram e Draco foi se juntar a Gina no passeio.

Roma era muito fascinante do que Gina e Draco esperavam. Agora, parecia mais colorida e animada pelos olhos de Angelique. Ela observava tudo e chama a atenção deles para elas. Os passarinhos coloridos em um empório, as estátuas de deusas e homens alados em casa esquinas dos prédios, as estátuas vivas na Piazza della Rotonda que a assustou quando ofereceu-lhe uma rosa. Gina estava no céu. Nem percebia a presença da sra. Sprooge a aquela altura do passeio. O casal se sentou em um café em frente a Fonte das Escadarias Espanholas, para descansar, enquanto observava Angelique brincar junto a fonte com outras crianças não-bruxas.

-Você acha seguro? - Gina brincou com o copo de suco, olhando com receio para Angelique
-O quê? - Draco perseguiu o olhar de Gina e logo entendeu – Ela ficará bem. É muito esperta pra sua idade e sabe que não podemos contar o que somos para os outros.

Gina olhou orgulhosa, mas voltando a entristecer.

-Eu não ensinei nenhuma dessas coisas a ela.
-Logo tudo vai mudar, - ele segurou sua mão a beijando com devoção – eu prometo.

A sra. Sprooge acompanhava cada passo que a menina dava, não deixando que ela fosse para longe. Draco observou atento, como se esperasse uma oportunidade de descuido dela para fugir. Foi quando um frio em sua espinha se espalhou pelo seu corpo. O olhar gelado da sra. Sprooge atravessou a pequena praça e o segurou. Ele sentiu o perigo eminente que seria se resolvesse sumir naquele instante com Angelique. Ele e Gina não teriam tempo de sacar as varinhas para aparatar. Gina estava tão dispersa, mas ainda na mesma freqüência que ele. Ela imaginou a mesma fuga.

-Se ela se afastar por dois segundos...
-Não Gina! - Sussurrou Draco, entre dentes. - Ela não vai nos deixar. Com certeza tem ordem para nos atacar ,se for preciso.
-Então, o que você quer que a gente faça? Esperar pela próxima visita de nossa filha? - ironizou Gina cruzando os braços como uma criança emburrada.
-Vamos conquistar a confiança de meu pai. - Determinou, maquinando seu plano – Ele vai cometer algum erro, mais cedo ou mais tarde. Quando isso acontecer, nos levamos Angelique para bem longe. Temos muitos amigos e proteção do Ministério. Não vai ser fácil pra ele nos achar.

O estômago de Gina deu voltas de alegria. O plano podia ser perigo, angustiante e demorado, mas qualquer coisa que pudesse trazer sua filhinha de volta para seus braços para sempre, era o melhor palno do mundo. Ela sorri, eufórica para Draco, sem conseguir esconder sua alegria e o beija repetidamente nos lábios.

-Gina! - Draco ri da alegria dela, mas a afasta delicadamente – As pessoas.
-Oh! - Ela o abraça, sentindo ainda mais feliz do que nunca. Seus lábios formigando pela adrenalina - Desses cinco anos, esse é o melhor dia de minha vida.
-Ah, é? - Draco a encara, fingindo indignação enquanto ajeita uma mecha da franja dela – E o dia em que nós casamos?
-Ah... é diferente. - Ela sorri – foi lindo aquele dia!
-E a noite de núpcias? - Ele cerrou a sobrancelhas, questionando.
-Nós tivemos muitas noites, antes dessa. - Gina o beija delicadamente no rosto o acariciando.
-Tudo bem, então... o seu aniversário em Paris?
-Draco! - Repreendeu Gina, batendo em seu ombro.
-Certo. - Ele a abraçou, sentindo o perfume dos cabelos dela, tão delicioso e familiar. - Eu acho que eu nunca pude dar o que você sempre quis. - Ele olhou para Angelique brincando na fonte.
-O que nós sempre quisemos.

Ela solta o abraço e observa a filha. A menina acena para eles e vai até a mesma chamando por Gina. Draco a coloca em seu colo, enquanto Gina ajeita seu cabelo desgrenhado pela brincadeira.

-Aquele homem é um soldado? - Angelique pergunta em sua fina e curiosa voz, apontando para uma estátua ao lado do café.
-Ele, - Draco avista a estátua – foi um herói para os não-bruxos.
-Como os meus pai! - ela se anima – eles foram heróis.

Gina sente uma pontada em seu peito, ouvir que ela e Draco estivessem mortos era doloroso. Era sua oportunidade de apressar as coisas.

-Querida, - Gina começou com cuidado, olhando para Draco com um pedido de auxílio – seus pais... eles...
-Angelique. - A voz seca e indesejável da sra. Sprooge cortou Gina – Está na hora de ir.
-Mas nem escureceu, babá. - choramingou a menina.
-Já te disse para não me chamar de babá, - recriminou a mulher – meu nome é sra. Sprooge, está me ouvindo? - segurando Angelique pelo braço, a tirando do colo de Draco.

Gina se levantou, tentando impedir. Seria capaz de trucidar aquela mulher com ou sem magia.

-Angelique. - Chamou Gina.
-Eu não quero ir. - esperneou a menina.
-Você está machucando ela! - Gina tentou avançar na mulher, mas Draco impediu.

A mulher puxou Angelique por uma rua lateral ao café. A menina pedia para ficar, estendendo seus bracinhos para Gina. Aquilo foi terrível, tanto para Draco, como para Gina. As lágrimas rolaram pela face dela e a única coisa que Draco podia fazer era consolar. Foi quando ela sentiu suas forças sumirem, um frio incomum para atmosfera tomou conta de seu corpo, percorrendo as extremidades acompanhada de um formigamento incomum. A luz sumiu e tudo não passava de um borrão.

A agitação, o barulho. Tudo estava muito quieto. Gina sentia que não estava mais nos braços de Draco, em plena praça. O ar era frio, mas confortável, e pode perceber que estava em algum lugar confortável, mas não familiar. Os lençóis fizeram barulho, para o quarto silencioso, mas ela podia ouvir – quase um sussurro em algum lugar – pessoas conversando. Uma porta abriu e alguém desejou boa tarde em italiano e logo depois tornou a fechar. Seu olhos não estavam tão pesados para deixá-los fechados. Hesitante, seus olhos piscaram pela luz do final da tarde e tomou coragem para se levantar. As vozes do outro lado da porta do quarto estavam ainda baixas, mas preocupadas.

-... Cartanne a viu. - Draco falou, referindo-se a um membro do ministério italiano da magia.
-Eu sei Malfoy, mas não podemos simplesmente pedir que prendam Lúcius. - a voz de Hermione sussurrou próximo a porta – o conselheiro o conhece por outro nome.

Houve uma pause na conversa, e Gina aprumou a orelha na porta para compreender.

-O que foi Weasley? - reclamou Draco, contendo a voz.
-Nada... é que, bem, eu estou curioso pra ver a minha sobrinha.
-Todos nós vamos vê-la Ron. - a voz de Harry soou consoladora, seguida de uma movimentação entre as poltronas – Nós temos que ir.
-Ela ainda vai demorar para acordar. - Draco falou.
-O que foi Malfoy?Está com medo de ficar com a teimosa da minha irmã? - Roni brincou.
-Quando ela descobrir que está grávida, vai ter um ataque. - riu Mione.
-Vocês estão aqui pra ajudar ou pra encher o meu saco? - reclamou Draco.
-Eles só estão brincando Draco,- a voz de Harry foi para longe da porta onde Gina estava, em direção a porta da suíte. - você devia ter visto a cara dos dois quando você disse que viu Emil... desculpa, Angelique hoje.
-Tudo bem, eu ainda estou me acostumando também. - Draco disse.
-Qualquer coisa, nós avise. - advertiu Mione – qualquer coisa que precisa.
-Até Malfoy.

A voz de Harry sumiu e logo a porta da suíte se fechou, trazendo o silêncio. Ela ouviu os passos de Draco de volta a uma poltrona.
Seus pensamentos eram como fogos de artifício, iluminando sua imaginação. Ela havia passado uma tarde incrível com Draco e sua filha e agora – GRÁVIDA! - como se nada pudesse ser mais perfeito. mãe e desta vez sem intrigas sem brigas. Neste momento a imagem da pequena menina ruiva veio a mente aqueles cabelos vermelhos e seu nome soava como musica ANGELIQUE.

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N/A.: Voltei!

Espero que gostem do novo capítulo, pois foi escrito depois de muito tempo, por causa da perda total da fics (a fics foi apagada do meu note, sem deixar rastro). Me desculpa se demorei muito pra postar novamente, mas eu voltei e coloquei minha atenção na história.

Agora eu estou escrevendo o próximo capítulo de Totalmente Pecadora - minha outra fics que está abandonada a muito tempo - então... eu só vou retornar a escrever essa depois do carnaval. Aproveitem!
Próximo capítulo (final de março) - Gina foge para falar com Lúcius e vai ter uma surpresa com o que ele tem a dizer. Angelique vai apontar os assasinos dos pais dela. Não Perca!

Beijoooos! e bom carnaval.
Miss Moriart

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